16 de nov de 2010

Sistema solar em formação

                                Crédito: NASA.
Esta visão artística representa um sistema solar em formação. Após a formação da estrela central, os restos deixados para trás da nebulosa inicial fornecerão a matéria prima para a formação de planetas. Estes formam-se a partir da aglomeração de matéria distribuída num disco de poeiras em torno da estrela. O restante material dará origem a asteróides e cometas. Todo este processo dura vários milhões de anos.

A Astrobiologia e o Cinturão de Kuiper

Vamos olhar hoje algumas novidades trazidas pela equipe da New Horizons. É importante lembrar que esta nave espacial, após completar sua passagem pelo sistema Plutão/Caronte em 2015, estará se movendo cada vez mais além, para explorar as profundezas do Cinturão de Kuiper. Assim, a equipe de planejamento desta missão tem a esperança que vai haver oportunidade para um estudo atento de um ou mais KBOs (Kuiper Belt Objects) no futuro.
Leia a postagem completa em: http://eternosaprendizes.com/2010/11/08/a-astrobiologia-e-o-cinturao-de-kuiper/
Créditos: http://eternosaprendizes.com

Arqueólogos querem determinar causa da morte de Tycho Brache

Tycho Brahe descobriu alguns dos mistérios do Universo no século 16 – e agora, cientistas contemporâneos querem desvendar o mistério de sua morte repentina. Nesta segunda-feira (15/11/2010), uma equipe internacional de pesquisadores abriu seu túmulo em uma igreja de Praga, onde o dinamarquês está enterrado desde 1601.
Léia a postagem completa em: http://mensageirodasestrelas.blogspot.com/2010/11/arqueologos-querem-determinar-causa-da.html
Créditos:Mensageiro das estrelas

A Maior Foto Já Feita na História da Humanidade – O Campo Ultra Profundo do Hubble

Quando se observa uma imagem dessas pela primeira vez, muitos sentimentos podem vir a tona. Um deles é de pensar como somos realmente pequenos nessa imensidão do universo. Outro sentimento é o quanto ainda temos para descobrir sobre o cosmos onde vivemos. Muitas vezes nos deparamos com essa imagem, ela é conhecida como Campo Ultra Profundo do Hubble, é na verdade uma imagem feita pelo Hubble do limite da sua visão.

Um Antigo Aglomerado Globular Brilha Contra Um Fundo Estrelado

Entre a miríade de estrelas nessa imagem brilha o NGC 2257, uma coleção de gemas cósmicas mantidas unidas pela gravidade. Com uma idade de muitos bilhões de anos, mais ainda com um impressionante brilho, ele é um objeto astronômico importante para se entender a história do universo.
O NGC 2257 é um aglomerado globular, o nome vem da concentração esférica de estrelas que orbitam o centro galáctico, mas as vezes esse tipo de objeto é encontrado longe do centro da galáxia nas áreas de halo das galáxias. Aglomerados globulares contém estrelas muito velhas, tipicamente com 10 bilhões de anos de vida, e podem ser usado como um registro fóssil onde é possível aprender sobre o passado do universo. Eles são densamente povoados, com dezenas de centenas de milhares de estrelas aglomeradas em um diâmetro de algumas dezenas de anos-luz. O NGC 2257 localiza-se nos subúrbios na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea. Ele um dos 15 aglomerados globulares muito antigos que existem na Grande Nuvem de Magalhães. A imagem aqui reproduzida foi feita a partir de dados obtidos com o instrumento chamado Wide Field Imager acoplado ao telescópio MPG/ESO de 2.2 metros em La Silla, e utilizou os filtros B, V e I que são mostrados aqui em azul, verde e vermelho respectivamente. O campo de visão é de aproximadamente 20 por 20 arcos de minuto. Essas observações foram feitas dentro do ESO Imaging Survey, um projeto que foi planejado para fazer pesquisas de imageamento públicas com o objetivo de identificar alvos que seriam então seguidos com o Very Large Telescope.

