19 de mar de 2010

O Brilho Letal das Supernovas

 
A agonia das estrelas gigantes é um dos espetáculos mais violentos do Universo. Elas se desintegram em uma explosão que libera, em um único instante, mais energia que todos os outros astros da Galáxia somados. Imagine: existem, na Via Láctea, 200 bilhões de estrelas. Elas seriam facilmente ofuscadas por apenas uma dessas detonações, chamadas de supernovas. Elas podem afetar a Terra mesmo se explodirem a 350 trilhões de quilômetros daqui – a Terra, nesse caso, tomaria um banho corrosivo de radiação, capaz de destruir a camada de ozônio que nos protege contra os raios ultravioleta do Sol. Diversas espécies seriam levadas à extinção.

 Os cientistas sabem disso porque, há 10 000 anos, logo depois de a Terra ter sido bombardeada por uma supernova (hoje conhecida pelo nome de Vela), houve uma drástica redução na quantidade de plâncton, nos oceanos. O clima também se alterou, com um aumento de 2 ou 3 graus Celsius na temperatura global. Tudo isso apesar de a explosão ter ocorrido a 16 quatrilhões de quilômetros daqui. A detonação gigante mais próxima de nós, neste século, ocorreu em 1997. Por sorte, a estrela que lhe deu origem estava muito longe, na galáxia vizinha, a Grande Nuvem de Magalhães, a 187 000 anos-luz de distância da Terra (1 ano-luz mede 9,5 trilhões de quilômetros. Faça as contas você.) Só por isso não sofremos os efeitos por aqui.

Estrada tumultuada à frente

Dentro de 50 000 anos, o Sistema Solar vai entrar em uma região perigosa da Via Láctea, denominada Vale da Águia
1. Segundo os astrônomos, toda vez que a Terra atravessa regiões repletas de estrelas e de restos de detonações estelares, fica exposta a doses letais de radiação. As grandes extinções de espécies, no passado, ocorreram em épocas assim.
2. Nos últimos 250 000 anos, o Sol vem se deslocando por áreas limpas e tranqüilas. Dentro de 50 milênios, porém, os nossos descendentes enfrentarão nuvens de gases radioativos do Vale da Águia, onde é grande a probabilidade de uma estrela selar a sorte da humanidade.
3. A viagem pela galáxia pode lançar cometas sobre nós. Veja como eles nascem: orbitam habitualmente a 5 trilhões de quilômetros do Sol e só saem desse "ninho" quando alguma estrela vizinha os perturba. Aí, um ou mais bólidos disparam pelo espaço, com trajetória incerta.
4. Não se sabe quantos já estão em nosso caminho. No ano passado, os americanos Jay Frogel e Andrew Gould, da Universidade do Estado de Ohio, verificaram que uma estrela obscura, batizada de Gliese 710, poderá provocar uma chuva de cometas sobre a Terra em algum momento dos próximos milênios.

Galáxia espiral NGC 7742

 
A galáxia espiral NGC 7742 é uma galáxia Seyfert 2 - um tipo de galáxia espiral activa, com um núcleo central muito brilhante onde se pensa que se esconde um buraco negro de massa elevada. O nome deste tipo de galáxia deve-se a Carl Seyfert que, em 1943, efectuou um estudo sistemático de galáxias espirais, cujos núcleos compactos e muito brilhantes pareciam mostrar sinais de intensa actividade. A cerca de 72 milhões de anos-luz, na constelação do Pégaso, NGC 7742 encontra-se virada de frente para nós, destacando-se claramente o núcleo central amarelo, com cerca de 3000 anos-luz de diâmetro. À sua volta, distribui-se uma estrutura em forma de anéis, com regiões azuladas, ricas em formação de estrelas, e braços espirais apertados, pouco brilhantes. A luminosidade duma galáxia Seyfert pode variar em períodos que vão desde apenas uns dias, até meses.
Crédito: NASA

Disnomia (Satélite)

