15 de fev de 2011

Galeria de Imagens - Nebulosas Planetárias

Uma nebulosa planetária é um objecto astronómico que consiste numa concha brilhante de gás formada por certos tipos de estrelas no fim das suas vidas. Não têm relação nenhuma com os planetas; o nome deriva de uma suposta semelhança em relação à aparência dos gigantes gasosos. São fenómenos de curta duração (apenas alguns milhares de anos) quando comparados com o tempo de vida estelar típico (alguns milhares de milhões de anos). Conhecem-se cerca de 1,500 nebulosas planetárias na nossa Galáxia.                                            

A Nebulosa do Anel (também conhecida por M57 ou NGC 6720), fica a 2.300 anos-luz da Terra, na constelação de Lira. Está entre os mais notáveis exemplos de nebulosa planetária. Foi descoberta por Antoine Darquier de Pellepoix em 1779. Esse nome é porque seus gases parecem um anel ou as pétalas de uma rosa cósmica.

A Nebulosa do Haltere (também chamada M 27, Messier 27 ou NGC 6853), foi a primeira nebulosa planetária descoberta. Está localizada a cerca de mil e duzentos anos-luz de distância da Terra, na direção da Constelação da Raposa. Foi descoberta em 1764, por Charles Messier. Com seu brilho de magnitude visual em 7,5 e por seu diâmetro com cerca de 8 arcominutos, é facilmente visível por binóculos, e bastante observada por astrônomos amadores.
Hebulosa de Hélix, também conhecida como A Hélix ou NGC 7293 é uma nebulosa planetária localizada na constelação de Aquarius. Descoberta por Karl Ludwig Harding, provavelmente antes de 1824, essa nebulosa é uma das nebulosas mais próximas da Terra. Sua distância da Terra é de aproximadamente 700 anos-luz (700 parsec). Ela é muito parecida à nebulosa do anel, que têm tamanho, idade e características físicas parecidos à nebulosa do Haltere, sendo diferentes apenas em suas proximidades e aparência de um ângulo equatorial. A nebulosa de Hélix já foi chamada várias vezes de Olho de Deus na internet.

NGC 6543 ou Nebulosa do Olho de gato é uma nebulosa planetária na constelação do Dragão. Estruturalmente é uma das nebulosas mais complexas conhecidas tendo-se observado em imagens de alta resolução do Telescópio Espacial Hubble mostrando jorros de material e numerosas estruturas em forma de arco. Foi descoberta por William Herschel em 15 de Fevereiro, de 1786 e foi a primeira nebulosa planetária cujo espectro foi pela primeira vez pesquisado sendo este trabalho realizado pelo astrônomo amador William Huggins em 1864.

NGC 2818 é uma nebulosa planetária situada na constelação austral de Pyxis. Grande parte da nebulosa é constituída pelos gases expulsos pelas camadas exteriores de uma estrela no final da sua vida. Esta estrela é uma anã branca situada no centro da nebulosa.

A Nebulosa do Esquimó (ou NGC 2392) é classificada como nebulosa planetária. Foi descoberta por William Herschel, em 1787, e recebeu o apelido 'Esquimó' por lembrar um rosto envolto por uma pele parca. Sua formação iniciou há 10 000 anos, aproximadamente, quando, em extinção, um astro pôs-se a lançar material no espaço. A nebulosa, segundo os cientistas, pode apresentar, em torno do equador de sua estrela, um anel de material denso. A NGC 2392 possui duas partes em formato de elipse fluindo sob e sobre a estrela em extinção. A estrela que nela existe possui características como as do Sol. Pode ser vista telescópios e ter suas coordenadas obtidas através de programas como o Google Earth.

O Telescópio Espacial Hubble revelou um arco-íris de cores nesta estrela morrendo, chamada de IC 4406. Como muitas outras assim chamadas nebulosas planetárias, a IC 4406 exibe um alto grau de simetria. Os lados direito e esquerdo da nebulosa são praticamente imagens espelhada um do outro.

