7 de abr de 2010

Perigo Direto do Espaço

O perigo cósmico parece estar à espreita em todos os cantos da nossa galáxia. É por isso que os homens e mulheres que trabalham no Jet Propulsion Laboratory (JPL) em Pasadena, Califórnia, mantêm o céu sob vigilância constante para saber se algo pousa ou ameaça nosso querido planeta.
Você deve estar se perguntando: “Mas do que eles têm tanto medo?” Asteroides! Isso mesmo. Antigos escombros que viajam pelo universo, de todas as formas e tamanhos. Um asteroide em particular, chamado Apophis, foi descoberto em 2004, e, desde então, tem sido assunto para discussões calorosas. Calcula-se que ele tenha 2,7% de chance de se chocar com o nosso planeta no ano de 2029 ou 2039. Estudos a respeito dessa data ainda são conflitantes.
Os cientistas da JPL querem garantir que está tudo bem e que mesmo que o asteroide (com tamanho estimado de dois campos de futebol) colida com a Terra, não será o fim da civilização. Mas eles são obrigados a assumir que essa colisão causaria alguns problemas sérios ao planeta. Para calcular os danos que o Apophis poderia causar, é só pensar em impactos anteriores e colocá-los em uma escala.
Estima-se que a colisão do cometa/asteroide que criou a cratera Barringer tenha atingido entre 3 e 10 megatons.
A erupção do Krakatoa atingiu 200 megatons.
Estima-se que a possível colisão do Apophis com a Terra atinja de 800 a 1000 megatons!
Fonte:blogs.discoveryblasil.com

Telescópio espacial Spitzer

O telescópio espacial Spitzer foi inicialmente denominado de SIRTF, que significa Space Infrared Telescope Facility. Lançado ao espaço por um Foguete Delta II da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, Estado da Flórida em 25 de agosto de 2003. Trata-se de um telescópio norte-americano lançado pela NASA e gerenciado pelo Jet Propulsion Laboratory - JPL. Com uma missão inicial de 2,5 anos, o Spitzer deve obter imagens e espectros obtidos pela detecção de radiação infravermelha ou de calor, que os objetos do espaço irradiam no comprimento de ondas entre 3 a 180 micrômetros. 1 micrômetro corresponde a 1 milionésimo de metro. Como a maioria das radiações infravermelha é bloqueada pela atmosfera da Terra ela não podem ser observadas de sua superfície.

 O telescópio consiste em uma estrutura tubular de 85 cm de diâmetro, que é resfriado criogenicamente. Spitzer é o maior telescópio infravermelho lançado no espaço. É um instrumento muito sensível, que permite observar regiões do Universo antes não observadas pelos telescópios terrestres. Muitas áreas do espaço estão cheias de nuvens de gás e de poeira que bloqueiam a luz visível. A radiação infravermelha consegue passar por estas nuvens e permite observar estrelas em formação, o centro das galáxias e a formação de novos sistemas solares. A luz infravermelha transporta informações sobre os objetos mais frios do espaço, tal como uma pequena estrela que produz pouca luz visível, planetas extra-solares e grandes nuvens moleculares. Muitas moléculas estão dispersas no espaço, incluindo as orgânicas, podem ser detectadas pelo telescópio.
Como o infravermelho é basicamente uma radiação de calor, o telescópio deve ser esfriado próximo ao zero absoluto, ou seja a -273º Celsius, para poder observar sinais do espaço sem sofrer a interferência do calor do próprio telescópio. Também ele deverá ser protegido do Sol e das radiações infravermelhas provenientes da Terra. Para fazer tudo isso o telescópio Spitzer leva um escudo solar e foi lançado em uma órbita distante da Terra. Assim o telescópio pode se esfriar rapidamente sem ter que transporta uma grande quantidade de criogênio, reduzindo o custo da missão.

O Spitzer faz parte do programa da NASA denominado de Programa Astronômico de Pesquisa das Origens' - Astronomical Search for Origins Program. Ele foi criado para obter informações do espaço a fim de entender as origens do universo, como as estrela e galáxias se formaram. O telescópio Spitzer é a última missão da NASA pertencente aos Grandes Observatórios Espaciais- Great Observatories Program, consistindo numa família de Quarto Observatórios Orbitais, cada um observando o Universo em um comprimento diferente de onda, como a luz visível, raios gama, raios-X e o infravermelho.
As outras missões relacionados a este programa são:
Hubble - Telescópio Espacial Hubbe
Chandra - Observatório de Raio-X
Compton - Observatório de Raios Gama
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Terra é atingida por tempestade espacial superpoderosa

De acordo com cientistas americanos, em abril a Terra foi atingida pela mais poderosa tempestade geomagnética de um período de três anos.
No começo do mês a nave espacial SOHO encontrou uma nuvem de partículas chamada de ejeção de massa coronal (CME) que estava sendo disparada do Sol a uma velocidade de 500 km por segundo. Isso significa que a nuvem conseguiria fazer a viagem do Sol a Terra em apenas três dias. Por sorte a tempestade não foi forte o suficiente para interferir em redes de energia e na transmissão via satélite, mas conseguiu provocar auroras incríveis em lugares como a Islândia ( foto).
O problema com as CMEs é que suas chegadas são difíceis de prever. Como os ventos solares mudam constantemente, as previsões podem ter uma margem de erro de até 15 horas.
Fonte:hypescience.com
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