26 de fev de 2010

Estrela Eta Carinae


O coração da nebulosa Eta Carinae é uma das mais extraordinárias estrelas conhecidas. Antes de 1840, Eta Carinae podia ser vista a olho nu, como uma estrela normal. Em 1840, ela começou a aumentar seu brilho e em 1848 ela era a segunda estrela mais luminosa do céu. Lentamente, ela começou a diminuir, e em 1880 não podia mais ser vista a olho nu.Na imagem do lado, pode ser vista a estrela Eta Carinae. Ela está junto da 'nebulosa Buraco da Fechadura', uma nebulosa escura com a forma de um buraco de fechadura.
 
A estrela Eta Carinae não tem um visual muito espetacular e sua luminosidade, desde o século dezenove, está no limite do visível a olho nu.Eta Carinae é uma estrela supermassiva. É provável, atualmente, que seja duas estrelas supermassivas, muito próximas uma da outra, com uma massa sessenta ou setenta vezes maior do que o Sol. A imagem a direita é a melhor fotografia feita pelo Telescópio Espacial Hubble. A estrela (ou estrelas) está no centro de dois glóbulos de poeira e gás em expansão, que devem ter sido ejetados durante a erupção de 1848. A poeira é a causadora do visual obscuro atual. Mas se Eta Carinae for colocada a mesma distância que o Sol, ela teria um brilho cinco milhões de vezes maior que o Sol.
 
O astrónomo brasileiro Augusto Damineli, professor do IAG-USP, é um dos que afirmam que a estrela é uma variável pois a cada cinco anos e meio, segundo ele, acontece uma redução no seu brilho, já outros astrônomos não aceitavam essa teoria, no entanto em 1997, ocorreu uma nova redução do brilho, o fenômeno foi confirmado. Em 2003 , graças aos registros de mais de 50 especialistas apoiados nas observações através de telescópios terrestres e em órbita , finalmente confirmou-se tratar-se mesmo de mais uma estrela variável do tipo SDOR -
 
Estrelas de alta luminosidade binária, com variações entre 1 a 7 magnitudes, associadas e envoltas em material em expansão próprio das nebulosas. Estrelas muito grandes como Eta Carinae esgotam seu combustível muito rapidamente devido à sua desproporcionalmente alta luminosidade. Espera-se que Eta Carinae possa explodir como uma supernova ou hipernova dentro de algum tempo nos próximos milhões de anos.
Fonte:Wikipédia

Nebulosa Carina

    A grande nebuloa Eta Carinae

A nebulosa Carina, uma intensa região de nascimento de estrelas da Via Láctea, encontra-se a 7,5 mil anos-luz de distância e tem diâmetro de 300 anos-luz. A estrutura cor de laranja em formato de globo um pouco deslocada do centro abriga estrelas enormes. O ponto oval brilhante à esquerda dele é a estrela Eta Carinae. Essa bomba-relógio cósmica explodirá em forma de supernova e se extinguirá numa explosão de radiação. Isso pode acontecer em breve, em termos astronômicos - ou seja, amanhã ou daqui a um milhão de anos.
Foto de Nasa/ESA/Nathan Smith, University of California, Berkeley/Hubble Heritage Team (HHT)
Fonte:NASA

Hubble renovado

 Maior nitidez dos cantos obscuros do universo são após a reforma do Hubble
Estrelas jovens cintilam na nebulosa Carina, um berçário de estrelas a 7,5 mil anos-luz da Terra, em uma das primeiras imagens obtidas pelo Telescópio Espacial Hubble depois de ter sido reformado no primeiro semestre de 2009. O Hubble agora pode espreitar com nitidez ainda maior cantos obscuros do universo - como esta coluna de poeira e gás - em busca de pistas sobre a origem de galáxias, estrelas e planetas.
Foto de NASA/ESA/HUBBLE SM4 ERO TEAM

