11 de jan de 2011

Telescópio Hubble detecta estrelas jovens dentro de bolha verde

Agência espacial norte-americana divulga imagem de 'Objeto de Hanny'. Rastro da gás tem 300 mil anos-luz de comprimento.       
Detectado por uma professora chamada Hanny van Arkel, o 'Objeto de Hanny' (abaixo) é a parte visível de uma grande região com gás e poeira na vizinhança da galáxia IC 2947 (acima), na direção da constelação de Ursa Maior. (Foto:Nasa / ESA / W. Kell - Universidade de Alabama / Galaxy Zoo)

O telescópio espacial Hubble registrou a primeira imagem de uma bolha de gás verde, gigante e misteriosa, e descobriu que ela é estranhamente "viva". A foto foi divulgada pela NASA durante uma reunião na Sociedade Astronômica Americana, em Seattle, Washington. A bolha brilhante e bizarra, que tem o tamanho da Via Láctea e está a 650 milhões de anos-luz de distância da Terra (cada ano-luz equivale a cerca de 9,46 trilhões de quilômetros), dá à luz novas estrelas, algumas com "apenas" 2 milhões de anos, em áreas remotas do Universo onde os astros normalmente não se formam. Essa "mancha verde" foi descoberta pela primeira vez em 2007, pela professora holandesa Hanny van Arkel, e chamada de Hanny's Voorwerp, ou seja, objeto de Hanny. Segundo a professora, quando ela viu o estranho objeto há mais de três anos, ele parecia azul e menor. A foto do Hubble fornece uma imagem mais clara e melhor explicação para o que está acontecendo ao redor da bolha. "Na verdade, parecia uma mancha azul. Agora parece um sapo dançando no céu, porque é verde", compara Hanny. Partes da bolha estão em colapso, e a consequente pressão no local acaba gerando as estrelas. Os berçários estelares estão localizados fora de uma galáxia normal, que é geralmente onde os astros vivem. Isso faz com que eles sejam "estrelas recém-nascidas extremamente solitárias", localizadas "no meio do nada", classifica o astrônomo Bill Keel, da Universidade do Alabama, que examinou a bolha. A mancha é formada na maior parte por gás hidrogênio, que gira no encontro de duas galáxias. A região brilha porque é iluminada por um quasar, objeto luminoso e cheio de energia alimentado por um buraco negro, em uma das galáxias. Desde a descoberta da holandesa, os astrônomos têm procurado por bolhas de gás semelhantes e encontraram 18 delas, mas todas têm cerca da metade do tamanho da Voorwerp.
Fonte:G1

Missão STEREO da NASA Observa Filamento se Rompendo no Sol

Um filamento solar se tornou instável e entrou em erupção no lado escuro do Sol em 4 de Janeiro de 2011. A missão STEREO por conseguir utilizar dados de duas sondas proporcionando uma visão completa do Sol é a única capaz de observar esse fenômeno. Filamentos são nuvens alongadas de gás mais frio que ficam suspensos sobre o Sol devido as forças magnéticas. Muitas tornam-se instáveis e entram em erupção.
Crédito: NASA/GSFC/STEREO