A Galáxia Espiral M66

A grande e bela galáxia espiral M66 localiza-se a 35 milhões de anos-luz de distância da Terra. Ela possui aproximadamente 100 mil anos-luz de comprimento e é uma maravilhosa ilha do universo bem conhecida pelos astrônomos como sendo membro da Trinca Leo de galáxias. Na M66, pronunciadas linhas de poeira e jovens e azuis aglomerados estelares varrem ao longo dos braços espirais que são respingados com regiões rosas de formação de estrelas. Essa imagem aqui reproduzida colorida e de campo profundo revela extensões apagadas além do disco da galáxia que aparece mais brilhante. Claro que o brilho das estrelas localizadas no primeiro plano estão dentro da nossa própria galáxias, mas muitas pequenas distantes galáxias no plano de fundo podem ser vistas nessa imagem. Interações gravitacionais com galáxias vizinhas provavelmente influenciaram na forma da galáxia espiral M66.

Projeto Genoma marciano irá procurar DNA alienígena no planeta vermelho '

                         A superfície marciana é inóspita acima, mas sinais de vida poderia estar escondido sob a superfície. NASA / JPL
Quando hipóteses sobre a vida que possam existir em outros lugares do universo, a tendência é visualizar algo muito diferente da vida aqui na terra. Mas aqui na nossa vizinhança galáctica, uma equipe de investigadores do MIT defende, a vida é tão provável a ver conosco. Seguindo essa linha de pensamento, a equipe está desenvolvendo um protótipo de decodificador de DNA alienígena que ele espera para enviar a Marte a bordo de uma missão da NASA / ESA previsto para lançamento em 2018. A premissa de seu raciocínio é este: Estima-se que Marte e a Terra têm trocado de um bilhão de toneladas de rochas ao longo de suas vidas. E alguns dos micróbios clandestino a bordo essas pedras podem ser bastante resistente, sobrevivendo a viagem. O DNA é bastante durável também. Na superfície de Marte que não iria durar muito tempo, mas protegido contra a radiação UV o DNA pode estar dormente em Marte por um milhão de anos. Então decodificador do MIT  será projetada para cavar. Se alguma vez houve vida em Marte, ou se há matéria orgânica enterrada lá de outras origens - sejam eles da Terra ou em outro lugar - a busca de extraterrestres Genomas (SETG) deve ser capaz de isolar, amplificar e identificar os ácidos nucleicos ali em Marte , nenhuma viagem de retorno necessário. A tecnologia ainda está um par de anos longe dos testes de campo no deserto de Atacama, no Chile ou na Antártica, dois dos análogos da Terra para o áridas, desertos frios de Marte. Se passar reunir lá, ele poderia estar caçando os blocos construtores da vida no planeta vermelho pela madrugada da próxima década.

Cientistas encontraram pistas da matéria escura no centro da Via Láctea

Os cientistas acreditam que a Via Láctea é cheia de matéria escura, uma substância ainda não identificada que compõe mais de 80% da matéria do universo. Embora a matéria escura tenha sido detectada pela sua força gravitacional nas estrelas e galáxias, muitas das suas propriedades fundamentais ainda são desconhecidas.
Leia a matéria completa em: http://hypescience.com/cientistas-encontraram-pistas-da-materia-escura-no-centro-da-via-lactea/
Fonte:www.hypescience.com

Nasa confirma o mais jovem buraco negro já observado

Imagem muitiespectral feita por diversos satélites mostra a galáxia M100 e o remanescente da supernova SM 1979C. Nesta cena, os dados coletados no espectro de raios-x pelo telescópio Chandra são vistos em tons de amarelos. M100 se localiza na constelação de Virgem, a 50 milhões de anos-luz da Terra. Crédito: X-ray: NASA/CXC/SAO/D.Patnaude et al, Optical: ESO/VLT, Infrared: NASA/JPL/Caltech - NASA/CXC/A.Hobart - Apolo11.com.
De acordo com os pesquisadores, o mais jovem buraco negro tem apenas 30 anos desde que se formou. O objeto foi criado a partir da explosão supernova observada em 1979, a 50 milhões de anos-luz da Terra, no interior da galáxia M100. A descoberta foi possível através de dados coletados entre 1995 e 2007 pelos satélites Chandra e Swift, da Nasa, XMM-Newton, da agência espacial europeia e Rosat, da agência espacial alemã. As observações revelaram uma intensa fonte de raios-x que se manteve estável durante todo o período de estudo, sugerindo que o objeto é de fato um buraco negro alimentado pelo material atraído da supernova ou de uma estrela companheira que também sucumbiu.
"Se nossa interpretação estiver correta, este é testemunho mais recente do nascimento de um buraco negro", disse o autor do trabalho Daniel Patnaude, ligado ao Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica, em Cambridge. Os cientistas acreditam que SN 1979C, descoberto por um astrônomo amador em 1979, se formou quando uma estrela com cerca de 20 vezes a massa do Sol desmoronou sobre si mesma.

