10 de dez de 2010

Supernovas

As estrelas não são eternas; elas estão morrendo a todo o instante, em imensas explosões. Vindo em segundo lugar após o Big Bang, essas explosões fazem com que a criação e se encontrem. No núcleo de uma estrela, ouro, chumbo, oxigênio e inúmeros outros elementos complexos são criados. Quando a ‘fornalha’ nuclear da estrela se esvazia, esse materiais vitais são atirados no espaço em um fenômeno de proporções gigantescas: as supernovas. Assim são criados os planetas, plantas e oceanos que vemos hoje. As supernovas fizeram até a nós mesmos e as partículas de ferro em nosso sangue.
Fonte: http://www.discoverybrasil.com/web/universo/sobre-a-serie/supernovas/

Galeria de imagens - Colisões de galáxias

A ARP 148 é o resultado da penetração mútua de duas galáxias originando uma anelar e outra fusiforme.
              O ARP 256 é um sistema, admirável, de duas galáxias espirais no início do estádio de fusão
A ARP 272 é uma notável colisão entre duas galáxias espirais, a NGC 6050 e a IC 1179. Faz parte do Hercules Galaxy Cluster que se encontra na constelação de Hercules.
A ESO 593-8 é um impressionante par de galáxias interagindo como se de duas leves plumas se tratasse.
A NGC 454 é formada por um par de galáxias, compreendendo uma grande galáxia elítpica vermelha e uma galáxia irregular de gás azul.
Fonte: http://comunidade.sol.pt/blogs/jmfc/archive/2008/05/14/A-colis_E300_o-de-gal_E100_xias.aspx

Nasa divulga foto de nebulosa na constelação de Gêmeos

Nuvem de poeira e gás surgiu a partir de explosão de estrela supermassiva. 'IC 433' está a 5 mil anos-luz de distância da Terra.
 A nebulosa IC 443 é vista na imagem gerada pela sonda WISE, da Nasa, e divulgada nesta sexta-feira (10). A região contém nuvens de poeira e gás originadas a partir de uma supernova, estágio da vida de uma estrela muito massiva que habitava aquela área do espaço. Distante 5 mil anos-luz (aproximadamente 47 quintilhões de quilômetros), a área se encontra na direção de Eta Geminorum, estrela próxima à Castor, uma das duas mais famosas da constelação de Gêmeos e visível a olho nu. Chamada em inglês de "água-viva", a nebulosa mostra como explosões estelares afetam o ambiente que as cerca. (Foto: Nasa / AP Photo)
Fonte: Globo

Sistemas binários de estrelas podem ter causado colisões planetárias

Pesquisadores da NASA observaram uma quantidade surpreendentemente grande de poeira estelar em torno de três pares de estrelas maduras, próximas umas das outras. Os astrônomos acreditam que a poeira pode ser a consequência de enormes colisões planetárias. Segundo eles, a poeira encontrada normalmente teria se dissipado e se afastado das estrelas nesta fase de maturidade de suas vidas. Portanto, os pesquisadores concluíram que algo – provavelmente colisões planetárias – deve estar causando a poeira “fresca”.  Segundo os dados coletados pelos cientistas, colisões entre planetas nesse tipo de sistema podem ser comuns. As duas estrelas pesquisadas no estudo, RS Canum Venaticorums ou RS CVns, estão separadas por apenas 3,2 milhões de km – o equivalente a 2% da distância entre a Terra e o nosso Sol. Os pares de estrelas orbitam entre si todos os dias, sendo que a face de cada estrela sempre fica travada e apontada para a outra. As estrelas são semelhantes ao sol em tamanho e tem, provavelmente, cerca de alguns bilhões de anos – aproximadamente a idade do Sol quando a vida evoluiu na Terra. Mas essas estrelas giram muito mais rápido e, como resultado, têm poderosos campos magnéticos. Essa atividade causa fortes ventos estelares que puxam as estrelas para baixo, aproximando-as ao longo do tempo. E assim que o caos planetário pode começar. Conforme elas se aproximam, as suas influências gravitacionais mudam, e isso pode causar perturbações nos corpos planetários em órbita nos dois astros. Cometas e quaisquer planetas que possam existir nesses sistemas começariam a se colidir, talvez muito forte.
Teoricamente, é possível que planetas habitáveis pudessem existir em torno destes tipos de estrelas, e se acontecer de haver vida ali, seriam vidas condenadas. Essas colisões incluiriam todos os planetas na zona habitável das estrelas, que é uma região onde as temperaturas permitem a existência de água líquida. Embora não haja evidências de planetas habitáveis em torno de qualquer estrela além do nosso Sol, sistemas binários próximos como esse são conhecidos por serem bons “anfitriões” para planetas. Por enquanto, a dúvida permanece. Pura ficção científica na vida real.