                                                                                        
Essa nebulosa planetária está localizada a cerca de 2900 anos-luz de nós na constelação Ursa Major e tem um diâmetro de cerca de 3 anos-luz. Ela se formou há cerca de 6000 anos. M97 é uma das mais complexas nebulosas planetárias conhecidas. As cores na imagem correspondem a oxigênio ionizado [OIII] em azul, nitrogênio ionizado [NII] em verde e hidrogênio [H-alpha] em vermelho.

Porque é que esta formiga não é uma grande esfera? A nebulosa planetária Mz3 é libertada a partir de uma estrela semelhante ao nosso Sol que é certamente redonda. Porque é que então o gás expelido cria uma nebulosa em forma de formiga que é obviamente não redonda? As pistas indicam uma grande velocidade de 1,000 km/s, a estrutura com 1 ano-luz de tamanho, e o magnetismo da estrela vísivel no centro da nebulosa. Uma resposta possível é que Mz3 esconde uma segunda mais ténue estrela que orbita muito próxima da principal. Dado que a estrela central parece ser muito semelhante com o Sol, os astrónomos esperam que o conhecimento mais aprofundado da história desta gigante formiga espacial possa providenciar bastantes informações acerca do futuro do Sol e da Terra.

No dia 11 de abril de 2007, um grupo de astrônomos anunciou em Pasadena, na Califórnia, a descoberta de um novo membro para o panteão de bonitos e exóticos objetos celestes. Batizado de "Quadrado Vermelho" por Peter Tuthill, responsável da equipe. O que pode causar uma nebulosa parecer quadrada? Ninguém sabe. O quente sistema estelar, conhecido como MWC 922, no entanto, parece estar embebido numa nebulosa com tal forma. A imagem acima combina exposições no infravermelho a partir do Telescópio Hale no Monte Palomar, Califórnia, com as do Telescópio Keck-2 no Mauna Kea, Hawaii.

Essa nebulosa planetária chamda de NGC 2440 está a cerca de 4000 anos-luz de nós, na constelação Puppis. A estrela que deu origem a essa nebulosa planetária é o ponto branco que podemos percebre no centro da imagem. Ela é uma das estrelas anãs brancas mais quentes que conhecemos atualmente, com uma temperatura da superfície de cerca de 200000 K. A cor azul mostra a presença de hélio, a cor azul-esverdeado corresponde ao oxigênio e a cor vermelha ao nitrogênio e hidrogênio

IC 418 situada a uma distância de cerca de 2000 anos-luz de nós, na constelação Lepus, essa nebulosa planetária se caracteriza pelo intricado desenho que os gases formam no seu interior. Seu diâmetro é de apenas 0,3 anos-luz. A cor vermelha mostra emissão a partir de nitrogênio ionizado, que é o gás mais frio existente na nebulosa planetária, localizado bem distante da sua região central. A cor verde mostra emissão produzida pelo hidrogênio e a cor verde mostra a emissão do oxigênio ionizado, o gás mais quente e que se encontra próximo à estrela central.

NGC 3242, também conhecida como Nebulosa Fantasma de Jupiter. Depois de uma estrela como o nosso Sol ter completado a fusão no seu núcleo, liberta as suas camadas exteriores, formando um objecto chamado nebulosa planetária. NGC 3242 é um exemplo de tal formação, com o resto estelar (uma anã branca) visível no centro. A sua alcunha "Fantasma de Júpiter" deriva de se parecer com o planeta. NGC 3242, no entanto, está muito mais longe que os meros 40 minutos-luz até Júpiter. De facto, ao comparar a velocidade de expansão aparente com a velocidade actual determinada por estudos do efeito Doppler, os astrónomos estimaram que a distância até NGC 3242 situa-se pelos 1,400 anos-luz. As zonas vermelhas perto dos limites da nebulosa são ainda um mistério.

 Foi a estrela ténue, não a brilhante, perto do centro de NGC 3132, que criou esta estranha mas linda nebulosa planetária com o nome de Nebulosa Eight-Burst ou Nebulosa do Anel do Sul. O brilhante gás veio das camadas exteriores de uma estrela tipo-Sol. Nesta imagem a cores, a azul e quente área vista rodeando este sistema binário recebe energia da quente superfície da ténue estrela. Embora fotografada para explorar simetrias irregulares, são as assimetrias que tornam esta nebulosa planetária tão intrigante. Nem a sua forma, nem a concha mais fria em redor, nem a sua estrutura ou posições dos frios filamentos de poeira de NGC 3132 são ainda bem compreendidos.

