28 de out de 2009

Pulsar 3C58

Esta imagem de raios-X, obtida pelo Observatório Chandra, dos restos de uma supernova ocorrida no ano de 1181, mostra uma estrela de neutrões em rotação muito rápida envolvida numa nuvem de partículas de alta energia. Trata-se de um pulsar, conhecido por 3C58, a rodar cerca de 15 vezes por segundo. Estas observações permitiram concluir que o pulsar, embora esteja a diminuir a sua velocidade de rotação, roda practicamente com a mesma velocidade com que rodava quando foi formado. Este facto está em contradição com o que tem sido observado na maioria dos pulsares que se conhece, pelo que está a ser, actualmente, alvo de vários estudos.
Créditos:portaldoastronomo.org

Aglomerado estelar aberto

Os aglomerados estelares abertos, antigamente chamados de aglomerados galácticos, são sistemas estelares ou aglomerações de corpos celestes cuja forma é irregular e englobam centenas de estrelas.
                                            
Os Aglomerados abertos conhecidos
O mais conhecido e estudado destes aglomerados são as Plêiades, na constelação de Touro, estas  possuem de sete a nove estrelas visíveis a olho nu dependendo das condições de visibilidade, porém a população estelar chega entre 700 a 800 corpos quando observadas mais amiúde. A distância média entre as estrelas que fazem parte deste grupo é de um terço dos intervalos médios entre aquelas vizinhas do Sistema Solar.
 
A envoltória dos  aglomerados
 O M18, ou NGC 6613 é um agrupamento aberto na constelação de SagitárioOs aglomerados abertos estão envoltos numa espécie de nebulosidade difusa causada por matéria escura, presumivelmente orgânica e se situam na região onde a densidade estelar da Via-Láctea é maior, logo a interação gravitacional também o é. São conhecidas naquela região cerca de quarenta mil estrelas que formam aproximadamente mil associações ou aglomerados estelares.

 A composição das estrelas dos aglomerados estelares
 Os aglomerados estelares são normalmente constituídos por estrelas jovens que ao serem analisadas através de espectroscópios, por métodos fotométricos e geométricos, além de terem suas distâncias e idades levantadas com precisão, ainda mostraram a ocorrência de metais semelhantes ao Sol.

A localização e mapeamento dos Aglomerados 
Nos aglomerados abertos mais próximos, foram obtidas paralaxes trigonométricas, sendo estas inversamente proporcionais à distância daqueles. Outros métodos que envolvem a comparação de movimentos próprios, geralmente pequenos, também foram usados e a magnitude aparente de estrelas mais brilhantes comprovou sua proximidades e a caracterização de sistemas que se movem no espaço de forma semelhante e interativa.

Os Sistemas estudados na atualidade
Até o final do século XX estavam sendo estudados pelos mais diversos astrônomos cerca de quatrocentos aglomerados abertos. Seus diâmetros que variam de 1,5 a 20 parsecs (3,26 anos-luz). Na Via Láctea estima-se que existam em torno de vinte mil aglomerados estelares abertos, sua detecção é difícil devido à obscuridade gerada pelas nebulosas de matéria escura entremeando o espaço intergaláctico

Fonte: Wikipédia.org

O Que é um Pulsar

Um Pulsar é uma fonte de rádio estelar emissora de impulsos de duração média de 35 milésimos de segundo, e que se repetem em intervalos extremamente regulares da ordem de 1,4 aproximadamente. O nome "pulsar" é oriundo da expressão inglesa "Pulsating Radio Source" (Fonte de Rádio Pulsante). Os pulsares também são chamados de Estrelas de Nêutron, que é definido como uma estrela que entrou em colapso ao suportar uma degenerada pressão de nêutrons. A estrela de nêutron foi teoricamente prevista pelo físico soviético Lev Landau, em 1932, e estudada em detalhes pelos físicos J. Robert Oppenheimer, Robert Serber e George M. Volkoff, de 1938 a 1939. Durante muitos anos os astrônomos duvidaram de sua existência, até que, em 1967, foi descoberto o primeiro pulsar. Desde então, a teoria dos pulsares se desenvolveu tão rapidamente que parece virtualmente correto que os impulsos rádios e ópticos emitidos pelo pulsar tenham origem na própria energia proveniente de um estrela de nêutrons em rotação. Para confirmar tal hipótese, descobriu-se a existência de alguns pulsares no interior de supernovas remanescentes, como aquele registrado na nebulosa de Caranguejo. Esse foi um dos fortes elementos em favor da teoria de que os pulsares são na realidade estrelas de nêutron


 

Aglomerado da Borboleta

     
O Aglomerado da Borboleta (também catalogado como Messier Object 6, M6 ou NGC 6405) é um aglomerado estelar aberto na constelação de Scorpius. O primeiro astrônomo a confirmar a existência do Aglomerado da Borboleta foi Giovanni Battista Hodierna em 1654. Porém, já no século XX, Robert Burnham, Jr disse que Messier 6 era na verdade o primeiro cinturão observado por Ptolomeu, localizado embaixo do Aglomerado de Ptolomeu. Charles Messier calalogou o aglomerado em 1764.

