11 de out de 2010

Estudo Usando o European Virtual Observatory Mostra que Galáxias como a Via Láctea se Formam com Facilidade

Um novo estudo confirmou que galáxias como a Via Láctea se formam facilmente. A investigação realizada por Kambiz Fathi no Institute of Astronomy of Stockholm University também mostra que galáxias do tamanho da Via Láctea são as maiores galáxias espirais por pelo menos 3.4 bilhões de anos dos 13.7 bilhões de anos de história do universo.
Para chegar a essas conclusões, Fathi mediu imagens de 30000 galáxias usando as facilidade do European Virtual Observatoy (EURO-VO). O ESO é um dos líderes do EURO-VO Facility Centre. Observatórios virtuais permitem aos astrônomos usar o poder da internet e a grande base de dados para reutilizar e combinar observações existentes de diferentes telescópios de maneira inivadora. Para cada uma das 30000 galáxias ele estimou o número de estrelas em partes das galáxias onde os braços espirais são proeminentes, usando para isso imagens do Sloan Digitized Sky Survey. Desde 1970, os astrônomos tem notado que o número de estrelas nessas regiões no meio das galáxias espirais nunca é muito maior do que na Via Láctea. Esse limite é conhecido como Lei de Freeman, que foi o primeiro cientista a descobriram isso. Anteriormente os astrônomos haviam confirmado a Lei de Freeman para algumas dezenas de galáxias, mas as medidas de Fathi usam um conjunto de amostras muito maior e com isso mostrou que a lei é aplicada de maneira geral e ainda mostrou que isso acontece há 3.4 bilhões de anos.

Pierre Simon Laplace

Pierre Simon, Marquis de Laplace (Beaumont-en-Auge, 23 de março de 1749 — Paris, 5 de março de 1827) foi um matemático, astrônomo e físico francês que organizou a astronomia matemática, sumarizando e ampliando o trabalho de seu predecessores nos cinco volumes do seu Mécanique Céleste (Mecânica celeste) (1799-1825). Esta obra-prima traduziu o estudo geométrico da mecânica clássica usada por Isaac Newton para um estudo baseado em cálculo, conhecido como mecânica física.
Ele também formulou a equação de Laplace. A transformada de Laplace aparece em todos os ramos da física matemática — campo em que teve um papel principal na formação. O operador diferencial de Laplace, da qual depende muito a matemática aplicada, também recebe seu nome.
Ele se tornou conde do Império em 1806 e foi nomeado marquês em 1817, depois da restauração dos Bourbons.

Biografia

Pierre Simon Laplace nasceu em Beaumont-en-Auge, Normandia, filho de um pequeno trabalhador rural e deve sua educação ao interesse incitado em alguns vizinhos abastados graças às suas habilidades e presença atrativa.De pupilo, se tornou professor-assistente na escola em Beaumont; mas, tendo procurado uma carta de apresentação , foi a Paris tentar sua sorte. Um artigo sobre os princípios da mecânica instigou o interesse de d'Alembert e, sob sua recomendação, foi oferecido um lugar na escola militar a Laplace.
Seguro das suas competências, Laplace dedicou-se, então, a pesquisas originais e, nos dezessete anos seguintes,1771-1787, produziu boa parte de seus trabalhos originais em astronomia. Tudo começou com uma memória, lida perante à Academia Francesa em 1773, em que mostrava que os movimentos planetários eram estáveis, levando a prova até o ponto dos cubos das excentricidades e das inclinações. Isso foi seguido por vários artigos sobre tópicos em cálculo integral, diferenças finitas, equações diferenciais e astronomia.
Laplace tinha um amplo conhecimento de todas as ciências e dominava todas as discussões na Académie. De forma razoavelmente única para um prodígio de seu nível, Laplace via os matemáticos apenas como uma ferramenta para ser utilizada na investigação de uma averiguação prática ou científica.
Laplace passou a maior parte de sua vida trabalhando na astronomia matemática que culminou em sua obra-prima sobre a prova da estabilidade dinâmica do sistema solar, com a suposição de que ele consistia de um conjunto de corpos rígidos movendo-se no vácuo. Ele formulou independentemente a hipótese nebular e foi um dos primeiros cientistas a postular a existência de buracos negros e a noção do colapso gravitacional.
Ele é lembrado como um dos maiores cientistas de todos os tempos (às vezes, chamado de Newton francês ou Newton da França) com uma fenomenal capacidade matemática natural sem par entre seus contemporâneos. Parece que Laplace não era modesto sobre suas habilidades e realizações e ele provavelmente não conseguia reconhecer o efeito de sua atitude sobre seus colegas. Anders Johan Lexell visitou a Académie des Sciences em Paris, em 1780-81 e relatou que Laplace deixava claro que se considerava o melhor matemático da França. O efeito sobre seus colegas só seria relativamente abrandado pelo fato de que Laplace muito provavelmente estava correto.
Fonte:www.pt.wikipedia.org