Esta beldade é uma nebulosa planetária chamada NGC 7027 que está a 3 mil anos-luz de distância da Terra na constelação de Cygnus. A foto mostra detalhadamente a estrutura do material que a estrela central ejetou e que chegou a uma distância equivalente a 140 vezes o diâmetro do nosso sistema solar. As nebulosas planetárias representam um estágio na vida das estrelas, estágio que o Sol deverá atravessar no futuro, quando se esgotar o combustível no seu núcleo, daqui a 4 bilhões de anos.
 Fonte:NASA  
CréditoS: B. Balick (U. Washington) et al., WFPC2, HST, NASA
Hubble Heritage Team (AURA/STScI /NASA)

Proto-estrelas de alta massa IRS 9A-C

Um Zoom da Região proto estelar NGC 3603 IRS 9. O brilho intrínseco dessas estrelas emergentes é impressionante: 100.000, 1000 e 1000 vezes a do Sol para o IRS 9A, 9B IRS e IRS 9C, respectivamente. O seu brilho e cores em infravermelhos dar informações sobre as propriedades físicas destas proto-estrelas. Eles são muito jovens em termos astronômicos, provavelmente menos de 100.000 anos. Elas já são bastante massivas, no entanto, mais de 10 vezes mais pesadas do que o Sol, e elas ainda estão crescendo.

Uma galáxia que passou de muito gorda para obesa


A ESO 146-IG 005 tem 30 trilhões de vezes a massa do Sol (por enquanto)
A uma distância relativamente próxima, 1,5 bilhão de anos-luz, uma vizinha nossa perdeu as estribeiras e se tornou um comedora compulsiva. Trata-se de ESO 146-IG 005, uma galáxia no coração do aglomerado de Abell 3827 que passou de muito gorda para obesa. Já se sabia que essa galáxia estava bem fora de forma. A emissão de raios X do aglomerado dava uma estimativa de massa bem alta para a galáxia. Isso já era de se esperar, pois as galáxias centrais em aglomerados são mesmo as mais massivas. Aos poucos, elas vão atraindo o gás que permeia o aglomerado e vão também engolindo as outras galáxias. No final, tornam-se a galáxia dominante. O processo de canibalização de galáxias não é incomum, menos ainda em aglomerados. Recentemente, um grupo de pesquisadores descobriu uma série de arcos no aglomerado. São desvios na trajetória da luz de um objeto bem distante (uma galáxia ou um quasar, por exemplo) que passa na proximidade de uma galáxia (ou um aglomerado de galáxias). Esse desvio é ocasionado pela distorção do espaço na presença de matéria, em uma das previsões mais interessantes da teoria da relatividade geral de Einstein. O campo gravitacional desse objeto mais próximo age como uma lente (chamada de lente gravitacional) e forma uma imagem distorcida do objeto mais distante. Analisando essa imagem distorcida, com a ajuda da teoria de Einstein, dá para estimar a massa do objeto mais próximo. Com as imagens obtidas de Abell 3827 por um time de pesquisadores liderados por Rodrigo Carrasco, uma nova estimativa da massa de ESO 146-IG 005 foi obtida com a descoberta de arcos produzidos pela distorção gravitacional. Resultado: ela tem nada menos que 30 trilhões de vezes a massa do Sol! Esse é agora o novo recorde de massa para uma galáxia.
Mais interessante que isso, essa equipe de astrônomos mostrou que pelo menos 4 galáxias estão sendo digeridas por ESO 146-IG 005. Na imagem é possível ver 3 pontos luminosos no centro, que representam os núcleos de 3 galáxias que foram canibalizadas e estão agora no estômago da galáxia central. Mas não para por aí: esse processo deve continuar e a galáxia ESO 146-IG 005 ainda deve engolir outros membros do aglomerado.
Créditos: Cássio Leandro Dal Ri Barbosa
http://g1.globo.com/platb/observatoriog1/2010/05/27/uma-galaxia-que-passou-de-muito-gorda-para-obesa/

