23 de fev de 2010

Poeira interestelar

A Poeira interestelar é comumentemente associada a pedaços microscópicos de carbono e/ou silicatos, com tamanhos que podem variar de uma fração de mícron até um mícron de diâmetro, dispersos no espaço interplanetário. Estes pedaços tem forma irregular e são chamados de grãos interestelares.
Porém mais precisamente falando poeira interestelar ou mais apropriadamente denominada de matéria interestelar é um conjunto de matéria e de radiação que preenche o espaço interestelar. A região onde se espalha a matéria interestelar recebe o nome de meio interestelar. Note, entretanto, que diversos autores usam indistintamente os termos meio interestelar e matéria interestelar para designar os elementos que compõem o espaço interestelar.
Em muitos textos encontramos que a matéria interestelar é formada simplesmente por gás e poeira interestelares. Na verdade o meio interestelar consiste de mais elementos do que apenas gás e poeira. Ele é formado por:
gás hidrogênio neutro (H I)
gás hidrogênio ionizado (H II)
gás molecular (principalmente H2)
grãos de poeira
raios cósmicos
campos de radiação de várias freqüências
campos magnéticos
restos de supernovas
O espaço entre as estrelas é um meio muito difuso. Mesmo assim, o meio interestelar é um vácuo em várias ordens de magnitude melhor do que aquele criado pelos físicos nos melhores laboratórios do mundo. Calculamos que o meio interestelar, como um todo, seja composto por cerca de 5 a 10 bilhões de Msolar de matéria que se apresenta na forma de gás e poeira. Isto corresponde a, aproximadamente, 5% da massa de estrelas visíveis na nossa Galáxia.
A temperatura do meio interestelar pode variar, dependendo da presença ou não de fontes quentes locais. Em algumas regiões o meio interestelar é muito frio, com uma temperatura de apenas alguns Kelvins. No entanto, se houver uma estrela ou qualquer outra fonte de radiação nas vizinhanças, sua temperatura pode chegar a milhares de Kelvins. Verifica-se que a temperatura média do meio interestelar, em uma região escura, é cerca de 100 K.
A densidade do meio interestelar também é muito baixa sendo, em média, de 1 a 10 átomos por centímetro cúbico. Já vimos que o gás interestelar é bastante rarefeito. No entanto, 99% da matéria interestelar é composta de gás. Destes 99% temos que, aproximadamente, 90% é formado por hidrogênio atômico ou molecular, cerca de 9% é hélio e apenas 1% é formado por elementos mais pesados do que o hélio.
Fonte:Wikipédia, a enciclopédia livre.

2M1207b

2M1207b é um objeto de massa planetária orbitando a anã castanha 2M1207, na Constelação Centaurus, aproximadamente a 170 anos-luz do Planeta Terra. Notável como um dos primeiros candidatos a planeta extra-solar por ser diretamente observável (imagem por infravermelhos), foi descoberto em Setembro de 2004 pelo Very Large Telescope (VLT) no Observatório Paranal, no Chile por uma equipe do Observatório Europeu do Sul liderado por Gaël Chauvin. Acredita-se ser de 3 a 10 vezes a massa de Júpiter e pode órbitar 2M1207 a uma distância aproximadamente igual à que Plutão tem do Sol. O objeto é um gigante de gás muito quente, a temperatura superficial é estimada em 1600 K (1300 °C ou 2400 °F), principalmente devido a contração gravitacional. A sua massa é bem inferior ao limite calculado para a fusão de deutério em anãs castanhas, que é de 13 massas de Júpiter. A distância entre 2M1207b e sua estrela é de cerca de 40 UA (similar à distância média entre Plutão e o Sol). O seu espectro infravermelho indica a presença de moléculas de água na sua atmosfera. O objeto não é um provável candidato a suportar a vida, quer na sua superfície quer em qualquer satélite.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Galáxia Anã do Cão Maior

