17 de dez de 2010

Galeria de Imagens - Estrela Betelgeuse

Impressão artística mostra a estrela supergigante Betelgeuse, uma vez que foi revelado graças a diferentes técnicas state-of-the-art no Very Large Telescope do ESO, o que permitiu duas equipes independentes de astrônomos para obter a maior vistas de sempre da estrela supergigante Betelgeuse. Eles mostram que a estrela tem uma vasta nuvem de gás quase tão grande quanto o nosso Sistema Solar e de uma gigantesca bolha de ebulição em sua superfície. Estas descobertas fornecem pistas importantes para ajudar a explicar como esses mamutes material derramado em uma taxa tão tremenda. A escala em unidades do raio de Betelgeuse, bem como uma comparação com o Sistema Solar também é fornecido.
Imagem da estrela supergigante Betelgeuse obtidos com o instrumento de óptica adaptativa NACO no Very Large Telescope do ESO. O uso do NACO combinado com a chamada "sorte de imagem técnica ", permitiu aos astrônomos para obter a imagem mais nítida de sempre de Betelgeuse, mesmo com a atmosfera da Terra, turbulento imagem de distorção da forma. A resolução é a multa de 37 milisegundos, que é aproximadamente do tamanho de uma bola de tênis na Estação Espacial Internacional (ISS), como pode ser visto a partir do solo. A imagem é baseada em dados obtidos no infravermelho próximo, através de diferentes filtros. O campo de visão é cerca de metade de um segundo de arco amplo, Norte é para cima, Oriente é a esquerda.
Esta imagem é uma composição colorida feita a partir de exposições do Digitized Sky Survey 2 (DSS2). O campo de visão é aproximada de 2,0 x 1,5 graus.
Esta colagem mostra a constelação de Orion no céu (Betelgeuse é identificada pela marca), um zoom para Betelgeuse, e a imagem mais nítida de sempre esta estrela supergigante, que foi obtido com NACO no Very Large Telescope do ESO.
Créditos das Imagens ESO

Pormenor da nebulosa do Caranguejo (M1)

No ano de 1054, astrónomos chineses notaram o aparecimento de uma nova estrela no céu, tão brilhante que foi visível até durante o dia durante várias semanas. Hoje, a nebulosa do Caranguejo é visível no local onde essa estrela foi vista. Localizada a cerca de 6000 anos-luz de distância, esta nebulosa é o remanescente de uma estrela que começou a sua vida com uma massa cerca de 10 vezes superior à massa do Sol e que terminou a sua vida quando explodiu sob a forma de uma supernova. Esta imagem, obtida com o Hubble, revela com enorme detalhe o centro da nebulosa, pondo em evidência o gás que se encontra em expansão devido à explosão ocorrida no passado. No centro da nebulosa formou-se um pulsar, uma estrela de neutrões a girar em torno do seu eixo, à velocidade incrível de 30 vezes por segundo. Este pulsar aquece o meio envolvente, fazendo com que o gás emita. A imagem é em cor falsa, e as diferentes cores correspondem a emissão proveniente de elementos diferentes, incluindo hidrogénio, nitrogénio e oxigénio.

A Região de Wargentin e a Sua Interessante Feição de Pé de Pássaro na Lua

Embora atualmente se tenham imagens da Lua verdadeiramente surpreendentes principalmente as feitas pela sonda LRO da NASA, ainda se pode apreciar imagens fantásticas da Lua feitas por telescópios baseados na Terra, como essa aqui reproduzida que mostra a região de Wargentin. Pavel Presnyakov registrou a região de Wargentin bem próxima do terminador, mostrando sua longa sombra triangular apontando para o lado noturno - sombra da Mauna Loa. Se comparada com a imagem feita pela LRO essa imagem feita da Terra mostra todas as principais feições, incluindo o famoso padrão de cadeias de montanhas que formam a figura de um pé de pássaro. O pequeno fluxo que é observado na parte terminal sul do assoalho nas imagens da LRO também é observado aqui, ele aparece como sendo um domo bem comportado. Uma feição similar ocorre na parte terminal sul da cadeia que está cruzando, nas imagens da LRO essa visão sugere que essa feição é um pouco elevada mas não tem a forma de domo. Algum dia com o Sol baixo iluminando a região do lado oposto a sonda LRO poderá obter uma imagem onde se poderá ver mais detalhes dessa região e sanar as dúvidas remanescentes.
Fonte: http://lpod.wikispaces.com/December+16,+2010