Sonda da NASA Mars Odyssey Está Próxima de Quebrar o Recorde de Longevidade na Órbita de Marte

No meio da próxima semana, por volta de 15 de Dezembro de 2010, a sonda orbital da NASA Mars Odyssey terá trabalhado em Marte mais tempo do que qualquer outra sonda na história.

Leia a matéria completa em: http://cienctec.com.br/wordpress/?p=6647
Créditos: http://cienctec.com.br

Uma Ocultação no Crepúsculo

   Créditos da imagem & Copyright: Doug Zubenel (TWAN)

Uma Lua crescente fina com apenas um dia de vida toma conta do horizonte oeste após o pôr-do-Sol no dia 6 de Dezembro de 2010. A Lua nesse dia, também ocultou ou passou na frente de Marte. Mas somente observadores muito bem posicionados ao longo de uma faixa na América do Norte foram capaz de registrar e acompanhar esse ato final de uma ocultação lunar se apagando no crepúsculo. Por exemplo, essa telefoto aqui reproduzida registra de forma delicada Marte como um pequeno ponto de luz pouco tempo depois de emergir por de trás da borda iluminada da Lua crescente. Essa bela paisagem celeste foi obtida em De Soto no Kansas na parte central dos EUA. O mês de Dezembro de 2010 guarda outro evento interessante que acontecerá com a Lua, um eclipse total, com certeza esse fenômeno irá presentear uma audiência bem maior e acontecerá na noite entre 20 e 21 de Dezembro de 2010.

A colisão de galáxias

Desde a publicação do catálogo da colisão de galáxias elaborado por B. A. Vorontsov-Velaminov em 1959 e 1976 que as pessoas ficaram fascinadas por estes acontecimentos cósmicos. Isto deveu-se ao facto de terem sido detectados uma multiplicidade destes eventos e ter-se constatado a sua grande diversidade. As galáxias são, claramente, os maiores objectos cósmicos, com diâmetros que podem atingir os dois milhões de anos-luz. Por outro lado, as distâncias intergalácticas, em termos percentuais, são muito maiores do que as distâncias entre as estrelas que as constituem ou dos planetas que orbitam estas. Sabe-se hoje que a colisão de galáxias ultrapassa o simples acaso.

Têm sido acontecimentos críticos para a evolução galáctica e também para a formação estelar. Galáxias gigantes como a nossa Via Láctea resultaram da fusão e da colisão de outras mais pequenas que se formaram após o Big-Bang. A colisão de galáxias despedaça e comprime as nuvens do gás interestelar galáctico, hidrogénio principalmente e algum hélio, originando assim a formação de novas estrelas. Para criaturas que vivam num planeta que orbita uma estrela, tal como nós, de galáxias em colisão, essa colisão poucos efeito poderá ter. As distâncias entre as estrelas são demasiado grandes para se poderem dar colisões. Quando muito poderão ser alterados os sistemas planetários.

Embora haja regiões onde se formam estrelas, locais muito brilhantes e altamente energéticos, alguns jactos de partículas de alta energia provenientes dessas regiões poderiam penetrar na alta atmosfera do planeta. Tais eventos não seriam assim tão desastrosos porque senão a vida não poderia ter evoluido como aconteceu aqui na Terra. A nossa Via Láctea contém muitos, e identificáveis, jactos de gases estelares que mais não são do que vestígios do passado, deixado pela colisão e fusão de pequenas galáxias até tempos cósmicos mais recentes. A compreensão da evolução do Universo desde o Big-Bang deve-se, em muito, à descoberta dos mecanismos das colisões galácticas e das suas consequências.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...