A Galáxia Anã do Cão Maior é uma galáxia satélite da Via Láctea situada na constelação do Cão Maior e atualmente, é a galáxia conhecida galáxia mais próxima da nossa, e um membro do Grupo Local. A Galáxia Anã do Cão Maior está a apenas 42.000 anos-luz do centro galáctico e cerca de 25.000 anos-luz do sistema solar, mais próxima que a Galáxia Anã Elíptica de Sagitário, que anteriormente detinha o recorde. Ele contém cerca de um bilhão de estrelas, o equivalente a menos de 1% do total de estrelas da Via Láctea, em uma forma elíptica sim, mas irregular. Foi descoberta em novembro de 2003 por uma equipe de astrônomos ingleses, franceses, italianos e australianos, analisando os dados do 2MASS, e com levantamento de todo o céu em luz infravermelha. Eles encontraram uma maior densidade de estrelas gigantes de classe espectral M nesta parte do céu.
 A galáxia está localizada atrás do plano da Via Láctea, onde estrelas e nuvens de gás e poeira são mais densas, o que explica por que não foi descoberta antes.
Parece que a Galáxia Anã do Cão Maior está sendo "rasgada" pelas forças de maré da Via Láctea. O centro da galáxia é extremamente degradado e há um longo filamento de estrelas atrás dela, formando uma estrutura de anel (por vezes chamado de o "Anel do Unicórnio"), que faz três voltas em torno de nossa galáxia. Esse anel é conhecido desde 2002, esta estrutura também foi responsável pela descoberta da Galáxia Anã do Cão Maior.
Muitos aglomerados globulares parecem estar associados com a Galáxia Anã do Cão Maior, como NGC 1851, NGC 1904 (M79 ou Messier 79), NGC 2298 e NGC 2808, que podem ser remanescentes da galáxia antes da acreção para a Via Láctea; e pode estar associados com esta galáxia os aglomerados abertos Dol 25, H18 e possivelmente AM 2.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Aglomerado globular

Aglomerado globular é a denominação dada a um tipo de aglomerado estelar cujo formato aparente é esférico e cujo interior é muito denso e rico em estrelas antigas, podendo, inclusive, ter até um milhão de estrelas, mantidas juntas pela ação da gravidade. Geralmente localizam-se longe do plano galáctico e, às vezes, muito além disso, no distante espaço intergaláctico. O tamanho médio aproximado de um aglomerado globular é de 100 anos-luz. A grande maioria desses aglomerados se formaram há mais ou menos 13 bilhões de anos e possuem portanto algumas das estrelas mais velhas já catalogadas. Lá existe uma grande quantidade de anãs vermelhas, que possuem poucos elementos pesados, pois foram formadas antes de tais elementos serem gerados nas explosões das supernovas. Alguns poucos aglomerados globulares brilhantes, como Ômega de Centauro e M13, aparecem como formas estranhas a olho nú. Se vivêssemos em um planeta situado num aglomerado globular não existiria noite, tamanho é o brilho e o número de estrelas próximas uma das outras que existem nesse tipo de aglomerado.
Figura:Aglomerado globular M55
Fonte:Wikipédia, a enciclopédia livre.

Imagem do centro da Via Láctea combina a visão de três telescópios

Imagens do espaço são sempre lindíssimas e incríveis, mas esta é ainda mais espetacular: está visão de dentro da nossa própria galáxia foi criada com a soma das imagens feitas por três telescópios diferentes da agência estadunidense de exploração espacial, a Nasa. A foto em alta definição foi feita com imagens do centro da Via Láctea dos telescópios Hubble, uma imagem em infra-vermelho do Spitzer Space Telescope, e uma visão em raio-x do observatório Chandra. Ela foi criada para comemorar o Ano Internacional da Astronomia, que é marcado pelo aniversário de 400 anos desde que Galileu Galilei apontou seu telescópio para os céus, em 1609.
Fonte:Hypescience.com

Galáxia escura está em rota de colisão com a nossa Via Láctea

A vizinhança da Via Láctea pode ser mais agitada do que se imaginava: cientistas descobriram que uma nuvem de massa estimada em quase 1 milhão de sóis pode ser, na realidade, uma galáxia escura. Além disso, a formação, chamada de Nuvem de Smith, está vindo em direção à Via Láctea, e pode colidir com a nossa galáxia. Em 2008, cientistas estadunidenses descobriram que a nuvem está a aproximadamente 8 mil anos-luz de distância da Via Láctea, e está se aproximando a uma velocidade de 240 quilômetros por segundo. Entretanto, os cientistas não têm certeza de quando o impacto irá ocorrer, pois astrônomos não conseguiram medir com precisão quando os gases da nossa galáxia irão diminuir a velocidade da Nuvem. Segundo especialistas, sua trajetória sugere que ela já teria passado pela nossa galáxia há mais de 70 milhões de anos.A Nuvem de Smith é formada principalmente por hidrogênio, tem 11 mil anos-luz de comprimento e 2.500 anos-luz de largura, o tamanho de uma galáxia-anã. Ela foi descoberta em 1963, mas só recentemente seu movimento em direção à nossa galáxia foi detectado. A Nuvem de Smith não se desintegrou durante seu movimento em direção à Via Láctea, que é muito maior.
Para ter sobrevivido durante este movimento, cientistas acreditam que ela tem uma massa muito grande, para ter gravidade suficiente para se manter unida. Cálculos de especialistas da Universidade de Sidney, da Austrália, indicam que ela pode ter até cem vezes mais massa do que era estimado.
As galáxias escuras são formações de nuvens sem estrelas, constituídas principalmente por hidrogênio e outras partículas. De acordo com Leo Blitz, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, simulações da formação de galáxias sugerem uma galáxia do tamanho da Via Láctea devem apresentar cerca de mil galáxias anãs. Segundo o especialista, algumas destas anãs podem não ter sido encontradas porque são galáxias escuras, mais difíceis de serem encontrada.
Fonte:Hypescience

