17 de mar de 2011

Vastitas Borealis de Marte

Vastitas Borealis (vastitas - em latim vastas planícies; borealis - em latim setentrional) é a maior planície de Marte. Localiza se nas latitudes mais altas do planeta, circundando a região polar. A região de Vastitas Borealis é muitas vezes referida como Planícies setentrionais ou Terras baixas setentrionais de Marte. Essa planície se delimita a 4–5 km abaixo do raio médio do planeta. Ao norte se delimita com o Planum Boreum.
Vastitas Borealis é a extensa área depressiva no topo deste mapa topográfico, representada em azul.
Duas bacias distintas podem ser reconhecidas dentro de Vastitas Borealis: a Bacia Polar Norte e Utopia Planitia. Alguns cientistas têm especulado se essa planície esteve coberta por um oceano em algum momento da história de Marte e supostas linhas litorâneas tem sido propostas como bordas meridionais desse oceano. Hoje essas planícies suavemente acidentadas são marcadas por pequenos cumes, colinas e crateras esparsas. A região de Vastitas Borealis é notoriamente mais plana que áreas topográficas similares no sul. Em 2005 a sonda Mars Express da Agência Espacial Européia capturou imagens de uma substancial quantidade de gelo de água numa cratera da região de Vastitas Borealis. As condições ambientais desse local são favoráveis para a estabilidade de gelo de água. Esse gelo foi descoberto após a sublimação da camada superior de gelo seco durante o início do verão no hemisfério norte, acredita se que o gelo de água dessa região permaneça estável durante o ano marciano.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/

Constelação da Águia

                                            Crédito: © Bill & Sally Fletcher, Science & Art
Imagem da constelação da Águia. As estrelas mais brilhantes, normalmente utilizadas para identificar a constelação, surgem bem destacadas. Existem muitos objectos de interesse nesta região do céu, nomeadamente um grande número de enxames de estrelas. A nebulosidade, intercalada com nuvens escuras de gás e poeira, que preenche a imagem é parte da nossa Galáxia, a Via Láctea.
Fonte: http://www.portaldoastronomo.org/npod.php?id=3090

O Que Está Escondido Abaixo Dessa Superfície na Lua?

O canto direito do mosaico acima é uma região de mar e reservatórios de material similar e tem escapado através da imagem. O material suave, mas não escuro que cobre a maior parte do resto da região é chamado de Formação Cayley, denominado para a cratera com 14 km de largura cortada na metade pela borda inferior da imagem. Embora nunca tenha sido amostrada por nenhuma missão Apollo a interpretação que tem sido dada ao material da Formação Cayley é de material ejetado da formação da Bacia Imbrium. Devido a sua suavidade a ideia é de que esse material foi ejetado em condições fluidas e fluiu como um líquido quando atingiu a superfície. A interpretação dada à formação Cayley não é questionada, mas podemos perguntar o que está localizado abaixo dela? Ao longo da parte sul da imagem anéis residuais de crateras são visíveis, lembrando que essa é a borda norte da região montanhosa do sul altamente povoada com crateras. Ao norte estão outras relíquias de grandes crateras guarnecidas por material pastoso gerado pela ejeção da bacia. A área desde de a cratera Hyginus ao longo do Canal Ariadeus até o Mare Tranquilitatis possui poucos anéis de crateras e parece uma região mais uniforme e plana. Para a superfície ter tomado esse caminho, a Formação Cayley precisa ser espessa o suficiente para preencher todos os pontos baixos e submergir muitos pontos mais altos, ou algo já havia suavizado a área. Não existem pistas de que uma pequena bacia/ grande cratera originalmente existia onde a Hyginus é plana. E a falta de crateras com halo escuro evidencia que as rochas de mar não localizam-se abaixo da Formação Cayley. Desse modo, algo removeu boa parte da topografia pré-existente na área agora coberta pela Formação Cayley, mas nós não sabemos o que fez isso.

