11 de fev de 2011

G347.3-0.5 e RCW 86: Levando O Imageamento Cósmico ao Limite

Essas imagens de duas partes remanescentes de supernovas, a G347.3-0.5 e a RCW 86, mostram o resultado de dados combinados do Observatório de Raios-X Chandra da NASA e o XMM-Newton da ESA. Em cada uma das imagens, o XMM-Newton obteve dados de um campo de visão mais amplo enquanto que o Chandra foi usado para se concentrar em áreas chaves de interesse para os pesquisadores (destacadas nas caixas).
Leia a matéria completa em: http://www.cienctec.com.br/ler.asp?codigo_noticia=460&codigo_categoria=4&nome_categoria=Arquivos&codigo_subcategoria=1&nome_subcategoria=Imagen

Créditos: Ciência e Tecnologia

Galéria de Imagens - Sonda faz imagens inéditas do Sol em 2010

                                                                  Divulgação/Nasa
A imagem feita no dia 30 de março deste ano mostra um Sol ultravioleta, no qual as diferentes cores representam temperaturas distintas. As vermelhas são mais frias do que as azuis e verdes, segundo a Nasa
                                                                     Divulgação/Nasa
A sonda SDO, lançada ao espaço no dia 11 de fevereiro deste ano, também enviou a imagem de explosões solares.
                                                                      Divulgação/Nasa
                                As diferentes ondas solares também foram registradas pela sonda
                                                                         Divulgação/Nasa
A rebentação interna do Sol foi outro momento registrado pela sonda, que segue no espaço estudando a estrela durante os próximos cinco anos.
Fonte: Nasa.gov
R7.com

Galéria de Imagens - Algumas das melhores fotos do espaço em 2010..

O Telescópio Hubble flagrou uma cena inusitada. A galáxia gigante em espiral NGC 5194 foi flagrada enquanto roubava nuvens de poeira de sua vizinha, a NGC 5195. As duas se distanciam em 31 milhões de anos-luz (distância percorrida pela luz em um ano no vácuo).
O telescópio espacial Hubble fez a imagem de uma galáxia que tem uma estrutura bastante esquisita, toda torta: ela tem "braços" assimétricos e o seu centro é deslocado. Essa anatomia, que é bastante incomum, é causada pela força gravitacional de outras duas galáxias que ficam nas redondezas: juntas, as três formam o chamado Trio do Leão.
O Hubble fotografou também em 2010 a fase final da vida de uma nebulosa que se parece com o Sol e se chama Ampulheta. A foto mostra anéis brilhantes e coloridos de gás. O vermelho representa o nitrogênio, o verde representa o hidrogênio e o oxigênio é mostrado pela cor azul.
Entre os várias belas imagens registradas em 2010 pelo telescópio espacial Hubble se destaca a que mostra um par de estruturas de corda torcida (chamadas de twisters pelos astrônomos; no canto superior esquerdo da foto), que fica no coração da Nebulosa Laguna (M8, nos mapas estelares), a 5.000 anos-luz da Terra. O ponto mais brilhante mostra o nascimento violento de uma estrela.
 Duas misteriosas bolhas gigantes, que estão unidas e emitem raios gama, foram descobertas no centro da nossa galáxia, a Via Láctea, anunciaram astrônomos americanos. As bolhas, que abrangem 50 mil anos-luz (distância percorrida pela luz em um ano no vácuo), podem ser resíduo da erupção de um buraco negro gigante no coração da galáxia.
 A Nasa capturou a imagem de uma fina esfera vagando pelo espaço – segundo a agência, o objeto parece um enfeite de Natal. Essa bolha de gás, que tem cerca de 217 trilhões de quilômetros de diâmetro, formou-se após a explosão de uma estrela na Grande Nuvem de Magalhães, uma pequena galáxia que fica próxima à Via Láctea, onde a Terra está localizada.