Um Redemoinho Cósmico em Tucano

A bela galáxia espiral NGC 506 foi descoberta em 1834 por John Herschel e está aqui fotografada em grande detalhe pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA.
Localizada a 65 milhões de anos-luz de distância, na constelação do céu do sul Tucana, o Tucano, a NGC 406 tem aproximadamente 60000 anos-luz de comprimento, metade do diâmetro da nossa galáxia, a Via Láctea. Essa é uma galáxia espiral similar a bem conhecida galáxia Whirlpool (o objeto Messier 51). Em telescópios amadores de tamanho moderado, a NGC 406 aparece como uma bolha difusa, como milhares de outros objetos no céu, e nenhum dos espetaculares detalhes mostrados pelo Hubble podem ser visíveis.
Nessa imagem a galáxia exibe braços espirais que são na sua maioria povoados por estrelas jovens, massivas e azuladas e cruzados por linhas de poeira. Como é normalmente observado nesse tipo de galáxia espiral, o bulbo central é amarelado dominado por uma população estelar mais velha e menos proeminente do que a quase totalidade da estrutura do disco. A imagem de fundo também mostra um significante número de galáxias mais distantes no plano de fundo. Algumas delas são visíveis como pontos avermelhados difusos através dos braços espirais azulados da galáxia em primeiro plano.
Essa imagem foi criada a partir de imagens feitas com os filtros do infravermelho próximo (F814W) e azul (F435W), mostrados em vermelho e azul respectivamente, usando o Wide Field Channel da Advanced Camera for Surveys do Telescópio Espacial Hubble. Os tempos de exposição foram de vinte minutos por filtro e o campo de visão é de 2.7 por 1.6 minutos de arco.

Missão Dawn da NASA até o Asteróide Vesta Recebe Valiosa Ajuda do Hubble

O Telescópio Espacial Hubble da NASA registrou imagens do grande asteróide Vesta que irá ajudar os cientistas a refinarem os planos para a sonda Dawn que deve fazer sua chegada ao Vesta em Julho de 2011.Os cientistas construíram um vídeo de imagens que ajudarão a melhorar as instruções de apontamento para a sonda Dawn à medida que ela seja colocada em órbita polar ao redor do Vesta. Análises das imagens do Hubble revelam uma orientação polar, ou um desvio, de aproximadamente quatro graus a mais para o lado leste do asteróide do que imaginavam antes os cientistas.
 
Isso significa que a mudança das estações entre o hemisfério norte e sul do Vesta podem levar um mês a mais do que se esperava antes enquanto durar a órbita da sonda Dawn ao redor do asteróide Vesta. O resultado é uma mudança no padrão de iluminação solar esperado para o asteróide. A sonda Dawn necessita de iluminação solar para fazer as imagens e realizar algumas atividades de mapeamento.  “Apesar do Vesta ser o asteróide mais brilhante no céu, seu tamanho reduzido dificulta a realização de imagens detalhadas do mesmo desde a Terra”, disse Jian-Yang Li, cientista participante da missão Dawn, da Universidade de Maryland em College Park. “As novas imagens do Hubble darão aos cientistas uma melhor idéia de como o Vesta está girando pois novos pontos de vista são perpendiculares as nossas imagens feitas anteriormente.

 É como se primeiro tivéssemos uma visão de um objeto em seu plano horizontal e depois acrescentássemos uma visualização no plano vertical”. As imagens recentes foram obtidas pela Wide Field Camera 3 do Hubble em Fevereiro de 2010. As imagens complementaram imagens prévias do Vesta feitas a partir de telescópios baseados em Terra e também imagens feitas pela Wide Field and Planetary camera 2 do Hubble feitas em 1987 e em 2007. Li e seus colegas observaram 216 novas imagens – e um total de 446 imagens do Hubble – para então definir com clareza como era a rotação do Vesta. A revista especializada Icarus publicou recentemente os resultados dessa pesquisa.

