3 de fev de 2010

Telescópio CFHT

O telescópio CFHT (Canada-France-Hawaii-Telescope) é um telescópio de 3.6 metros de diâmetro situado no topo de Mauna Kea, um vulcão extinto situado na Ilha Grande do Hawaii. Mauna Kea situa-se a 4200 metros de altitude e é o melhor local de observação astronómica conhecido no hemisfério Norte. As observações neste local benefeciam da elevada altitude do local, resultando numa atmosfera mais limpa e seca e num céu livre de poluição luminosa. O CFHT foi construído na década de 70 e entrou em funcionamento em 1979. Nessa altura, o CFHT era o sexto maior
telescópio do mundo. O CFHT tem sofrido nos últimos anos um intenso programa de desenvolvimento e actualização do seu equipamento instrumentos com vista a continuar competitivo com os maiores telescópios do mundo. Esta fotografia corresponde a uma longa exposição tirada na direcção da estrela polar, em torno da qual todas as estrelas parecem girar devido ao movimento de rotação da Terra.
Crédito: CFHT - Outreach Consortium.

Erupção de uma proeminência no Sol

A erupção de uma proeminência longa e arqueada é capturada na luz ultravioleta da risca de emissão de 304 Å do hélio ionizado. Esta é uma das maiores proeminências observadas pelo SOHO. As proeminências são enormes nuvens de plasma relativamente frio e denso, suspensas na coroa quente e ténue do Sol. Campos magnéticos originam forças que provocam a erupção das proeminências, lançando partículas para o exterior da superfície do Sol. Para dar ideia da dimensão da proeminência, ela estende-se, desde uma ponta à outra, por cerca de 50 diâmetros da Terra. Sendo um fenómeno efémero, já tinha desaparecido na imagem seguinte tirada a este comprimento de onda, cerca de 6 horas depois. O instrumento que obteve esta imagem, o EIT, observa o Sol em quatro comprimentos de onda do ultravioleta. Permite assim a comparação do gás a temperaturas diferentes, providenciando mapas diários do tempo no Sol. A emissão desta risca espectral de 304 Å mostra a cromosfera superior a uma temperatura de 60 000 K. As regiões mais quentes aparecem a branco nesta imagem, e as mais frias, a vermelho. Crédito: SOHO/EIT (ESA & NASA).
Telescópio: Solar & Heliospheric Observatory (ESA/NASA).
Instrumento: Extreme ultraviolet Imaging Telescope (EIT).

Galáxia espiral ESO 510-13

Esta imagem mostra um campo do céu na constelação austral da Hidra (a Serpente do Mar). Ao centro, destaca-se ESO 510-13, uma galáxia espiral que se encontra de perfil para nós. A sua velocidade de recessão é de 3300 km/s, donde se calcula que a sua distância seja cerca de 170 milhões de anos-luz e o seu tamanho 100 000 anos-luz. O plano equatorial, onde as bandas escuras indicam a forte presença de poeira, é ondulado, indicando que foi formado recentemente e ainda se encontra no processo de atingir um estado mais estável. Não se sabe como se formou este disco torcido, mas uma hipótese é ser o resultado da fusão de uma galáxia anã, rica em gás, com uma galáxia elíptica. Vários objectos próximos de ESO 510-13 são visíveis. Muitos são, provavelmente, aglomerados globulares de estrelas associados à galáxia; outros serão galáxias de fundo.
Crédito: European Southern Observatory (ESO).

Asteróide Toutatis

O asteróide Toutatis costuma passar na nossa vizinhança de 4 em 4 anos. Recentemente, este asteróide registou a sua maior aproximação ao nosso planeta verificada durante os últimos séculos, passando a uma distância equivalente a 4 vezes a distância que separa a Terra da Lua. Desde 1353 que ele não se aproximava tanto. Embora seja uma curta distância em termos astronómicos, é suficientemente longe para podermos ficar descansados. Apesar da órbita deste asteróide ser aquela que melhor se conhece de entre todos os grandes asteróides que se aproximam da Terra, não é possível determinar se num futuro mais ou menos longínquo o asteróide acabará, ou não, por colidir com o nosso planeta. Se isso vier a acontecer algum dia espera-se que a Humanidade esteja preparada para lidar com uma situação desta natureza. Os dinossauros não estavam ... A imagem é uma visualização do Toutatis realizada por computador com base em dados de radar.
Crédito: NASA/JPL/S. Hudson & S. Ostro.