Descoberto o mistério da coroa solar ser mais quente que a superfície

  As temperaturas elevadas vistas acima da superfície do Sol pode ser devido ao jatos de plasma provenientesdo clomosfera.
Um dos maiores mistérios do Sol acaba de ser solucionado: o fato de sua coroa ser milhões de graus mais quente que sua superfície. Cientistas descobriram a maior fonte de gás quente que reabastece a coroa lançando jatos de plasma acima da superfície solar. A descoberta foi publicada na revista Science e chama atenção para uma questão fundamental na astrofísica: como a energia se move do interior do Sol para criar calor na atmosfera. "Sempre foi um quebra-cabeças descobrir por que a atmosfera solar é mais quente que a superfície", diz Scott McIntosh, físico solar do NCAR (Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica). dentificar como esses jatos inserem plasma na atmosfera solar aumenta o conhecimento sobre a sutil influência do Sol na atmosfera terrestre. "Estas observações fornecem uma nova compreensão sobre a produção de energia do Sol e outras estrelas", diz Rich Behnke, da Divisão de Ciências Atmosféricas e Geoespaciais. A pesquisa estava focada em jatos de plasma conhecidos como espículas, fontes de plasma propagados da superfície solar para a atmosfera. Por décadas os cientistas acreditaram que as espículas poderiam mandar calor para a coroa, até a década de 80, quando se descobriu que as espículas não alcançavam as temperaturas da coroa.
O aquecimento das espículas a milhões de graus nunca foi diretamente observado, então seu papel no aquecimento da coroa foi abandonado. Em 2007, De Pontieu, McIntosh, e seus colegas identificaram uma nova classe de espículas que se moviam muito mais rápido, frequentemente a 100 Km por segundo, e tinham uma vida média menor que as tradicionais. O rápido desaparecimento desses jatos sugeriram que o plasma carregado poderia ser muito quente, mas a observação desse processo estava faltando. Os pesquisadores usaram então a observação da sonda SDO (Solar Dynamics Observatory) da NASA. A alta resolução espacial e temporal dos novos instrumentos foi crucial para revelar, pela primeira vez, a conexão entre o plasma a milhões de graus e as espículas que inserem esse plasma na coroa.
Fonte:www.nature.com

Nova luz da galáxia de Andrômeda

    © ESA (M31 - galáxia de Andrômeda)
Imagens combinadas do telescópio espacial de infravermelho Herschel e do XMM-Newton de raios X, apresentado pela ESA (agência espacial europeia), mostram o ciclo vital das estrelas, desde a formação até sua morte. As imagens são da galáxia de Andrômeda e foram tiradas no dia do Natal de forma quase simultânea pelos dois observatórios. A ESA mostrou uma série de fotos, as do Herschel, as do XMM-Newton, uma combinação de ambas, outras ópticas e uma mistura de todas. As que foram tiradas pelo Herschel mostram o pó frio da galáxia que se acende depois de ser aquecido pelas estrelas nascentes e acaba formando círculos de cor cobre. Nas imagens em raios X captadas pelo XMM-Newton se vê o ponto final da evolução estelar: por um lado, restos da explosão de uma estrela (supernova), por outro, objetos que evoluem em um sistema binário, dois corpos celestes tão próximos que acabam ligados pela força gravitacional. Alguns destes objetos são buracos negros formados após o desaparecimento de um sol de grandes proporções que gravita em torno de uma estrela normal. Em raios X, Andrômeda aparece como um conjunto de luzes azuis, muito concentradas em um ponto central que é onde as estrelas têm maior densidade. Na imagem combinada aparece uma luz vermelha cuja fonte são objetos de pouca massa que emitem raios X de pouca intensidade. Estes objetos podem ser o que se conhece como estrelas novas, que na realidade são sóis em processo de explosão cuja luminosidade aumenta consideravelmente; por isso foram chamadas estrelas novas, porque com um telescópio tradicional não eram vistas até que explodiam e pareciam que estavam nascendo.Ao lado destas estrelas novas aparecem as anãs brancas, um remanescente estelar que gradualmente atrai o material de sua companheira de maior tamanho. A nossa galáxia vizinha que se aproximará num futuro longínquo da Via Láctea continua mostrando seu esplendor.
Fonte: ESA