“Os novos resultados nos dão base para pensarmos como nós devemos planejar nossa ida até o Vesta”, disse Christopher Russel, principal pesquisador envolvido no projeto da sonda Dawn da Universidade da Califórnia em Los Angeles. “Pelo fato do nosso objetivo ser fazer imagens de toda a superfície e medir a elevação de feições com uma precisão de 33 pés, ou objetos com a altura de um prédio de três andares, nós precisamos prestar atenção na iluminação solar. Para isso levamos em consideração se o Vesta terá uma primavera tardia no seu hemisfério norte no próximo ano, ou pelo menos se ela será depois do que planejávamos”.
Lançada em Setembro de 2007, a sonda Dawn deixará o Vesta para então encontrar o planeta anão Ceres em 2015. Vesta e Ceres são os objetos mais massivos localizados no cinturão principal de asteróides entre Marte e Júpiter. Os cientistas estudam esses corpos celestes como exemplos dos blocos fundamentais que formaram planetas como a Terra. A sonda Dawn está a aproximadamente 134 milhões de milhas de distância do Vesta. No próximo verão a sonda irá fazer suas próprias medidas do superfície em rotação do Vesta e e então possibilitará aos gerentes de missão determinar com precisão seu eixo de rotação.
 
“O Vesta foi descoberto há 200 anos atrás, e nós estamos animados agora para sermos considerados um marco da exploração dele em órbita”, disse Bob Mase, gerente de projeto da Dawn no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena na Califórnia. “Nós planejamos essa missão para acomodar nosso conhecimento impreciso sobre o Vesta. A nossa jornada de descoberta e a nossa habilidade de adaptação nos leva a crer que poderemos coletar excelente material científico do nosso alvo”. A missão Dawn é gerenciada pelo Science Mission Directorate do JPL da NASA direto da central da agência em Washington. A Orbital Sciences Corporation de Dulles, Va. desenvolveu e construiu a sonda. Algumas organizações espaciais internacionais fazem parte da missão.
Créditos:http://cienctec.com.br/wordpress/

As 100 melhores imagens do ESO

                         O fogo oculto da Nebulosa Chama
Esta imagem, o primeiro a ser lançado publicamente do telescópio Vista, o maior do mundo da pesquisa, mostra a região de formação estelar espetacular conhecida como a Nebulosa da Chama, ou NGC 2024, na constelação de Órion (o caçador) e seus arredores.
O ESO (observatório europeu meridional) divulgou as suas 100 melhores imagens.Para desfrutar destas belas imagens clique no link a seguir:

Marte - Para tirar o fôlego!

Em março de 2008 a sonda Mars Reconnaissance Orbiter mandou uma das fotos mais impressionantes de Marte. Ela mostra atividade geológica na superfície marciana! O Experimento de Imageamento em Alta Resolução, o nome em português da câmera de alta resolução desta sonda conseguiu capturar uma avalanche em Marte no momento em que ela acontecia. A idéia do projeto é monitorar regiões durante longos períodos de tempo para detectar mudanças na superfície decorrentes da mudança das estações marcianas. Sim, o planeta vermelho também apresenta um ciclo de alternância entre estações climáticas, alternando períodos de calor ou frio durante o ano.
Numa destas repassadas no dia 19 de fevereiro a sonda fotografou a encosta de uma elevação coberta de gelo. A idéia era procurar variação na quantidade de gelo decorrente da evaporação ou congelamento conforme as estações fossem mudando. A surpresa veio quando Ingrid Spitale, da Universidade do Arizona, percebeu que justo nesta encosta era possível ver nuvens de poeira. Aparentemente, blocos de gelo do alto do morro se desprenderam e rolaram ribanceira abaixo (uns 700 metros) levantando nuvens de poeira e pedaços menores de gelo. Estes blocos que se desprenderam serão monitorados também para se ter uma idéia de como se processa o ciclo de evaporação/recongelamento da água.
Este é um fato surpreendente, nem mesmo os cientistas envolvidos no projeto podiam prever que isso pudesse acontecer. Tirando as mudanças na aparência da superfície marciana causadas pelas tempestades de ventos, nenhuma mudança geológica substancial havia sido detectada. Esta encosta em particular agora será monitorada para se descobrir se avalanches como essas são esporádicas ou se estão ligadas com o aquecimento causado pelo início da primavera. Ninguém espera obter um flagrante como este de novo, espera-se saber se as avalanches continuam pela quantidade de material depositado no sopé do morro.
Créditos: Créditos: Càssio Barbosa - G1

O Aglomerado Globular NGC 6934

Aglomerados globulares de estrelas vagam o halo da nossa Via Láctea. Unidos pela força da gravidade, esses agrupamentos esféricos são constituídos normalmente por centenas de milhares de estrelas, e são mais antigos do que as estrelas que formam o disco galáctico. De fato, medidas da idade dos aglomerados globulares restringem a idade do universo (que deve ser mais velho que as estrelas presentes nesses objetos) e determinações da distância exata dos aglomerados fornecem um padrão para a escala astronômica de distância. O aglomerado globular NGC 6934 localiza-se a aproximadamente 50000 anos-luz de distância da Terra na direção da constelação de Delphinus. Nessa distância essa imagem de alta definição feita pela Advanced Camera for Surveys do Hubble abrange cerca de 50 anos-luz. Estima-se que as estrelas que constituem esse aglomerado tenham algo em torno de 10 bilhões de anos.

