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Mostrando postagens de Março 11, 2010

Sistema Solar

O sistema solar é formado por um conjunto de nove planetas, satélites naturais, milhares de asteróides e cometas que gravitam ao redor do Sol. O sistema solar também é composto por uma grande quantidade de gases e poeiras interplanetárias. O Sistema Solar situa-se na Via Láctea.
Conhecendo o Sistema Solar
A formação do sistema solar remonta há aproximadamente 4,5 bilhões de anos. Formou-se de uma gigante nuvem formada por gases e poeira cósmica, originadas de uma grande explosão e colisão de estrelas. O tempo necessário para formação do sistema solar, calculam os astrônomos, foi de aproximadamente 100 mil anos. Neste período, os átomos foram se juntando e formando os planetas, satélites e estrelas que conhecemos hoje. O Sistema Solar é formado por oito planetas: Mercúrio, Terra, Marte, Júpiter,Vênus, Saturno, Urano e Netuno. Até agosto de 2006, Plutão era considerado um planeta, porem, a União Astronômica Internacional mudou os critérios para a definição de um planeta. Como Plutão é p…

Sonda Huygens revela primeiras impressões da superfície de Titã

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A Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou esta semana uma imagem do que seria a superfície da lua Titã de Saturno. A paisagem foi elaborada baseada em fotos enviadas pela sonda Huygens que pousou na região em 2005. A sonda enviou as impressões das camadas de nuvens de Titã por 90 minutos antes de ficar sem bateria. A superfície da lua de Saturno contém muitas pedras, arredondadas e lisas que, segundo os cientistas, possivelmente possam conter água gelada. A imagem surpreendeu os estudiosos pela semelhança com a superfície da Terra primitiva. Huygens faz parte da sonda Cassini-Huygens enviada a Saturno num projeto da ESA e da NASA (agência espacial americana), para estudar o planeta e suas luas através de uma missão não tripulada. A sonda é a primeira a orbitar Saturno e foi lançada em 15 de outubro de 1997. Em julho de 2004 ela entrou na órbita do planeta. Depois de seis meses, Huygens aterrissou no solo de Titã. A aproximação da sonda Cassini a 339 mil quilômetros de Titã já havia r…

O Balé Celestial ARP 87

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Registrada pelo telescópio Hubble em fevereiro de 2007, a cena ao lado mostra uma intrincada e maravilhosa coreografia espacial executada pelo par de galáxias ARP 87, distantes a mais de 300 milhões de anos-luz, na constelação de Leão. Estrelas, gás e poeira proveniente da grande galáxia espiral NGC 3808, à direita, parecem formar um gigantesco braço celestial que envolve por completo sua companheira menor, NGC 3808A, à esquerda. A colossal força gravitacional envolvida é nítida e distorce até mesmo o típico formato das galáxias. A partir das imagens feitas pelo Hubble, os cientistas descobriram que ARP 87 contém um número maior de clusters de super estrelas - regiões mais compactas e ricas em estrela jovens - do que os encontrados em nossas galáxias vizinhas. Fonte: http://www.apolo11.com/

O que é o Ano-luz

Ano-luz é uma unidade de medida utilizada em astronomia e corresponde à distância percorrida pela luz em um ano, no vácuo. Seu plural é anos-luz. Em inglês, costuma-se abreviá-lo por "ly", de "light-year". A luz desloca-se a uma velocidade de aproximadamente 300 mil quilômetros por segundo, percorrendo 9,46 trilhões de quilômetros por ano entre os astros. Assim, a distância de alfa Centauro até nós equivale a 4,2 anos-luz (40 trilhões / 9,46). Para se calcular o valor de 1 ano-luz em quilômetros é necessário saber que a velocidade da luz no vácuo é de 299.792,458 quilômetros por segundo (km/s) e que o tempo utilizado na definição é o chamado Ano Gregoriano Médio (ver Calendário gregoriano) com 365,2425 dias. Assim temos que o ano-luz vale 9 460 536 207 068 016 metros; ou também 63241,07710 UA (unidade astronômica).
A luz leva pouco mais de 1 segundo para viajar da Lua até a Terra. A luz leva cerca de 8,3 minutos para viajar do Sol até a Terra. A sonda espacial que se en…

