26 de nov de 2010

Sonda espacial confirma "ar" com oxigênio em lua de Saturno

Terra ganhou uma companheira na galeria dos corpos celestes com forte presença de oxigênio na atmosfera. Astrônomos anunciaram que Reia --segundo maior dos 62 satélites de Saturno-- tem o gás. Embora haja indícios claros da presença de oxigênio em outros planetas e satélites (como Europa, lua de Júpiter), a maioria dessas conclusões se baseia em observações indiretas, como as do Telescópio Espacial Hubble. Desta vez, a sonda não tripulada Cassini, da Nasa, conseguiu de fato coletar o gás. A descoberta será publicada numa edição futura da revista "Science". Para isso, ela sobrevoou o satélite a uma distância de apenas 97 quilômetros. Em termos espaciais, isso significa que o dispositivo "passou raspando" sobre a lua. A quantidade de oxigênio presente em Reia, no entanto, é muito inferior à que existe na Terra. A atmosfera detectada pela Cassini, composta de oxigênio e dióxido de carbono (CO2), é extremamente rarefeita, devido à baixa densidade e à massa pequena do satélite, entre outros fatores. A capacidade de um corpo assim conseguir reter gases e formar uma atmosfera, aliás, foi um dos aspectos que mais intrigaram os cientistas. Normalmente, os corpos celestes que possuem atmosfera costumam ser mais densos. A densidade do nosso planeta, por exemplo, é de aproximadamente 5,5 g/cm3, enquanto à de Reia não passa de 1,2 g/cm3. Isso significa que o satélite é apenas um pouco mais denso do que a água, que tem 1 g/cm3.

DESABITADO

Embora a composição química de Reia seja teoricamente favorável à vida --além do oxigênio recém descoberto, ela é composta principalmente de água no estado sólido--, o cientista que comandou o trabalho afirma que essa possibilidade é remota. "Todas as evidências da Cassini indicam que Reia é muito fria e desprovida de água em estado líquido, o que é necessário para a vida como a conhecemos", disse Ben Teolis, do Instituto de Pesquisa do Sudoeste, no Texas (EUA), em entrevista ao jornal britânico "Guardian".
Roberto Costa, professor do IAG (Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP), também duvida da existência de vida no satélite de Saturno."Essa descoberta não tem realmente nada a ver com vida. Saturno está fora do cinturão de habitabilidade. Ou seja, não tem água na fase líquida. Essas novas informações são realmente muito importantes, mas do ponto de vista do estudo da formação do Universo." Apesar de terem detectado a atmosfera, os cientistas ainda estão desenvolvendo (muitas) hipóteses para explicar sua formação. O oxigênio parece ser formado com a "quebra" do gelo presente no satélite, devido à influência magnética de Saturno. O dióxido de carbono também pode ter vindo do gelo, ou ainda ter sido depositado por materiais ricos em carbono que chegaram com o choque de minúsculos meteoros, entre outras possibilidades.

Detalhe da Nebulosa das Labaredas

É claro que a Nebulosa das Labaredas não está pegando fogo. Também conhecida como NGC 2024, a sugestiva coloração avermelhada da nebulosa é devido ao brilho dos átomos de hidrogênio na borda da gigantesca nuvem molecular de Orion que está localizada a aproximadamente 1500 anos-luz de distância da Terra. Os átomos de hidrogênio são ionizados, ou seja, têm seus elétrons retirados, e brilham à medida que os átomos e os elétrons são recombinados. Mas o que ioniza os átomos de hidrogênio? Nessa visão detalhada, a linha central escura de poeira de absorção interestelar mostra a sua silhueta contra o brilho do hidrogênio e na verdade esconde a verdadeira fonte da energia da Nebulosa das Labaredas dos telescópios que só captam a luz óptica. Atrás da linha negra está localizado um aglomerado de estrelas jovens e quentes, que podem ser vistos no comprimento de onda do infravermelho, uma vez que a radiação infravermelha consegue através essa densa nuvem de poeira. Uma estrela massiva e jovem neste aglomerado é provavelmente a fonte de radiação ultravioleta que ioniza o gás hidrogênio da Nebulosa das Labaredas.
Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap101126.html

Quando seremos capazes de criar uma base lunar?