Fusão de Buracos Negros

Essa imagem da NGC 6240 contém os novos dados coletados pelo Chandra, que são aqui mostrados em vermelho, laranja e amarelo, que tem sido combinados com a imagem óptica obtida pelo Telescópio Espacial Hubble originalmente lançada em 2008. Em 2002, os dados do Chandra levaram à descoberta de buracos negros que estão se fundindo, eles estão a uma distância de somente 3000 anos-luz de separação. Eles são vistos na imagem como as fontes brilhantes como pontos localizadas no centro. Os cientistas acham que esses buracos negros estão tão perto um do outro pois eles estão se espiralando um em direção ao outro, um processo que começou a aproximadamente 30 milhões de anos atrás. Estima-se que os buracos negros continuarão se aproximando e eventualmente podem se unir formando um único buraco negro gigantesco, mas isso deve acontecer a dezenas ou centenas de milhões de anos a partir de agora. Encontrar e estudar buracos negros no processo de fusão tem se tornado um campo muito ativo de pesquisa em astrofísica. Desde 2002, existe um intenso interesse em seguir as observações da NGC 6240, bem como pesquisar por sistemas similares a esse. Entender o que acontece quando esses exóticos objetos interagem entre si é uma questão intrigante para os cientistas. A formação de múltiplos sistemas de buracos negros supermassivos deve ser comum no universo, desde que muitas galáxias em colisão e fusão com outras galáxias, possuem buracos negros em seu interior. Acredita-se que os pares de buracos negros massivos possam explicar alguns dos comportamentos incomuns observados no crescimento de buracos negros supermassivos como a distorção e o desvio visto nos poderosos jatos que eles produzem. Os pares de buracos negros massivos em processo de fusão são esperados ser a mais poderosa fonte de ondas gravitacionais no universo. Créditos da imagem: Raios-X: NASA/CXC/MIT/C.Caniz, M. Nowak; Óptico: NASA/STScI.
Fonte: http://www.nasaimages.org/

Telescópio detecta tempestades ejetando antimatéria para o espaço

   © NASA (flash de raios gama terrestre)
O telescópio espacial Fermi, especializado na observação de raios gama, detectou feixes de antimatéria produzidos acima das tempestades na Terra, um fenômeno nunca visto antes. Os cientistas acreditam que as partículas de antimatéria foram formadas em um flash de raios gama terrestre (TGF), uma rápida explosão produzida no interior das tempestades de raios. Estima-se que cerca de 500 TGFs ocorram diariamente em todo o mundo, mas a maioria não é detectada. "Esses sinais são o primeiro indício direto de que as tempestades produzem feixes de partículas de antimatéria", afirma Michael Briggs, da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos. Ele apresentou os resultados das pesquisas com o telescópio da NASA durante uma entrevista coletiva na reunião da Sociedade Astronômica Americana, em Seattle.
O telescópio Fermi foi projetado para monitorar os raios gama, a forma mais energética da luz. Quando a antimatéria colide com uma partícula de matéria normal, ambas são aniquiladas, produzindo uma emissão de raios gama. Menos de 2 milissegundos depois de ser gerado na tempestade, o feixe de elétrons-pósitrons atingiu a altitude do telescópio Fermi.
    © NASA (feixe de elétrons-pósitrons)
O instrumento GBM (Gamma-ray Burst Monitor) do telescópio Fermi detectou raios gama com energias de 511.000 elétron-volts, um sinal que um elétron encontrou sua contraparte de antimatéria, o pósitron.
O aparelho já identificou 130 TGFs desde o lançamento de Fermi, em 2008. O TGF que permitiu a detecção da antimatéria ocorreu em 14 de dezembro de 2009, sobre o Egito. Mas a tempestade ativa estava em Zâmbia, cerca de 4.500 quilômetros ao sul. A emissão de raios gama gerou elétrons e pósitrons, que trafegam nas linhas do campo magnético da Terra até atingir o detector do telescópio. O feixe passou pelo Fermi, atingindo um local conhecido como ponto espelho, onde seu movimento se inverteu e, em seguida, atingiu o observatório uma segunda vez, apenas 23 milésimos de segundo depois.
Nas duas vezes, os pósitrons colidiram com elétrons no telescópio, onde as partículas se aniquilaram, emitindo raios gama, que foram detectados pelo GBM.
Créditos:Astro News 

Missão Kepler da NASA descobre o primeiro exoplaneta rochoso


A missão Kepler da NASA confirmou a descoberta do primeiro planeta rochoso fora do Sistema Solar, denominado Kepler-10b. Medindo 1.4 vezes o tamanho da Terra, ele é o menor planeta já descoberto fora do Sistema Solar. A descoberta desse planeta, denominado de exoplaneta, é baseada em mais de oito meses de dados coletados pela sonda de Maio de 2009 até o início de Janeiro de 2010. “Todas as melhores capacidades do Kepler convergiram para realizar essa primeira descoberta sólida de um planeta rochoso orbitando uma estrela diferente do Sol”, disse Natalie Batalha, líder de ciência da missão Kepler no Ames Research Center da NASA em Moffet Field na Califórnia, e principal autora do artigo que descreve a descoberta aceito para publicação no The Astrophysical Journal.