Disnomia é o satélite natural de Éris. O nome significa "desordem" em grego (no original, Δυσνομία dysnomia), uma referência à entidade mitológica que, segundo Hesíodo, era filha de Éris, a Discórdia. Em 2005, uma equipe nos telescópios Keck no Havaí fez observações aos quatro corpos celestes transneptunianos mais brilhantes (Plutão, 2005 FY9, 2003 EL61 e Éris) usando um novo sistema óptico. Em 10 de Setembro, as observações revelaram uma lua orbitando Éris. Na altura da descoberta, Éris não tinha nome e era conhecida, popularmente, como Xena, assim a lua ganhou a alcunha de Gabrielle pelos seus descobridores, a companheira de Xena na série televisiva Xena, A Princesa Guerreira. Estima-se que o satélite seja oito vezes menor e 60 vezes menos brilhante que Éris e que orbite o planeta-anão em cerca de 14 dias. Os astrónomos sabem que três dos quatro mais brilhantes objectos transneptunianos têm satélites, enquanto que cerca de 10% dos membros mais ténues da faixa terão satélites, o que leva a acreditar que colisões entre grandes corpos celestes transneptunianos tenham sido frequentes no passado. Impactos entre corpos da ordem dos 1000 km de diâmetro espalhariam largas quantidades de material que se aglomerariam numa lua. Um mecanismo semelhante terá formado a lua da Terra.
Na figura acima: Disnomia ao fundo de Éris (concepção artística)

Nebulosa de reflexão IC 349

Esta imagem revela uma nuvem de gás interestelar a ser destruída pela passagem, na sua proximidade, de uma das estrelas mais brilhantes do conhecido aglomerado estelar das Plêiades. A imagem revela a luz que é reflectida pelas paredes exteriores da nuvem de gás e poeira ao ser iluminada pela estrela vizinha. Esta nebulosa foi descoberta pelo astrónomo norte-americano E. E. Barnard, em 1890, quando reparou numa nebulosidade muito próxima, a apenas 0.06 anos-luz (cerca de 3500 vezes a distância Terra-Sol), da estrela Mérope do aglomerado das Plêiades, que quase aparece no canto superior direito da imagem. As linhas paralelas que parecem ligar a nebulosa e a estrela Mérope são produzidas pela pressão da radiação da estrela cujo efeito é o de desacelerar as partículas de poeira da nebulosa, enquanto esta se aproxima da estrela a uma velocidade relativa de cerca de 11 km/s. Dado que as partículas de poeira mais leves sofrem maior desaceleração que os grãos mais pesados, estas linhas são, na verdade, torrentes das partículas de poeira maiores e mais pesadas em direcção à estrela.
Crédito: NASA e The Hubble Heritage Team (STScI/AURA).
Telescópio: Hubble Space Telescope (NASA/ESA).
Instrumento: Wide Field Planetary Camera 2 (WFPC2).
Fonte:portaldoastronomo.org

M 57 - Nebulosa do Anel

Localizada na constelação da Lira, a Nebulosa do Anel (M 57 ou NGC 6720) é o exemplo mais conhecido de uma nebulosa planetária. Encontra-se a 2 000 anos-luz da Terra e a sua extensão é de aproximadamente 1 ano-luz. No seu centro, encontra-se o que resta de uma estrela que, em fase final da sua vida, ejectou as suas camadas mais externas para o espaço. Esta imagem revela que aquilo que parece ser um anel em forma de elipse é, afinal, um cilindro de gás visto quase de frente. Estas formas alongadas são comuns em nebulosas planetárias, pois discos espessos de gás e poeira formam uma cintura à volta da estrela moribunda, travando a expansão, nessa direcção, do material ejectado. O caminho mais fácil para o material escapar para o espaço é por cima ou por baixo da estrela. Na imagem, destacam-se ainda numerosas nuvens escuras de poeira, em forma de dedos, que se formaram na periferia da nebulosa. A maioria destas nuvens aponta para fora da nebulosa, para longe da estrela central, devido à pressão da radiação e ao gás ejectado da estrela.
Crédito: NASA & The Hubble Heritage Team (STScI/AURA).
Telescópio: Hubble Space Telescope (NASA/ESA).
Instrumento: Wide Field Planetary Camera 2 (WFPC2).
Fonte:portaldoastronomo.or