Telescópio revela sinais pré-históricos em nosso quintal intergaláctico

O telescópio espacial Hubble capturou resquícios pré-históricos em nosso quintal intergaláctico. Astrônomos identificaram um grupo de pequenas galáxias que esperaram 10 bilhões de anos para se unirem. Mas, de “caidinhas” elas não têm nada: estão se preparando agora para a construção de uma grande galáxia elíptica. Encontros como este, entre galáxias anãs, são vistos normalmente numa distância de bilhões de anos-luz e que, portanto, ocorreram há bilhões de anos. Estas galáxias, no entanto, integrantes do Grupo Compacto Hickson 31, estão relativamente próximas: apenas 166 milhões de anos-luz. As novas imagens oferecem a oportunidade de “ver” um fenômeno comum durante os anos de formação do universo, quando grandes galáxias eram criadas a partir de blocos menores. Observações detalhadas fornecem pistas importantes para a história da interação entre as partes, permitindo determinar quando o encontro começou. É possível também prever quando ocorrerá a fusão.
O sistema é constituído por estrelas mais velhas, de antigos aglomerados, com cerca de 10 bilhões de anos. O encontro, porém, tem se arrastado por cerca de algumas centenas de milhões de anos – algo que pode ser considerado como um piscar de olhos na história cósmica.
Em qualquer canto do grupo compacto que se olhe, há lotes de aglomerados de estrelas e regiões jovens – repletas de estrelas nascendo. O Hubble ainda revelou que os mais brilhantes clusters, grupos pesados que ‘seguram’ pelo menos 100 mil estrelas, têm menos de 10 milhões de anos.Todo o sistema é rico em hidrogênio, material que forma as estrelas. Os astrônomos usaram uma câmera avançada do telescópio para explorar as mais jovens e brilhantes estrelas destes aglomerados, o que permitiu calcular a idade dos clusters, traçar a história da formação das estrelas e concluir que as galáxias estão passando por uma fase final da estruturação da nova galáxia. Um verdadeiro espetáculo cósmico.

Na figura acima;Grupo Compacto Hickson 31: pequenas galáxias com milhares de estrelas estão interagindo para a formação de uma nova e grande galáxia. Crédito: NASA, ESA, S. Gallagher (The University of Western Ontario), and J. English (University of Manitoba).
Fonte:Ciência diaria.

Gliese 581

Gliese 581 é uma estrela anã vermelha de tipo espectral M3V localizada a 20,3 anos-luz da Terra. Essa estrela tem um terço da massa do Sol, e é a 87ª estrela mais próxima dele. Existem quatro planetas que orbitam Gliese 581: Gliese 581 b, Gliese 581 c, Gliese 581 d e Gliese 581 e.
Gliese 581 é famosa por ser a estrela em volta da qual orbita o provável primeiro planeta potencialmente habitável fora do Sistema Solar,Gliese 581 c, que foi descoberto em abril de 2007. Gliese 581 tem aproximadamente um terço da massa do Sol e fica situada a 20,5 anos-luz da constelação de Libra. A descoberta do planeta foi anunciada por astrônomos de França, Portugal e Suíça em 24 de abril de 2007, e liderada por Stéphane Udry do Observatório de Genebra usando o instrumento HARPS do ESO (Observatório Europeu do Sul), localizado no Chile. A equipe usou a técnica de velocidade radial.
Estrela
O nome Gliese 581 refere-se ao número de catálogo do Catálogo Gliese de estrelas próximas. Outros nomes para essa estrela são BD-07° 4003 (do Catálogo Durchmusterung) e HO Librae (designação de estrela variável). Gliese 581 não tem um nome individual como Sirius ou Procyon. A estrela é uma anã vermelha com tipo espectral M3V, e está localizada a cerca de dois graus a norte de Beta Librae, a estrela mais brilhante da constelação de Libra. Gliese 581 é a 87ª estrela mais próxima ao Sol conhecida.
Uma estrela anã de classe M como Gliese 581 tem uma massa muito menor que a do Sol, o que faz com que a região do núcleo da estrela queime hidrogênio mais lentamente. A partir da magnitude aparente e distância, pode-se estimar uma temperatura efetiva de 3.200 kelvin e uma luminosidade visual de 0,2% da luminosidade do Sol.
Um planeta precisa de estar situado muito perto de Gliese 581, para assim receber uma quantidade de energia parecida à que a Terra recebe do Sol. A região em torno de uma estrela em que um planeta receberia aproximadamente a mesma energia que a Terra recebe é chamada de zona habitável. A extensão dessa zona não é fixa e muda muito de estrela para estrela. Em Gliese 581 essa zona fica a cerca de 0,07 UA da estrela, a distância que Gliese 581 c se localiza.
Fonte:Wikipedia