Galáxia espiral NGC 4631

Esta imagem mostra a região central da galáxia espiral NGC 4631 tal como ela é vista através do telescópio de raios-X Chandra e do Telescópio Espacial Hubble. Os dados do Chandra, representados a azul, fornecem a primeira evidência da existência de um halo de gás quente em volta de uma galáxia muito semelhante à Via Láctea. A estrutura situada ao longo da imagem representada a vermelho corresponde à emissão detectada pelo Hubble. Esta emissão é proveniente do conteúdo estelar da galáxia que é aqui vista de perfil. A observação desta e de outras galáxias fornece pistas importantes acerca da estrutura da nossa própria galáxia.



Crédito: Raios-X: NASA/CXC/UMass/D.Wang; Óptico: NASA/HST/D.Wang.
Telescópio: Chandra & HST.

Qual é o tamanho de uma estrela?

É através da lei de Stefan-Boltzmann, que os astrônomos podem facilmente calcular os raios das estrelas (ver nota abaixo contra). Em 1879, o físico austríaco Josef Stefan, que se interessa pela radiação dos corpos quentes, descobre que o total da energia emitida por um objeto é proporcional à potência de 4 de sua temperatura absoluta.
As maiores estrelas descobertas são sagitarii quilovátios, V354 Cephei e KY Cygni, são cerca de 1 500 vezes maior do que o nosso Sol. Nosso Sol tem um diâmetro de 1 392 000 km.
Antares super gigante vermelha próximo de nós tem um diâmetro de cerca de ~ 700 vezes a do Sol, ou cerca de 1 mil quilômetros.
Betelgeuse é uma super gigante vermelha, uma das maiores estrelas conhecidas. Se Betelgeuse estiveram no centro do nosso sistema solar, o seu raio, ~ 650 vezes a do Sol, deverá estender entre a órbita de Marte e Júpiter.
Aldebaran é uma gigante vermelha de magnitude 0,86 e tipo espectral K5 III, o que significa que é laranja e tem grande parte esquerda da seqüência principal depois de utilizar todo o seu hidrogênio. Queima principalmente por hélio e atingiu um diâmetro de ~ 45 vezes a do Sol.
Rigel é um super gigante azul, 55 000 vezes mais brilhante que o sol. Com um diâmetro de cerca de 116 000 000 km, ~ 35 vezes a do sol, Rigel deverá estender até a órbita de Vénus em nosso sistema solar.
Arcturus é 20 vezes maior do que o sol, a sua magnitude é -0,04 ea sua distância ao sol é ~ 37 anos-luz.
Pollux é ~ 8 vezes maior do que o sol, a sua magnitude é 1,09 ea sua distância ao sol é ~ 33,7 anos-luz.
nota : Graças à lei de Stefan-Boltzmann constante, os astrônomos podem calcular os raios das estrelas.
O brilho de uma estrela é L: L = 4πσR2T4
L é a luminosidade, σ é a constante de Stefan-Boltzmann constante, R o raio da estrela e T sua temperatura.
Fonte: http://www.ufotvonline.com.br

A morte de uma estrela

A morte de uma estrela pode ser leve ou grave, dependendo da sua massa. Abaixo de 1,4 vezes a massa do Sol, a estrela morreu em paz, ele irá aumentar o tamanho de uma gigante vermelha (cerca de 50 milhões de quilómetros de raio) do que a Terra (cerca de 6 000 km de raio). A estrela se torna uma anã branca. Entre 1,4 e 5 vezes a massa do Sol, a sua agonia é muito mais violento. O seu raio de 10 km encolhe A densidade final é enorme, os núcleos não resiste e o coração da estrela se torna uma gigante núcleo de nêutrons. O colapso provoca uma explosão terrível, que o projecto camadas superiores da estrela no espaço e vai brilhar no céu, uma supernova. Mais de 5 vezes a massa do Sol, a queda é muito violento. Ela não pode ser parado. O coração da estrela torna-se um buraco negro. A violência do colapso produz uma enorme explosão projectos que as camadas superiores da estrela no espaço. Como no caso anterior uma supernova cobrirá centenas de milhares de milhões de km, o meio interestelar semeadura de elementos pesados produzidos durante a vida da estrela durante a explosão. Estes elementos pesados são constituintes dos planetas terrestres como a nossa Terra. A violência do colapso de uma estrela, produz uma enorme explosão que projectos as camadas superiores da estrela no espaço, a jogar um papel fundamental na história de vida. Durante a sua explosão de estrela supernova liberta os elementos químicos que tem sintetizado em sua existência e na explosão em si. Estes produtos químicos no meio interestelar viajar para espalhar para o espaço.
Fonte:Portal Terra
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