Nebulosa planetária NGC 7662

Daqui a cerca de 5 mil milhões de anos, o Sol poderá ter este aspecto. De fato, quando nessa altura a nossa estrela tiver esgotado o seu "combustível" nuclear e começar a espalhar as suas camadas gasosas pelo espaço, pode ser que um observador dos céus, algures na imensidão do cosmos, veja a nossa estrela como nós vemos agora a nebulosa planetária NGC 7662, também conhecida por "Bola de Neve Azul". Embora pareça de fato azul, as cores desta imagem não são reais e foram escolhidas para realçar a emissão de alguns elementos que constituem a nebulosa.
Crédito: B. Balick (U. Washington), WFPC2, HST, NASA.
Telescópio: Hubble Space Telescope (HST).
Fonte:www.portaldoastronomo.org

Plano dos anéis de Saturno

Apesar de não parecer, esta é mais uma imagem de Saturno e dos seus famosos anéis. Mas onde é que
estão os anéis? Discretamente, eles surgem na imagem como uma ténue linha no centro da imagem.
No passado mês de Fevereiro, a sonda Cassini cruzou o plano definido por estes anéis, tendo captado esta magnífica e espectacular imagem. Dada a sua pouca espessura, os anéis parecem desaparecer. O plano definido por eles aparece a azul na imagem, enquanto que algumas luas de Saturno aparecem como pequenos pontos nesse plano.
Crédito: Cassini Imaging Team, SSI, JPL, ESA, NASA.
Fonte:www.portaldoastronomo.org

Enxame globular M 80

M 80, também catalogado como NGC 6093, é um dos enxames globulares conhecidos mais densos da nossa Galáxia. A 27 mil anos-luz de nós, na constelação do Escorpião, este aglomerado possui centenas de milhares de estrelas ligadas gravitacionalmente entre si. Os enxames de estrelas são extremamente importantes no estudo da evolução estelar, pois todas as estrelas ter-se-ão formado da mesma nuvem molecular na mesma altura, mas com diferentes massas. Por isso, apesar de todas as estrelas terem a mesma idade, encontram-se em diferentes estágios de evolução consoante a sua massa inicial. A análise desta imagem permitiu identificar um número elevado de estrelas do tipo blue stragglers no centro do enxame, um tipo de estrelas que se acredita resultar da colisão e fusão de duas estrelas. Estas tendem a parecer anormalmente jovens e de massa mais elevada do que as restantes estrelas do enxame. Sabe-se agora que M 80 contém mais do dobro de blue stragglers do que qualquer outro enxame globular observado pelo Hubble.
Crédito: NASA & The Hubble Heritage Team (STScI/AURA).
Telescópio: Hubble Space Telescope (NASA/ESA).
Instrumento: Wide Field Planetary Camera 2 (WFPC2).
Fonte:portaldoastronomo.org

Interação entre galáxias

As estrelas dentro de uma galáxia não colidem porque a distância entre elas é de 100 000 a milhões de vezes maior do que seu o tamanho. No entanto, as distâncias entre as galáxias podem ser da ordem de dezenas de vezes maiores que o tamanho das galaxias, não considerando as galáxias-satélite. A Via Láctea, num raio de 2 vezes o seu tamanho, possui várias pequenas galáxias orbitando em seu torno; duas delas são a Pequena e a Grande Nuvem de Magalhães, galáxias-satélite que estão em interação com a Galáxia. A galáxia mais próxima de porte aproximado ao da nossa é a Galáxia de Andrômeda, que dista 30 diâmetros da Via Láctea. Galáxias em aglomerados ricos estão ainda mais próximas entre si. Sendo assim, colisões entre galáxias são comuns. Porém as escalas de tempo são muito longas para serem comparadas com o nosso tempo de vida - dezenas de milhões de anos.
Na Imagem:Galáxia NGC 3256, resultado da fusão entre duas outras galáxias.
[Imagem: NASA]
Fonte:www.if.ufrgs.br

