10 de dez de 2009

Planeta X

O "planeta X" é um suposto corpo celeste do sistema solar cuja órbita estaria além da de Netuno. Neste caso, X é a letra x (incógnita, em matemática) e não o número romano 10. Quando do surgimento desta conjectura, no século XIX, alguns astrônomos propuseram que irregularidades observadas na órbita de Netuno e de outros gigantes gasosos pudessem ser causadas por este planeta hipotético. Isto foi motivado pela descoberta do próprio Netuno, cuja órbita e massa foram previstas com base nas observações das perturbações orbitais de Urano. O sobrevôo de Netuno pela sonda espacial Voyager 2 permitiu a obtenção de uma medição mais precisa para a massa deste planeta. Cálculos posteriores, baseados no novo valor para a massa, demonstraram que as irregularidades orbitais na verdade não existiam.
Plutão - A busca pelo planeta X provocou a descoberta de Plutão, em 1930. Plutão, porém, não foi considerado o Planeta X porque sua massa não era suficiente para explicar as irregularidades então registradas na órbita de Netuno.

Éris - Embora a União Astronômica Internacional tenha considerado a possibilidade de classificar Éris (anteriormente conhecido como 2003 UB313), descoberto em 2003, como um planeta, aquele corpo celeste tampouco foi considerado o planeta X, por ser muito pequeno.

Conclusões recentes -  Para a maioria dos astrônomos, a hipótese do planeta X foi cabalmente rejeitada quando as missões das sondas Voyager e Pioneer permitiram recalcular as massas dos gigantes gasosos e não detectaram nenhuma forte atração gravitacional imprevista além da órbita de Netuno.A busca pelo planeta X provocou a descoberta de Plutão, em 1930. Plutão, porém, não foi considerado o Planeta X porque sua massa não era suficiente para explicar as irregularidades então registradas na órbita de Netuno.
Fonte:Solar View

O que é um buraco branco?

Um buraco branco é uma reversão no tempo de um buraco negro, outra singularidade no tempo espacial. A matéria surge imprevisivelmente de um buraco branco. Um exemplo de um buraco branco é a singularidade original do Big Bang. Os buracos brancos seriam um tipo de “extensão” de um buraco negro. Dentro de um Buraco negro poderia existir um tipo de wormhole (buraco de minhoca) para os que nunca ouviram falar, ele é mais ou menos um “túnel” que liga duas regiões do espaço (como se pode perceber é um outro objeto que por em quanto só existe na teoria), de modo que se você entrar por uma boca dele você sai instantaneamente do outro lado. De fato se tivesse um negócio parecido com um desses dentro do buraco negro, a matéria tragada por ele poderia sair num buraco branco (o outro lado do túnel), que do ponto de vista teórico seria exatamente o oposto do buraco negro. Simplificando, segundo a teoria da relatividade o buraco negro é uma região no espaço em que nada pode escapar já o buraco branco seria uma região no espaço em que nada pode “cair”. Como oposto de um buraco negro, um buraco branco expele violentamente a matéria. O buraco branco é um farol brilhante e uma fonte aparentemente infinita de matéria e de energia. Ninguém jamais viu um buraco branco, e muitos acreditam que ele se auto destruiria rapidamente. A matéria expelida se unificaria gravitacionalmente e entraria em colapso, formando um buraco negro que engoliria o buraco branco.
Fonte: http://www.brasilescola.com

Radiação Espacial

As viagens espaciais sempre estiveram no imaginário científico do ser humano, porém explorar os planetas do Sistema Solar e, quem sabe um dia, alcançar as distantes galáxias são fatos que encontram barreiras não somente financeiras e tecnológicas, mas também moleculares, e uma delas é a radiação espacial (também chamada de radiação cósmica). Segundo o Centro Médico da Universidade de Georgetown, EUA, há a afirmação que a radiação de alta energia existente no espaço pode acelerar o envelhecimento do astronauta a causar estresse oxidativo às células. A radiação de alta energia está presente nas emissões solares, é composta por prótons energéticos, partículas de ferro e radiação gama. No planeta Terra, essa radiação é bloqueada pela atmosfera, protegendo os seres vivos na crosta terrestre. Em períodos longos no espaço, os riscos da radiação comprometer a saúde dos astronautas aumentam, podendo gerar câncer de intestino. Essa pesquisa tem sido levantada para orientar no planejamento de uma futura missão à Marte. Em 2004, as Academias Nacionais dos EUA já haviam publicado via relatório, que a incidência de câncer nos astronautas era maior do que na população geral. O relatório tem exigido o desenvolvimento de novas tecnologias de proteção a radiação. Cientistas realizaram pesquisas em camundongos que ficaram expostos à radiação de alta energia similar a que é encontrada no espaço. Detectaram alto nível oxidativo, repleto de radicais livres, nas células gastrointestinais dos camundongos. A radiação espacial é composta por raios cósmicos, que por sua vez, são formados por prótons em alta velocidade e núcleos atômicos vindos de diversas direções ao Sistema Solar. Sob a atmosfera, a proteção ocorre em virtude do campo magnético do nosso planeta; missões lunares são menos perigosas, pois a Lua bloqueia boa parte dessa radiação.
Fonte: Ultimo Segundo

Fontes intensas de raios-X em M 101

Esta imagem de raios-X da galáxia M 101, em conjunto com outras imagens de outras galáxias, apontam para a existência de uma nova classe de objectos emissores de raios-X. Estes objectos são mais luminosos nesta banda do espectro electromagnético do que muitas estrelas de neutrões e buracos negros estelares, o que implica que as regiões que produzem estes raios-X são muito mais extensas. Uma explicação possível para a existência desta fontes é que elas são produzidas por buracos negros de massas intermédias, isto é, buracos negros com massas da ordem da centena de massas solares. Estes teriam uma massa intermédia entre os buracos negros estelares, com cerca de uma dezena de massas estelares, e buracos negros super-maciços, com milhões de massas solares, existentes nos núcleos de muitas galáxias.              
Fonte: NASA        

Novas estrelas nas galáxias da Antena


Esta imagem em cor falsa mostra um conjunto de estrelas novas, recém formadas, escondidas no coração das galáxias da "Antena". Estas duas galáxias, conhecidas por NGC 4038 e NGC 4039, situam-se a cerca de 68 milhões de anos-luz de distância e têm estado em colisão durante os últimos 800 milhões de anos. Esta imagem resulta da combinação de uma imagem de infravermelhos obtida pelo Telescópio Espacial Spitzer e de uma imagem no óptico obtida por um telescópio terrestre, pondo em evidência a tremenda actividade de formação de novas estrelas devido à colisão das duas galáxias.
Fonte: NASA/JPL-Caltech
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