“A equipe do Kepler assumiu um compromisso em 2010 em encontrar assinaturas reveladoras de pequenos planetas nos dados coletados pela missão e está começando a cumprir”. O fotômetro ultra-preciso do Kepler mediu a pequena diminuição no brilho da estrela causada quando o planeta cruzava a sua frente. O tamanho do planeta pode então ser derivado dessas diminuições periódicas no brilho. A distância entre a estrela e o planeta foi calculada medindo o tempo entre os picos sucessivos de diminuição à medida que o planeta orbita a estrela.

 O Kepler é a primeira missão da NASA capaz de encontrar planetas do tamanho da Terra em uma zona habitável ou próximo dessa zona, a região de um sistema planetário onde a água líquida pode existir na superfície do planeta. Contudo, desde o planeta orbita a estrela a cada 0.84 dias, o Kepler-10b é mais de vinte vezes mais perto da estrela do que Mercúrio é perto do Sol e não está na zona habitável. A Kepler-10 foi a primeira estrela identificada que poderia potencialmente abrigar uma pequeno planeta transiente, colocando-a no topo da lista para as observações em Terra feitas com o Observatório W.M. Keck e seu telescópio de 10 metros de diâmetro no Havaí. Os cientistas esperavam por um sinal para confirmar o Kepler10b como um planeta e não se desapontaram. O Keck foi capaz de medir as pequenas mudanças no espectro da estrela, chamado de desvio de Doppler, causado por força exercida por um planeta que orbita uma estrela.
“A descoberta do Kepler 10-b é um marco significante na pesquisa por planetas semelhantes a Terra”, disse Douglas Hudgins cientista do programa Kepler na sede da NASA em Washington. “Embora esse planeta não esteja na zona habitável, a animadora descoberta aponta na direção de um tipo de descobertas possíveis pela missão e que prometem acontecer cada vez com mais frequência”.

O conhecimento do planeta é somente tão bom quanto o conhecimento que se tem da estrela que ele orbita. Pelo fato da Kepler-10 ser uma das estrelas mais brilhantes pesquisadas pelo Kepler, os cientistas estão aptos a detectar variações de alta frequência no brilho da estrela geradas por oscilações estelares ou sismos estelares. Essa análise permite aos cientistas determinar as propriedades do Kepler-10b. Existe um claro sinal nos dados que chegam de uma onda de luz que viaja no interior da estrela.

Cientistas do Kepler Asteroseismic Science Consortium usa essa informação para entender melhor a estrela, como terremotos que permitem que possamos entender melhor o interior da Terra. Como resultado dessa análise, a Kepler-10 é uma das mais bem caracterizadas estrelas que abrigam planetas no universo. Essa é uma boa notícia para a equipe que estuda o Kepler-10b. Propriedades estelares definidas com precisão permitem definir com precisão as propriedades do planeta. No caso do Kepler-10b, a imagem que surge é de um planeta rochoso com massa 4.6 vezes maior que a da Terra e com uma densidade média de 8.8 gramas por centímetros cúbicos, similar a de um haltere de ferro.
Créditos:Imagens do Universo

A Teia Cósmica da Nebulosa da Tarântula

      Credit & Copyright: Marcelo Salemme
Essa é a maior e mais complexa região de formação de estrelas em toda a vizinhança galáctica. Localizada na Grande Nuvem de Magalhães, uma pequena galáxia satélite que orbita a Via Láctea, a sua aparência “semelhante” à de uma aranha é responsável pelo seu sugestivo nome, Nebulosa da Tarântula. Essa tarântula, contudo, tem aproximadamente 1000 anos-luz de comprimento. Ela está localiza a uma distância de 1500 anos-luz, o que faz com que ela seja o berçário estelar mais próximo da Terra, e devido a essa distância cobre incríveis 30 graus do céu, ou seja, uma área igual a de 60 luas cheias. Detalhes intrigantes da nebulosa são visíveis na imagem acima, que é aqui reproduzida, e mostrada em cores para destacar interesses científicos. Os compridos braços da Nebulosa da Tarântula ao redor da NGC 2070, um aglomerado estelar que possui algumas das estrelas mais brilhantes e mais massivas conhecidas, são vistos em azul à direita. Como as estrelas massivas, possuem uma vida curta e morrem ainda jovens, não é de se surpreender que a Tarântula cósmica também localiza-se perto da região da mais recente e próxima supernova.
Fonte: apod.nasa.gov

