5 de abr de 2010

A cascata de Kemble

A Cascata de Kemble e o aglomerado estelar aberto NGC 1502. Créditos©: Noel Carboni pelo processamento / Greg Parker, New Forest Observatory pela imagem
Um asterismo é um desenho facilmente reconhecível de estrelas no céu que não faz parte das 88 constelações oficialmente classificadas.
Por exemplo, um dos mais famosos asterismos é a formação de estrelas Big Dipper (o Grande Carro, a Caçarola ou Carro de David), situada dentro da constelação da Ursa Maior, nos céus do hemisfério norte,
que vemos abaixo nesta imagem capturada por Till Credner (AlltheSky.com):

A Cascata de Kemble

Na imagem produzida por Greg Parker e Noel Carboni vemos um asterismo formado por belíssima cadeia de estrelas, visível com binóculos na constelação da Girafa (Camelopardalis).
Esta formação visual, chamada de Cascata de Kemble, contém cerca de 20 estrelas enfileiradas (não relacionados entre si), em uma área celeste que mede visualmente cerca de 5 vezes o diâmetro da Lua cheia. Esta cascata estelar inicia na esquerda inferior e seguindo até acima da foto, à direita. O objeto compacto
brilhante na esquerda inferior é o aglomerado estelar aberto NGC 1502.

Como surgiu o nome?

A Cascata de Kemble foi nomeada assim por Walter Scott Houston em homenagem ao padre Lucian J. Kemble (1922–1999), um frei franciscano e astrônomo amador que escreveu uma carta para Walter sobre este asterismo, descrevendo-o como “uma belíssima cascata de tênues estrelas descendo do noroeste até o aglomerado estelar aberto NGC 1502″ que ele observou enquanto vasculhando o céu com um par de binóculos 7×35.
Assim, Walter ficou tão impressionado que escreveu um artigo sobre este asterismo em sua coluna “Deep Sky Wonders” na revista astronômica Sky & Telescope, em 1980, chamando este asterismo de Kemble’s Cascade (Cascata de Kemble).
Créditos:etenosaprendizes.com

NGC 6872 e IC 4970

      Imagem das galáxias NGC 6872 e IC 4970, pelo ESO. A pequena galáxia IC 4970 pode ser vista acima de NGC 6872.
Esta imagem, obtida em 1999, mostra a espectacular galáxia espiral com barra NGC 6872, cuja forma lembra a letra "S". É uma galáxia do tipo SBb e está a interagir com outra galáxia mais pequena, IC 4970, do tipo S0, visível acima do centro da imagem. O braço espiral de NGC 6872 que se encontra do lado superior esquerdo da imagem apresenta inúmeras regiões em tons azulados, muitas das quais são, na verdade, regiões de formação de estrelas. É provável que esta actividade de formação estelar em larga escala tenha sido provocada pela passagem recente da galáxia IC 4970. Este sistema pertence à constelação austral do Pavão e encontra-se a uma distância de 300 milhões de anos-luz. A sua extensão no céu é superior a 7 minutos de arco e o seu tamanho físico real são cerca de 750 mil anos-luz. NGC 6872 é, de facto, uma das maiores espirais com barra que se conhece. Nesta imagem pode ainda ver-se muitas outras galáxias, menos brilhantes e mais longínquas.  Essas duas  galáxias se chocaram e estão girando entorno de um buraco negro. A imagem foi feita por três telescópios espaciais da agência espacial e mostra as galáxias NGC 6872 e IC 4970.Os dados do Observatório Chandra de Raios-X da Nasa são mostrados em púrpura. Já a contribuição via espectro infravermelho do Telescópio Espacial Spitzer está em vermelho. Há também os dados ópticos do Very Large Telescope (VLT, na sigla em inglês, ou "Telescópio Muito Grande", em tradução livre), em um misto de cores vermelha, verde e azul - a identificação do verde não é precisa na imagem.                                                                                     