Até agora, a Lua provou ser um lugar terrivelmente difícil de visitar, mas nós realmente gostaríamos de viver lá. Apesar dos anos de planejamento, não conseguimos muito além de colocar os pés na Lua. E isso tem décadas.Muito menos estabelecer uma base de operações permanente.
Ainda assim, os benefícios de uma colônia lunar seriam muitos. Uma base lunar serviria como o primeiro passo para assegurar a existência da raça humana no longo prazo - para a exploração e colonização de locais mais afastados do Universo. Ela forneceria um ponto seguro a partir do qual poderíamos melhorar nossa tecnologia de voos espaciais, explorar a superfície lunar e expandir nossa compreensão científica. Além disso, o advento da indústria lunar poderia fornecer aumento da produção de energia, digamos extraindo Hélio 3 ou coletando energia solar, e construção de uma espaçonave eficiente, bem como servindo tanto como impulso econômico quanto como iniciativa unificadora para toda a humanidade. (Por outro lado, os recursos da Lua poderiam sempre fornecer outra desculpa para as nações brigarem umas com as outras.) Indústria, economia e unificação da raça humana são todas ótimas razões para estabelecer um assentamento na Lua, ainda que nenhuma delas tenha impulsionado a construção de uma operação permanente, como nos planos do exército americano de 1959 para uma base militar lunar ou nos planos propostos pelo ex-União Soviética para uma base lunar em 1962 (ambos com o combustível adicional da Guerra Fria).
Mais recentemente, a Nasa voltou atrás com os planos de 2006 para um rudimentar acampamento lunar que obviamente não deram em nada. A volta atrás se deu por dois fatores: tecnologia e vontade. Do ponto de vista puramente tecnológico, sabemos que podemos alcançar a Lua. Também possuímos o grande talento para começar a construir lá, possibilitando a dimensão e a escala para as atividades lunares evoluírem. A maioria dos especialistas, contudo, acredita que nossos métodos de alcançar a Lua têm que se tornar mais eficientes, em termos de custos, e mais efetivos, em termos de energia, para facilitar a operação em larga escala lá. Isso significa desenvolver veículo pesado para cargas grandes e aperfeiçoar veículos mais baratos e mais rápidos para missões em pequena escala, como exploração do local, testes de tecnologia e experimentos isolados. Tais avanços, contudo, ainda exigem um grande esforço, ou seja, suporte financeiro significativo. Para as indústrias privadas, essa necessidade requer potencial para lucro no curto e no longo prazo. Para programas espaciais do governo, requer suporte político significativo e, mais frequentemente, o suporte básico da população. No começo de 2010, a economia e a política dos EUA adiaram indefinidamente os últimos planos da Nasa para o estabelecimento de uma base lunar. Logo depois, contudo, a Agência de Exploração Espacial do Japão (JAXA) revelou planos de estabelecer uma base lunar em 2020. Na esfera privada, contudo, a competição Lunar X Prize, do Google, continua a avançar na tecnologia para naves espaciais lunares em pequena escala. Alcançar a Lua é comprovadamente um dos maiores feitos da humanidade e, de longe, o auge de nossas viagens aos mistérios do espaço. O tempo dirá exatamente quando e como nós juntaremos força de vontade e desenvolveremos tecnologia para ir além disso.

O que aconteceria se morássemos na Lua?

Qualquer pessoa que cresceu assistindo aos lançamentos do projeto Apollo em direção à Lua, na década de 1970, além do filme 2001: Uma odisséia no espaço (que estreou em 1968), ficou com a impressão de que haveria colônias na lua em qualquer dia desses. Levando em consideração que já faz mais de 30 anos e não houve nenhum progresso significativo, é seguro afirmar que não haverá colônia na Lua tão cedo. Mas ainda é uma idéia tentadora. Não seria legal poder viver, passar as férias e trabalhar na Lua?
Vamos supor que realmente gostaríamos de colonizar a Lua. Existem algumas necessidades básicas com as quais os colonizadores da Lua teriam que se preocupar se isso fosse uma espécie de plano de vida de longo prazo. As mais básicas incluem:

•ar respirável;
•água;
•comida;
•abrigo pressurizado;
•energia.