Galáxia M94

A bela galáxia M94 é alvo dos telescópios de astrônomos de todo o mundo, e fica a apenas 15 milhões de anos-luz da constelação de Canes Venatici – os Cães Caçadores. A parte brilhante do interior da galáxia em espiral tem 30 mil anos-luz de comprimento, e acreditava-se que a M94 tinha a região interior rodeada por um anel de poucas estrelas. Entretanto, novas pesquisas realizadas com câmeras de comprimentos de onda diferentes mostram que a galáxia tem pontas que até então não tinham sido detectadas, que passam para fora do que se acreditava ser o final da M94. Além disso, observando novas fotos da galaxia, pesquisadores acreditam que esta região é duas vezes mais ativa quanto à formação de novas estrelas do que a região interior da M94. Observadores da Universidade de Cambridge, que realizaram a descoberta, afirmam que o disco exterior da galáxia é responsável por 23% da massa estelar total da M94, além de contribuir com 10% das novas estrelas da formação. As incríveis imagens feitas com tipos diferentes de exposição e luzes podem ser observadas aqui, e a foto comparativa da formação da galáxia a olho nu e com a nova descoberta das suas estrelas está disponível aqui. Nesta imagem final, é possível observar três pontos amarelados no canto superior direito, que correspondem a estrelas da Via Láctea.
Fonte:Hypescience

Galáxia Anã Elíptica de Sagitário

Galáxia Anã Elíptica de Sagitário ou SagDEG (do inglês, Sagittarius Dwarf Elliptical Galaxy) é uma galáxia satélite da Via Láctea e faz do Grupo Local. Com um diâmetro de 10.000 anos-luz, se encontra atualmente a 70.000 anos-luz da Terra e se move em uma órbita polar à 50.000 anos-luz do centro de nossa galáxia.
Descoberta em 1994 por Rodrigo Ibata, Mike Irwin e Gerry Gilmore, se tratava na época a galáxia conhecida mais próxima a nossa — título que perdeu em 2003, em proveito da Galáxia Anã do Cão Maior. Situa-se em um local oposto ao Sistema Solar em relação ao centro galáctico, o que a converte em um objeto muito difícil de observar, embora ela ocupe uma grande região do céu. SagDEG parece ser uma antiga galáxia. As análises espectroscópicas parecem indicar que possua pouca poeira interestelar e que está composta principalmente por estrelas de população II, velhas e pobres em metais. SagDEG deverá atravessar o disco galáctico da Via Láctea nos próximos 100 milhões de anos e será finalmente engolida por nossa galáxia. Parece que no início se tratava de uma galáxia anã esferoidal, mas foi atingida consideravelmente pelas marés gravitacionais da Via Láctea. Um grande número de estrelas e uma corrente gás parecem dispersos ao longo de sua órbita. Quatro aglomerados globulares pertencentes a Via Láctea têm visivelmente suas origens em SagDEG: M54, Arp 2, Terzan 7 e Terzan 8. Realmente, se pensa que M54 faz parte desta galáxia e não da Via Láctea, e incluindo foi sugerido que pode ser seu núcleo. Estudos divergem para saber se SagDEG está em órbita há muito tempo (alguns falam de vários milhares de milhões de anos) ou se é uma recente companheira. Nota: SagDEG não deve ser confundida com a SagDIG, a Galáxia Anã Irregular de Sagitário, uma pequena galáxia distante 4 milhões de anos-luz.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Supernovas

Tipos de Supernovas
A explosão de uma estrela como uma supernova dependerá de vários fatores. É um processo complexo e pode levar a dois resultados finais diferentes, a formação de uma estrela de neutrons ou a formação de um buraco negro. Classificamos as supernovas em duas categorias, de acordo com o resultado final:  

supernova tipo I: em geral ela é o resultado de um processo de acréscimo de matéria sobre uma estrela anã branca participante de um sistema binário de estrelas. Se, em um sistema binário, uma estrela de grande massa passa uma quantidade muito grande de hidrogênio para a superfície de uma estrela anã branca, sua companheira de sistema, pode ocorrer que a anã branca ultrapasse um limite de massa a partir do qual a estrela não é mais estável. Este limite máximo para a massa de uma estrela é o limite de Chandrasekhar. Quando ele é ultrapassado, a estrela não é mais estável, iniciando um processo de colapso gravitacional com incríveis consequências.
supernova tipo II: este é o processo pelo qual uma estrela de grande massa passa por um estágio final de enorme perda de massa. Neste caso as camadas mais externas são ejetadas durante o processo de colapso da região central e, como resultado final, temos a exposição da região central da estrela. Esta região central é uma estrela super densa conhecida como estrela de neutrons.
Supernovas na nossa Galáxia
Do mesmo modo que as outras galáxias, também na nossa Galáxia temos, a intervalos de tempo irregulares, eventos de supernovas. Se o fenômeno da explosão não é obscurecido demais pela matéria interestelar, este evento pode ser, e tem sido, visto como um fenômeno espetacular a partir da superfície da Terra. Infelizmente (ou felizmente?) nenhum evento de supernova ocorreu em nossa Galáxia desde a invenção do telescópio. A última supernova bem observada foi estudada por Johannes Kepler em 1604.
Fonte:Astronomy.com

