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Mostrando postagens de Novembro 9, 2010

Físicos brasileiros sugerem que energia do vácuo pode destruir estrelas

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Os físicos descobriram, na teoria, um efeito capaz de 'despertar' a energia do espaço vazio Seria a energia presente no vácuo capaz de controlar o destino de estrelas ou até mesmo do Universo inteiro? Uma nova linha de pesquisa conduzida por físicos brasileiros está mostrando que talvez isso seja possível. O assunto é o destaque da nova edição da revista Unesp Ciência, da Universidade Estadual Paulista. Os físicos descobriram, na teoria, um efeito capaz de transformar a energia do espaço vazio em protagonista de uma destruição “cataclísmica”, como definiu George Matsas, professor do Instituto de Física Teórica (IFT) da Unesp em São Paulo. O fenômeno é chamado de “despertar do vácuo”. Matsas coordena o Projeto Temático “Física em Espaços-Tempos Curvos”, apoiado pela Fapesp. A descoberta foi feita pelo professor Daniel Vanzella, do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo, e seu aluno William Couto Corrêa de Lima, que faz doutorado com Bolsa da Fapesp, e foi…

O Crescimento de Cavas na Calota Polar Sul de Marte

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Crédito: JPL / NASA / Universidade do Arizona
Essa imagem aqui reproduzida mostra uma porção da calota polar permanente no pólo sul marciano, que é composta de dióxido de carbono congelado (gelo seco). Essa fatia de gelo seco possui alguns metros de espessura e é coberta de cavas quase que circulares.O gelo é muito volátil em comparação com a água congelada, ele sublima (evapora diretamente do estado sólido para o estado gasoso) formando o gás dióxido de carbono quando está exposto a uma iluminação solar suficiente. O gelo nessa calota polar persiste de uma para outro, ainda que observações feitas por outras sondas têm mostrado que as paredes das cavas nesta imagem estão retraindo aproximadamente 3 metros por ano, comendo a fatia de gelo seco. Essas paredes estão retraindo de forma rápida pois elas são bem inclinadas e absorvem muito mais luz solar do que a superfície adjacente plana (que não mostra mudanças). Essa imagem é típica das superfícies na calota polar do pólo sul de Marte. O …

A tromba de Elefante na IC 1396

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Telescópio capta imagens inéditas de explosões solares

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Cientistas do Brasil e da Argentina, com apoio da FAPESP, obtêm primeiras imagens do Sol feitas com equipamentos que mostram atividade solar com grau de detalhamento sem precedentes.[Imagem: Casleo] Observação do Sol Um grupo de cientistas do Brasil e da Argentina acaba de anunciar a obtenção das primeiras imagens do Sol adquiridas com telescópio e filtro H-Alfa - um instrumento capaz de mostrar as regiões ativas da atmosfera solar com grau de detalhamento sem precedentes quando operado no mesmo local com dois outros telescópios solares no infravermelho e em ondas submilimétricas. As primeiras imagens foram obtidas no dia 20 de outubro, no observatório do Complexo Astronômico El Leoncito (Casleo), localizado em San Juan, na Argentina. A iniciativa faz parte de um convênio que envolve, há dez anos, cientistas do Casleo e do Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie (Craam), da Escola de Engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

De acordo com Pierre Kaufmann, professor do…

Por que o Sol não explode?

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As reações de fusão nuclear que fazem brilhar o Sol são a demonstração mais eloquente da transformação de matéria em energia, prevista pelo físico alemão Albert Einstein (1879-1955) na sua Teoria da Relatividade. "Na fase atual o Sol é uma estrela estável. E o que mais fascina, ela é uma estrela que controla a sua própria estabilidade", afirma o astrônomo Renan de Medeiros. A explicação parece algo complicado: O Sol só explodiria se a taxa de reações nucleares nas regiões centrais de seu corpo aumentasse drásticamente, o que provocaria um aumento dramático da temperatura e se não houvesse uma expanção da estrela. Porém, como consequência direta do aumento da temperatura, o Sol se expandiria. Porém, essa expanção, então, provocaria uma diminuição da temperatura, o que implica uma necessária redução das reações nucleares para os níveis originais. Resultado: volta à estabilidade, por isso que o Sol não explode. Outra causa possível de explosão: Se as taxas de reações nucleares d…