Nasa apresenta berçário de novas estrelas

              A Nasa divulgou imagem de uma nebulosa de emissão, onde as estrelas se formam/Foto: Nasa/Divulgação
A agência espacial Americana (Nasa) divulgou nesta sexta-feira a imagem da nebulosa LBN 114,55 +00.22, vizualizada pela sonda WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer). Batizada em homenagem ao astrônomo que publicou um catálogo de nebulosas em 1965, LBN significa "Lynds Bright nébula" e os números referem-se às coordenadas na Via Láctea, servindo como uma espécie de endereço na galáxia. Os astrônomos classificaram a nebulosa como de emissão, por ser responsável por emitir luz. Segundo a Nasa, as nebulosas de emissão são berçários de estrelas, ou seja, lugares onde elas se formam. As cores usadas na imagem representam determinados comprimentos de onda da luz infravermelha. Azul e turqueza marcam a luz emitida em comprimentos de onda predominantemente de estrelas. Verde e vermelho representam a luz emitida principalmente pela poeira. As nebulosas são enormes nuvens de poeira e gás que ocupam o espaço entre as estrelas. Algumas recebem nomes correspondentes a sua aparência, como a nebulosa Rosa. Nesta terça-feira, a agência espacial apresentou outra nebulosa, chamada de América do Norte devido à incrível semelhança com o continente em luz visível.
Fonte: http://noticias.terra.com.br

Divulgada imagem de nebulosa parecida com a América do Norte

Nova imagem divulgada pela Nasa mostra mais evidente a semelhança da nebulosa com a América do Norte. A foto mostra silhuetas parecidas com o México e com a parte da costa leste dos Estados Unidos/Foto: Nasa/Divulgação
A agência espacial Americana (Nasa) divulgou nesta sexta-feira, dia 11, uma nova imagem da nebulosa da América do Norte, nomeada assim devido à incrível semelhança com o continente em luz visível, representado pela coloração azul. Os raios infravermelhos, mostrados em vermelho e verde, podem penetrar profundamente na poeira estelar, revelando estrelas e nuvens de poeira escondidas. Apenas as mais densas nuvens de poeira permanecem opacas, como as da imagem representadas na "área do Golfo do México". A imagem em questão mostra o México e parte da costa leste dos Estados Unidos.
Fonte: http://noticias.terra.com.br

3C294: O Chandra Descobre o Mais Distante Aglomerado de Galáxias em Raios-X

Essa imagem do Chandra mostra o gás quente gravitacionalmente unido envelopando a galáxia distante conhecida como 3C294. Essa emissão de raio-X é considerada como sendo uma assinatura de um aglomerado de galáxias extremamente massivo – uma das maiores estruturas conhecidas no universo. Os astrônomos acreditam que eles capturaram o aglomerado ao redor da 3C294 na época em que o universo tinha somente 20 por cento da sua idade atual. Esse aglomerado distante pode ter importantes implicações para o entendimento de como o universo se desenvolveu desde uma época muito inicial. A imagem do Chandra revela uma região em forma de uma ampulheta de raios-X ao redor de uma rádio galáxia anteriormente conhecida (visto como o objeto central azul). A intensidade da emissão de raio-X é mostrada em cores, onde o vermelho indica raios-X de baixa intensidade, verde de intensidade intermediária e azul para as energias mais altas observadas. As vastas nuvens de gás quente ao redor dos aglomerados de galáxias devem ser aquecidas pelo colapso de matéria em direção ao centro do aglomerado. Até o Chandra ter sido apontado para essa fonte, os telescópios não tinham a sensibilidade necessária para identificar essas assinaturas de emissões de raios-X desses distantes aglomerados de galáxias. O Chandra observou o 3C294 por 5.4 horas no dia 29 de Outubro de 2000, usando seu Advanced CCD Imaging Spectrometer.