O ideal seria obter o máximo desses recursos da própria Lua, pois os custos de envio até lá são inacreditáveis - algo em torno de US$ 100 mil por quilo. Um litro de água pesa de 1 kg; então, custa US$ 100 mil para enviá-lo à Lua! Com esses números, você vai querer levar o mínimo de coisas possível e produzir o máximo de coisas que puder quando estiver lá. A obtenção de ar respirável, na forma de oxigênio, é razoavelmente fácil na Lua. O solo do satélite contém oxigênio, que pode ser extraído usando-se calor e eletricidade.  A água é mais complicada, mas agora existem algumas evidências de que pode haver água na forma de gelo enterrado no pólo sul da Lua. Se for verdade, poderia ser possível a mineração da água, o que resolveria muitos problemas. A água é necessária para se beber e irrigar, além de poder ser transformada em hidrogênio e oxigênio para uso como combustível de foguetes.  Mas se não houver água disponível na Lua, ela terá que ser importada da Terra. Uma forma de fazer isso seria enviar hidrogênio líquido da Terra à Lua e provocar uma reação com o oxigênio do solo da Lua para criar a água. Já que as moléculas de água são compostas de oxigênio (67%) e hidrogênio (33%), essa poderia ser a maneira mais barata de levar água à Lua. Como um benefício secundário, o hidrogênio pode reagir com o oxigênio em uma célula de combustível para criar eletricidade.
­ A comida também é um problema. Uma pessoa come em média 225 kg de comida desidratada por ano. Uma colônia inteira de pessoas precisaria de toneladas de comida. A primeira coisa que uma pessoa na Terra pensaria é "Plantar o alimento na Lua". Pensamos dessa forma porque aqui na Terra as substâncias químicas como o carbono e o nitrogênio estão disponíveis livremente na atmosfera, e os minerais, disponíveis no solo. Uma tonelada de trigo é feita de uma tonelada de carbono, nitrogênio, oxigênio, hidrogênio, potássio, fósforo e assim por diante. Para cultivar uma tonelada de trigo, você terá que importar todas as substâncias químicas que não estão disponíveis na Lua. Uma vez que a primeira plantação for cultivada, e desde que a população da colônia seja estável, as substâncias químicas poderão ser reutilizadas em um ciclo natural. A planta cresce, uma pessoa a consome e a excreta como resíduo sólido, líquido e dióxido de carbono no ar. Esses resíduos nutrem o próximo conjunto de plantas. Mas você ainda tem que levar toneladas de comida ou de substâncias químicas até a lua para dar início ao ciclo. ­ Na categoria dos abrigos, é provável que os primeiros sejam estruturas infláveis importadas da Terra; mas foram feitas muitas pesquisas sobre a possibilidade de se construir estruturas de cerâmica e metal criados na Lua. ­A geração de energia na Lua é um desafio interessante. Provavelmente seria possível instalar células solares na Lua, mas a luz do Sol estaria disponível somente parte do tempo. Como já mencionamos, o hidrogênio e o oxigênio podem reagir em uma célula de combustível para criar eletricidade. A energia nuclear é outra possibilidade, usando o urânio extraído na Lua. ­ Com todas essas informações, você pode começar a ver por que não há uma colônia na Lua - é complicado! Mas vamos imaginar que quiséssemos criar uma colônia auto-sustentável de 100 pessoas na Lua. Vamos supor ainda que, para começar a colônia, fossem enviados à Lua, por pessoa:

•a própria pessoa: 100 kg;
•o primeiro kit de comida (ou de substâncias químicas para cultivar alimentos): 250 kg;
•abrigo inicial e equipamento: 500 kg;
•equipamento de produção: 500 kg.

­ São aproximadamente 1,5 t por pessoa e 150 t para a colônia. Ao constatar que um ônibus espacial em órbita pesa aproximadamente 80t sem combustível, e levar em conta que as 100 pessoas estão indo viver na Lua com apenas os materiais encontrados em dois ônibus espaciais, você percebe como é extremamente otimista essa estimativa de peso. A US$ 100 mil por quilo, só os custos de envio chegariam a US$ 15 bilhões. No momento em que você separar os custos de projeto, desenvolvimento, materiais, treinamento, pessoal e administração, assim como as quantidades reais dos materiais que devem ser enviados e o tempo e dinheiro investidos apenas para colocar a Estação Espacial Internacional na órbita terrestre baixa, você verá que mesmo uma pequena colônia na Lua custaria centenas de bilhões, se não trilhões de dólares.
­ Quem sabe no próximo ano...