Rho Ophiuchi

 Nuvem de Rho Ophiuchi é um verdadeiro berçário estelar.
                                         Astros da imagem têm 'apenas' 300 mil anos.
Área fotografada é uma das mais regiões de formação estelar mais próximas da nossa galáxia (Foto: Nasa/Reuters)
Fonte: G1

Marte: Quão Fundo Podemos Ir?

Existem alguns lugares em Marte que são mais baixos que outros. Na primeira imagem abaixo, a parte esquerda se refere ao assoalho do lugar chamado de Melas Chasma que fica a aproximadamente 9 km abaixo da planície ao seu redor. Novas imagens da sonda da ESA Mars Express destacam a complexa história desse enorme cânion marciano.
A estrutura da Melas Chasma faz parte do enorme vale Valles Marineris  que se estende por mais de 4000 km ao longo da superfície do planeta vermelho. Essa imagem cobre uma área de 200 km x 100 km de 20000 quilômetros quadrados que tem aproximadamente o tamanho da Eslovenia. Ao redor de Melas Chasma, existe grande evidência de que a água fluiu pelo planeta no passado. Essa evidência é forte não só pela existência de canais de água mas também pelo fato de ali existirem depósitos brilhantes de compostos de sulfatos que provavelmente foram depositados por lagos.
Os flancos do vale mostram evidências de múltiplos e imensos deslizamentos de terra que criaram grandes depósitos de material na forma de leques. Esses detritos parecem ásperos e confusos em contraste com a superfície suave adjacente visível na bacia. As rochas mostram texturas de fluxo indicando que alguma vez já se depositou água líquida, gelo, água ou lama. Diques de sedimentos também podem ser vistos aqui.
O mapa de elevação codificado por cores mostra as grandes variações em altitude presentes dentro dessa região. A diferença entre o assoalho, na esquerda da imagem para o platô à direita é de mais de 9 km. Mas como é possível medir essas elevações em Marte? Na Terra, nós usamos o nível do mar como referência. Para o caso de Marte, os cientistas derivam uma forma média e o tamanho do planeta com base nas observações feitas pelas sondas. Eles chamam essa forma geral de aeróide e a utilizam como referência para definir as elevações no planeta vizinho.
No caso de Melas Chasma, as porções mais profundas do cânion estão 5 km abaixo do aeróide, enquanto que o platô se localiza a elevações de 4 km acima da superfície de referência.
No alto do platô, alguns antigos vales estão preservados. A orientação dos maiores é paralela a borda do penhasco, que pode indicar que o vale originalmente seguiu uma antiga linha de falha. Lembrando que as falhas são as principais razões para a instabilidade nos flancos, que freqüentemente entram em colapso formando enorme avalanches.

NGC 2683: Uma Galáxia Espiral de Lado

A galáxia NGC 2683 tem uma barra cruzando o seu centro? Sendo ela muito parecida com a própria Via Láctea que é barrada pode-se arriscar que sim. Estando ela tão de lado para o nosso ponto de observação, contudo é difícil de dizer. De qualquer forma, essa maravilhosa ilha do universo, catalogada como NGC 2683, localiza-se a 20 milhões de anos-luz de distância na direção da constelação do norte Lynx, o Gato. A NGC 2683 é observada quase que de lado nessa imagem com galáxias mais distantes compondo o plano de fundo. A luz desviada de uma grande população de velhas estrelas amareladas formam o núcleo impressionantemente brilhante da galáxias. A luz das estrelas por sua vez desenham a silhueta de linhas de poeira ao longo dos braços espirais, marcados com o brilho azul de aglomerados de estrelas jovens nessas regiões de formação de estrelas da galáxia.

