25 de jan de 2010

Telescópio Kepler

 
Kepler, do Space Telescope mais de uma tonelada, foi em direção à Via Láctea, March 6, 2009-22 h 48 horas da Flórida, a bordo de um Delta II, em busca de planetas extra-solares ou exoplanetas.
Os planetas que o telescópio de Kepler vai olhar, são exoterres tamanhos pequenos, de 2 a 20 vezes o tamanho da Terra, Corot aqueles que não podem perceber.Em março de 2009, os cientistas dizem ter encontrado 342 exoplanetas, 289 estrelas com planetas e planetas 0 idêntico ao tamanho da Terra. Os 342 planetas são gigantes de gás, na maior parte, mas nenhum na zona habitável. Para atingir esta meta, os americanos lançaram a missão Kepler, concebido para determinar se planetas habitáveis fora do nosso sistema solar.
 
Kepler vai olhar de perto por três anos e meio, mais de 100 000 estrelas na Via Láctea, localizadas principalmente nas regiões de Cygnus e Lyra. Ele irá detectar planetas que orbitam estrelas semelhantes ao nosso Sol, rochoso, como nossa Terra e também localizado na zona habitável, isto é, nem muito longe nem muito perto de sua estrela.  Kepler embarca em um telescópio que se especializa em um metro de diâmetro, com um campo de visão 105 graus e uma definição de imagem de 95 megapixels. Este monstro da NASA pensa grande, pois é equipado com um fotômetro para medir o brilho de dezenas de milhares de estrelas, simultaneamente, para aumentar as chances de descoberta através do método de trânsito. A passagem ocorre quando um planeta passa entre a estrela eo observador, neste momento, o mundo oculto um pouco de luz da estrela, produzindo um detectável periódica escurecimento. Essa assinatura é usado para detectar o planeta e determinar seu tamanho e órbita.
 
"A missão Kepler, pela primeira vez, permitirá que os seres humanos à nossa galáxia para procurar planetas similares em tamanho à Terra ou até menor", disse o investigador principal William Borucki Research Center da NASA, Califórnia . Coisas "Com as suas capacidades avançadas, Kepler irá nos ajudar a responder uma das perguntas mais antigas na história humana: Existem outras que nós, no universo?"
 
105 graus e uma definição de imagem de 95 megapixels. Este monstro da NASA pensa grande, pois é equipado com um fotômetro para medir o brilho de dezenas de milhares de estrelas, simultaneamente, para aumentar as chances de descoberta através do método de trânsito. A passagem ocorre quando um planeta passa entre a estrela eo observador, neste momento, o mundo oculto um pouco de luz da estrela, produzindo um detectável periódica escurecimento. Essa assinatura é usado para detectar o planeta e determinar seu tamanho e órbita. "A missão Kepler, pela primeira vez, permitirá que os seres humanos à nossa galáxia para procurar planetas similares em tamanho à Terra ou até menor", disse o investigador principal William Borucki Research Center da NASA, Califórnia .Coisas "Com as suas capacidades avançadas, Kepler irá nos ajudar a responder uma das perguntas mais antigas na história humana: Existem outras que nós, no universo?"

Fusão de Galáxias

Grandes galáxias crescem, atraindo pequenas galáxias quando passar por perto.
De fato, esta prática é comum em todo o universo.
A imagem abaixo contra a NGC 1532/1531 galáxia NGC 1532 que se devora o pequeno NGC 1531, ilustra esta prática. Este belo par de galáxias interagindo está na constelação Eridan (o rio). Está localizado a mais de 50 milhões de anos luz, e se estende durante 100 000 anos-luz.
A grande galáxia espiral NGC 1532, conquistou a galáxia anã NGC 1531, na sua esfera de influência gravitacional. A pequena galáxia está preso e desesperada luta contra a enorme força gravitacional que a grande galáxia ele. A luta desigual eventualmente derrotar os pequenos NGC 1531, que irá desaparecer em uma fusão com a NGC 1532.
NGC 1532/1531 é um inseparável par de galáxias e parece muito disposta no sistema de espiral Whirlpool galáxia conhecida como M51, e seu companheiro NGC 5195. Hubble mostra a força gravitacional de NGC 5194 chamando a sua companheira NGC 5195.
A galáxia NGC 1532 NGC 1532/1531 que devoram os pequenos NGC 1531.
                                            Imagem ESO/Danish 1.5m telescópio de Chile à La Silla - 2008.
A Whirlpool galáxia NGC 5194 a 60.000 anos luz de diâmetro, é também conhecida como M51.
Ela absorve NGC 5195, o seu companheiro da direita.
Hubble imagem.

Galáxia activa NGC 1068

  Esta imagem da galáxia activa NGC 1068 (M 77) é uma composição de imagens de raios-X (a azul e verde) e do óptico (a vermelho). Regiões de formação de estrelas são observadas nos braços espirais mais centrais da galáxia, tanto em raios-X como no óptico. No centro desta galáxia reside um buraco negro de massa elevadíssima. Gás da vizinhança do buraco negro é lançado para o espaço num vento de alta velocidade, formando uma nuvem alongada, bem visível em raios-X. Esse gás vem, não só dum tórus de gás frio e poeira que rodeia o buraco negro, mas também do disco, mais interior, de gás quente formado pela matéria que cai em espiral para dentro do buraco negro. As observações indicam que estamos a observar o tórus de gás de perfil e vendo efeitos indirectos do buraco negro. NGC 1068 encontra-se a cerca de 50 milhões de anos-luz, na direcção da constelação da Baleia.