Asteróides - Rochas a viajar pelo espaço

                                            Crédito: R. Evans & K. Stapelfeldt (JPL), WFPC2, HST, NASA.
O Telescópio Espacial Hubble captou esta imagem de um asteróide a passar pela constelação do Centauro. O trajecto do asteróide é visível a azul, em contraste com o fundo branco estelar. Este asteróide tem cerca de 2 km de diâmetro e foi localizado a cerca de 140 milhões de kilómetros de distância da Terra. Os asteróides são pedaços de rocha a viajar pelo espaço. Muitos deles chegam até à Terra, a maior parte das vezes entrando na nossa atmosfera e desfazendo-se em pequenas partículas, formando meteoros. Se as suas dimensões forem significativas, estes poderão causar problemas no nosso planeta. Estima-se que a Terra sofra um impacto com uma rocha destas com 100 m de diâmetro de 1000 em 1000 anos. Um colisão com um asteróide de 1 km é ainda mais rara, embora as suas consequências possam ser a nível planetário, podendo mesmo ser responsável pela extinção de várias espécies, tal como se pensa ter acontecido há 65 milhões de anos atrás com os dinossauros.

A galáxia Andrômeda pode ter nascido de uma colisão

A mais próxima galáxia em espiral da Via Láctea, Andrômeda, nasceu quando duas outras pequenas galáxias colidiram, de acordo com cientistas. Pesquisadores de várias nações construíram uma simulação computadorizada da forma com que Andrômeda evoluiu. O resultado mostra que duas pequenas galáxias colidiram 9 bilhões de anos atrás. 5 bilhões de anos atrás elas se fundiram definitivamente, formando a nossa galáxia vizinha. As simulações foram feitas no Observatório Astronômico Nacional da China. Os cientistas usaram oito milhões de partículas para simular estrelas, gás e matéria escura. Segundo os pesquisadores, o estudo também pode fornecer informações úteis para entendermos melhor a formação da nossa própria galáxia. Segundo os cientistas, apesar de termos conseguido detectar galáxias muito distantes, ainda nos falta conhecimento sobre as mais próximas.

Via Lactea

A fotografia acima mostra toda Via Láctea. Nela estão identificadas algumas estrelas, note a grande nebulosidade do centro galático e as "nuvens escuras". A Via Láctea, aquela faixa leitosa que cobre o céu nas noite límpidas, é uma região muito rica em aglomerados e nebulosas. No começo das noites de inverno, praticamente na nossa vertical, localizamos a direção do centro galático, próximo a Sagittarius e Scorpius. Esta é talvez a região mais interessantes para ser contemplada com binóculos ou telescópios de pequenos aumentos. No começo das noites do outono a Via Láctea é também imperdível, principalmente nas proximidades da "Falsa Cruz", Crux e Ara. No começo das noites de verão vemos outra parte da Via Láctea bastante interessante nas constelações de Taurus, Orion e Canis Major.

A Mitologia da Via Láctea.
 
Sol (Helios)
Filho de Hiperíon e Basiléia. Afogado pelos Titans no rio Eridano, foi colocado no céu como o fogo sagrado.

Lua ( Selene)
 Filha de Hipérion e Tea. Matou-se ao saber que seu irmão, Helius, afogara-se no rio Eridano. Posteriormente ambos foram transportados para o Céu.

Mercúrio ( Hermes)
 Filho de Júpiter (Zeus) e Maia. Era o "mensageiro dos deuses". Não há, na mitologia, divindade que tenha tantas atribuições como Mercúrio: intérprete, ministro fiel dos demais deuses, principalmente Júpiter, condutor das almas dos mortos aos infernos e, vice-versa, quando necessário. O corpo somente morria quando Mercúrio cortava definitivamente os laços que uniam a alma ao corpo.Foi também considerado o deus da eloquência, dos comerciantes e dos ladrões. Mercúrio foi acusado de um grande número de furtos:o tridente de Netuno, flechas e bois de Apolo, espada de Marte, além do cinto de Vênus.

Vênus ( Afrodite)
Deusa da beleza e do amor. Nasceu da espuma do mar, fecundada pelo sangue de Urano. Ao nascer, foi conduzida pelo vento Zéfiro para o Olimpo, onde todos os deuses ficaram impressionados com sua beleza, principalmente Júpiter que quis tornar-se seu amante; Vênus recusou. Para puni-la, Júpiter fez com que se casasse com Vulcano, o mais feio dos imortais.