Imagem da Cratera Santa Maria Feita no Dia De Trabalho Número 2450 da Sonda Opportunity em Marte

A sonda robô da NASA que explora Marte, Mars Exploration Rover Opportunity usou sua câmera de navegaçãoo para registrar essa imagem da Cratera Santa Maria no final de seu percurso no dia 15 de Dezembro de 2010 que corresponde ao dia número 2450 de trabalho da sonda em solo marciano, ou sol. A Santa Maria é uma cratera que tem 90 metros de diâmetro. A Opportunity passará algumas semanas investigando a cratera antes de voltar para a sua longa jornada até a Cratera Endeavour.
Fonte: http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_1823.html

Equipe Internacional Liderada Por Astrônomo do Qatar Encontra Seu Primeiro Exoplaneta

Em um interessante exemplo de colaboração internacional uma equipe de astrônomos do Qatar com cientistas no Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics (CfA) e outras instituições descobriram um novo exoplaneta. Esse exoplaneta, denominado de “Júpiter Quente”, agora denominado de Qatar-1b, adiciona mais um número na lista sempre crescente de exoplanetas descobertos orbitando estrelas distantes.

Leia a matéria completa em: http://cienctec.com.br/wordpress/?p=6845
Créditos: http://www.cienctec.com.br/

A luz da Lua, como você nunca viu antes

                Quanto mais clara é a área, mais iluminação ela recebeu ao longo do período. [Imagem: NASA/LROC Team]

Sombra e luz
 
Este "mapa de iluminação" foi construído a partir de mais de 1.700 fotografias tiradas da mesma área do Pólo Sul da Lua, captadas pela sonda LRO (Lunar Reconnaissance Orbiter) durante um período de seis meses. O objetivo deste mapa é mostrar o nível de iluminação em cada ponto do Pólo Sul - na verdade, a LRO está produzindo mapas de iluminação também do Pólo Norte da Lua, uma informação importante para futuras missões exploratórias. O eixo de rotação da Lua tem uma inclinação de apenas 1,54 ° (em comparação com 23,5 ° da Terra). Isto deixa algumas áreas próximas aos pólos em permanente sombra, enquanto outras regiões vizinhas permanecem iluminadas na maior parte do ano. Um dos principais objetivos científicos da LRO é identificar estas regiões de forma inequívoca - já pensou mandar uma sonda com painéis solares pousar em uma área e só depois descobrir que ela fica na sombra mais tempo do que se acreditava? Quanto mais clara é a área, mais iluminação ela recebeu ao longo do período. Neste caso foram seis meses, mas a LRO está fazendo também mapas mensais e anuais dos pólos lunares.

Mapa de iluminação

Em um período de seis meses - o que corresponde a seis dias lunares - a LRO capturou 1.700 imagens do Pólo Sul, sempre cobrindo a mesma área. Cada imagem foi projetada e convertida em uma imagem binária - se o solo estava iluminado o pixel foi definido como um, e se estava sombreado o pixel foi definido como zero - criando uma diferenciação entre regiões iluminadas e regiões sombreadas. Todas as imagens binárias foram sobrepostas para criar uma imagem final, em que cada pixel assumiu um valor equivalente à porcentagem do tempo (seis meses) em que ele ficou 0 (sombreado) ou 1 (iluminado). Estava pronto o mapa de iluminação, mostrado acima. Esta não é a primeira vez que a LRO produz uma imagem da Lua do tipo "como você nunca viu antes". Há menos de três meses, a sonda da NASA fez um mapa inédito das crateras da Lua, que permitiu que os cientistas descobrissem populações distintas de asteroides que atingiram nosso satélite.

