2 de fev de 2011

Chandra Cronometra Vento a Milhões de Quilômetros Por Hora se Expandindo Desde a Vizinhança de Um Buraco Negro

O Observatório de Raios-X Chandra da NASA examinou o ambiente tempestuoso de um gigantesco buraco negro em atividade na galáxia NGC 3783 e mediu seu intenso efeito e a sua imensa radiação produzida pela matéria antes de ser sugada para dentro do buraco negro. Essa radiação aquece o gás ao redor e gera um vento que se propaga a uma velocidade de milhões de quilômetros por hora desde o limite de atuação da gravidade do buraco negro. Uma equipe de pesquisadores usou o High Energy Transmission Grating em combinação com a câmera CCD de raios-X a bordo do Chandrea para estudar as propriedades desse vento. “As observações no raio-X nos permite pesquisar esse fluxo de gás extremamente poderoso que se suspeitava que existisse, mas que era impossível de ser estudado antes”, disse o Professor Niel Brandt da Penn State Univeristy, University Park, um dos líderes da equipe. A retícula dispersa os raios-X incidentes em feixes dentro de um visualizador parecido com um arco-íris com centenas de diferentes cores ou energias de raios-X. Os computadores então traduzem essa visualização em um gráfico que se assemelha a um eletrocardiograma. Elementos específicos revelam sua presença através da marcante absorção apresentada pelo gráfico. Examinando as larguras das localizações desses pontos os pesquisadores podem usar o mesmo princípio de um radar para medir as velocidades no ambiente extremo existente no centro de uma galáxia.
“Esse é o espectro de raios-X mais detalhado que já foi feito de uma galáxia com um buraco negro ativo em seu centro”, disse o Dr. Shai Kaspi também da Penn Sate. “Ele revela que o vento contém oxigênio, neon, magnésio, silicone, enxofre, argônio e ferro”. Uma análise do vento feita pela equipe do Professor Hagai Netzer da Tel-Aviv University em Israel, mostrou que o vento quase que completamente circunda o buraco negro. O horizonte de evento do buraco negro central na NGC3783 tem um diâmetro de aproximadamente uma centena de vezes o diâmetro do Sol, mas produz mais radiação do que um bilhão de sóis à medida que o gás é empurrado para dentro do buraco negro em uma velocidade próxima a da luz. Uma porção dessa poderosa radiação é absorvida pelo gás que circunda o buraco negro. Elétrons no gás são energizados pulando de um nível de menor energia para um de mais energia e alguns deles são arrancados de seus átomos. O gás é aquecido a centenas de milhares de graus Celsius ou mais e é dirigido para fora do buraco negro interno da galáxia.
Créditos: http://cienctec.com.br

Enxame aberto NGC 7129

                                          Crédito: 2MASS,S. Van Dyk (IPAC).
Mosaico de imagens da região do aglomerado de estrelas NGC 7129, construída a partir do atlas de imagens do 2MASS (2 Micron All Sky Survey). São imagens em infravermelho e coloridas da seguinte maneira: banda J (1,2 mícrones) a azul, banda H (1,6 mícrones) a verde e banda Ks (2,2 mícrones) a vermelho. No jovem aglomerado NGC 7129, o processo de formação estelar continua ocorrendo. A estrela brilhante embebida em cima e à esquerda na imagem é a estrela Herbig Ae/Be LkH 234, fonte de jactos moleculares. Os muitos filamentos são também indicativos de jactos moleculares das estrelas, que por sua vez são características de objectos muito jovens.
Fonte: http://www.portaldoastronomo.org/npod.php?id=3000

Formação de estrelas na galáxia NGC4214

                                                 Crédito: NASA & The Hubble Heritage Team (STScI).
Situada a cerca de 13 milhões de anos-luz de distância, a galáxia NGC4214 está neste momento a formar enxames de novas estrelas a partir do seu gás e da sua poeira. Nesta imagem obtida pelo Hubble são visíveis várias estrelas ténues, mas a imagem é dominada por uma série de nuvens de gás incandescente a rodear verdadeiros berçarios brilhantes de estrelas. Os enxames mais jovens estão localizados na parte inferior da imagem, surgindo como nuvens brilhantes de gás incandescente. Cada nuvem brilha devido à enorme quantidade de radiação ultravioleta emitida pelas jovens estrelas embebidas nas nuvens, cuja formação se deve ao seu colapso gravitacional. As estrelas jovens aparecem na imagem com uma cor branca azulada devido às suas temperaturas elevadas (10000 a 50000 graus Celsius). A característica mais interesantes desta imagem é o enorme enxame de estrelas azuis de elevada massa visível no perto do centro da imagem. Cada uma desta estrelas é cerca de 10000 vezes mais brilhante que o nosso Sol.