A Dança de Galáxias em Interação

O par de galáxias NGC 1531/2 que se localiza a 70 milhões de anos-luz de distância da Terra na direção da constelação do hemisfério sul Eridanus (O Rio) está engajado em uma animada valsa.
A galáxia espiral deformada que aparece em primeiro plano como se estivesse atada com laços de poeira é a NGC 1532 e aparece bem perto de sua galáxia companheira - a galáxia no plano de fundo com um núcleo brilhante localizada pouco acima do centro da NGC 1532 - que fica distorcida: um de seus braços espirais é deformado e forma plumas de poeira e gás que são visíveis acima de seu disco. A dança cósmica tem outra conseqüência dramática: uma nova geração de estrelas massivas nascem na NGC 1532 devido a essa interação. Elas são visíveis como pontos roxos nos braços espirais.
Essa imagem requintada foi feita usando o telescópio dinamarquês de 1.5 metros localizado no ESO em La Silla no Chile. Ela foi montada com base me dados obtidos através de três diferentes filtros: B, V e R. O campo de visão é de 12 x 12 minutos de arco.
Créditos:http://www.cienctec.com.br

Pesquisador australiano descobre galáxias que são 'fósseis vivos'

Achado indica que as estrelas regulam a taxa de formação de novos astros no interior das galáxias
O astrônomo Andy Green descobriu "dinossauros vivos" no espaço, galáxias no Universo atual com características que, acreditava-se, só teriam existido no passado distante, diz nota da Universidade Swinburne, na Austrália. O relato da descoberta, que também é o primeiro artigo científico assinado por Green, está na edição desta semana da revista Nature. "Não achávamos que essas galáxias existiam. Descobrimos que sim, mas elas são extremamente raras", disse, na nota, Karl Glazebrook, orientador de tese de Green. As galáxias descobertas têm forma de disco, que lembra a Via Láctea, mas são turbulentas e estão formando um grande número de estrelas jovens. "Acreditava-se que galáxias assim existiam apenas no passado distante, há bilhões de anos, quando o Universo tinham metade de sua idade atual", disse Glazebrook. Astrônomos supunham que a rápida formação de estrelas nas galáxias antigas era impulsionada por um mecanismo peculiar ao Universo primitivo: um fluxo contínuo de gás frio. Mas a descoberta de galáxias do mesmo tipo no Universo atual indica que esse mecanismo não pode ser o único para a formação acelerada de estrelas. É possível que a formação de estrelas gera uma turbulência no gás ao redor. Quanto mais estrelas surgem, maior a turbulência.  "Turbulência afeta a velocidade com que as estrelas se formam, então estamos vendo estrelas regulando a formação de estrelas", disse ele.
Fonte:Estadão

Entenda como são formados os gêiseres em lua de Saturno

           Gráfico mostra a explicação sobre como são formados os gêiseres em lua de Saturno.Foto: Nasa/Divulgação
Os misteriosos jatos de água na região polar sul da lua Enceladus, que orbita Saturno, ganharam explicação a partir de um modelo criado pela Nasa - a agência espacial americana: agua borbulhante.
A sonda Cassini, que investiga Saturno, seus anéis e luas, havia detectado sais de sódio e potássio e carbonatos, que indicavam a existência de um subsuperfície oceânica, além de calor na área. A partir desses dados, os cientistas criaram um modelo que explicaria os estranhos sprays de Enceladus.
O gráfico na imagem acima mostra bolhas nas águas da subsuperfície que passam por uma crosta de gelo e "alimentam" o gêiser. A água volta para a subsuperfície por fendas no gelo. Os sprays são formados de partículas de gelo, vapor de água e compostos orgânicos e são a marca de uma das mais incomuns luas do Sistema Solar.
Fonte: Terra

Nebulosa de emissão NGC 6820

                                                  Crédito: Adam Block/NOAO/AURA/NSF.
Esta imagem mostra parte da nebulosa de emissão NGC 6820. As nebulosas de emissão são nuvens de gás e poeira onde novas estrelas se formam. O gás é constituído essencialmente por hidrogénio, enquanto que a poeira é formada por minúsculos grãos de grafite e silicatos. No centro destas nebulosas existem, normalmente, enxames de estrelas recentemente formadas, tal como neste caso. Estas estrelas emitem grandes quantidades de radiação ionizante, o que leva o gás a ser excitado e a emitir fortemente.
Fonte: portaldoastronomo.org

Remanescente de supernova IC 443

                                                              Crédito: 2MASS/UMass/IPAC-Caltech/NASA/NSF.
 Imagem do remanescente de supernova IC 433 situado a cerca de 5000 anos-luz de distância. O arco azul visível em cima do lado esquerdo da imagem é devido a emissão proveniente de ferro excitado. No interior deste remanescente de supernova julga-se estar um dos objectos mais estranhos do Universo: uma estrela de neutrões. Resultado do colapso de uma estrela ocorrido há milhares de anos atrás, esta estrela de neutrões deverá ter apenas 20 km de diâmetro. Contudo, a sua massa deverá ser superior à do Sol, fazendo dela um objecto extremamente compacto e denso.
Fonte: Portaldoastronomo.org
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