3 de mar de 2010

51 Pegasi b

51 Pegasi b foi o primeiro planeta descoberto orbitando uma estrela como o Sol, a 51 Pegasi, fora do sistema solar. A letra "B" em 51 Pegasi b é usada para diferenciar o planeta da estrela que ele orbita. Planetas companheiros a descobrir serão designados como C, D, e por aí em diante. Depois da sua descoberta, muitas equipes confirmaram a sua existência e obtiveram mais observações das suas propriedades, incluindo o facto de orbitar muito próximo da estrela,(a distância orbital entre 51 Pegasi b e sua estrela-mãe equivale a menos da metade da distância média entre Mercúrio e o Sol) sofrer temperaturas de cerca de 1000 graus celsius, e ter cerca de metade da massa de Júpiter. Na altura da descoberta, esta distância curta não era compatível com a teoria da origem dos planetas e resultou em discussões de migração orbital.O planeta foi descoberto usando um espectômetro que pode detectar a leve e as mudanças regulares de velocidade nas linhas de espectro da estrela de 70 metros por segundo. Estas mudanças são causadas pelos efeitos gravitacionais do planeta que dista 7 milhões de quilómetros da estrela.
Depois do anúncio, a 12 de outubro de 1995, a confirmação veio pelo Dr. Geoffrey Marcy e Dr. Paul Butler das universidades norte-americanas Universidade Estadual de São Francisco e Universidade da Califórnia em Berkeley, respectivamente. Usaram o Espectografo Hamilton no obervatório de Lick perto da cidade de San Jose na Califórnia. Esta descoberta do primeiro exoplaneta estabeleceu um marco na pesquisa astronómica, e desde então mais exoplanetas nas estrelas vizinhas do Sol têm sido descobertos.
Figura acima:Concepção artística do 51 Pegasi b
Fonte:Wikipédia

91 Aquarii b

91 Aquarii b, também conhecida como Psi1 Aquarii b, é um exoplaneta que orbita o sistema 91 Aquarii, a aproximadamente 148 anos-luz da Terra, na constelação de Aquarius. 91 Aquarii é um Júpiter quente com uma massa perto de três vezes da de Júpiter. Orbita a uma distância média de 48.5 Gm da sua estrela, o que é mais perto que a distância entre Mercúrio e o Sol (57.9 Gm). O planeta leva meio ano a orbitar a sua estrela, com uma órbita muito circular (e=0.003).

Grande Mancha Vermelha de Júpiter

A Grande Mancha Vermelha, de forma oval e coloração em tons de vermelho, é uma das características mais distintivas do planeta Júpiter e corresponde a uma tempestade de grandes dimensões e com carácter mais ou menos permanente.
Imagem da Grande Mancha Vermelha, obtida pela Voyager 1 em 25 de fevereiro de 1979, quando a sonda estava a 9,2 milhões km de Júpiter. Detalhes de até 160 km de extensão podem ser vistos aqui. O padrão colorido e ondulado à esquerda da Mancha Vermelha é uma região com movimentos extremamente complexos e variáveis. A tempestade oval branca diretamente abaixo da Mancha Vermelha possui o mesmo diâmetro da Terra.

Características

Esta região anti-ciclónica (sistema de altas pressões) encontra-se no hemisfério sul do planeta a 22º do equador e parece ser de carácter permanente. Experiências laboratoriais parecem relacionar a sua cor vermelha com a existência de moléculas orgânicas complexas ou com a presença de fósforo vermelho aspirado pelas correntes de gás em movimento na atmosfera. A tempestade em si é mais fria que as áreas circundantes e bastante complexa, em constante rotação, com ventos no seu interior que atingem os 600 km/h. Perto do centro, no entanto, o movimento é menor e o sentido das correntes estima-se aleatório. Sendo que a mancha absorve alterações atmosféricas menores é possível encontrar cadeias de outras tempestades no seu interior. A sua rotação no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio (impulsionada pelo calor interno de Júpiter) completa-se após aproximadamente seis dias terrestres.
Terá sido pela primeira vez observada por Cassini ou pelo cientista Robert Hook por volta de 1665, mas nada anula a possibilidade de já ter sido avistada anteriormente (é possível vê-la através de um telescópio terrestre). Sabe-se que no final do século XIX, por volta de 1880, a mancha tinha o dobro do tamanho atual, cerca de 40 000 km de comprimento (onde caberiam um planeta Terra) e desde então tem-se verificado uma diminuição longitudinal. Explicação para esta contracção é ainda desconhecida, mas assume-se a possibilidade de um comportamento cíclico determinado em décadas, visto que o planeta em si também aumenta esporadicamente a sua actividade e consequentemente faz irromper tempestades periódicas. Também a intensidade da cor varia, o que poderá ter a ver com a velocidade dos ventos que circundam a mancha.
Longevidade
As manchas de tempestades no planeta podem durar de horas a séculos. A longa vida da grande mancha vermelha é também difícil de fundamentar. Sendo que o planeta Júpiter é gasoso, ou seja, não possui uma camada sólida como a Terra, faz com que a tempestade nunca encontre uma superfície na qual seja possível dissipar a sua energia. Esta é uma possível explicação para a sua longevidade, para a qual ainda não é possível prever um fim.
Fonte:Wikipédia

WASP-12b

WASP-12b é um planeta extra-solar, foi descoberto pelo telescópio SuperWASP. Ele orbita a estrela WASP-12. Foi descoberto e anunciado em 1 de abril de 2008. Seu raio é em torno de 80% maior que o raio de Júpiter's. Recentemente o planeta mais quente do universo foi descoberto pelos europeus.
O WASP-12b é um planeta gigante, gasoso que orbita a estrela WASP-12. Este está a ser atraído pela sua estrela e foi recentemente anunciado que pode ser consumido nos próximos 10 milhões de anos pela estrela. A sua força gravítica e a sua temperatura estão a ser responsáveis pelo aumento de tamanho do planeta, pois a temperatura expande os gases existentes na atmosfera. Inicialmente estima-se que este planeta tivesse 1,4 vezes o raio de Júpiter, o que actualmente já não se verifica, sendo actualmente de 1,8 vezes superior.
Fonnte:Wikipédia

Io - Lua de Jupiter


Io é uma das quatro grandes luas de Júpiter, conhecidas como Luas de Galileu em honra ao seu descobridor Galileu Galilei. Io, ligeiramente maior que a Lua, é também a quarta maior lua do sistema solar, logo a seguir a Ganímedes, Titã e Calisto (esta última e Ganímedes são também luas de Galileu em Júpiter).
Mesmo com o seu tamanho algo modesto e apesar de estar localizada num local frio do sistema solar, Io é descrita como o que mais se aproxima do conceito de inferno em todo o sistema solar, já que é o local com maior actividade vulcânica do Sistema Solar. Os seus vulcões chegam a atingir temperaturas à volta dos 1700 graus Celsius, logo, mais quentes que os vulcões da Terra (acredita-se que também os vulcões dos primórdios da Terra atingissem temperaturas semelhantes). Aliada à maior concentração vulcânica do sistema solar, a libertação de compostos de enxofre durante as erupções confere a Io a aparência de um mundo de diferentes cores: branco, vermelho, laranja, amarelo e preto. Outra consequência desta actividade vulcânica consiste na expulsão de matéria e gases que se afastam para centenas de quilómetros de altura. Devido à fraca gravidade, alguma dessa matéria escapa para o espaço, formando um toro em redor de Júpiter.
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