14 de dez de 2009

Telescópio Espacial Hubble fotografa 'escombros' de explosão de estrela

No centro da Nebulosa do Caranguejo, pulsar gira 30 vezes por segundo. Estrela de nêutrons tem o o tamanho de uma cidade pequena.
Créditos:(NASA, ESA, J. Hester, A. Loll-ASU; Davide De Martin, Skyfactory)
Foto obtida pelo telescópio espacial Hubble mostra a "bagunça" que a explosão de uma estrela provoca. A imagem mostra a Nebulosa do Caranguejo, aglomerado de remanescentes de uma supernova de mil anos. Em seu centro há um pulsar, uma estrela de nêutrons com massa semelhante ao Sol mas com as dimensões de uma pequena cidade. Este 'miolo' da Nebulosa do Caranguejo tem uma rotação de aproximadamente 30 giros por segundo.
Fonte:NASA

Imagem do telescópio espacial Hubble mostra nascimento de estrelas

Fenômeno registrado ocorre na Galáxia M83, ou ‘Cata-vento do Sul’.Wide Field Camera 3 foi instalada no Hubble em maio.
crédito: Nasa, ESA, R. O'Connell (Univ. Virginia), B. Whitmore (Space Telescope Science Institute), M. Dopita (Australian National Univ.), e comitê de supervisão científica da Wide Field Camera 3
A nova câmera (WFC3, de Wide Field Camera 3) instalada no Telescópio Espacial Hubble em maio deste ano captou a mais detalhada imagem de nascimento de estrelas. O processo de formação estelar, flagrado na galáxia espiral M83, é mais rápido, especialmente em seu núcleo, do que o presente na Via-Láctea. A WFC3 (de Wide Field Camera 3) revela estrelas em diferentes estágios de evolução, fornecendo aos astrônomos subsídios para dissecar a história de sua formação. Também é possível visualizar os remanescentes de cerca de 60 explosões de supernovas, as explosões de estrelas massivas, podem ser vistas na imagem, cinco vezes mais nítidos do que os registros anteriores.
Fonte: Astronomy.com

Nasa lança novo telescópio espacial para fazer ‘cartografia’ do cosmos

Wise vai gastar nove meses registrando milhões de fotos.Último mapeamento semelhante ocorreu há 26 anos.
Telescópio vai orbitar a terra a 525 km de altura (Foto: Nasa, via France Presse)
A Nasa, a agência espacial americana, lançou nesta segunda-feira (14) da base Vandenberg da Força Aérea americana, na Califórnia um novo telescópio espacial, o Wise (de Wide-field Infrared Survey Explorer). O aparelho, que vai orbitar a Terra passando pelos polos a uma altura de 525 quilômetros, deverá escanear o espaço durante nove meses com o objetivo de mapear o cosmos em luz infravermelha. Tanto galáxias distantes quanto asteroides relativamente próximos da Terra (e qualquer objeto celeste entre uma coisa e outra) serão alvos de milhões de fotografias. O último boletim da Nasa indica que os canais do tanque de refrigeração estão desobstruídos, o equipamento está estabilizado em seu curso, os painéis solares estão fornecendo energia e informações já têm sido transmitidas. O Wise foi lançado ao espaço a bordo de um foguete Delta II.  "A última vez em que mapeamos todo o céu com esses comprimentos de onda específicos de infravermelho foi há 26 anos”, afirmou Edward Wright, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), cientista-chefe da missão.
                                      Fonte: http://www.nasa.gov/

Estrela de Barnard

Estrela de Barnard, Esta estrela pálida é a segunda mais próxima do SOL a seguir a alfa Centauri 3 (Proxima Centauri). Está localizada a cerca de 6 anos-luz na parte mais a norte da constelação Ophiuchus, o Serpentário - a oeste da estrela Cebalarai ou Kelb al Rai (beta Ophiuchi). A estrela foi nomeada em honra do seu descobridor, o notável astrónomo Edward Emerson Barnard (1857-1923), que descobriu em 1916 que a estrela tem o mais rápido movimento próprio de todas as estrelas conhecidas (10,3 segundos de arco por ano). Esta elevada velocidade aparente é o resultado da sua proximidade do Sol bem como a velocidade real a que viaja no espaço. De facto, a estrela Barnard aproxima-se do Sol rapidamente a 140 quilometros por segundo e estará a cerca de 3,8 anos-luz por volta de 11 800 D.C. Como outras anãs vermelhas, contudo, não é visível à vista desarmada. A estrela de Barnard possui o movimento próprio mais elevado de todas as estrelas: 10,3 segundo de arco anualmente; isto é, que percorre céu um ângulo igual ao diàmetre aparente da Lua (1/2°) em 180 anos. Um movimento próprio elevado é geralmente uma forte indicação da proximidade da estrela em questão; por exemplo a estrela de Barnard é a segunda estrela mais cerca de nós se se considera o sistema Alfa Centauri como um conjunto.

Evolução estelar

Em astronomia, evolução estelar é a seqüência de mudanças que uma estrela sofre durante seu tempo de vida, os milhares, milhões ou bilhões de anos durante os quais ela emite luz e calor. Durante o curso deste tempo, a estrela irá mudar radicalmente. A evolução estelar não é estudada pela observação do ciclo de vida de uma simples estrela; a maioria das mudanças estelares ocorre tão vagarosamente que só seriam detectáveis depois de muitos e muitos séculos. Ao invés disto, astrofísicos tentam entender como as estrelas evoluem pela observação de numerosas estrelas, cada uma em um diferente ponto da vida do ciclo da vida, e simulando estrutura estelar com modelos de computadores.
Fonte: Astronomy.com

Anã Negra

Uma estrela anã negra é um objeto astronômico hipotético: uma anã branca tão velha que esfriou o suficiente para não mais emitir luz. Para a idade do universo estimada atualmente em 13,7 bilhões de anos, não se espera que nenhuma anã branca tenha tido tempo suficiente para esfriar a tal ponto.

Evolução
Uma estrela anã branca é o que sobra de uma estrela de 8 a 10 massas solares depois de ter queimado todo o seu hidrogênio e hélio em elementos mais pesados como carbono, oxigênio, e nitrogênio, não podendo levar adiante qualquer fusão nuclear de seus sub-produtos. Ela então começa a esfriar com a emissão de radiação térmica. Mesmo se estrelas anãs negras existissem, elas seriam extremamente difíceis de serem detectadas, desde que, por definição, elas emitiriam pouquíssima radiação, pois sua temperatura superficial estaria não muito acima da temperatura da radiação de fundo do universo (~ 3 K). Seriam apenas detectáveis indiretamente, através de sua influência gravitacional sobre objetos próximos. Ambas, as anãs negras e as anãs brancas, são estrelas degeneradas.

Nenhuma relação com "anãs marrons"
Anãs negras não devem ser confundidas com anãs marrons, as quais são formadas quando uma nuvem de gás contrai para formar uma estrela, mas não possui massa suficiente para iniciar e manter o processo de fusão nuclear do hidrogênio. "Anãs marrons" chegaram a ser chamadas algumas vezes de "anãs negras" nos anos de 1960. Tão pouco, deve-se confundir anãs negras com buracos negros ou estrelas de nêutrons, apesar de ambos serem resultado do processo de esfriamento de estrelas, porém mais massivas que 10 massas solares.
Fonte: Astronomy.com
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...