Nebulosa Hen-1357

                                                          Crédito: M. Bobrowsky, NASA
Esta imagem do Telescópio Espacial Hubble mostra Hen-1357, a mais jovem nebulosa planetária conhecida. Observações feitas nos anos 70 não detectaram material nebular, mas esta imagem de Março de 1996 mostra claramente bolhas e anéis de gás ionizado. O gás é aquecido pela quente estrela central à medida que se transforma numa anã branca. A imagem também mostra uma estrela companheira dentro da nebulosa. Os astrónomos suspeitam que tais companheiras possam explicar as formas complexas desta e de outras nebulosas planetárias. Este jovem cósmico tem cerca de 130 vezes o tamanho do nosso Sistema Solar e continua a crescer. Situa-se a 18,000 anos-luz de distância, na constelação do Altar.
Fonte:http://www.ccvalg.pt/astronomia/nebulosas/nebulosas

Galáxia Circinus:Chandra Examina Buracos Negros Grandes e Pequenos em galáxia vizinha

                                                    Créditos: NASA/Penn State/F.Bauer et al.
Essa imagem de raios-X do Chandra mostra a parte interna da Galáxia Circinus, com o norte para cima da imagem e o leste para a esquerda. Em termos de energia de raios-X, a cor vermelha representa a baixa energia, verde a energia intermediária e a azul a maior energia observada. A emissão é resolvida em um número certo de componentes distintos, muitos deles associados com um buraco negro central. Uma fonte brilhante e compacta está presente no centro da imagem. Essa fonte nuclear é circundada por um halo difuso de raios-X que se estende por algumas centenas de anos-luz. Os raios-X que são emitidos diretamente para noroeste do núcleo aparecem em vermelho indicando predominantemente energias suaves, enquanto que os raios-X para sudeste são azuis indicando somente fortes energias.Pelo fato das baixas energias de raios-X serem absorvidas pelo gás mais facilmente do que as altas energias, o contraste marcante sugere que a emissão em vermelho para noroeste origina-se do lado visível da Galáxia Circinus. E a emissão em azul é mais fortemente absorvida e precisa vir de um gás localizado dentro do disco ou no lado oculto da galáxia. Essa geometria corresponde ao disco da galáxia como visto em imagens ópticas e de ondas de rádio. Uma brilhante, pluma de raio-X suave se estende aproximadamente por 1200 anos-luz para noroeste e coincide com uma região óptica contendo gás ionizado pelo núcleo.  Existe uma correlação muito forte entre a emissão de raio-X e o gás altamente ionizado visto na linha de emissão das imagens obtidas pelo Telescópio Espacial Hubble e por telescópios baseados em Terra. A imagem de raio-X foi feita pelo Observatório de Raios-X Chandra da NASA usando o seu Advanced CCD Imaging Spectrometer (ACIS) com um tempo de exposição de 67000 segundos entre os dias 6 e 7 de Junho de 2000.

Fonte: http://chandra.harvard.edu/photo/2001/0167/

A Nebulosa da América do Norte em Infravermelho

                       Crédito: NASA, JPL-Caltech, L. Rebull (SSC, Caltech); Rollover Óptica: DSS, D. De Martin
A Nebulosa da América do Norte pode fazer do que a maioria dos americanos não podem – formar estrelas. Precisamente onde na nebulosa essas estrelas estão se formando são regiões que estão na sua maior parte obscurecida por algumas das mais espessas nuvens de poeira da nebulosa que conseguem tornar-se completamente opaca para a luz visível. Contudo, uma nova visão da Nebulosa da América do Norte na luz infravermelha feita pelo Telescópio Espacial Spitzer em órbita da Terra conseguiu espiar através de grande parte da poeira e descobrir milhares de novas estrelas em formação. Abaixo pode-se ver a imagem feita na luz óptica da mesma região para comparação. Os novos dados infravermelhos capturam as jovens estrelas em muitos estágios de sua formação, desde estrelas ainda mergulhadas em densos nós de gás e poeira até estrelas que já possuem um disco e emitem jatos já fora de seus casulos. A Nebulosa da América do Norte (NGC 7000) se espalha por 50 anos-luz e localiza-se aproximadamente a 1500 anos-luz de distância da Terra na direção da constelação do Cisne (Cygnus). Ainda se debate nessa nebulosa quais das estrelas massivas já conhecidas emitem a luz energética que dá esse brilho vermelho ionizado.

Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap110215.html

Sol acorda e produz maior explosão de raios-x dos últimos 4 anos

O grupo de manchas solares 1158. A explosão ocorre quando a energia aprisionada magneticamente sobre as manchas solares é repentinamente liberada.Créditos: NASA/Solar Dynamics Observatory (SDO) / SWPC (Centro de Previsão de Clima Espacial dos EUA) / Apolo11.com
 Eram exatamente 23h56 pelo horário de Brasília quando os satélites que monitoram o ambiente espacial deram o aviso. Depois de quase quatro anos sem qualquer manifestação mais intensa, finalmente o Sol deu o ar da graça e disparou contra a Terra a primeira forte emissão de raios-x do atual Ciclo Solar 24. A emissão eletromagnética foi produzida por uma forte explosão ocorrida junto ao grupo de manchas solares 1158, apontadas diretamente na direção do nosso planeta. Além da radiação, a explosão provocou uma espécie de tsunami que "chacoalhou" a atmosfera da estrela e produziu uma grande ejeção de massa coronal que nos próximos dias deverá atingir a alta atmosfera da Terra. Essa massa de partículas é composta de bilhões de toneladas de gás ionizado que se desloca a mais de 2 milhões de quilômetros por hora. Quando atinge a camada mais alta da atmosfera, excitam os átomos de oxigênio e nitrogênio, provocando as fantásticas auroras boreais.
Gráfico mostra o pico no fluxo de raios-x detectado pelo satélite GOES-10, no comprimento de onda de 8 Angstroms, às 01h56 UTC (23h56 pelo horário de Brasília). Créditos: NASA/Solar Dynamics Observatory (SDO) / SWPC (Centro de Previsão de Clima Espacial dos EUA) / Apolo11.com
De acordo com dados registrados pelo satélite geoestacionário GOES-10, o fluxo de raios-x atingiu o nível "X" da escala de intensidades. Como as ondas eletromagnéticas se propagam muito mais rápido que as partículas que ainda estão se aproximando, o nível da emissão no comprimento de onda dos raios-x permite estimar o tamanho da tempestade geomagnética que deverá atingir a Terra. Normalmente, emissões de nível X são capazes de provocar blackouts de radiopropagação que podem durar diversas horas ou até mesmo dias. Quando a emissão é muito intensa, as tempestades geomagnéticas também podem causar danos em equipamentos eletrônicos sensíveis e até mesmo provocar problemas no fornecimento de energia elétrica caso as correntes elétricas sejam induzidas nas linhas de transmissão.
Fonte:Apolo11- http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Sol_acorda_e_produz_maior_explosao_de_raios-x_dos_ultimos_4_anos&posic=dat_20110215-090614.inc

Nasa tira fotos de cometa do tamanho de meia Manhattan

                  Ilustração mostra como foi a aproximação da sonda Stardust-NExt e o cometa Tempel 1/AP/Nasa
A Nasa (agência espacial americana) cumpriu sua missão de fotografar o Tempel 1 na última segunda-feira --data do Dia dos Namorados nos EUA (o Valentine's Day). O cometa, de tamanho equivalente a meia Manhattan, centro de Nova York, estava a uma velocidade de 3.8624 km/h e, em determinado momento, ficou a apenas 180 km de distância da sonda Stardust-NExt --mais perto do que os cientistas calcularam.  A previsão inicial era de que 72 fotos seriam feitas, mas os controladores da missão em terra ficaram mesmo intrigados com a ordem das imagens, que deu errado. As primeiras seriam cinco closes do núcleo do Tempel 1. No lugar, surgiram fotos do cometa como se fosse somente um minúsculo ponto no espaço.  "Nós ainda não entendemos completamente por que isso não funcionou da maneira que planejamos", disse Chris Jones, diretor associado do Jet Propulsion Laboratory, que acompanhou a missão. Todas as imagens foram armazenadas a bordo do voo rasante feita pela Stardust-NExt. "Elas não estão perdidas", informou Jones. Os cometas são como arquivos vivos do espaço, porque podem conter material que daria indícios de como se processou o nascimento do Sistema Solar.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia
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