Simbiose

Astrônomos acreditam que buracos negros supermassivos existam no centro da maioria das galáxias. Não apenas as galáxias e os buracos negros parecem coexistir, mas eles também parecem essencialmente vinculados à evolução delas. Para melhor compreender esta relação simbiótica, os cientistas se voltaram para buracos negros em rápido crescimento, chamados Núcleos Galácticos Ativos (AGN, na sigla em inglês). Com isso, buscam estudar como os buracos negros são afetados por seu ambiente galáctico. Os últimos dados dos telescópios Chandra e Spitzer mostram que a IC 4970, a pequena galáxia no topo da imagem, contém um buraco negro AGN fortemente envolvido por gás e poeira. Isto significa que, em telescópios de luz óptica, como o VLT, há pouco para ver. Já os raios-X e a luz infravermelha podem penetrar neste véu e revelar o show de luzes gerado enquanto materiais são aquecidos e antes de cair no buraco negro --visto como um ponto brilhante.

Combustível

Apesar do gás e poeira escuros em volta da galáxia IC 4970, os dados do telescópio Chandra conseguem indicar que não há gás quente suficiente nessa galáxia para servir de combustível ao crescimento do buraco negro. Assim, a fonte de alimento para esse buraco negro deve estar na galáxia parceira, a NGC 6872. As duas galáxias estão no processo de uma colisão, e a atração gravitacional da IC provavelmente tragou algo do profundo reservatório de gás da galáxia NGC --vista principalmente pelos dados do telescópio Spitzer.
Isso forneceria então o combustível para o buraco negro gigante.

Fontes:portaldoastronomo.org
Folha online

NGC 4676, conhecida como os ratos

Localizada a 300 milhões de anos-luz na constelação Coma Berenices, estas galáxias colidindo foram apelidadas de "Os Ratos" por causa da longa cauda de estrelas e gás emanando de cada galáxia. Também conhecida como NGC 4676, o par eventualmente se fundirá em uma única galáxia gigante. As estrelas, o gás, e as aglomerações luminosas de estrelas serão absorvidas pela união das galáxias ou orbitarão o halo da nova galáxia. Na galáxia à esquerda, o remendo brilhante azul é constituído de uma potente cascata de aglomerados e associações de jovens estrelas quentes azuis, cuja formação foi despertada pelas forças das interações gravitacionais. Jatos de material pode também ser visto fluindo entre as duas galáxias. As aglomerações de estrelas jovens na longa, e reta cauda (superior a direita) estão separadas por regiões mais tênues de material. Estas regiões mais escuras sugerem que as aglomerações de estrelas se formaram de um colapso gravitacional de gás e poeira que uma vez ocuparam estas áreas. Algumas aglomerações têm massas luminosas comparáveis às galáxias anãs que orbitam no halo de nossa Via-Láctea.
Créditos: Astronomia na Web
Fonte:imagensdouniverso.blogspot.com

ESO revela o Morcego Cósmico na Constelação de Órion

NGC 1788 é uma ilha de estrelas bebês que reside nos arredores de Órion
O ESO revelou detalhes da delicada nebulosa do Morcego em Órion. Esta imagem foi obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros no Observatório de La Silla, no Chile. Crédito: ESO
 
A Nebulosa NGC 1788 reside em um canto escuro e esquecido da constelação de Órion. Agora, o ESO (Observatório Europeu do Sul) liberou uma nova e detalhada imagem que nos mostra sua exuberância. Embora esta nuvem fantasmagórica se encontre afastada das estrelas brilhantes de Órion, os poderosos ventos e radiação oriundos destas estrelas tem provocado um forte impacto na nebulosa, formatando-a transformando-a em uma maternidade estelar repleta de estrelas bebês. Os observadores assíduos do céu estão bem familiarizados com a forma característica da constelação do Órion, o caçador. Poucos deles, no entanto, conhecem a nebulosa NGC 1788, um tesouro cósmico sutil, escondido apenas a alguns graus de distância das estrelas brilhantes do cinturão de Órion (as 3 Marias).
A região em volta da NGC 1788, na constelação de Órion. Crédito: ESO/Digitized Sky Survey 2

NGC 1788 é uma nebulosa de reflexão, na qual o gás e poeira dispersam a radiação emanada de grupo de estrelas jovens, de tal modo que este brilho tênue toma a forma de um gigantesco morcego de asas abertas. Nesta imagem são visíveis bem poucas estrelas pertencentes à nebulosa, uma vez que a maior parte delas se encontra obscurecida pelos casulos de poeira que as rodeiam. O sol mais proeminente, chamado de HD 293815, é visível como a estrela brilhante na parte superior da nuvem, logo acima do centro da imagem e da zona de poeira bem obscura que atravessa toda a nebulosa.