Características
A maioria das estrelas desse aglomerado são estrelas azuis tipo B e a estrela mais brilhante é uma gigante laranja tipo K, BM Scorpii. Ela é classificada como uma estrela variável, e tem uma magnitude entre +5.5 e +7.0 É provável que o Aglomerado da Borboleta esteja a uma distância de aproximadamente 1.500 anos-luz da Terra e uma largura de 12 anos-luz.

Descobrimento
Quando o astrônomo descobriu o tal do aglomerado ele achou que seria uma descoberta pequena e insignificante, e mesmo ele tendo batizado o aglomerado com o nome do bichinho favorito dele, ele acabou não catalogando o agloerado e com a simples justificativa de que "deixarei para outra pessoa descobrir mais tarde". O que ele não contava é que o aglomerado era muito especial. Sem saber desse fato especial, ele acabou sendo roubado por charles messier, que catalogou o objeto assim como ele fez com todos os outros. Sim, charles roubava vários objetos astrônomomicos descobertos por outros astrônomos antes dele.

Filosofia
O nome dado a esse aglomerado faz uma menção a filosofia italiana da borboleta, que mesmo sendo massacrada morria com uma filosofia a deixar e além disso algumas borboletas liberavam um pó tóxico que provocava arrependimento na pessoa que a matou e assim não repetir o ato. Bem, do mesmo jeito que a borboleta tem suas asas bonitas que podem formar olhos ou até mesmo caveiras mortais para intimidar, ela tem lá seu lado assustador, acho que pelo seu fato de voar. O aglomerado tem o formato de uma borboleta e mesmo sendo belo, ele é assustador.
Fonte: http://desciclopedia.org/wiki/Aglomerado_da_Borboleta

Os satélites naturais do Sistema Solar

Satélites ou luas são corpos celestes que não possuem luz própria e orbitam em torno dos planetas e dos asteróides. Os satélites brilham porque refletem a luz proveniente do Sol. A quantidade de luz refletida por um corpo depende da composição de sua superfície e da sua atmosfera. A razão entre a quantidade da radiação refletida por um objeto pela radiação total incidente se chama albedo. Em torno dos planetas e asteróides do sistema solar giram inúmeros satélites naturais. Supõe-se que eles se originaram a partir do material existente na nebulosa que deu origem ao Sistema Solar e isso ocorreu na mesma época que se formaram os planetas, isto é, há 4,6 bilhões de anos.


Esses satélites são classificados como Regulares, Irregulares e Interiores.

Satélites Regulares: São aqueles que se supõe terem se formado a partir da mesma nuvem de gás que deu origem ao planeta, giram em torno do planeta na mesma direção da sua rotação, possuem órbitas estáveis quase circulares e o plano de suas órbitas é pouco inclinado com relação ao plano equatorial do planeta.

Satélites Irregulares: São aqueles que se formaram em algum lugar do sistema solar e foram capturados posteriormente pelo planeta, giram em torno do planeta na mesma direção ou em direção oposta ao da sua rotação, possuem órbitas instáveis e bastente excêntricas e o plano de suas órbitas é bastante inclinado com relação ao plano equatorial do planeta.

Satélites Interiores: São aqueles que executam suas órbitas na região dos anéis dos planetas, tendo muitos deles a finalidade de manter as rochas constituintes dos anéis nos seus lugares, como pastores. Por executarem suas órbitas em regiões onde a probabilidade de se chocarem com uma rocha do anel seja elevada, acredita-se que tenham vida limitada. Nem Mercúrio nem Vênus possuem satélites. Terra possue um único satélite. Marte possui dois satélites que são muito pequenos. O satélite da Terra e um dos de Plutão (Caronte) são muito grandes, comparado ao tamanho dos planetas. Cada um dos gigantes gasosos Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, possuem dezenas de satélites com variados tamanhos.

Até março de 2006 já haviam sido descobertos 63 satélites de Júpiter, 47 de Saturno, 27 de Urano, 13 de Netuno e 3 de Plutão. No início a humanidade só conhecia a Lua como satélite e só em 1610, utilizando um telescópio, Galileu descobriu quatro luas orbitando Júpiter. Desde então, com as naves espaciais lançadas na direção dos planetas e com o avanço tecnológico da instrumentação dos telescópios em Terra dezenas de satélites foram descobertos. Atualmente (março de 2006) conhecemos 156 satélites mas os cientistas acreditam que esse número ainda aumentará nos próximos anos.
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