Observações de nebulosas Planetárias

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As nebulosas planetárias são geralmente objectos ténues e nenhum é visível a olho nu. O primeiro destes objectos a ser descoberto foi a nebulosa de Dumbbell na constelação de Vulpecula, observado por Charles Messier em 1764 e listado como M27 no seu catálogo astronómico. Para os primeiros observadores (com telescópios de baixa resolução), M27 e outras nebulosas a seguir descobertas, assemelhavem-se a gigantes gasosos. William Herschel, que descobriu o planeta Urano, chamou-lhes 'nebulosas planetárias' apesar de não terem qualquer semelhança com planetas.
Tempo de vida Os gases das nebulosas planetárias afastam-se da estrela central a uma velocidade aproximada de alguns quilómetros por hora. Simultaneamente à expansão dos gases, a estrela central arrefece à medida que irradia a sua energia - as reacções de fusão pararam porque a estela não tem a massa necessária para gerar no seu núcleo as temperaturas requeridas para se dar a fusão de carbono e oxigénio. Eventualmente, a tempera…

Nebulosa Olho de gato

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NGC 6543 ou Nebulosa doOlho de gato é uma nebulosa planetária na constelação do Dragão. Estruturalmente é uma das nebulosas mais complexas conhecidas tendo-se observado em imagens de alta resolução do Telescópio Espacial Hubble mostrando jorros de material e numerosas estruturas em forma de arco. Foi descoberta por William Herschel em 15 de Fevereiro, de 1786 e foi a primeira nebulosa planetária cujo espectro foi pela primeira vez pesquisado sendo este trabalho realizado pelo astrônomo amador William Huggins em 1864. Os estudos modernos revelam uma natureza complexa com intrincadas estruturas que poderiam ser causadas por material ejectado por uma binária acompanhando a estrela central. No entanto não há evidências diretas da presença desta parceira estelar. Também as medidas de abundâncias de elementos químicos revelam uma importante discrepância entre as medidas obtidas por diferentes métodos indicando que há aspectos desta nebulosa que permanecem ainda sem ser compreendidos. Informa…

Galáxia satélite

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Galáxia satélite, em termos gerais, é um sistema em que uma galáxia de tamanho maior é orbitada por uma de tamanho menor, por causa da interação gravitacional entre elas. Uma galáxia pode ter uma ou mais galáxias satélites, um exemplo conhecido são as Nuvens de Magalhães, visíveis no hemisfério celestial sul, orbitam a nossa Galáxia, a Via-Láctea. Outro exemplo também conhecido são M32 e M110, que orbitam a galáxia de Andrômeda (M31). Na figura ao lado: A galáxia anã de Fornax. Como a maioria de galáxias anãs,
é muito inexpressiva. Contêm alguns milhões de estrelas.
As galáxias satélites da Via-Láctea Indentificar galáxias satélites não é uma tarefa muito fácil, pois algumas têm um brilho superficial fraco, e são, geralmente, inexpressivas, e às vezes, suas estrelas se confundem com as estrelas da nossa própria Galáxia. As Nuvens de Magalhães são visíveis porque, no passado, elas eram pequenas galáxias espirais, e a força gravitacional da nossa Galáxia distorceu as suas formas deixando-as…

Aglomerado de galáxias ACO 3627 - O Grande Atractor

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Esta é uma imagem do aglomerado de galáxias designado por ACO 3627, situado a 250 milhões de anos-luz de distância. Pensa-se que esta é a região central daquilo que se costuma designar por "Grande Atractor", uma região do espaço que, devido à sua grande concentração de massa, exerce uma atracção gravitacional enorme sobre o meio envolvente. De facto, estudos relativos a velocidades de galáxias situadas na vizinhança cosmológica da Via Láctea parecem indicar um movimento estranho nesta direcção. Até há poucos anos pouca informação existia sobre esta região devido ao facto de ela se situar poucos graus acima do plano da nossa galáxia. A grande concentração de estrelas na Via Láctea e a quantidade de poeira interestelar que nela existe têm impedido que se consiga observar a longas distãncias nesta direcção. Dectores modernos permitem hoje observações de objectos muitos distantes em regiões que até há pouco tempo nos estavam vedadas, como exemplifica esta imagem obtida com o Wid…

Nebulosa do Esquimó

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A Nebulosa do Esquimó (ou NGC 2392) é classificada como nebulosa planetária. Foi descoberta por William Herschel, em 1787, e recebeu o apelido 'Esquimó' por lembrar um rosto envolto por uma pele parca. Sua formação iniciou há 10.000 anos, aproximadamente, quando, em extinção, um astro pôs-se a lançar material no espaço. A nebulosa, segundo os cientistas, pode apresentar, em torno do equador de sua estrela, um anel de material denso. A NGC 2392 possui duas partes em formato de elipse fluindo sob e sobre a estrela em extinção. A estrela que nela existe possui características como as do Sol. Pode ser vista telescópios e ter suas coordenadas obtidas através de programas como o Google Earth.
Fonte:Wikipédia

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