Embora à primeira vista a nebulosa NGC 1788 pareça uma nuvem cósmica isolada, observações que cobrem um campo maior do apresentado na imagem revelou que as estrelas brilhantes de grande massa, pertencentes ao vasto conjunto de grupos estelares de Órion, foram decisivas no processo de formação da NGC 1788 estimulando a formação estelar na nebulosa. Estas estrelas de grande massa são também responsáveis pela ignição do hidrogênio gasoso nas partes da nebulosa que se encontram de frente para Órion, originando a borda vermelha quase vertical que se pode observar na metade esquerda da imagem.

Estrelas com menos de 1 milhão de anos!
Todas as estrelas desta região são extremamente jovens, com idades médias de apenas um milhão de anos, um mero piscar de olhos quando comparados com os 4,55 bilhões de anos do nosso Sol. Analisando-as em detalhe, os astrônomos descobriram que estas estrelas “da pré-escola” se separam naturalmente em três classes diferentes: as ligeiramente mais velhas, situadas do lado esquerdo da borda vermelha, as relativamente jovens, à sua direita, formando o pequeno agrupamento fechado no interior da nebulosa, iluminando-a, e eventualmente as muito jovens, ainda bastante embebidas no interior dos seus casulos de poeira, local onde nascem, mais para a direita.

Embora nenhuma destas últimas seja visível na imagem devido ao obscurecimento por parte da poeira, dúzias delas foram reveladas através de observações feitas nos comprimentos de onda do infravermelho e do milímetro. Esta fina distribuição de estrelas, com as mais velhas situadas mais próximo de Órion e as mais jovens concentradas no lado oposto, sugere que a onda de formação estelar, gerada em torno das estrelas quentes de grande massa de Órion, se propagou ao longo de NGC 1788 e também bem além. Esta imagem foi obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros no Observatório de La Silla, no Chile.
Créditos:ESO

10 milhões de estrelas no aglomerado globular alienígena Omega Centauri

NGC 5139: ω Centauri sob a lente de Fred Lehman (South Florida Dark Sky Observers)
Na imagem do lado vemos o aglomerado globular Omega Centauri (NGC 5139 ou ω Cen) que reside a 15.000 anos luz de distância da Terra e tem 150 anos-luz de diâmetro. Agrupando mais de 10 milhões de estrelas, muito mais antigas que o Sol, Omega Cen é o maior dos 200 aglomerados globulares que se distribuem pelo halo da nossa galáxia, a Via Láctea. Embora a maioria dos aglomerados seja composta da estrelas praticamente da mesma idade e composição, o enigmático aglomerado de Omega Centauri exibe a presença de populações estelares diferentes com uma gama de idades e de abundâncias químicas.

Uma galaxia anã corrompida?
Imagem feita pelo telescópio espacial Hubble ajudou a comprovar a existência de um massivo buraco negro no centro do aglomerado globular Omega Centauri. Crédito: NASA/ESA/Hubble

De fato, os astrônomos especulam que na verdade Omega Centauri pode ser o núcleo remanescente de uma galáxia anã que se fundiu com a Via Láctea. A química de Omega Centauri e o movimento relativo em relação a Via Láctea são considerados consistentes com este cenário, ou seja, ω Cen seria possivelmente um aglomerado estelar alienígena. De forma similar ao aglomerado globular Mayall II, Omega Centauri tem uma gama de metalicidades e idades estelares que indicam que a sua formação não ocorreu de uma só vez, como os aglomerados globulares usualmente se originam.
Fonte:eternosaprendizes.com

