8 de nov de 2010

Astrônomos Famosos


Jacques Montaigne, astrônomo francês que observou pela primeira vez o cometa de Biela em 1772, que depois foi observado por Jean Louis Pons, também astrônomo francês, em 1805. A órbita do cometa de Biela só foi calculada com precisão quando foi redescoberto pelo austríaco Wilhelm von Biela em 1826.Ele mostrou que era similar aos cometas de 1772 e 1805 e que retornava a cada 6,6 anos e sua órbita intercepta a da Terra. Quando voltou em 1846 estava dividido em duas partes e por volta de 1852 as duas partes estavam separadas a uma distância de 2,4 milhões de km e desde então o cometa não foi mais visto.

Johann Titius von Wittenber, descobriu em 1766 a sequência matemática que descrevia os tamanhos relativos das órbitas dos planetas conhecidos até então. Sua publicação não foi amplamente lida, porém foi o astrônomo alemão Johann Bode (1747-1826) ( mais conhecido ), que tornou a formula famosa.  Em 1913 a astrônoma britânica Mary Blagg obteve uma fórmula modificada que se ajusta não somente às distâncias planetárias, mas também à maioria das luas principais dos planetas gigante. Asaph Hall, astrônomo americano que em 1877 descobriu Deimos, o satélite mais externo de Marte e Fobos, outro satélite de Marte. Deimos tem uma órbita quase circular, a 23.460 km do centro do planeta e Fobos sua órbita está a 9380 km do centro do planeta.

William Lassel ( astrônomo amador britânico) e George Bond (astrônomo norte-americano) descobriram Hiperion, um satélite de Saturno em 1848.

Léon Foucault (1819-68) físico francês, fez uma experiência em 1851 com um pêndulo que demonstrou a rotação da Terra. Após observar um bastão vibrar à medida que girava em um torno, ele percebeu que um pêndulo oscilaria em plano fixo no espaço, a menos que uma força adicional provocasse nele um desvio. Ele demonstrou pela primeira vez a rotação da Terra suspendendo pêndulos em sua adega. Repetiu novamente a experiência no Panthéon de Paris, com um pêndulo de 67 metros.

William Pickering astrônomo americano, em 1898 descobriu o satélite de Saturno chamado Febe. Febe tem sua órbita um semi-eixo maior, de aproximadamente 13 milhões de quilômetros e o satélite move-se na direção oposta ao movimento orbital de Saturno.

Isaac Newton (1642-1727) foi um gênio completo em todos os campos do conhecimetno cientìfico da sua época. Partindo das teorias de Galileu e Kepler, chegou a lei da Gravitação Universal, que discute o tipo de forças de atração de massas. Estabeleceu as leis fundamentais da Dinâmica e deixou trabalhos importantes em várias áreas do conhecimento: matemática, mecânica, calor, óptica, astronomia e filosofia.

O matemático Hermann Minkowski (1864-1909) afirmou que o conceito de espaço-tempo substituiria os conceitos de espaço e de tempo como entidades separadas. O espaço e o tempo estão unidos de maneira precisa pelas teorias da Relatividade, como consequência as medidas de distância e de tempo não são mais absolutas, mas dependem da velocidade que se encontra o observador.  Carl Gauss, cientista alemão que por volta de 1818 desenvolveu um método para calcular as órbitas dos asteróides e o astrônomo alemão Johann Franz Encke (1791-1865) aplicou-o às observações que Jean-Louis Pons fizera sobre um cometa em novembro e dezembro daquele ano.

Albert Einstein (1879-1955), físico e matemático alemão cuja teoria da Relatividade espacial mudou as idéias sobre o espaço, o tempo e a natureza do universo. Em 1905, ele utilizou com sucesso a teoria quântica para explicar o efeito fotoelétrico, recebendo por isso o Prêmio Nobel de Física em 1921.
Fonte: http://www.100pcastronomia.xpg.com.br/

O Centro da Galáxia Ativa Centaurus A

Um fantástico amontoado de de jovens aglomerados azuis incandescem gigantescas nuvens de gás, e impõem linhas de poeira escura ao redor da região central da galáxia ativa de Centaurus A. Esse mosaico aqui reproduzido foi feito pelo Telescópio Espacial Hubble que combinou imagens em azul, verde e vermelho e foram então processadas para apresentar uma cor natural dessa paisagem cósmica. Imagens infravermelhas do Hubble também tem mostrado que escondido no centro desta atividade estão o que se parecem discos de matéria caindo de forma espiral no buraco negro com um bilhão de vezes a massa do Sol. A galáxia Centaurus A aparentemente é o resultado da colisão de duas galáxias e os detritos que restaram estão sendo consumidos pelo buraco negro. Os astrônomos acreditam que esse buraco negro central gera energia na forma de ondas de rádio, raios-X, e raios gamma que são emitidos pela Centaurus A e por outras galáxias ativas. Para uma galáxia ativa, a Centaurus A é uma galáxia relativamente próxima localizada a 10 milhões de anos-luz de distância e dessa forma se torna um laboratório conveniente para se explorar, estudar e entender essas poderosas fontes de energia.

