3 de mar de 2011

Quinteto de Stephan

Quinteto de Stephan é grupo de galáxias que contém cinco galáxias, e o primeiro grupo compacto a ser descoberto. O grupo foi descoberto por Édouard Stephan em 1877, no Obsertvatório de Marseilles. O grupo é o mais estudado de todos os grupos compactos. Visualmente, o membro mais brilhante é NGC 7320, e possui uma espetacular e enorme região de HII, e ainda ocorre muita formação estelar. Mais recentemente, há galáxias em colisão. Quatro das galáxias do Quiteto de Stephan vão colidir no futuro. NGC 7318B está colidindo com NGC 7318A, e o Telescópio Espacial Spitzer, da NASA, captou gás e poeira interestelar saindo dessas duas galáxias, principalmente higrogênio molecular, que na imagem aparece em verde. O interessante, é que NGC 7320 indica um pequeno desvio para o vermelho (790 km/s) e em outros momentos chegou a ter um grande desvio para o vermelho (perto de 6600 km/s). Então o desvio para o vermelho dessa galáxia é proporcional à sua distância, NGC 7320 está a aproximadamente 39 milhões de anos-luz da Terra, rivalizando os 210-340 milhões de anos-luz das outras quatro galáxias.

Membros do Quinteto de Stephan (HGC 92)

NGC 7317
NGC 7318A
(UGC 12099)
NGC 7318B
(UGC 12100)
NGC 7319
NGC 7320

As Galáxias extremas são bastante parecidas com a nossa

O Quinteto de Stephan é um exemplo da ocorrência de colisão entre galáxias.Crédito: NASA/JPL-Caltech/Max-Planck Institute/P. Appleton (SSC/Caltech)
Uma equipe de investigadores descobriu uma forma de saber os segredos das galáxias extremas mais remotas pela simples observação das galáxias vizinhas do mesmo tipo. Descobriram que algumas galáxias extremamente activas são até muito semelhantes com a Via Láctea. As galáxias mais longínquas estão a mais de 13 mil milhões de anos-luz de nós e as galáxias extremamente activas descobertas a distâncias da ordem dos 8 a 10 mil milhões de anos-luz estão demasiado distantes para serem estudadas com detalhe pelos instrumentos actualmente disponíveis. As galáxias luminosas no infravermelho (LIRG) e as galáxias ultra luminosas no infravermelho (ULIRG) emitem com enorme brilho no infravermelho. O brilho no infravermelho destes objectos extremos, que são galáxias em colisão, resulta das grandes concentrações de gás quente nos seus centros. O gás quente alimenta a actividade de formação estelar ou o crescimento de um buraco negro gigante o que torna estas galáxias dez vezes mais brilhantes que a Via Láctea no infravermelho. Os resultados do estudo mostraram que mesmo na "população local" de galáxias, as galáxias extremas apresentam características intrigantes. A astrónoma Christine Wilson e os seus colegas do Smithsonian Astrophysical Observatory usaram o Submillimeter Array sito em Mauna Kea, no Havai, para observar uma amostra representativa de 12 LIRG e ULIRG localizadas a menos de 600 milhões de anos-luz de distância. "Isto permitiu-nos obter imagens das galáxias em diferentes fases da sua evolução o que lhes permite ter esperanças de compreender melhor o processo de formação estelar e a física do gás envolvido. O que lhes permitirá compreender, por modelação, o que se passa nos objectos mais brilhantes. Para surpresa de Wilson e da sua equipe, os LIRG e ULIRG que observaram parecem conter cerca de 100 vezes mais gás que poeiras, o que significa que têm uma composição praticamente igual à Via Láctea.  "Isto sugere que estas galáxias são mais parecidas com as nossas do que poderíamos ter pensado," disse Wilson.