Spitzer revela segredos do frenético berçário estelar na Nebulosa de Órion

Spitzer está acompanhando uma zona específica do berçário estelar na Nebulosa de Órion. Clique na imagem para ver a versão de alta resolução desta fantástica foto. Crédito: NASA/Spitzer
Nebulosa de Órion está sendo monitorada pelo Spitzer
Os Astrônomos têm virado seus olhos para analisar um grupo aquecido de estrelas jovens, acompanhando seu movimento como se fossem paparazzi cósmicos. Recentemente, o Telescópio Espacial Spitzer da NASA capturou uma nova imagem em infravermelho que mostra a agitada maternidade estelar da Nebulosa de Órion, situada na espada do caçador da constelação de mesmo nome. Assim como as estrelas de Hollywood, estes corpos celestes não brilham sempre na sua plenitude, mas variam sua luminosidade ao longo do tempo. O Spitzer está observando este espetáculo cósmico, ajudando aos cientistas na busca do conhecimento sobre as razões das estrelas mudarem e no entendimento sobre os papéis na formação planetária.
“Este é um projeto de exploração. Nunca havia sido realizado antes, em um comprimento de onda sensível ao calor da poeira que circunda tais estrelas,” afirmou John Stauffer, o cientista líder desta pesquisa elaborada pelo Centro Científico Spitzer da NASA, localizado no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), em Pasadena, EUA. “Estamos observando diversas variações, as quais podem ser um resultado dos aglomerados ou das estruturas deformadas nos discos de formação planetária.”
Esta nova imagem foi capturada depois do Spitzer ter ficado sem seu líquido refrigerante, em maio de 2009, ou seja, após o início de sua missão entendida “no quente”. Este líquido refrigerante era usado para esfriar os instrumentos, mas os dois canais infravermelhos de comprimento de onda mais curto ainda tem a capacidade de funcionar regularmente na mais “amena” temperatura de 30º K (-243º C). Agora, nesta no etapa da sua vida, o Spitzer é capaz de passar mais tempo em projetos que cobrem uma área mais abrangente do céu e que necessita de um maior tempo de exposição para atingir os resultados.
Um desses projetos da nova etapa da missão Spitzer é o programa de acompanhamento da “Variabilidade de Objetos Estelares Jovens”, no qual o Spitzer observa repetidamente a mesma zona da Nebulosa de Órion (M42), monitorando rotineiramente o mesmo conjunto de aproximadamente 1.500 estrelas variáveis ao longo do tempo. Neste programa o Spitzer já registrou cerca de 80 imagens desta região da nebulosa ao longo de 40 dias de observações. Está planejada a realização de um segundo conjunto de observações no segundo semestre de 2010, a partir de setembro. As estrelas cintilantes desta região têm cerca de ‘apenas’ um milhão de anos, idade esta que é considerada muito jovem para estrelas, nas escalas cósmicas. Devemos lembrar que nosso Sol, apresenta uma idade de cerca de 4,6 bilhões de anos.
Fonte:eternosaprendizes.com

Supergigante azul

As supergigantes azuis são estrelas supergigantes de classe O ou B. São extremamente quentes e luminosas, com temperaturas à superfície entre 20.000 e 50.000K. Têm tipicamente de 10 a 50 massas solares e podem atingir um raio 25 vezes superior ao raio do Sol. Esse raro tipo de estrelas está entre as estrelas mais quentes e mais brilhates do Universo conhecido.
Por causa de sua extrema massas têm expectativa de vida relativamente baixa e são observadas principalmente em jovens estruturas cósmicas tais como aglomerados abertos, nos braços de galáxias espirais e em galáxias irregulares. Supergigantes azuis raramente são observadas nos núcleos de galáxias espirais, galáxias elípticas ou aglomerados globulares, que geralmente têm estrelas mais velhas.