Entenda como os cientistas sabem a composição química dos planetas e estrelas

Quase sempre, os artigos sobre galáxias estrelas e planetas contêm alguma informação sobre a composição química de seu interior e de sua atmosfera, na maioria das vezes expressadas com bastante precisão. Mas como é possível determinar de que são feitos se apenas sua tênue luz chega até nós? Apenas olhando?
Leia a matéria completa em: http://www.apolo11.com/espectro.php
Créditos: APOLO11.COM

Passando a 700 Quilômetros de Um Cometa


 Que tipo de cometa é esse? Na última semana a sonda Deep Impact da NASA cumprido sua missão denominada de EPOXI passou pelo cometa 103P/Hartley, também conhecido como Hartley 2, e registrou imagens e dados que são estranhos e ao mesmo tempo fascinantes. A Deep Impact fez sua maior aproximação, aproximadamente 700 quilômetros do cometa quando registrou essa imagem aqui reproduzida. Como se esperava, o cometa se mostrou como um verdadeiro iceberg que orbita o Sol entre a Terra e Júpiter. Contudo, feições inesperadas nas imagens despertaram várias questões. Por exemplo, onde estão todas as crateras? Por que existe uma área suave no meio do cometa? Quanto material o cometa Hartley 2 está perdendo para o espaço? Análises futuras e comparações com outros núcleos cometários podem responder a algumas dessas questões e talvez levar a um melhor entendimento dos cometas, meteoros e até mesmo do Sistema Solar no momento de sua formação.                                                                

LHC vai começar a estudar o Big Bang

  Fonte de íons de chumbo, que serão acelerados ao longo dos 27 km do anel do LHC.[Imagem: CERN]
O Grande Colisor de Hádrons, mais conhecido como LHC, atingiu nesta quinta-feira uma etapa importante, ao finalizar as colisões de prótons previstas para sua primeira fase de operações. A partir de agora, o LHC passa para uma outra fase, na qual serão feitas colisões usando íons de chumbo.

Luminosidade

Uma das principais metas para 2010 era chegar a uma luminosidade - uma medida da taxa de colisões - de 1032 por centímetro quadrado por segundo. Isto foi alcançado em 13 de outubro, com duas semanas de antecedência. Antes de encerrar as colisões de prótons, a máquina atingiu esse valor duas vezes, permitindo que os experimentos duplicassem a quantidade de dados coletados em um período de poucos dias. O principal objetivo para 2011 será coletar dados suficientes - uma quantidade conhecida pelos físicos como um femtobarn inverso - para fazer avanços que, espera-se, possam cruzar as fronteiras da física atual. Os resultados obtidos até agora, quando se atingiu um total de energia de 7 TeV, incluem a validação de aspectos do Modelo Padrão de partículas e a observação de um fenômeno físico potencialmente desconhecido.

Matéria primordial

A colisão de íons de chumbo vai avançar por outras fronteiras, rumo ao estudo dos primeiros instantes de existência do Universo. Um dos principais objetivos com o uso do chumbo é produzir pequenas quantidades da matéria primordial que preenchia o Universo instantes depois de sua criação, conhecida como plasma de quarks-glúons, e estudar sua evolução para o tipo de matéria que compõe o Universo hoje. Os cientistas esperam lançar alguma luz sobre as propriedades da interação forte, que liga as partículas chamadas quarks, em objetos maiores, como prótons e nêutrons. O LHC vai colidir íons de chumbo até 6 de Dezembro, antes de uma parada técnica para manutenção. O funcionamento do colisor irá recomeçar, novamente com prótons, em fevereiro de 2011.