Crédito: Raios-X: NASA/CXC/MIT/UCSB/P.Ogle et al.; Óptico: NASA/STScI/A.Capetti et al.
Telescópio: Raios-X: Chandra X-Ray Observatory (NASA); Óptico: Hubble Space Telescope (NASA/ESA).
Instrumento: Raios-X: Advanced CCD Imaging Spectrometer (ACIS) & High Energy Transmission Grating Spectrometer (HETGS); Óptico: Wide Field Planetary Camera 2 (WFPC 2).

W5 - "As Montanhas da Criação"

O Telescópio Espacial Hubble já nos tinha mostrado os "Pilares da Criação" O Spitzer, um telescópio espacial de infravermelho mostra-nos, agora, as "Montanhas da Criação". Estas massas de gás frio e de poeira cósmica ficam situadas numa região de formação de estrelas designada por W5, na constelação da Cassiopeia. Situam-se a cerca de 7000 anos-luz de distância e têm cerca de 10 vezes o tamanho da região da nebulosa da Águia tornada famosa pelo Hubble. O Spitzer, ao estar equipado com câmaras de infravermelho, consegue penetrar nestas nuvens escuras e detectar imensas estrelas jovens em formação desconhecidas até agora. Isto porque a luz infravermelha consegue viajar através da poeira, enquanto que a luz visível é bloqueada por ela. Além disso, a própria poeira é aquecida pela luz das estrelas circundantes e emite no infravermelho.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/Harvard-Smithsonian CfA/ESA/STScI.
Telescópio: Spitzer Space Telescope (NASA).

Anãs Castanhas no Trapézio

Esta imagem obtida com o Telescópio Espacial Hubble mostra uma região de formação estelar no enxame do Trapézio, à 1500 anos-luz, em Orionte. A imagem, em infra-vermelho, mostra cerca de 50 estrelas anãs castanhas, um dos tipos de estrelas mais difíceis de detectar. Anãs castanhas, são normalmente objectos considerados como estrelas que falharam, ou seja, são objectos que não possuem massa suficiente para iniciar no seu interior reacções termonucleares.
Crédito: NASA; K.L. Luhman (Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, Cambridge, Mass.); and G. Schneider, E. Young, G. Rieke, A. Cotera, H. Chen, M. Rieke, R. Thompson (Steward Observatory, University of Arizona, Tucson, Ariz.)
Telescópio: Telescópio Espacial Hubble

Instrumento: Near Infrared Camera and Multi-Object Spectrometer

Resolvido mistério nos confins do sistema solar

Os astrónomos dizem que o nosso Sistema Solar está a passar por uma nuvem de material interestelar que não deveria aqui estar. As velhas sondas Voyager ajudaram a resolver o mistério. A nuvem é denominada "Nuvem Interestelar Local". Tem cerca de 30 anos-luz de diâmetro e contém uma insignificante mistura de átomos de hidrogénio e hélio, de acordo com um comunicado de imprensa da NASA anunciado anteontem. Estrelas vizinhas, que explodiram há cerca de 10 milhões de anos atrás, deveriam ter esmagado ou dispersado esta nuvem.

Então o que está a manter esta nuvem no seu lugar?


"Usando dados das Voyager, descobrimos um forte campo magnético, mesmo para lá do Sistema Solar," explicou Merav Opher, Investigador Heliofísico convidado pela NASA, da Universidade George Mason. "Este campo magnético sustém a nuvem interestelar e resolve o antigo mistério da sua existência."  A nuvem é muito mais magnetizada do que se pensava anteriormente," afirma Opher. "Este campo magnético pode dar a pressão extra necessária para resistir à destruição."  Opher e seus colegas explicam a descoberta na edição de 24 de Dezembro da revista Nature.
 Impressão de artista da Nuvem Interestelar Local. Crédito: Linda Huff e Priscilla Frisch
As duas sondas Voyager da NASA já navegam para fora do Sistema Solar há mais de 30 anos. Estão agora bem para lá de órbita de Plutão e à beira do espaço interestelar. Durante a década de 90, a Voyager 1 tornou-se no objecto mais longínquo feito pelo Homem. As duas Voyager, viajando em direcções opostas, revelaram, entre outras coisas, que a bolha em torno do nosso Sistema Solar é achatada. "As Voyager não estão na realidade dentro desta nuvem interestelar," afirma Opher. "Mas estão lá perto e podemos sentir como é à medida que nos aproximamos."  A nuvem interestelar local está mesmo para lá dos confins do Sistema Solar e é contida pelo campo magnético do Sol, que é "inchado" pelo vento solar numa espécie de bolha magnética com mais de 10 mil milhões de quilómetros. Denominada "heliosfera", esta bolha protege o Sistema Solar interior dos raios cósmicos galácticos e das nuvens interestelares. As duas Voyager estão localizadas na camada exterior da helioesfera, em inglês denominada "heliosheath", onde o vento solar diminui de velocidade devido à pressão do gás interestelar. A Voyager 1 entrou nesta "heliosheath" em Dezembro de 2004. A Voyager 2 seguiu-a em Agosto de 2007. Estas travessias providenciaram dados fundamentais para o novo estudo. Outras nuvens interestelares podem também estar magnetizadas, assume Opher e seus colegas. E podemos eventualmente colidir com algumas. "Os seus fortes campos magnéticos podem comprimir a helioesfera ainda mais do que está agora," afirma a NASA. "Uma maior compressão pode permitir com que um maior número de raios cósmicos alcancem o Sistema Solar interior, possivelmente afectando o clima terrestre e a capacidade dos astronautas viajarem em segurança pelo espaço."

             Concepção de artista das duas sondas Voyager à medida que se aproximam do espaço interestelar.
              Crédito: NASA/JPL
Fonte:NASA
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