QUEIJO verde, mas não é

Sul até a imagem de Michael Hunnekuhl, Hannover Alemanha
A imagem da Lua acima, mostra cores aproximadamente em tons marrons militares, com pontos brilhantes ao redor de crateras de impacto novas, incluindo uma coloração azulada próximo da Cratera Descartes. Mas olhando com mais detalhe existem pedaços que são avermelhados, amarelados e até mesmo alguns com pontos esverdeados. Todas essas tonalidades são visíveis no interior e no anel da Cratera Albategnius no canto superior esquerdo da imagem (marcada com um círculo). A primeira coisa que se pode perguntar é se essas tonalidades sutis são reais ou são geradas a partir de um extremo processamento da imagem. Uma maneira de tentar sanar essa duvida é comparando essa imagem com uma imagem que teve cores realçadas. Assumindo que essas tonalidades sejam reais nos leva a outra questão, o que pode ter causado essas diferenças. Os pontos vermelhos pontuais sugerem que eles não sejam de uma única e contínua unidade geológica, como fluxos de lava em mares, mas podem ser causados por processos pontuais, por exemplo, respingos de material associado com crateras secundárias. Mas como essas marcar pontuais são mais uniformes do que se espera de crateras secundárias fica aqui uma incerteza. O interior verde da Cratera Argelander é mais geologicamente restrito e parece ser mais real. Fica aqui a sugestão de que no futuro seja possível analisar e reconhecer diferentes composições no interior da Cratera Argelander.

Telescópio da Nasa já detectou mil potenciais planetas fora do sistema solar

Kepler foi lançado em 2009 para buscar locais propícios para a vida
                                Planetas gigantes não são tão comuns/Divulgação
O telescópio especial Kepler, da Nasa (agência espacial dos EUA), tem o registro de mais de mil possíveis planetas fora do nosso Sistema Solar, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (2). Com isso, o número de exoplanetas, que são aqueles que orbitam outras estrelas que não o Sol, pode dobrar – até hoje, sabe-se da existência de cerca de 500 desses planetas. Esses exoplanetas ainda não foram confirmados, mas a expectativa é de que 90% deles tenham a existência verificada. O telescópio, que pesa pouco mais de uma tonelada e orbita ao redor do Sol em uma posição entre Marte e a Terra, foi lançado em 2009 com o objetivo de identificar planetas além do Sistema Solar, com a esperança de encontrar algum com condições de vida. Desde que os cientistas localizaram o primeiro planeta desse tipo, em 1992, eles confirmaram também a presença de outros 500. Os primeiros dados enviados pelo Kepler revelaram, por exemplo, que os planetas menores que Júpiter, o maior do sistema solar, são mais comuns que os planetas gigantes. Alguns dos planetas achados pelo Kepler têm tamanho parecido com o da Terra, o que indica que eles têm mais potencial para abrigar vida.
Fonte: http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/.

Nasa divulga imagem de novos cometas do Sistema Solar

A missão NEOWISE da NASA completou sua pesquisa de pequenos corpos como asteroides, e cometas no nosso Sistema Solar. As descobertas feitas pela missão de anteriormente desconhecidos objetos, incluem 20 cometas mais de 33000 asteroides no principal cinturão localizado entre Marte e Júpiter e de 134 objetos conhecidos como Near-Earth-Objetcts (NEOs). Os NEOs são asteroides e cometas com órbita que se encaixa dentro de um raio de 45 milhões de quilômetros da Terra em relação ao Sol.
Leia a postagem copleta em: http://cienctec.com.br/wordpress/?p=8149
Créditos: Ciência e Tecnologia

Evidência insuficiente

Reiner Gamma é essa famosa feição tão evidente que a cratera em forma de redemoinho depois denominada dificilmente é notada. Essa imagem acima, aqui reproduzida, mostra a feição com um ângulo de Sol bem baixo o que nos retorna novamente a se interessar por ela. A longa sombra da própria cratera parece o perfil de um castelo com torres para todo o lado. As pequenas colinas são pontos esparsos da Cloinas Marius. Ainda não existem evidências de que essa pequena cratera com o Sol baixo na posição de 4 horas a partir da Reiner está logo acima do redemoinho branco. Essa imagem mostra que o material ejetado da Reiner cruza o redemoinho e por isso é mais jovem do que ele. Ou o processo que causou o redemoinho trabalhou também o material ejetado, e os redemoinhos são possivelmente mais jovens, ainda não existe uma idéia definitiva. Outra interessante observação é que o material ejetado radialmente não se estende igualmente em todas as direções. Na imagem abaixo que mostra uma visão vertical da região, essa observação é confirmada. Existem duas explicações prováveis para isso – um fluxo de lava mais jovem cobriu parte da ejeção próxima da Reiner ou a Reiner se formou por um impacto oblíquo com o material ejetado indo somente para os lados, e não para as direções acima e abaixo da cratera. Infelizmente, não existem raios visíveis a partir da Reiner, então não existe evidências para um impacto oblíquo. Contudo, a cratera é ligeiramente alongada na direção esperada se ela fosse formada por um impacto oblíquo. A imagem da LRO não fornece evidências que alguma parte da lava próxima é mais jovem do que a outra. Assim, com as imagens examinadas, nós atualmente não podemos ter razões para selecionar entre uma das duas possíveis respostas. Temos que pensar então quais evidências adicionais precisamos procurar para tentar resolver essa incerteza.