Terra (Gaia )
Uma das mais antigas divindades, e mãe dos primeiros deuses. Tellus Mater ou Terra Mater, a "Mãe Terra", era uma das divindades mais adoradas pelos romanos. No dia das núpcias a noiva a invocava.

Marte ( Ares ) 
Filho de Júpiter (Zeus) e Hera (Juno). É o deus da guerra feroz, sangrenta e brutal, ao passo que Minerva é a deusa da guerra conduzida com estratégia, habilidade e sabedoria. Dizem que a voz de Marte era mais estridente que a de 10 mil homens. Pelo seu gênio tornou-se odiado pormuitas divindades. Era também um deus pouco venerado na Grécia; Já em Roma, ao contrário, era considerado um deus nacional, talvez pela paternidade de Rômulo e Remo, fundadores de Roma.

Júpiter ( Zeus)
Filho de Saturno (Cronus) e Réia. É o deus supremo: reunia todos os atributos divinos, via e sabia de tudo. Castigava, mas também perdoava, protegiaos fracos e os suplicantes. Provocava chuvas, raios e trovões. Sua principal função era manter a harmonia e a ordem no mundo. Tomou o poderapós destronar seu pai, Saturno (Cronus). Júpiter teve muitos amores: Hera, Métis, Têmis, Dione, Níobe, Europa, Leda, etc. Era representado como um homem de barbas e cabelos longos, tendo numa das mãos um cedro e, na outra, os raios e, frequentemente, uma águia a seus pés.

Saturno ( Cronus )
Filho de Urano (Céu) e Gaia (Terra). Ocupou o trono paterno com o consentimento do irmão, Titã, cuja condição era não ter filhos do sexo masculino. Sendo assim, Sasturno ia devorando todos os filhos homens que iam nascendo. Entretanto, sua mulher Réia conseguiu salvar três: Júpiter, Netuno (Posseidon) e Plutão (Hades), substituindoós por pedras que Saturno engoliu. Ao saber que ele tivera três filhos, Titã se revoltou e destronou o irmão que foi aprisionado. Posteriormente Júpiter recuperou o trono para seu pai. Saturno não reconheceu o gesto de seu filho e foi novamente destronado por Júpiter, que exilouo pai na "Itália" onde foi coberto por honrarias. Seu reinado naquele pais ficou conhecido como Idade do Ouro, quando houve muita prosperidade e felicidade. Para lembrar esses tempos felizes, celebravam-se em Roma as Saturnais, festas que remontavam a um passado muito anterior á fundação da Cidade. Consistia, sobretudo, em representar a igualdade que primitivamente reinava entre os homens. Saturno é representado como um velho com uma foice. É considerado o deus do Tempo.

Urano ( Céu)
 Filho de Titéia. Desposou várias mulheres com as quais teve 45 filhos. Dos dezoito que teve com Titéia (sua mãe), os principais foram: Oceano, Titã e Saturno. Como Urano tivesse encerrado seus filhos em um abismo, Titéia fabricou uma foice e incentivou Saturno a se vingar do pai. Ao encontrá-lo desprevenido, cortou-lhe os órgãos genitais, mutilando-o, para que nunca mais pudesse gerar filhos. Do sangue que caiu sobre a terra, nasceram as Fúrias; do que caiu no mar, nasceu Vênus. Urano foi sucedido no trono por Saturno.

Netuno ( Posseidon )
Filho de Saturno e Réia, irmão de Júpiter e Plutão. No dia de seu nascimento foi devorado pelo pai, e retornou à vida graças às drogas que Métis deu a seu pai, que o regurgitou. Na partilha que os três irmãos fizeram, coube a Netuno o reino dos Mares. Júpiter exilou-o do Olimpo por ter conspirado contra ele. Posteriormente foi perdoado e recobrou antigos poderes. Severo e misterioso, esse deus infundia mais terror que veneração, o que é explicado pelo culto intenso que lhe foi dedicado na Grécia, país de navegantes

Via Láctea
Segundo os gregos, Zeus colocou seu filho recém nascido Héracles no colo de sua espôsa Hera, enquanto ela dormia, para ser amamentado, a fim de que o leite divino o tornasse imortal. Ao acordar, Hera afastou a criança violentamente por ser filho de Zeus com Alcmena. O leite derramado se espalhou pelo céu formando a Via Láctea. Héracles veio a tornar-se o mais célebre dos semi-deuses. Ficou famoso por uma série de façanhas extraordinárias.
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