Astrônomos acham sistema planetário ao redor de estrela binária

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Astrônomos dizem que as prováveis cores e tamanhos dos planetas e estrelas lembram um jogo de sinuca/Foto: Universidade de Sheffield/ Universidade de Warwick /Divulgação Astrônomos das universidades de Warwick e de Sheffield, ambas no Reino Unido, afirmam ter descoberto um raro sistema planetário em uma estrela binária. A estrela binária NN Serpentis é formada por uma estrela anã vermelha e uma anã branca que orbitam uma a outra e estão muito próximas, o que diminui o tempo de órbita - se elas estivessem no lugar do nosso Sol, veríamos a anã vermelha, que é maior, eclipsar a branca a cada três horas e sete minutos. Já se acreditava que pelo menos um planeta orbitava NN Serpentis. Contudo, um estudo desses constantes eclipses registrou um padrão de pequenas, mas significantes irregularidades na órbita das estrelas e indicou a presença de dois planetas gigantes gasosos. Um deles com seis vezes a massa de Júpiter e com uma órbita de 15,5 anos ao redor da estrela binária. O outro, acredita…

Uma Cratera de Impacto Que Está Se Apagando em Marte

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Uma nova mancha negra apareceu em uma imagem analisada pelo CTX de Julho de 2008 que não tinha sido vista anteriormente quando a mesma região foi imageada pelo instrumento THEMIS VIS da sonda Mars Odyssey em Novembro de 2004. Imagem em alta resolução obtida pelo instrumento HiRISE em Novembro de 2008 (painel a esquerda na imagem abaixo) confirmou que essa mancha escura surgiu a partir de material ejetado de um aglomerado de crateras. Três grandes crateras com diâmetro variando entre 3 e 5 metros e no mínimo 5 crateras menores fazem parte do aglomerado registrado pelas imagens. Uma cratera menor fora do aglomerado, com aproximadamente 2 metros de diâmetro, não aparece na imagem está localizada 300 metros distante na direção noroeste (canto inferior direito da imagem). Essas crateras foram provavelmente produzidas por um único objeto que ao entrar na atmosfera de Marte foi quebrado em vários pedaços que acabaram se chocando com a superfície produzindo esse aglomerado. O objeto, provavelm…

LHC cria mini Big Bangs e não destrói a Terra

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Simulação do resultado de uma colisão de íons de chumbo. O experimento ALICE está registrando as colisões reais, provavelmente muito parecidas com esta. [Imagem: CERN]
O mundo não acabou, de novo
Eram 21h30 deste domingo, dia 07 de Novembro, e tudo aconteceu rápido demais. Tão rápido que não havia nem um só catastrofista de plantão. Primeiro, os cientistas arrancaram os elétrons de átomos de chumbo, transformando-os em íons. A seguir, aceleraram esses íons a velocidades altíssimas, e os fizeram colidir uns contra os outros. O resultado foi que o homem finalmente conseguiu criar mini Big Bangs, reproduções em escala reduzida daquilo que deve ter acontecido quando nosso Universo foi criado. Mas, ao contrário do que alguns poucos esperavam, o mundo não acabou.
Buracos negros do LHC
Tudo aconteceu dentro do LHC, que já foi chamado de Máquina do Fim do Mundo e de Máquina do Começo do Mundo. Alguns físicos ganharam notoriedade passageira ao apregoarem que tais choques de partículas poderiam cri…

O que vai suceder o famoso LHC?

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E volta à pauta de discussões o Projeto Big Bang, que criou um equipamento chamado LHC (sigla em inglês para Grande Colisor de Hádrons), um acelerador de partículas que custou 10 bilhões de dólares e pretende recriar, em pequena escala, o que foi o Big Bang, explosão que deu origem ao universo. O LHC, que está instalado no subterrâneo de uma região no interior da Suíça, deve ficar em funcionamento até 2030. Mas os cientistas já pensam sobre o que irá substituí-lo. Primeiro, vamos falar do futuro do LHC. Ele seguirá coletando informações sobre as colisões de prótons, sem interrupção, até 2012. Neste ano, haverá um desligamento para reparos, durante 15 meses, e funcionar sem paradas até 2015. Nova parada de 15 meses para atualização, e mais um período de funcionamento contínuo até 2020, quando então haverá uma melhora na capacidade, no aumento da taxa de colisão das partículas e no fornecimento de dados. Com essa reforma, ficará funcionando até 2030, quando enfim será desativado. Quando…

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