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Mostrando postagens de Dezembro 7, 2010

Foto Espacial - Sagitário A

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Imagem divulgada pela Nasa mostra buraco negro localizado no centro da Via Láctea conhecido como Sagitário A*. Fonte:http://noticias.br.msn.com/

Uma Mancha Entre os Anéis de Saturno – É o Satélite Atlas

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Créditos da imagem: NASA/JPL/Space Science Institute
A lua Atlas de Saturno pode ser vista pouco acima do centro dessa imagem feita pela sonda Cassini enquanto orbitava a Divisão de Roche entre os anéis A e F de Saturno. A imagem foi feita no comprimento de onda da luz visível com a câmera de ângulo estreito da Cassini no dia 12 de Abril de 2010. A imagem foi obtida a uma distância de aproximadamente 2.1 milhões de quilômetros do satélite Atlas. Fonte:http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_1815.html

O Hubble espia profundamente na Nebulosa da Águia.

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Nebulosa da Águia. Crédito: Hubble / ESA e NASA
O TelescópioEspacial Hubble mais uma vez voltou sua atenção e seus poderosos instrumentos para a magnífica Nebulosa da Águia (Messier 16). Essa imagem mostra a parte noroeste dessa região, bem longe do centro e mostra algumas estrelas jovens e bem brilhantes que se formaram na mesma nuvem de material. Esse casulo energético é parte de um aglomerado aberto e emite radiação ultravioleta que causa o brilho da nebulosa ao redor. O aglomerado estelar é muito brilhante e foi descoberto na metade do século dezoito. A nebulosa, contudo, é mais elusiva e precisou de quase duas décadas a mais para ser observada pela primeira vez por Charles Messier em 1764. Embora ela seja normalmente conhecida como Nebulosa da Águia, sua designação oficial é Messier 16 e o aglomerado é também chamado de NGC 6611. Uma área espetacular da nebulosa (fora do campo de visão) foi denominada de “Os Pilares da Criação”, desde que o Hubble capturou uma imagem icônica dos m…

Seriam As Nuvens Misteriosas de Vênus Um sinal de Alerta Para a Terra?

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Misteriosas nuvens descobertas em Vênus não estão somente ajudando os cientistas a aprenderem sobre o vizinho planetário mais próximo da Terra, elas também servem como um anúncio de cuidado para um método proposto de se combater as mudanças climáticas no nosso próprio planeta.
Leia a matéria completa em:http://www.cienctec.com.br/ler.asp?codigo_noticia=226&codigo_categoria=3&nome_categoria=Notícias&codigo_subcategoria=0&nome_subcategoria=
Créditos:http://www.cienctec.com.br/

Estrelas Gigantescas São Observadas Pelo Hubble

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Crédito: NASA, ESA e Jesús Maíz Apellaniz (Instituto de Astrofísica de Andalucía, Espanha) imagem mostra um par de estrelas colossais conhecidas como WR 25 e Tr16-244, localizadas dentro do aglomerado aberto Trumpler 16. Esse aglomerado está embebido dentro da Nebulosa da Carina, uma imensa nuvem de gás e poeira localizada a aproximadamente 7500 anos-luz de distância da Terra na constelação da Carina, a Quilha.A estrela WR 25 é a mais brilhante, localizada próximo do centro da imagem. A vizinha Tr16-244 é a terceira mais brilhante, um pouco acima e a esquerda de WR 25. A segunda mais brilhante a esquerda da WR 25 é uma estrela de pouca massa localizada muito mais próximo da Terra do que a Nebulosa da Carina. Fonte:http://spacefellowship.com/news/art24284/picture-of-the-day-mammoth-stars-seen-by-hubble.html

Galeria de Imagens - Planeta Mercúrio

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Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol, permanece o mais misterioso dos planetas interiores. Torna-se num alvo difícil dado que se esconde no brilho do Sol. A única sonda a explorar Mercúrio de perto foi a Mariner 10, observando entre 40-45% da sua superfície. As suas fotografias de mais alta resolução registaram características com aproximadamente quilómetros e meio de comprimento. Este mosaico foi um resultado de reanálises dos dados enviados pela Mariner 10. Tal como a Lua, a superfície de Mercúrio mostra cicatrizes de crateras de impacto - as bandas verticais visíveis na imagem do lado representam regiões em que não existem informações recolhidas. A imagem também contém legendas com os nomes das principais características da superfície de Mercúrio. Crédito: Mariner 10. A superfície de Mercúrio é muito parecida à nossa Lua. Cada uma é altamente craterada e feita de rocha. O diâmetro de Mercúrio é de aproximadamente 4800 km, enquanto que o da Lua é um pouco menos de 3500 km (comparad…

Duas galáxias em uma ótima foto

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Astrônomos do Observatório Gemini fizeram essa imagem na constelação de Virgem que fica 90 milhões de anos luz daqui. A ilusão é de que as galáxias estão bem perto uma da outra. NGC 5427 e NGC5426 é a sigla dessas galáxias que são na verdade quase gêmeas de tão parecidas. O telescópio usado para a imagem fica no Chile. As rotações das duas são invertidas, uma roda no sentido horário e outra no anti-horário e interagem uma com a outra, cada uma dessas voltas leva cerca de 100 milhões de anos, é ano demais! Fonte:http://postmania.org/?p=1544

Muito perto de um Buraco Negro

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Creditos & Copyright: Alain Riazuelo
O que você veria se estivesse próximo a um buraco negro? A ilustração aqui reproduzida foi gerada computacionalmente e tem como objetivo destacar como as coisas pareceriam estranhas nas proximidades desse monstro cósmico. O buraco negro tem uma força gravitacional tão grande que até a luz é atraída por ele, esse efeito causa algumas estranhas distorções visuais. Cada estrela teria no mínimo duas imagens brilhantes, uma de cada lado do buraco negro. Próximo ao buraco negro você poderia ver todo o céu, a luz viria de todas as direções na sua direção. Para montar esse cenário que foi então simulado computacionalmente foi usada a pesquisa do céu em infravermelho conhecida como 2MASS, com as estrelas obtidas do Henry Draper Catalog inseridas também no modelo. Acredita-se que os buracos negros sejam o estado mais denso que a matéria pode assumir e existem evidências indiretas da sua presença em sistemas estelares binários e no centro de aglomerados es…

Primeira missão espacial japonesa a Vênus, sonda se prepara para orbitar

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Ilustração exibe sonda Akatsuki; missão japonesa estudará o clima e os fenômenos atmosféricos de Vênus
A sonda Akatsuki, a primeira missão espacial japonesa a Vênus, chegou ao seu destino e prepara-se para entrar na órbita do planeta, informou nesta terça-feira a Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (Jaxa, na sigla em inglês). A entrada em órbita da Akatsuki ("aurora", no idioma japonês) é uma operação crucial para o êxito da missão japonesa, que tem o objetivo de estudar durante dois anos o clima e os fenômenos atmosféricos do planeta considerado gêmeo da Terra. A sonda já realiza o procedimento para diminuir sua velocidade, o último passo antes de tentar entrar na órbita de Vênus, segundo fontes da Jaxa citadas pela agência de notícias Kyodo. A previsão é a de que os especialistas confirmem, ainda hoje, se a Akatsuki, agora a cerca de 550 quilômetros da superfície de Vênus, teve sucesso na operação. Se o projeto for bem-sucedido, será a primeira vez que o Japão colo…

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