Diferença

Diversos buracos negros jovens, em várias partes do Universo, já foram detectados previamente na forma de um intenso pulso de raios gama (GRB). No entanto, SN 1979C é diferente. Além de estar muito mais próximo, o objeto pertence a uma classe de supernovas improvável de produzir GRBs. Modelos teóricos mostram que a maioria dos buracos negros se forma após o colapso de uma estrela, mas sem produzir qualquer pulso de raios gama. Segundo o coautor do trabalho, o astrofísico Abraham Loeb, também do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica, essa pode ser a primeira vez que um modo comum de se formar um buraco negro foi observado. "É muito difícil de detectar esse tipo de nascimento, já que são necessárias décadas de observações no espectro de raios-X", disse Loeb.
A ideia de um buraco negro com uma idade observada de apenas 30 anos é consistente com diversos trabalhos teóricos recentes. Em 2005, uma teoria mostrava que o brilho de SN 1979C no espectro visível era alimentado por um jato de partículas incapaz de penetrar o envelope de hidrogênio da estrela e produzir o pulso de raios gama, o que se confirma as observações atuais.

Nebulosas pulsar do vento

Apesar das evidências apontarem para a formação do buraco negro a partir do que restou de SN 1979C, outra possibilidade é que a emissão de raios-x observada pelos satélites seja proveniente de uma jovem estrela de nêutrons com intensos "ventos" de partículas altamente carregadas. Se essa teoria for confirmada, SN 1979C seria então a mais jovem e brilhante "nebulosa do pulsar de vento" e também a mais jovem estrela de nêutrons conhecida. A nebulosa do Caranguejo é o exemplo mais conhecido desse tipo de objeto, localizado a 950 anos-luz da Terra.

Rastro de poeira da Terra pode ajudar a descobrir novos planetas

Quando a Terra passa por um ambiente carregado de poeira, uma cauda se forma atrás do planeta
O anel de poeira da Terra, como pareceria visto de fora do Sistema Solar; cores indicam densidade/Divulgação/Nasa
O mergulho recente do Telescópio Espacial Spitzer no rastro de poeira que o planeta Terra deixa no espaço gerou dados que poderão ajudar cientistas a encontrar planetas em órbita de outras estrelas, diz nota emitida pela Nasa. "Planetas em sistemas solares distantes provavelmente tem rastros semelhantes", disse o pesquisador Mike Werner, ligado ao telescópio. "E, em algumas circunstâncias, essa poeira pode ser mais fácil de detectar que o planeta em si. Então, precisamos aprender a reconhecê-la".

A Terra tem um rastro de poeira não porque está soltando partículas no espaço, mas porque o Sistema Solar é, em si, um lugar empoeirado. O espaço interplanetário está repleto de fragmentos de colisões de asteroides. Quando a Terra passa por um ambiente carregado de poeira, uma cauda se forma atrás do planeta.
 
"À medida que a Terra orbita o Sol, ela cria uma espécie de concha, ou depressão, na qual as partículas de poeira caem, criando uma aglomeração de poeira - a cauda - que a Terra puxa atrás de si, por gravidade", explica Werner. O rastro segue o planeta em volta do Sol, criando um anel. A observação feita pelo Spitzer ajudou astrônomos a mapear a estrutura da cauda de poeira da Terra, e calcular como devem ser as caudas de outros planetas.
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