Gliese 581 b

Gliese 581 b é um planeta gasoso extra-solar, parecido com Netuno. Sua órbita é de cinco dias terrestres. Sua massa é quinze vezes maior que a da terra.
Sua órbita é na Gliese 581 é uma estrela anã vermelha e uma das cem estrelas mais próximas á Terra, famosa por ser a estrela que orbita o provável primeiro planeta habitável fora do Sistema Solar o denominado Gliese 581 c.
Representação de Gliese 581b
Fonte:wikipédia

Gliese 581 c

Gliese 581 c (apelidado pelos astrônomos de "Super Terra") é um planeta extra-solar que orbita a estrela anã vermelha Gliese 581 da constelação de Libra, localizado a 20,5 anos-luz da Terra, equivalendo a 113 trilhões de Milhas. A estrela em que orbita possui 1/3 da massa do Sol e emite 50 vezes menos energia. Este planeta aparenta orbitar na zona habitável, tal como a Terra no sistema solar, o que significa que poderá conter água no estado líquido. É o primeiro planeta extra solar habitável encontrado na história. A descoberta do planeta foi anunciada por astrônomos da França, Portugal e Suíça (24 de abril de 2007), e liderada por Stéphane Udry do Observatório de Genebra usando o instrumento HARPS do ESO (Observatório Europeu do Sul), localizado no Chile. A equipe usou a técnica de velocidade radial.
 
Características
Baseando-se numa projecção da temperatura à superfície, Gliese 581 c poderá ser o primeiro planeta extra-solar semelhante à Terra. Possui um diâmetro cinquenta por cento maior que o da Terra (estimativa baseada na sua massa), e quase cinco vezes mais maciço, fazendo com que a gravidade à superfície seja 2,15 vezes mais forte que a terrestre. Porém, se sua superfície contiver grande quantidade de gelo ou água, sua gravidade será 1,3 vez maior que a da Terra. Um terráqueo de 50 quilos pesaria 80 em Gliese 581c. O planeta pode estar sempre com a mesma face virada para a sua estrela-mãe. Este efeito pode fazer com que o Gliese 581c apresente diferenças de temperatura bastante consideráveis entre a face sempre iluminada e a face em noite eterna. Por outro lado, as partes entre as duas faces podem possuir um clima moderado, mais propício para o surgimento da vida. Em alternativa, a circulação atmosférica pode redistribuir o calor da estrela de forma mais equilibrada, permitindo uma habitabilidade maior.Segundo o co-autor do estudo que identificou o planeta, o astrofísico francês Xavier Bonfils do Observatório Astronómico de Lisboa, a temperatura pode variar entre zero e 40 graus Celsius, ou seja, pode ter água em estado líquido à superfície.
 
Curiosidades
Cientistas da NASA disseram que o novo planeta, caso fosse possível, poderia ser alvo de pesquisas tripuladas, já que existe a tendência de que os seres humanos possam sobreviver às condições do novo planeta. Na verdade vários planetas gigantes-gasosos como Júpiter já foram descobertos em órbitas muito mais promissoras do que Gliese 581 c em torno das suas estrelas, dentro da zona habitável onde poderia existir água líquida na superfície dos seus satélites naturais. O entusiasmo com o planeta de Gliese 581 é pelo facto de que ele é o primeiro mundo semelhante à Terra encontrado na zona habitável de uma estrela enquanto que nunca foi avistado um satélite natural de outros mundos gasosos fora do Sistema Solar.
Figura1:Gliese 581 c em comparação com a terra
Figura2:Provável aparência de Gliese 581 c e sua estrela.
Figura3:Concepção artística sobre a possível aparência de Gliese 581c
Fonte:Wikipédia