Créditos: http://imagensdouniverso.blogspot.com/

Imagem mostra galáxia de disco puro


Esta imagem da galáxia espiral NGC 3621 foi obtida com o Wide Field Imager (WFI) em La Silla do ESO no Chile. NGC 3621 é de cerca de 22 milhões de anos-luz de distância na constelação de Hidra (A Serpente do Mar). É comparativamente mais brilhante e pode ser bem visto em telescópios de tamanho moderado. Os dados da Wide Field Imager no telescópio MPG / ESO de 2,2 metros do ESO em La Silla, no Chile usado para fazer esta imagem foram selecionados a partir do arquivo ESO por Joe DePasquale como parte do concurso Tesouros Escondidos.
 
A galáxia brilhante NGC 3621, capturada com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio de 2.2 metros, instalado no Observatório do ESO de La Silla, Chile, parece ser um exemplar perfeito de uma espiral clássica. No entanto, é bastante invulgar: esta galáxia não tem bojo central e é por isso descrita como uma galáxia de disco puro. NGC 3621 é uma galáxia espiral situada a cerca de 22 milhões de anos-luz de distância na constelação da Hidra. É relativamente brilhante e pode ser observada com um telescópio de tamanho médio. Esta imagem foi obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2.2 metros, instalado no Observatório do ESO de La Silla, Chile. Os dados foram seleccionados, a partir de arquivo ESO, por Joe DePasquale, que participou no concurso Tesouros Escondidos. A imagem de NGC 3621 submetida por Joe ao concurso valeu-lhe o quinto lugar nesta competição.
 

Este gráfico mostra a localização da galáxia NGC 3621 na constelação de Hidra. Este mapa mostra a maioria das estrelas visíveis a olho nu sob boas condições ea galáxia em si é marcado como um oval vermelho em um círculo. Esta galáxia é bastante brilhante e pode ser visto em um pequeno telescópio


A galáxia tem a forma de uma panqueca achatada, o que indica que ainda não interagiu de forma directa com outra galáxia, sofrendo por exemplo uma colisão galáctica, o que teria perturbado o fino disco de estrelas e criado um pequeno bojo no seu centro. A maioria dos astrónomos pensa que as galáxias crescem por fusão com outras galáxias, num processo chamado formação hierárquica de galáxias. Com o tempo este processo deverá criar bojos grandes no centro das espirais. Investigações recentes sugeriram, no entanto, que galáxias espirais sem bojo, ou de disco puro, como a NGC 3621, são na realidade bastante comuns. Esta galáxia torna-se igualmente interessante na medida em que, encontrando-se relativamente próxima, permite-nos estudar uma grande variedade de objectos astronómicos que se encontram no seu interior, incluindo maternidades estelares, nuvens de poeira e estrelas pulsantes, as chamadas variáveis Cefeides.

Estas últimas são utilizadas como marcos de distância no Universo. Nos finais dos anos 90 do século passado, NGC 3621 foi uma das 18 galáxias seleccionadas para um Programa Chave do Telescópio Espacial Hubble: observar variáveis Cefeides e medir a taxa de expansão do Universo com uma precisão maior do que a conseguida até então. Neste projecto, que correu bastante bem, foram observadas, apenas nesta galáxia, 69 Cefeides. Múltiplas imagens monocromáticas obtidas através de quatro filtros de cor diferentes foram combinadas para obter esta fotografia. Imagens obtidas com o filtro azul aparecem-nos a azul, imagens tiradas através do filtro amarelo-verde estão a verde e imagens obtidas através do filtro vermelho são laranja escuro. Adicionalmente, imagens tiradas através de um filtro que isola o brilho do gás de hidrogénio apresentam-se vermelhas. Os tempos de exposição totais por filtro foram de 30, 40, 40 e 40 minutos, respectivamente.

11 Missões Espaciais Que Serão Manchete em 2011

Normalmente é impossível prever o que será destaque no mundo científico em um ano que começa. Pequenos laboratórios podem surgir do nada com descobertas espetaculares, achados que a há muito se procura podem falhar na hora de se materializar, ou seja, o mundo científico vive em um turbilhão de emoções. Mas um campo científico talvez mais do que qualquer outro nos da fortes pistas sobre o que esperar. Graças a legislação pesada, a engenharia complicada, e às distâncias astronômicas que se precisa viajar, nós podemos ter uma boa confiança sobre as previsões para o mundo espacial em 2011.

Leia a postagem completa em: http://cienctec.com.br/wordpress/?p=7665
Créditos: Ciência e Tecnologia

Sete Anos de Atividades Científicas da Sonda Opportunity em Marte

O dia 24 de Janeiro de 2011 marcou o sétimo aniversário do pouso seguro feito pela sonda conhecida como Opportunity Mars Exploration Rover (MER) em Marte. A Opportunity logo, logo também irá comemorar outra marca importante, 2500 Sols em Marte, ou seja, 2500 dias marcianos explorando o planeta vermelho. Junto com a sua irmã gêmea, a Spirit, a sondas exploratórias da NASA com certeza figurarão para sempre como um dos maiores feitos da exploração espacial.

Leia a postagem completa em: http://cienctec.com.br/wordpress/?p=7917
Créditos: Ciência e Tecnológia
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