A interação entre o par de galáxias Arp 271

O que irá acontecer a estas galáxias? As galáxias espirais NGC 5426 e 5427 estão passando perigosamente próximo uma da outra, mas é provável que sobrevivam à colisão. Frequentemente, quando as galáxias colidem, uma grande galáxia "come" a outra galáxia muito mais pequena. No entanto, neste caso, as duas galáxias são muito semelhantes, cada uma esplêndida espiral com grandes braços e um núcleo compacto. À medida que as galáxias se aproximarem durante as próximas dezenas de milhões de anos, as suas estrelas muito provavelmente não irão colidir, embora novas possam nascer na revolução gasosa provocada pelas forças das marés. Uma inspeção mais detalhada da imagem, tirada pelo telescópio de 8 metros Gemini-Sul no Chile, mostra uma ponte de material momentaneamente ligando as duas gigantes. Conhecidas coletivamente como Arp 271, o par em interação cobre uma área de aproximadamente 130.000 anos-luz e situa-se a 90 milhões de anos-luz de distância na direção da constelação de Virgem. Possivelmente, a Via Láctea irá também colidir com a nossa vizinha Galáxia de Andrômeda, daqui a alguns milhões de anos.
Fonte:Imagensdouniverso.blogspot.com

Núcleo do Cometa Halley

Em Maio de 1992, a sonda Giotto aproximou-se do cometa Halley e fotografou o seu núcleo. Esta é uma das primeiras imagens obtidas na altura. Nunca antes um cometa tinha sido fotografado com este detalhe. Vêem-se jactos de gás e poeira a serem emanados do núcleo do cometa, sendo ainda possível ver diferenças topográficas significativas na sua superfície. O cometa Halley foi o primeiro cometa periódico a ser identificado. É, ainda nos dias de hoje, o único cometa brilhante cuja órbita é bem conhecida. O seu período é de 76 anos, tendo feito a sua última aproximação à Terra em 1986.
Crédito: European Space Agency (ESA).
Fonte:www.portaldoastronomo.or

Nebulosa NGC 1999

Uma brilhante e poeirenta nebulosa contrasta dramaticamente com uma nebulosa escura nesta imagem do Telescópio Espacial Hubble, registada pouco tempo depois da missão orbital de serviço de Dezembro de 1999. A nebulosa, catalogada como NGC 1999, é uma nebulosa de reflexão, que brilha ao reflectir a luz de uma estrela vizinha. Ao contrário das nebulosas de emissão, cujo brilho avermelhado deriva dos átomos excitados do gás, as nebulosas de reflexão têm um tom azulado pois a poeira interestelar preferencialmente reflecte a luz estelar azul. Embora a nebulosa de reflexão mais famosa seja a que rodeia o enxame estelar aberto das Plêiades, a iluminação estelar de NGC 1999 provém da estrela variável V380 Orionis, vista aqui mesmo para a esquerda do centro. Extendendo-se para a direita do centro, a nebulosa escura é na realidade uma condensação de uma nuvem molecular de gás frio e poeira tão espessa e densa que bloqueia a luz. Da nossa perspectiva situa-se em frente da brilhante nebulosa, tendo como pano de fundo o brilho fantasmagórico da nebulosa. De certo que se irão formar novas estrelas dentro da nuvem escura, chamada glóbulo de Bok, à medida que a sua gravidade continua a comprimir o denso gás e poeira. A nebulosa de reflexão NGC 1999 situa-se a 1,500 anos-luz de distância na direcção da constelação Orionte, a Sul da bem conhecida nebulosa de emissão, M42.
Crédito: Hubble Heritage Team (STScI) e NASA
Fonte:www.ccvalg.pt

Tudo é Poeira

As coloridas nebulosas trazem o nascimento e a morte de todas as estrelas do universo
Nasce um astro
O espaço entre as estrelas não é todo vazio. Ele tem restos de gás e poeira que às vezes formam nuvens gigantescas. São nebulosas como esta, que está dando origem à V380 Orionis, o ponto de luz no centro da imagem, a 14 quatrilhões de quilômetros da Terra. Essa estrela surgiu quando partículas se aglomeraram e depois se uniram pela própria gravidade. Ela agora suga o material em volta.