A Tempestade da Serpente em Saturno

                                                Créditos da Imagem & Copyright: Brian Combs
No final de 2010, uma nova e impressionante brilhante tempestade surgiu no hemisfério norte de Saturno. Apelidada de “A Tempestade da Serpente”, o distúrbio observado no hemisfério norte está se tornando forte e agora circula quase que todo o planeta. Logicamente um fenômeno dessas proporções fornece belas imagens para a sonda Cassini, algumas delas já mostradas aqui, mas a tempestade é tão marcante que ela é um espetáculo a parte mesmo para modestos telescópios na Terra, como pode ser verificado pela imagem acima, feita por um telescópio amador em Buena Vista, Georgia, EUA. Os astrônomos amadores registraram a tempestade pela primeira vez no começo de Dezembro de 2010, e desde então estão monitorando o avanço e progresso dessa tempestade.

GRB 970508

                                    Luminescência visível de GRB 970508 observada um mês depois da detecção da erupção.
GRB 970508 foi uma erupção de raios gama detectada a 8 de maio de 1997 às 21:42 UTC. Uma erupção de raios gama (GRB nas suas siglas em inglês) é um lampejo de grande luminosidade, associado a uma explosão numa galáxia afastada, com produção de raios gama, a forma mais energética da radiação eletromagnética. Frequentemente são seguidos por uma duradoura luminescência residual de radiação a comprimentos de onda maiores (raios X, radiação ultravioleta, luz visível, radiação infravermelha e radiofrequência). Foi detectado pelo monitor de erupções de raios gama do satélite de astronomia de raios X BeppoSAX, fruto da colaboração entre os Países Baixos e a Itália. O astrônomo Mark Metzger determinou que GRB 970508 ocorreu a mais de 6 mil milhões de anos luz da Terra, sendo o primeiro GRB do qual se pôde determinar a distância. Até este erupção, os astrônomos não chegaram a um consenso sobre a distância da Terra à que ocorrem os GRB. Alguns postulavam que ocorriam dentro da Via Láctea, mas não eram observáveis no espectro visível pela sua baixa energia. Outros defendiam que ocorriam em outras galáxias, a distâncias astronômicas e que eram extremamente energéticos. Embora a possibilidade de que existam vários tipos de erupções de raios gama não tornava ambas as teorias mutuamente excludentes, a medição da distância de GRB 970508 situou inequivocamente a fonte dos GRB fora da nossa galáxia, dando por finalizado o debate. GRB 970508 foi também a primeira erupção da qual se observou emissão posterior de radiofrequência. Mediante a análise da intensidade flutuante dos sinais do rádio, o astrônomo Dale Frail calculou que a fonte da radiação se expandira a uma velocidade próxima à da luz, prova concludente de que as erupções de raios gama são explosões de tipo relativista.

Descobrimento


Representação artística do BeppoSAX em órbita.

As erupções de raios gama (GRB), lampejos de grande luminosidade com produção de raios gama, a forma mais energética da radiação eletromagnética, foram detectadas pela primeira vez em 1967 pelos satélites Vela, desenhados para a detecção de explosões nucleares no espaço. Frequentemente são seguidos por uma luminescência de maior duração de radiação a comprimentos de onda maiores e menor energia. A primeira vez que foi detectada radiação de raios X procedente da luminescência residual de um GRB, foi graças ao satélite artificial ítalo-holandês BeppoSAX, dedicado especificamente à astronomia de raios X. Em 8 de maio de 1997, o observatório de raios gama do BeppoSAX registrou uma erupção de raios gama de cerca de 15 segundos. Foi também detectada pela sonda robótica Ulysses, destinada ao estudo do Sol,e pelo Burst and Transient Source Experiment (BATSE) alojado no observatório de raios gama Compton. Também foi registrado pelo campo visual de uma das câmaras de raios X do BeppoSAX. Às poucas horas, a equipa responsável de BeppoSAX localizou a origem da erupção numa pequena área em redor da posição real com um erro de medição de aproximadamente 10 minutos de arco,  a medição mais exata por enquanto.
Fonte: http://pt.wikipedia.org
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