Morte térmica do universo

A morte térmica é um possível estado final do universo, no qual ele "cai" para um estado de nenhuma energia livre para sustentar movimento ou vida. Em termos físicos, ele terá alcançado entropia máxima. A hipóteses de uma morte térmica universal surgiu das idéias dos anos 1850 de William Thomson (Lord Kelvin), que extrapolou a visão da perda de energia mecânica na natureza da teoria do calor, como as englobadas nas primeiras duas leis da termodinâmica, a uma situação universal.

Origens da idéia

A idéia de morte térmica advém da segunda lei da termodinâmica, a qual estabelece que a entropia tende a aumentar em um sistema isolado. Se o universo durar por um tempo suficiente, ele irá assimptoticamente aproximar-se de uma estado onde toda a energia é uniformente distribuída. Em outras palavras, na natureza há uma tendência para a dissipação (perda de energia) de energia mecânica (movimento); então, por extrapolação, existe a visão que o movimento mecânico do universo decai no tempo devido à segunda lei. A idéia de morte térmica foi proposta em vagos termos primeiramente em 1851 por William Thomson, que teorizou adicionalmente sobre a visão sobre perda de energia mecânica de Sadi Carnot (1824), James Joule (1843), e Rudolf Clausius (1850). As visões de Thomson foram então elaboradas mais definitivamente na década seguinte por Hermann von Helmholtz e William Rankine
Fonte: Wikipédia

O que seria um Buraco Negro?

O Buraco Negro é um intrigante, diria até misterioso fenômeno que ocorre no espaço. Desperta e aguça a curiosidade das pessoas. Muitos mitos foram criados, alguns pensam que o Buraco Negro é o elo de ligação entre as dimensões, outros acreditam que são portais por onde viajam os ET’s. Mas de fato, o que seria um Buraco Negro? Por que tem esse nome? Buraco Negro é uma região do espaço onde o campo gravitacional é tão forte que nada sai dessa região, nem a luz, daí vermos negro naquela região, por isso o nome Buraco Negro. Para ficar mais claro vamos relacionar com o campo gravitacional da Terra, sabemos que graças à ação desse campo que os corpos são atraídos para o centro da Terra. O campo gravitacional do Buraco Negro tem as mesmas características físicas do campo gravitacional terrestre, a diferença está na intensidade. O Buraco Negro gera um campo gravitacional tão intenso que a velocidade de escape excede a velocidade da luz, por isso nada escapa do Buraco Negro, nem mesmo a luz. Uma vez que nada escapa de um buraco negro, nada que vem de um buraco negro chega até nós. Então como observá-los? Observamos através da sua ação sobre sua vizinhança. "Vemos" um buraco negro observando "coisas" que o rodeiam sob a ação do seu campo gravitacional ou então que "caem" em sua direção, também sob a ação desse mesmo campo gravitacional. A velocidade da órbita de uma matéria, a uma determinada distância de um corpo, é proporcional à gravidade desse corpo. Mesmo sem vermos o corpo central podemos saber qual a sua massa se virmos e medirmos a velocidade de nuvens de gás e poeira que o orbitam o Buraco Negro, por exemplo.Uma outra situação: se sob a ação da gravidade do corpo central, matéria "cai" em direção a ele, esse material enquanto vai "caindo" vai se comprimindo; por se comprimir vai se esquentando, e quanto mais quente fica, mais irradia... Também nesse caso, se medimos essa radiação, obtemos informações sobre o corpo central. Eclipse detectado em um Buraco Negro. Um buraco negro pode ser eclipsado, mas como, se ele nem sequer emite luz? A matéria (gás, na verdade), antes de cair no buraco negro, forma um disco. Nesse disco ela se aquece a temperaturas de milhões de graus, e esse gás emite principalmente raios X. Essa radiação consegue escapar. Observando o buraco negro super maciço no centro da galáxia NGC 1365 durante 25 horas, uma equipe de astrônomos conseguiu flagrar um eclipse na emissão de raios X. Esta é a primeira vez que um eclipse de buraco negro foi observado!
Fonte: Astronomia viva
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