Aglomerado Fornax

                                          Imagem do HST de NGC 1399, visão de 2,76'. Crédito: NASA/STScI/WikiSky
A uma distância de aproximadamente 60 milhões de anos-luz, o Aglomerado Fornax é o segundo aglomerado mais rico dentro de 100 milhões de anos-luz, embora muito mais pequeno que o Aglomerado de Virgem. Estando primeiramente na direção da constelação de Fornax, ele deve estar associado ao próximo Aglomerado Eridanus. Embora é um aglomerado de galáxias pequeno, o Aglomerado de Fornax é uma útil fonte de informação sobre a evolução dos aglomerados, mostrando os efeitos da fusão de subgrupo com um grupo, no qual a forma proporciona idéias sobre associacão galáctica a um superestrutura. No centro do aglomerado está NGC 1399. Outros membros do aglomerado incluem: NGC 1427A e NGC 1404.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/

Discos em torno de estrelas jovens

                                                                   Créditos: NASA/ESA
Fotos dos discos de poeira misteriosa cercam estrelas jovens estão dando os astrônomos um novo olhar sobre o que pode ser os primeiros estágios de formação dos sistemas planetários.

Fonte: http://www.spacetelescope.org/images/opo9905c/

Hipergigante amarela


De uma maneira geral, uma hipergigante amarela é uma estrela muito massiva, com uma atmosfera estendida, que pode ser classificada como de classe espectral de A tardio até K, com uma massa de 20-50 massas solares. As hipergigantes amarelas, como Rho Cassiopeiae na constelação de Cassiopeia, têm sido observadas a experimentar erupções periódicas, resultando num periódico ou contínuo brilho da estrela, respectivamente. As hipergigantes amarelas parecem ser extremamente raras no universo. Devido à sua taxa extremamente rápida de consumo de combustível nuclear, estas estrela apenas permanecem da sequência principal por poucos milhões de anos antes de se destruírem numa supernova massiva ou hipernova.

Estrutura interna

De acordo com o modelo físico actual de estrelas, uma hipergigante amarela deve possuir um núcleo convectivo rodeado por uma zona radiante, em oposição a estrelas do tamanho do Sol, que consistem num núcleo radiante rodeado por uma zona convectiva. Devido às extremamente altas pressões que existem no núcleo de uma hipergigante amarela, porções do núcleo (ou talvez todo o núcleo) podem ser compostas de matéria degenerada

Cromosfera
 
Devido ao tamanho destas estrelas, em adição ao seu poderoso campo magnético e à sua extrema liberação de energia, são menos efectivas a reter o material de superfície do que comparado com outras estrelas. Têm por isso atmosferas muito grandes e estendidas. Um disco de poeiras e gás pode por vezes ser identificado, permitindo a possibilidade de existência de sistemas planetários à volta destas estrelas.

Hipergigantes amarelas conhecidas

Rho Cassiopeiae
HR 8752
IRC+10420
RW Cephei

Fonte: http://pt.wikipedia.org

Gerada a polemica sobre a identificação de Omega Centauri. Quando se pode dizer que um ”cluster” ou aglomerado estrelar é de fato uma galáxia?

Apesar de uma galáxia adulta típica conter bilhões de estrelas, um número de galáxias pequenas foram encontradas nos últimos anos que não se encaixam no quadro clássico.
Será que há impostores disfarçados entre os muitos milhões de galáxias identificadas até agora? Ninguém pode dar uma resposta clara, porque não existe ainda nenhuma definição formal sobre o que uma galáxia realmente é. Mas astrônomos agora estão colocando a questão do que define realmente uma galáxia em uma votação pública, na esperança de chegar a um consenso e evitar o tipo de controvérsia que cercou toda a cena da mídia de Plutão ser retirado do seu lugar de planeta.

Leia a matéria completa em: http://www.astrofisicos.com.br/estrelas/omega-centauri-cluster-aglomerado-estrelar-ou-galaxia/index.htm
Créditos: Astrofisicos.com.br

Lado Visível da Lua em Alta Resolução

                        Crédito: NASA / GSFC / Univ Estadual do Arizona. / Lunar Reconnaissance Orbiter
Aproximadamente 1300 imagens obtidas pela câmera de ângulo vasto da sonda Lunar Reconnaissance Orbiter da NASA foram usadas para compor essa espetacular visão da face familiar do lado visível da Lua. Mas por que existe um lado sempre visível? A Lua gira em seu eixo e orbita a Terra aproximadamente com o mesmo período, uma vez a cada 28 dias. Gravitacionalmente trancada nessa configuração, o sincronismo da rotação sempre mantém um lado, o mesmo lado voltado para a Terra. O resultado disso é que os detalhes impressionantemente apresentados nesse mosaico de alta resolução, como os suaves, e escuros mares lunares (na verdade bacias de impacto inundadas por lava), e as terras montanhosas rugosas, são muito bem conhecidas dos astrônomos amadores que observam de forma incansável nosso satélite natural. A imagem abaixo mostra o mesmo mosaico com os nomes das principais feições. As imagens da sonda LRO usadas para construir esse mosaico foram registradas por um período de duas semanas em Dezembro de 2010.
Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap110303.html