Créditos: Ciência e Tecnologia
http://cienctec.com.br/wordpress/?p=8433

O Objeto da Hanny – Hanny’s Voorwerp

Hanny’s Voorwerp, o termo em holandês para o Objeto de Hanny, é enorme, tem aproximadamente o tamanho da nossa Via Láctea. Esse objeto brilha fortemente com uma luz esverdeada produzida pelos átomos de oxigênio ionizado e está localizado abaixo da galáxia espiral IC 2497 nessa imagem feita pelo Telescópio Espacial Hubble. Ambos os objetos localizam-se a uma distância de 650 milhões de anos-luz na apagada constelação de Leo Minor. De fato, a enorme nuvem verde é agora suspeita de ser parte de uma cauda de maré de material iluminado por um quasar que habita o centro da galáxia IC 2497. Energizado por um buraco negro massivo, o quasar se desligou de maneira repentina, deixando somente a galáxia e o voorwerp visível para telescópios que captam os comprimentos de onda ópticos. A imagem detalhada do Hubble também resolve uma região de formação de estrelas no voorwerp, observado em amarelo ao e próximo da IC 2497. Essa região foi provavelmente comprimida por um fluxo de gás dirigido pelo centro da galáxia. O marcante objeto misterioso foi descoberto por uma professora escolar holandesa, chamada Hanny van Arkel em 2007, enquanto participava de forma online do projeto Galaxy Zoo. O Galaxy Zoo pede ajuda ao público para classificar as galáxias encontradas pelo Sloan Digital Sky Survey e mais recentemente pelas imagens de campo profundo do Hubble.
Crédito da Imagem: NASA, ESA, Keel W. (Univ. Alabama), et al, Team Galaxy Zoo.
Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap110210.html

Asteroide raspa na Terra e bate recorde de aproximação

                        O asteroide 2011 CQ1 fez a maior aproximação já registrada até hoje.[Imagem: NASA]

Recorde de aproximação
 
Na última sexta-feira, dia 04, um pequeno asteroide até então desconhecido passou raspando pela Terra.
Segundo a NASA, o 2011 CQ1, com cerca de um metro de diâmetro, passou a apenas 5.480 quilômetros da superfície do planeta. Este é um recorde histórico, constituindo a maior aproximação já registrada. O asteroide "tirou tinta" da Terra em uma área sobre o sul do Oceano Pacífico. Se tivesse sido detectado antes, a probabilidade de colisão teria sido calculada próxima aos 100%. O recorde anterior havia sido registrado em 2004 - mas o 2004 FU162 passou a mais 6.400 quilômetros da superfície do planeta.

Saída pela esquerda

E a aproximação inédita gerou também um outro fato inusitado: ao passar pela Terra, o asteroide fez a curva mais fechada que os astrônomos já haviam registrado para um corpo celeste. Como era muito pequeno e passou muito perto, a gravidade da Terra exerceu uma influência forte o suficiente para alterar completamente sua órbita, fazendo-o virar à esquerda em 60 graus. A curva foi tão fechada que foi suficiente para mudar a categoria do asteroide.  "Antes da recente aproximação com a Terra, este objeto estava na chamada órbita de classe Apolo, que fica na maior parte do tempo fora da órbita da Terra," explicaram Don Yeomans e Paul Chodas, do Programa NEO (Near-Earth Object: objetos próximos à Terra). "Depois da aproximação, a atração gravitacional da Terra modificou a órbita do objeto para uma órbita classe Atenas, quando o objeto passa a maior parte do tempo dentro da órbita da Terra," explicaram os astrofísicos.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

Pictor A: Jatos Espetaculares de Raio-X Apontam na Direção de Um Amplificador de Energia Cósmica

A imagem feita pelo Chandra da rádio galáxia Pictor A mostra um jato espetacular que emana do centro da galáxia localizado à esquerda e se estende por 360 mil anos-luz na direção do ponto quente brilhante. O ponto quente está localizado a 800 mil anos-luz (8 vezes o diâmetro da Via Láctea) de onde os jatos se originam. Acredita-se que o ponto quente represente a avanço da cabeça do jato, com um brilho ostensivo onde ele mergulha dentro do tênue gás do espaço intergaláctico. Uma possível explicação para os raios-X é que as ondas de choque ao longo dos lados e da cabeça do jato de raio-X estão explodindo elétrons e possivelmente prótons a velocidades próximas da luz. Acredita-se que os jatos sejam produzidos por forças eletromagnéticas poderosas criadas pelo gás magnetizado que cai em forma de espiral na direção do buraco negro. Embora a maior parte do material caia dentro do buraco negro, alguma parte pode ser ejetada a velocidades extremamente altas. Campos magnéticos gerados por essas forças podem se estender a grandes distâncias e podem desse modo ajudar a explicar o fato dos jatos serem estreitos.

Créditos: Ciência e Tecnologia - http://cienctec.com.br/wordpress/?p=8397
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