1 de mar de 2010

Beta Persei

Beta Persei conhecida como Algol é a segunda estrela mais brilhante da constelação de Perseus.
É uma estrela binária ou eclipsante, cuja variação foi observada por Montanari em 1669.
É a estrela-tipo das chamadas binárias eclipsantes ou algólidas.

Etimologia
Seu nome em árabe, "al Ghul", significa "o Demônio". Na constelação, Algol representa o olho esquerdo da Górgona Medusa, cuja cabeça foi usada por Perseu para transformar Cetus em pedra e assim salvar Andrômeda; a estrela foi considerada de "má sorte" por séculos.

História
Em 1881, o astrônomo de Harvard Edward Charles Pickering apresentou evidências de que Algol era uma estrela binária eclipsante. Isso foi confirmado alguns anos depois, em 1889, pelo astrônomo de Petsdam Hermann Vogel. Uma curiosidade bastante interessante é que a estrela diminui, em cerca de três dias, 50% do seu brilho e o recupera depois de um pequeno intervalo de tempo.
Fonte:Wikipédia

PSR B1620-26 b

PSR B1620-26 b é um exoplaneta localizado a aproximadamente 12.400 anos-luz de distância na constelação do Escorpião. É também conhecido pelo apelido não oficial Matusalém e referido em algumas fontes populares como "PSR B1620-26 c" por orbitar a estrela binária PSR B1620-26, formada por um pulsar e uma anã branca. É suposto ser um planeta antigo, com cerca de 12,7 bilhões de anos.

Características físicas
O PSR B1620-26 b orbita uma estrela binária. Um deles, o pulsar, é uma estrela de nêutrons girando a 100 rotações por segundo. A segunda é uma anã branca com uma massa de 0,34 massas solares. Essas estrelas orbitam entre si a uma distância de 1 UA uma vez a cada seis meses.
Por ser o primeiro planeta encontrado no sistema, a designação do planeta é PSR B1620-26 b.
O planeta tem uma massa de 2,5 vezes a de Júpiter, e orbita a uma distância de 23 UA (3.400 milhões de km), um pouco maior que a distância entre Urano e o sol. O Período orbital do planeta é de aproximadamente 100 anos.
A idade do aglomerado foi estimada em cerca de 12,7 bilhões (109) de anos, e uma vez que todas as estrelas se formaram mais ou menos na mesma época, e o planeta foi formado junto com sua estrela, é provável que o PSR B1620-26 b tenha também acerca 12,7 bilhões de anos. Isto é muito mais velho do que qualquer outro planeta conhecido, e quase três vezes mais antigo que a Terra.

História evolutiva
A origem deste planeta ainda é incerta, mas provavelmente não foi formado como o vemos hoje. Devido à diminuição da força gravitacional quando o núcleo da estrela colapsa para uma estrela de nêutrons e ejeta a maior parte da sua massa em uma supernova, é pouco provável que um planeta poderia permanecer em órbita após tal evento. É mais provável que o planeta tenha se formado ao redor da estrela que já evoluiu para a anã branca, e que a estrela e o planeta só mais tarde foram capturados ao redor da estrela de nêutrons.
Figuar1 acima:Representação artística do planeta PSR B1620-26 b com sua binária.
Figura2abaixo:O sistema está localizado em Messier 4 (M4) Aglomerado globular.
Fonte:Wikipédia

Nebulosa NGC 604

Crédito: H. Yang (UIUC), HST, NASA.
A nebulosa NGC 604, descoberta por William Herschel em 1784, situa-se na nossa galáxia vizinha M 33, distante cerca de 2,7 milhões de anos-luz da Terra na constelação do Triângulo. Esta nebulosa, situada num dos braços espirais da galáxia, é um dos locais onde novas estrelas estão a nascer. Embora este tipo de nebulosas seja comum em galáxias, esta é particularmente grande, com cerca de 1500 anos-luz de extensão. No seu interior estão mais de 200 estrelas quentes, com massas que variam entre 15 a 60 massas solares. Elas aquecem o gás da nebulosa, fazendo-o brilhar. Através do estudo da nebulosa, as astrónomos podem determinar a forma como enxames de estrelas de grande massa afectam a evolução do meio interestelar da galáxia.
Fonte:portaldoastronomo.org

Tempestade em Júpiter

A NASA divulgou há algum tempo atrás esta imagem obtida pelo telescópio Hubble de uma nova tempestade em Júpiter. A par da Grande Mancha Vermelha, já conhecida há mais de quatrocentos anos, e visível do lado direito da imagem, os astrónomos presenciaram agora a formação de uma nova mancha, visível em baixo na imagem, na zona central. Esta mancha é bastante mais pequena, mas o seu tamanho daria para incluir toda a Terra no seu interior. Põe-se a hipótese de a formação de mais esta tempestade na atmosfera de Júpiter se ficar a dever a alterações climáticas que possam estar a ocorrer neste planeta gigante.

Crédito: NASA, ESA, A. Simon-Miller (NASA/GSFC)
& I. de Pater (University of California Berkeley).
Telescópio: Hubble Space Telescope (HST).
Fonte:portaldoastronomo.org
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