NASA apresenta modelo para prever comportamento do Sol

Ciclos solares ao longo do último século. A curva em azul mostra a variação cíclica no número de manchas solares. As barras vermelhas mostram o número acumulado de dias sem manchas solares.[Imagem: Dibyendu Nandi et al.]

A NASA anunciou nesta quarta-feira a criação do primeiro modelo computadorizado que tenta explicar o recente período de diminuição da atividade solar, em seus ciclos de 11 anos.

Mínimo solar

O mínimo solar recente, um período caracterizado por uma menor incidência de manchas solares e tempestades solares, foi o mais calmo em quase 100 anos. O mínimo solar tem repercussões sobre a segurança das viagens espaciais, sobre a quantidade de lixo espacial que se acumula ao redor da Terra e sobre o próprio clima da Terra. Os heliofísicos, os cientistas que estudam o Sol e suas interações com os corpos celestes ao seu redor, ficaram intrigados com com o desaparecimento das manchas solares no biênio 2008-2009. Um grupo de cientistas financiado pela NASA agora está propondo uma explicação para isso.
"As correntes de plasma nas profundezas do Sol interferiram com a formação das manchas solares e prolongaram o mínimo solar", disse Dibyendu Nandi, do Instituto Indiano de Ciência, Ensino e Pesquisa, durante conferência promovida para divulgar a pesquisa.

Efeitos do mínimo solar

Durante esse mínimo solar mais profundo, o campo magnético do Sol se enfraqueceu, permitindo que os raios cósmicos penetrassem no Sistema Solar em número recorde, tornando as viagens espaciais mais perigosas. Ao mesmo tempo, a diminuição da radiação ultravioleta fez a atmosfera superior da Terra resfriar e diminuir, um efeito que já havia sido detectado por outros pesquisadores:
Esta representação do interior do Sol mostra a Grande Correia Transportadora que os cientistas acreditam conectar a superfície ao interior do Sol. [Imagem: Andrés Muñoz-Jaramillo of the Harvard CfA]
Como consequência, os detritos espaciais em órbita da Terra tiveram seu ritmo de queda diminuído, devido a um menor arrasto atmosférico. Por outro lado, os satélites artificiais podem manter mais facilmente suas órbitas sem precisar gastar combustível para isso, permanecendo no espaço por mais tempo e desfrutando de uma vida útil maior. Todos esses efeitos demonstram a importância de compreendermos todo o ciclo solar, atentos às preocupações ligadas não apenas aos máximos solares e suas tempestades capazes de interromper as telecomunicações, mas também durante os mínimos solares.

Modelo Solar

O que os cientistas apresentaram agora foi um modelo, um programa de computador que tenta reproduzir o que acontece de fato no Sol. Como todos os modelos, ele tenta fazer previsões sobre o que acontecerá a seguir. Se ele está fazendo as previsões corretas ou não é algo que poderá ser checado pela sonda espacial SDO (Solar Dynamics Observatory), lançada em Fevereiro de 2010. Se o modelo for validado pelas observações, ele poderá ser usado então para fazer previsões sobre os futuros ciclos solares.

A Nebulosa do Ovo

  Crédito:Raghvendra Sahai e John Trauger (JPL), a equipe da ciência WFPC2, ea NASA / ESA
Esta imagem da Nebulosa do Ovo, também conhecido como CRL2688 e localizado a cerca de 3 000 anos-luz de nós, foi tirada em luz vermelha com a Wide Field and Planetary Camera 2 (WFPC2) a bordo do Telescópio Espacial Hubble. Esta imagem lança nova luz sobre a expulsão mal compreendida de matéria estelar que acompanha a lenta morte de estrelas semelhantes ao Sol. A imagem é mostrada em cores falsas.
Fonte: http://www.spacetelescope.org/images/opo9603a/
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...