Galeria de Imagens - Vistas de Jupiter 2

Uma pluma vulcânica sobe mais de 300 quilômetros acima do horizonte da lua de Júpiter Io nesta imagem das câmeras a bordo da nave espacial New Horizons. O vulcão Tvashtar, é marcada pelo brilho intenso (cerca de 01:00), na borda da lua, além do terminador ou da noite / dia da linha de sombra. A sombra de Io cortes em toda a pluma em si. Também capturar detalhes impressionantes sobre a superfície do lado diurno, a imagem de alta resolução foi registrada quando a sonda foi de 2,3 milhões de quilômetros de Io. Mais tarde, foi combinado com dados de menor resolução de cor de astro-imager Sean Walker para produzir este retrato nítido da lua mais ativos do sistema solar.( NASA)
 
lua de Júpiter, Io, visto pela sonda Galileo da NASA em um cenário de topos das nuvens de Júpiter, que aparecem em azul nesta composição de cores falsas. (JPL/NASA/Universidade do Arizona)
 
Um mosaico do sistema de anéis de Júpiter, adquirida pela sonda Galileo da NASA quando o Sol estava por trás do planeta, a nave estava na sombra de Júpiter olhando para trás na direção do sol.(NASA/Universidade/JPL Cornell)
 
O filme de primeira cor de Júpiter da sonda Cassini da NASA mostra o que seria parecido com a casca de todo o globo de Júpiter, esticá-la em uma parede em forma de um mapa retangular, e assistir a sua atmosfera evoluir com o tempo. As extensões breve clipe de filme 24 rotações de Júpiter entre 31 de outubro e 9 de novembro de 2000. Os picos mais escuras que aparecem algumas luas e suas sombras.(JPL/NASA/Universidade do Arizona)
 
Uma imagem do hemisfério principal de Ganimedes vista pela sonda Galileo da NASA. Muitas regiões fragmentadas de dividir o terreno escuro por faixas de terreno sulcado brilhantes cobrem a superfície. Diversas crateras brilhantes jovens podem ser vistos, incluindo uma cadeia linear de crateras, perto do centro da imagem que pode ter resultado do impacto de um cometa fragmentado, semelhante ao cometa Shoemaker-Levy / 9, que atingiu Júpiter em 1994. (NASA/Universidade/JPL Brown)
 
A área de Nicholson Regio e sulco Arbela ilustra muitos dos diversos tipos de terreno na lua de Júpiter, Ganímedes, como se vê nesta imagem obtida pela sonda Galileo da NASA. A imagem cobre uma área de aproximadamente 89 por 26 km (16 milhas 55by). (NASA)
 
Grande Vermelha de Júpiter visto pela sonda Voyager da NASA. Julho de 1979 Em torno da fronteira norte uma nuvem branca é vista, que se estende a leste da região. A presença dessa nuvem impede vórtices pequena nuvem de circular no local da maneira vista no encontro da Voyager 1. Outra nuvem oval branca (diferente do presente alguém nessa posição há três meses) é visto ao sul da Grande Mancha Vermelha. Esta imagem foi obtida em 6 de julho de 1979 de uma série de 2633003 km. A Mancha Vermelha é de 20.000 km de diâmetro. (JPL/NASA)
 
Este mosaico da cor verdadeira de Júpiter foi construído a partir de imagens captadas pela câmera de ângulo fechado a bordo da nave Cassini da NASA em 29 de dezembro de 2000, quando a sonda se aproximava de Júpiter durante o sobrevôo do planeta gigante. É o retrato mais detalhado da cor de Júpiter mundial já produziu. Embora a câmara da Cassini pode ver mais cores do que os seres humanos podem, Júpiter aqui parece a maneira que o olho humano veria. (NASA / JPL / SSI)
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