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Mostrando postagens de Dezembro 7, 2009

Vida e Origem dos Cometas

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A vida média dos cometas não ultrapassa 10 milhões de anos. Acredita-se que os núcleos dos cometas estão vagando pelo espaço fora do sistema solar. Devido ao movimento do Sol ao redor do núcleo galático esses objetos são capturados pelo campo gravitacional do Sol e se transformam em cometas. Foi susposto na década de 50 por Jan Hendrik Oort (1900) existência de uma nuvem de cometas (Nuvem de Oort), próxima do Sol (em relação às distâncias galáticas), a cerca de 100.000 ua. Essa nuvem está distribuida de forma esférica ao redor do Sol. Sua origem pode ser os próprios restos do sistema solar, que se solidificou nessa região. Algumas anomalias gravitacionais provocadas pelas estrelas próximas, podem tirar alguns corpos de suas posições e esses serem atraídos pelo Sol. Ao entrarem em direção ao sistema solar, esses corpos poderão adquirir três tipos de órbita: 

Elíptica
- são os cometas periódicos. Esse tipo de órbita é geralmente é provocada pela influência gravitacional dos planetas, pri…

Espaço interestrelar

O espaço interestrelar é uma região do espaço que fica fora do Sistema Solar. Depois da heliosfera fica o espaço interestrelar que não faz parte do Sistema Solar. O espaço interestrelar é formado por gases como hidrogênio e hélio que vem de outros sistemas planetários e estrelas. No espaço interestrelar fica a chamada Matéria escura.

Expansão do universo traz limites para exploração humana

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Imagem do projeto GigaGalaxy Zoom mostra área central da Via-Láctea; aceleração da expansão do universo limita exploração
Quão longe um astronauta conseguiria viajar em seu tempo de vida? Resposta: bilhões de anos-luz. No entanto, mesmo com foguetes que pudessem nos levar para perto da velocidade da luz --equipamentos fictícios em termos práticos--, a expansão do universo acabaria por nos deixar para trás. A energia escura --a força misteriosa por trás da aceleração da expansão do universo-- coloca um limite na exploração humana dele, diz Juliana Kwan, da Universidade de Sydney em New South Wales, Austrália, que agora refinou o possível limite futuro de nossas viagens.
Luz Desde que os astrônomos descobriram que a expansão do universo está acelerando, muitos tentaram imaginar o quanto isto iria restringir o que poderíamos sequer ver com telescópios no futuro. Ocorre que regiões distantes do universo vão acabar por se expandir tão rápido que a luz de qualquer objeto lá pode jamais nos alc…

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