Atirando Raio Laser na Direção do Centro Galáctico

Essa imagem impressionante, foi feita em 10 de Maio e 2010 pelo astrônomo do ESO Yuri Beletsky, e registra a beleza do céu acima do Paranal. Um dos telescópios do Very Large Telescope do ESO de 8.2 metros, o Unit Telescope 4 é visto contra um fundo impressionante repleto de estrelas que constituem a Via Láctea. Um feixe de laser está sendo apontado perfeitamente para o centro galáctico. Quando utilizada com uma óptica adaptativa a estrela artificial criada pelo laser permite que ao telescópio obter imagens e espectros livres do efeito de borrão causado pela atmosfera. Quando essa imagem foi feita, os astrônomos Stefan Geillessen e Hauke Enkel estavam usando o equipamento SINFONI, juntamente com a guia laser para estudar o centro da Via Láctea onde existe um buraco negro supermassivo. O campo de visão dessa imagem é bem grande, aproximadamente 180 graus. Um dos Telescópios Auxiliares que são utilizados para interferometria pode ser visto à direita na imagem.

Simulador do Juízo Final permite destruir a Terra com um clique

O resultado vem na forma de uma série de estatísticas, incluindo o tamanho da bola de fogo e da cratera que o impacto gerou.[Imagem: Divulgação]

Tiro ao alvo

Cientistas criaram um site cujo objetivo é simular a destruição da Terra.Você pode destruir nosso querido planeta a seu modo: desde que seja usando um "pedregulho" espacial. A mira já está pronta, não há como errar. O usuário só tem que escolher o diâmetro, a densidade e a velocidade do cometa ou asteroide... e clicar para ver o tamanho do estrago. O resultado vem na forma de uma série de estatísticas, incluindo o tamanho da bola de fogo e da cratera que o impacto gerou. Se o objeto acertar o oceano, você fica sabendo na hora o tamanho da tsunami produzida.

Impacto na Terra

Apesar de parecer uma brincadeira de gosto duvidoso, o projeto tem larga fundamentação científica, e seu principal objetivo é justamente discutir os simuladores que visam prever as consequências de um impacto real sobre a vida na Terra. Os processos envolvidos na simulação incluem a entrada de um objeto na atmosfera, geologia da formação de crateras, expansão explosiva, radiação termal, deposição de resíduos do impacto, abalos sísmicos e propagação da onda choque na atmosfera. O site, que é um melhoramento de uma outra simulação do fim do mundo, divulgada em 2004, é resultado das pesquisas de Robert Marcus (Harvard), Jay Melosh (Purdue) e Gareth Collins (College London). Eles estão entre o grupo de pesquisadores que defende que foi o impacto de um meteorito no México que causou a extinção dos dinossauros.

O endereço do simulador é www.purdue.edu/impactearth/.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=simulador-juizo-final&id=010150101105&ebol=sim

Asteróide, meteoro e cometa. Qual a diferença?

Se você é uma daquelas pessoas que “entende quando escuta, mas se tiver que explicar não sabe”, nós podemos ajudar – pelo menos, no que diz respeito ao que está no céu. Essas palavras comuns no título do artigo significam claramente coisas diferentes. Mas quem sabe dizer o que é que realmente é diferente entre elas? Pois bem, um asteróide é um corpo de rocha que orbita o sol. Ele tem diâmetro menor do que 1.000 quilômetros, e é normalmente composto de carbono e metais.

A maioria dos asteróides do nosso sistema solar vive no cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter. Apesar de existirem milhões de asteróides no cinturão, muitos deles com diâmetro superior a 100 km, a massa de todos eles juntos ainda seria inferior a 5% da nossa lua. Já os cometas, como o Harley, são bolas de poeira e gelo. Eles se formam no Cinturão de Kuiper ou na Nuvem de Oort. Os cometas também orbitam o Sol, mas suas órbitas são muito maiores do que as dos asteróides, que são geralmente mais elípticas.

Conforme os cometas se aproximam do sol, a energia solar começa a evaporar seu gelo, e isso é o que cria a sua famosa cauda. O espaço, entretanto, ainda comporta outras coisas. Existem também diferenças substanciais entre os meteoróides, os meteoros e os meteoritos. Um meteoróide é um objeto sólido que se desloca no espaço interplanetário, de tamanho consideravelmente menor do que um asteróide e significativamente maior do que um átomo.

Já um meteoro, na maioria dos casos, são restos de uma colisão de asteróides, ou simplesmente um meteoróide que entrou na atmosfera da Terra. Quando isso acontece, eles queimam-se tipicamente e criam estrias no céu. Esse processo foi o que deu ao meteoro seu apelido de “estrela cadente”. Por fim, um meteorito é um meteoro que sobreviveu a essa queima na atmosfera e aterrissou no planeta.
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