Nuvens de Vênus podem ajudar a formular propostas contra o aquecimento global

Cientistas descobriram nuvens misteriosas de Vênus, que estão ajudando os pesquisadores a compreender melhor o planeta, vizinho mais próximo da Terra. As nuvens também estão servindo como alerta para um método proposto de combate às alterações climáticas na Terra. As nuvens de dióxido de enxofre de Vênus intrigaram os cientistas desde que foram descobertas, em 2008. Agora, simulações feitas em computador podem explicar essas nuvens de alta altitude. Vênus é coberto por nuvens de ácido sulfúrico que obscurecem a visão da superfície do planeta. Estas nuvens se formam normalmente em altitudes de cerca de 48 a 65 quilômetros, quando o dióxido de enxofre a partir de atividade vulcânica se combina com o vapor de água para formar gotículas de ácido sulfúrico. Em altitudes superiores a aproximadamente 70 quilômetros, qualquer dióxido de enxofre restante deve ser rapidamente destruído pela exposição à radiação solar intensa. Assim, quando cientistas detectaram uma camada de dióxido de enxofre em altitudes de cerca de 90 a 110 quilômetros, ficaram bastante perplexos. Agora, os pesquisadores mostraram que algumas gotas de ácido sulfúrico podem evaporar em altitudes elevadas, libertando ácido sulfúrico gasoso, que é então dividido por uma luz solar que, por sua vez, libera o gás de dióxido de enxofre. As novas descobertas significam que o ciclo do enxofre na atmosfera de Vênus é mais complicado do que se pensava.


Além de lançar luz sobre a natureza da atmosfera de Vênus, o estudo também pode indicar que uma das ideia para conter o aquecimento global na Terra – a injeção de gotículas de enxofre na atmosfera terrestre – pode não ser tão eficaz quanto acreditavam. A teoria diz que a injeção artificial de grandes quantidades de dióxido de enxofre na atmosfera terrestre em altitudes de cerca de 20 quilômetros neutralizaria os efeitos do aquecimento global que vem do aumento de gases do efeito estufa.


A proposta resultou da observação de poderosas erupções vulcânicas. Em particular, a erupção de 1991 do Monte Pinatubo, nas Filipinas, que lançou dióxido de enxofre na atmosfera da Terra. Alcançando uma altitude de 20 quilômetros, o gás formou pequenas gotículas de ácido sulfúrico concentrado, semelhante às encontradas nas nuvens de Vênus. Estas nuvens em seguida se espalharam ao redor da Terra, e as gotas criaram uma camada de névoa que refletiu alguns dos raios do sol de volta para o espaço, o que resfriou o planeta inteiro cerca de 0,5 graus Celsius. Agora, pesquisadores explicam porque o método pode não ser tão eficaz. Por exemplo, não se sabe a rapidez com que a névoa, inicialmente protetora, será convertida novamente em ácido sulfúrico gasoso, que é transparente e permite que os raios do sol passem. Os cientistas acham que devem estudar minuciosamente as consequências potenciais de uma camada artificial de enxofre na atmosfera da Terra, antes de tomar qualquer decisão. Vênus tem uma camada enorme de gotículas, então qualquer coisa que os pesquisadores aprendam sobre as nuvens pode ser relevante para a geo-engenharia da Terra.

Nasa descobre possíveis vulcões de gelo em lua de Saturno

A sonda Cassini da Nasa encontrou possíveis vulcões de gelo na lua de Saturno, Titã, que são similares em forma àqueles que conhecemos na Terra e que expelem rocha derretida. Dados de topografia e composição de superfície dão a esperança para cientistas de que esses sejam os primeiros vulcões similares aos terrestres no sistema solar, embora tenham evidências de erupções de gelo. Os resultados da pesquisa foram apresentados na reunião da American Geophysical Union em São Franciso, Estados Unidos,, na terça-feira, 14.

"Quando olhamos nosso mapa 3-D de Titã, ficamos impressionados com sua semelhança com vulcões como o Etna, na Itália e Laki, na Islândia (...)", disse Randolph Kirk, que liderou o trabalho de mapeamento 3-D da lua de Saturno. Cientistas debatem há anos se os vulcões de gelo, também chamados de criovulcões, existem nas luas ricas em gelo e, se eles existem, quais as suas características. Por definição haveria algum tipo de atividade geológica que aqueceria o frio ambiente o suficiente para derreter parte do interior do satélite e mandar gelo "macio" ou outros materiais através de uma abertura na superfície.

Vulcões na lua de Júpiter Io e na Terra expelem lava. Alguns criovulcões se parecem pouco com os vulcões terrestres, como as listras na lua de Saturno Enceladus, onde longas fissuras soltam jatos de água e partículas de gelo que deixam pouquíssimos traços na superfície. Em outros locais, a erupção de materiais mais densos podem esculpir picos vulcânicos. Quando padrões assim foram vistos em Titã, teorias os explicaram como processos não-vulcânicos, como rios depositando sedimentos. Em Sotra, no entanto, vulcões de gelo são a melhor explicação para dois picos de mais de aproximadamente um quilômetro de altura com profundas crateras vulcânicas.
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