Principais supergigantes azuis

Provavelmente a supergigante azul mais conhecida é Rigel, que com uma magnitude de 0,12 é a estrela mais brilhante da constelação de Orion. Sua luminosidade é de 66.000 maior que a do Sol e sua massa é de 20 massas solares. Outras supergigantes azuis conhecidas são Zeta Orionis, Alnilam e Saiph.
Fonte:Wikipédia

Gigante azul

Em astronomia, uma estrela Gigante azul é uma estrela pesada, com massa maior que 18 vezes a massa do Sol, e muito quente e brilhante de tipo espectral O ou B.No Diagrama de Hertzsprung-Russell, Gigantes azuis são encontradas no canto superior esquerdo graças a sua luminosidade. Gigantes azuis são extremamente luminosas, atingindo magnitudes absolutas de -5, -6 ou mesmo menor (magnitudes estelares seguem uma escala logaritmica e portanto, quando mais negativa maior o valor da grandeza). Suas temperaturas são tão altas (20.000 K ou mais) que uma quantidade considerável de sua energia é emitida através de radiação ultra-violeta, e portanto invisível para os nossos olhos. Muitas destas estrelas são encontradas em Associações OBs, grandes grupos de estrelas fracamente ligadas entre si pela gravidade. Como elas são muito pesadas, espera-se que seu tempo de vida seja muito menor do que o de estrelas menores (da ordem de dezenas a centenas de milhões de anos), as teorias atuais preveêm que estas estrelas devem terminar sua vida em uma supernova.Exemplos conhecidos de estrelas Gigantes azuis incluem Mu, Regor, Rigel, Regulus, Saiph, Deneb assim com a precursora da Supernova 1987a, mas de forma geral, gigantes azuis são estrelas raras.
Figura:Gigantes azuis no centro do globular M15.

NGC 6369

Créditos da Imagem: Hubble Heritage Team, NASA
Esta bonita nebulosa planetária, catalogada como NGC 6369, foi descoberta no século XVIII pelo astrónomo William Herschel, enquanto usava um telescópio para explorar a constelação de Ofíuco. Com uma forma arredondada, esta nebulosa é também relativamente ténue e recebeu a alcunha popular de Nebulosa do Pequeno Fantasma. As nebulosas planetárias em geral não têm nenhuma relação com planetas, mas são criadas no fim da vida de uma estrela do tipo do Sol, à medida que liberta as suas camadas exteriores para o espaço enquanto o núcleo encolhe para se tornar uma anã branca. Esta, vista perto do centro, irradia fortemente no ultravioleta e faz brilhar a nebulosa em expansão. Detalhes bastante complexos e estruturas em NGC 6369 são aqui reveladas nesta imagem a cores do Hubble. O anel principal da nebulosa mede cerca de um ano-luz de diâmetro e o brilho dos átomos ionizados de oxigénio, hidrogénio e nitrogénio têm as cores azul, verde e vermelho respectivamente. A mais de 2,000 anos-luz de distância, a Nebulosa do Pequeno Fantasma oferece um olhar para o futuro do nosso Sol, que produzirá a sua própria nebulosa planetária daqui a apenas 5 mil milhões de anos.
Fonte: www.Astronomy.com

M 97 - Nebulosa do Mocho

Esta imagem da nebulosa planetária do Mocho (NGC 3587 ou M 97), situada a cerca de 2000 anos-luz de distância da Terra na constelação da Ursa Maior, permitiu aos seus autores apresentar o primeiro modelo capaz de explicar a sua complexa estrutura formada por três camadas concêntricas. Apesar do seu nome, as nebulosas planetárias nada têm a ver com planetas. O astrónomo William Herschel deu-lhes este nome enganador devido ao facto de elas se assemelharem a Úrano e Neptuno quando foram vistas pela primeira vez através do seu telescópio nos finais do séc. XVIII. Na realidade, as nebulosas planetárias são camadas de gás e poeira ejectadas por certas estrelas no final das suas vidas. O nosso próprio Sol terminará a sua vida sob a forma de uma nebulosa planetária daqui a cerca de 5 mil milhões de anos, altura em que terá gasto todo o hidrogénio que lhe permite radiar energia como estrela que é. 
Crédito: Karen Kwitter (Williams College), Ron Downes (STScI), 
You-Hua Chu (University of Illinois) & NOAO/AURA/NSF.
Telescópio: 0.6m Burrell Schmidt - Kitt Peak National Observatory, USA.

Fonte:portaldoastronomo.org
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