11 de nov de 2010

Sonda em Saturno deve voltar a operar em breve, diz Nasa

Espera-se que a Cassini esteja plenamente operacional em 24 de novembro
Imagem feita pela Cassini revela as diferenças de temperatura em Saturno/Divulgação/Nasa
A Nasa espera que a sonda Cassini volte a operar normalmente antes do fim de novembro, depois de ter entrado em modo de segurança na semana passada.
Engenheiros do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa reativaram o computador de bordo da Cassini e eliminaram o problema. Ainda não se sabe por que houve o defeito.
Espera-se que a Cassini esteja plenamente operacional em 24 de novembro. Um dos instrumentos científicos já foi reativado, e os engenheiros irão reativar os demais na próxima semana. A Cassini tinha um sobrevoo da maior lua de Saturno, Titã, programado para esta quinta-feira. A passagem ocorrerá, mas não haverá registro de dados na oportunidade.

A Morte Quente do Universo

A ideia da morte quente do universo foi proposta seguindo a descoberta das leis da termodinâmica. Essas leis em essência, mostram que as coisas tendem a mover na direção de um estado de entropia. A morte quente do universo seria um universo em um estado absoluto de entropia, onde a energia e a densidade são igualmente distribuídas pelo universo. A termodinâmica é a área da física que estuda a relação entre calor, pressão e volume dos gases. Ela também estuda a base da transferência de energia. O ponto de partida no entendimento da termodinâmica é considerar quais os tipos de energia que uma partícula pode ter. Os físicos normalmente quebram isso em três categorias. Existe a energia cinética translacional, que é a energia associada com o movimento, existe a energia vibracional, que é a energia registrada na partícula que a faz vibrar com uma determinada velocidade, e por último existe a energia rotacional, que é qualquer energia associada com a rotação de uma partícula. Essas são chamadas de energias transferíveis, pois outros tipos de energia associadas com a composição atômica só são obtidas com a fissão ou fusão nuclear. Esses três tipos de energia são normalmente transferidas entre as partículas próximas durante colisões. Algumas colisões são eventos instantâneos, mas em sólidos e líquidos a vibração e rotação das partículas transferem energia para seus vizinhos. Como a quantidade de energia que pode ser transferida é proporcional à energia armazenada em uma partícula, existe um efeito onde os sólidos que estão em contato com outro terão o mesmo calor, ou nível de energia, no tempo. Esse processo é chamado de entropia, é possível gerar força a partir da transferência de energia de um corpo quente para um corpo frio. Uma vez que a transferência tenha ocorrido, a energia é menos útil, e o universo se move mais próximo para o estado de entropia. O fato de que nenhuma atividade pode na verdade diminuir o nível de entropia de todo o universo tem feito muitos físicos acreditarem que em algum ponto, toda a energia no universo se tornará inútil e que o universo terá densidade e energia uniforme. Esse processo é chamado de morte quente e representa uma das teorias físicas do fim do universo. Algum tempo atrás, os físicos pensavam que um buraco negro representaria o fim do universo, desde que a gravidade tende a fazer que os objetos se juntem. Um artigo recentemente publicado por Stephen Hawking desaprova essa teoria mostrando que os buracos negros que não absorvem mais energia emitem luz ou energia infravermelha em um padrão uniforme. Essa descoberta mais recente significa que embora possa parecer estranho que o universo (que é na sua maioria composto por objetos sólidos) pode em algum ponto se reduzir a uma densidade uniforme, essa é uma das soluções mais prováveis pelo o entendimento atual que a física possui.

Uma Galáxia de Pernas Para O AR

A imagem aqui reproduzida destaca as partes centrais da galáxia de explosão de estrelas conhecida como NGC 1313. O estado bem ativo dessa galáxia é a parte mais evidente na imagem, mostrando muitas regiões de formação de estrelas. Um grande número de nebulosas de super conchas que são na verdade casulos de gás inflados e entalhados pelas sucessivas explosões de formação de estrelas que estão visíveis. As nebulosidades esverdeadas são regiões emitindo nas linhas de oxigênio ionizado e pode abrigar aglomerados com estrelas muito quentes. Essa composição colorida é baseada em imagens obtidas com o instrumento FORS1 acoplado a um dos Unit Telescope de 8.2 metros do Very Large Telescope do ESO, localizado em Cerro Paranal no Chile. Os dados foram obtidos na noite de 16 de Dezembro de 2003, através de diferentes filtros de banda larga (R, B e z) e filtros estreitos (H-alfa, OI e OIII).
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