Nebulosa do Bumerangue

A nebulosa do bumerangue é uma nebulosa planetária localizada a 5000 anos-luz da Terra na constelação do Centauro. A nebulosa tem temperatura de 1 K (−272.15 °C; −457.87 °F), o lugar mais frio conhecido no universo. Você já sabe: da explosão primordial, chamada Big Bang, que deu origem ao Universo, o que resta é um calorzinho insignificante, que envolve todo o Cosmo. A chamada radiação de fundo chega à Terra como microondas que não passam de 3 graus Kelvin, ou seja, 270 graus Celsius. Essa é a temperatura média do Cosmo. Pesquisadores da Nasa e do Instituto de Tecnologia da Califórnia acabam de achar um lugar do Cosmo que é um verdadeiro freezer natural, a 5 000 anos-luz do nosso planeta. É a Nebulosa do Bumerangue, uma nuvem de gás e poeira expelida por uma estrela na fase final da existência. Ali, a temperatura chega a apenas 0,5 Kelvin, ou seja, 272,5 graus Celsius o frio mais frio encontrado na natureza. A equipe de astrofísicos fez o achado ao notar que os sinais de rádio emitidos pela nebulosa são mais fracos do que a radiação de fundo. Pelas leis da Física, quanto mais frio um objeto, menos radiação ele emite. Ora, se Bumerangue lança menos sinais de rádio do que o ambiente ao redor, então a nebulosa é mais fria do que o Universo. Segundo Raghvendra Sahai, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, tudo o que se expande esfria. E, nessa nebulosa, a nuvem de gases e poeira está escapando da estrela e se expandindo à velocidade de 600 000 quilômetros por hora, um ritmo 100 vezes maior do que o de outros astros do seu tamanho, disse Sahai à SUPER. A nuvem de gases e poeira lançada por uma estrela moribunda, na Nebulosa do Bumerangue, viaja tão rápido que enregela o próprio espaço ao seu redor. A área negra é o Cosmo por trás da nebulosa. Ali, como em todo o Universo, a temperatura é de 270 graus Celsius. A estrela que está morrendo fica aqui. À temperatura de 7 000 graus Celsius, ela lança gases e poeira a 600 000 quilômetros por hora. A nuvem vai se resfriando conforme se afasta da estrela. A esta altura, ela já está 0,5 grau abaixo da temperatura do Cosmo. Na beira da nuvem, a temperatura chega a 272,5 graus Celsius, a menor já encontrada em todo o Universo.
Fontes: Wikipédia
http://www.super.abril.com.br/

Epsilon Aurigae

Epsilon Aurigae, a poeira e o objeto que a acompanha.
Epsilon Aurigae (ε Aur / ε Aurigae) é uma estrela binária eclipsante, localizada na constelação Auriga. É tradicionalmente conhecida como Almaaz, Haldus, ou Al Anz. Epsilon Aurigae é composto por uma supergigante e uma companheira invisível, que possui aproximadamente a mesma massa. A cada 27 anos o brilho do sistema cai de uma magnitude aparente de +2,92 para +3,83. A diminuição do brilho dura entre 640-730 dias terrestres. Além do eclipse, o sistema também possui uma pulsação de baixa amplitude com um período de 66 dias. O sistema está localizado a cerca de 2 mil anos-luz da Terra. Enigma durante muito tempo por desaparecer a cada 27 anos, ficou constatado pela visão infravermelha do Spitzer que existe um grande disco de poeira que a encombre a cada 2 anos. Esta poeira esta associada a um objeto que acompanha a estrela.
Fonte:Wikipédia

Constelação Auriga


Auriga (Aur), o Cocheiro, é uma constelação do hemisfério celestial norte. É uma constelação conhecida desde a antiguidade. Está situada entre as constelações de Gêmeos e Perseu, ao norte da constelação de Órion, é facilmente reconhecível pelo pentágono que forma com as estrelas Alfa de Auriga (Capella), Beta de Auriga, Iota de Auriga, Teta de Auriga e a intrusa Beta do Touro.O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Aurigae.

Capella (alfa Aur)com uma magnitude aparente igual a aproximadamente 0.1 é a sexta estrela mais brilhante no céu. Na realidade esta estrela consiste num sistema binário espectroscópico (apenas identificável a partir da decomposição da sua luz ). As duas componentes dão uma volta em torno uma da outra em cada 104 dias.

Menkalinen (beta Aur) é também um sistema binário espectroscópico. Neste caso o período de revolução é de apenas 4 dias. Trata-se de um binário eclipsante. Durante cada eclipse a magnitude aparente do sistema varia ligeiramente.

Epsilon Aur é também um binário eclipsante. O período de revolução é, neste caso, de 27.1 anos. Durante esse intervalo a magnitude aparente do sistema oscila entre 3.0 e 3.8. Cada eclipse dura cerca de 1 ano. A componente menos brilhante do parece ser um objeto compacto com 10 a 12 massas solares (buraco negro ??).