Encontro cósmico
A região de formação de estrelas mais próxima da Terra é a nebulosa de Orion, também a 14 quatrilhões de quilômetros daqui. Lá os cientistas viram centenas de novos sistemas planetários e nuvens gigantescas em movimento, como a que aparece acima. O semicírculo ao centro é o encontro entre uma dessas massas e partículas que as estrelas liberam em um fenômeno semelhante ao vento que o Sol emite.
Do pó ao pó
As nebulosas podem surgir também de uma estrela em extinção. Em seus últimos estágios, um astro como este à direita aumenta até o ponto em que suas camadas exteriores se desprendem e começam a vagar pelo espaço. A bola de gás que se forma é chamada de "nebulosa planetária". O Sol deverá ter o mesmo fim daqui a 5 bilhões de anos.
Baile no espaço
A borboleta sideral acima, a NGC 2346, é 500 vezes maior que o sistema solar. Ela tem essa forma porque seu centro possui duas estrelas que se orbitam a cada 16 dias. Uma se expandiu e atraiu a outra para perto. O encontro espalhou anéis de gás (em branco) e, depois, bolhas gasosas muito rápidas (que estão em vermelho)
Detalhes elementares
As imagens feitas pelos telescópios são diferentes do que veríamos, se desse para observá-las a olho nu. A foto abaixo, da nebulosa NGC 6369, por exemplo, utilizou filtros que isolaram a luz emitida por cada elemento químico. O oxigênio está em azul, o hidrogênio, em verde e o nitrogênio, em vermelho.
Cortina de fumaça
Acredita-se que a nebulosa do Cone – esse triângulo escuro com mais de 60 trilhões de quilômetros – se forme por causa de nuvens de gás em movimento que se dividem ao encontrar o berçário de estrelas no topo da foto. Ela é tão densa que as estrelas formadas lá dentro só são vistas com telescópios infravermelhos.
Nuvem negra
A temperatura dentro das nebulosas varia bastante. Elas podem chegar a 10 milhões de graus centígrados ou estar a mais de 250 graus abaixo de zero, como é o caso da Barnard 33, a "Cabeça de Cavalo". Por não ter uma estrela que a ilumine, tudo o que podemos ver é uma sombra projetada contra as coloridas massas de gás que aparecem ao fundo.
Mistério espacial
A nebulosa da Formiga intriga os cientistas: como é que uma estrela redonda como o Sol deu origem a nuvens tão curiosas? A razão pode estar na velocidade do gás, viajando a mil quilômetros por segundo, ou no campo magnético do astro, que talvez canalize o material. É também possível que exista uma outra estrela bagunçando a emissão de detritos.
Brilho interior
Esta nebulosa planetária pode parecer quadrada, mas na verdade tem a forma de uma rosquinha. Por causa da posição que ocupa em relação à Terra, só conseguimos vê-la de lado. A velha estrela em seu centro, com a pouca energia que lhe resta, emite raios de luz que retiraram elétrons dos elementos que compõem o círculo e os fazem brilhar.
Creditos:Rafael Kenski
Fonte:Superinteressante

NGC 2841, conhecida como galáxia Olho de Tigre

Cerca de 50 milhões de anos-luz de distância, podemos ver a galáxia espiral NGC 2841 também conhecida como Galáxia Olho de Tigre, que é encontrada exatamente no norte da constelação da Ursa Maior. Essa visão nítida desse belo universo-ilha mostra um núcleo amarelo e um surpreendente disco galáctico com braços espirais bem definidos. Esta galáxia tem um tamanho estimado em 150.000 anos-luz de diâmetro (a Via Láctea mede 100.000). As estrelas brilhando em destaque na imagem como objetos em primeiro plano, fazem parte da Via Láctea e não estão associados com a galáxia NGC 2841.
Fonte:imagensdouniverso.blogspot.com
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