Épsilon de Auriga: a estrela tem 6 bilhões de quilômetros de raio e é a mais forte candidata ao posto de maior estrela conhecida. Crédito: Alson Wong and Citizen Sky/Nasa. Situada a cerca de 2 mil anos-luz da Terra e medindo quase 6 bilhões de quilômetros de raio, Épsilon de Auriga é a mais forte candidata ao posto de maior estrela conhecida. É tão grande que se fosse colocada no centro do Sistema Solar chegaria até a órbita de Urano, o penúltimo planeta a partir do Sol. Atualmente a estrela se encontra na fase de baixo brilho e de acordo com os últimos estudos, eclipsada por um escuro objeto. Entretanto, a natureza desse objeto – provavelmente uma estrela – ainda é motivo de acalorados debates por parte dos pesquisadores, uma vez que suas características não foram observadas diretamente.

A atual fase de eclipse de Épsilon de Auriga começou em agosto de 2009 e em dezembro atingiu seu ponto de menor brilho, devendo permanecer assim durante todo o ano de 2010. Em 2011 a estrela retornará ao brilho máximo. Um modelo apresentado em 2008 e que ganhou bastante popularidade mostra que esse objeto companheiro seria um sistema estelar binário, rodeado por um disco de poeira maciço e opaco de poeira, mas recentes observações feitas pelo telescópio espacial Spitzer mostram que Épsilon de Auriga é eclipsada por uma única estrela envolta em um disco de poeira de 600 milhões de quilômetros de raio e 75 milhões de quilômetros de espessura. Teorias que afirmavam que o objeto seria uma estrela grande e semitransparente ou até mesmo um buraco negro já foram descartadas.
Olhando para o Norte, nas primeiras horas das noites de fevereiro, é muito fácil localizar a constelação de Cocheiro (Auriga, em latim), cuja área oficial corresponde a 657,44 graus quadrados (1,594% da superfície aparente da esfera celeste). Duas características ajudam na identificação: a brilhante estrela amarela conhecida como Capella, e o formato de um pentágono, desenhado pelas estrelas Alpha (Capella), Beta, Theta e Iota Aurigae, além de Beta Tauri, esta pertencente à constelação do Touro. Na mitologia grega, esta constelação representava Melissa e Amaltéia, filhas do rei de Creta, que teriam amamentado o pequeno Zeus com leite de cabra. É por isso que as cartografias celestes medievais representam Auriga como um jovem com uma cabritinha nos ombros e duas crianças em seu braço esquerdo. Mas existe uma segunda interpretação. Auriga representaria Troquilos, filho de Io, inventor do carro. Daí a tradução de Auriga por Cocheiro.
Fonte: http://www3.uma.pt

Big Bang

Em cosmologia, Big Bang é a teoria científica que defende surgimento do universo a partir de um estado extremamente denso e quente há cerca de 13,7 bilhões de anos. Ela baseia-se em diversas observações que indicam que o universo está em expansão de acordo com um modelo Friedmann-Robertson-Walker baseado na teoria da Relatividade Geral, dentre as quais a mais tradicional e importante é relação entre os redshifts e distâncias de objetos longínquos, conhecida como Lei de Hubble, e na aplicação do princípio cosmológico.Em um sentido mais estrito, o termo "Big Bang" designa a fase densa e quente pela qual passou o universo. Essa fase marcante, de início da expansão comparada a uma explosão, foi assim chamada pela primeira vez, de maneira desdenhosa, pelo físico inglês Fred Hoyle no programa "The Nature of Things" da rádio BBC. Hoyle, proponente do modelo (hoje abandonado) do universo estacionário, ridicularizava. Apesar de sua origem, a expressão"Big Bang" acabou perdendo sua conotação pejorativa e irônica para tornar-se o nome científico da época densa e quente pela qual passou o universo.Em 1927, o padre e cosmólogo belga Georges Lemaître (1894-1966) derivou independentemente as equações de Friedmann a partir das equações de campo de Einstein e propôs que os desvios espectrais observados em nebulosas se deviam a expansão do universo, que por sua vez seria o resultado da "explosão" de um "átomo primordial". Em 1929, Edwin Hubble forneceu base observacional para a teoria de Lemaitre ao medir um desvio para o vermelho no espectro ("redshift") de galáxias distantes e verificar que este era proporcional às suas distâncias. Porem os calculos de Huble eram incertos(quando, o que ficou conhecido como Lei de Hubble-Homason.
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