30 de mar de 2011

Isaac Newton

Sir Isaac Newton nasceu em Londres, no ano de 1643, e viveu até o ano de 1727. Cientista, químico, físico, mecânico e matemático, trabalhou junto com Leibniz na elaboração do cálculo infinitesimal. Durante sua trajetória, ele descobriu várias leis da física, entre elas, a lei da gravidade.

Vida e realizações

Este cientista inglês, que foi um dos principais precursores do Iluminismo, criou o binômio de Newton, e, fez ainda, outras descobertas importantes para a ciência. Quatro de suas principais descobertas foram realizadas em sua casa, isto ocorreu no ano de 1665, período em que a Universidade de Cambridge foi obrigada a fechar suas portas por causa da peste que se alastrava por toda a Europa. Na fazenda onde morava, o jovem e brilhante estudante realizou descobertas que mudaram o rumo da ciência: o teorema binomial, o cálculo, a lei da gravitação e a natureza das cores.

 Dentre muitas de suas realizações escreveu e publicou obras que contribuíram significativamente com a matemática e com a física. Além disso, escreveu também sobre química, alquimia, cronologia e teologia. Newton sempre esteve envolvido com questões filosóficas, religiosas e teológicas e também com a alquimia e suas obras mostravam claramente seu conhecimento a respeito destes assuntos. Devido a sua modéstia, não foi fácil convencê-lo a escrever o livro Principia, considerado uma das obras científicas mais importantes do mundo. Newton tinha um temperamento tranqüilo e era uma pessoa bastante modesta.

Ele se dedicava muito ao seu trabalho e muitas vezes deixava até de se alimentar e também de dormir por causa disso. Além de todas as descobertas que ele fez, acredita-se que ocorreram muitas outras que não foram anotadas. Diante de todas as suas descobertas, que, sem sombra de dúvida, contribuíram e também ampliaram os horizontes da ciência, este cientista brilhante acreditava que ainda havia muito a se descobrir. E, em 1727, morreu após uma vida de grandes descobertas e realizações.

Frases de Isaac Newton:

- "Se vi mais longe foi por estar de pé sobre ombros de gigantes."
- "O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano."
- "Eu consigo calcular o movimento dos corpos celestiais, mas não a loucura das pessoas."
- "Nenhuma grande descoberta foi feita jamais sem um palpite ousado."
Fonte:http://www.suapesquisa.com/biografias/isaacnewton/

Nascimento Estelar II: O Gatilho do Nascimento

No modelo padrão, o núcleo está em equilíbrio entre a gravidade e a pressão externa por um lado e pela pressão térmica interna por outro.

Leia a matéria completa em: http://astropt.org/blog/2011/03/30/nascimento-estelar-ii-o-gatilho-do-nascimento/
Créditos: http://astropt.org/blog/

O que é uma Anã Marrom?

Para entender o que é uma anã marrom, é preciso entender a diferença entre uma estrela e um planeta. Não é fácil diferenciar uma estrela de um planeta quando se olha para o céu. No entanto, os dois tipos de objetos são muito diferentes para um astrônomo com um telescópio ou espectroscópio. Os planetas brilham por luz refletida, as estrelas brilham por produzir sua própria luz. Então, o que faz com que alguns objetos brilhem por conta própria e outros objetos apenas reflitam a luz de algum outro corpo celeste? Essa é a diferença importante a entender – e isso nos permitirá compreender as anãs marrons também. Como uma estrela se forma de uma nuvem de contratação de gás, a temperatura no seu centro se torna tão grande que o hidrogênio começa a se fundir em hélio, liberando uma enorme quantidade de energia que faz com que a estrela comece a brilhar por si mesma. Um planeta se forma a partir de partículas de poeira que sobraram da formação de uma estrela.Estas partículas colidem e se unem, mas nunca alcançam temperatura suficiente para fundir as partículas e liberarem energia. Em outras palavras, um planeta não é quente o bastante ou forte o suficiente para produzir sua própria luz. Anãs marrons são objetos que têm um tamanho entre o de um planeta gigante, como Júpiter e de uma pequena estrela. Na verdade, a maioria dos astrônomos classificará qualquer objeto entre 15 e 75 vezes a massa de Júpiter como uma anã marrom. Estando nessa variação de massa, o objeto não seria capaz de sustentar a fusão do hidrogênio como uma estrela regular, por isso, muitos cientistas chamam as anãs marrons de “estrelas fracassadas“. Por causa dessa característica são vistas como o “elo perdido” entre planetas gigantes gasosos e estrelas. Proposta inicialmente na década de 1960, a anã marrom permaneceu anos como uma hipótese, até que em 1995 evidências fortíssimas definitivamente comprovaram sua existência. As anãs marrons apresentam uma luminosidade muito fraca e avermelhada e não marrom como o nome pode erroneamente sugerir. Por causa dessa fraca luminosidade, sua luz se situa na faixa do infravermelho próximo do espectro. Alcançam temperaturas de aproximadamente 1000 a 3400 K. São encontradas em sua maioria em sistemas binários, orbitando estrelas de massa baixa. Em alguns casos o sistema binário em si pode ser composto duas anãs marrons que compartilham um baricentro; ou ainda podem ser encontradas como objetos solitários.
Créditos: http://teacherdeniseselmo.wordpress.com/
 (www.nasa.gov)

Cratera Gassendi: Um Gigantesco Exemplo de Cratera do Tipo Casco de Tartaruga na Lua

Essa é a Cratera Gassendi localizada na borda do Mare Humorum como foi fotografada pela sonda LRO.
Leia a matéria completa em: http://cienctec.com.br/wordpress/?p=9888
Créditos: http://www.cienctec.com.br/

Sonda Kepler permite a astrônomos saber mais sobre estrelas vermelhas

Equipamento da Nasa é usado para detectar pequenas variações de brilho. Estudos podem ajudar a compreender como o Sol vai se extinguir.

Dados da sonda Kepler - lançada ao espaço pela agência espacial norte-americana (Nasa) em 2009 para procurar por planetas fora do Sistema Solar – permitiram a astrônomos classificar estrelas gigantes vermelhas em duas categorias e conhecer mais sobre a natureza desses astros. As gigantes vermelhas representam o envelhecimento de estrelas parecidas com o Sol. Após consumirem todo o hidrogênio presente no seus centros para produzir energia, esses astros passam a utilizar as camadas externas como fontes de combustível.
Região entre as constelações de Cisne e Lira monitorada pela sonda Kepler, da agência espacial dos EUA (Foto: Ames / JPL-Caltech / Nasa)
A estrela então passa a tentar consumir o hidrogênio das camadas mais externas até que todo o suprimento acabe. Sem átomos de hidrogênio para usar, em uma segunda fase, a estrela começa a “queimar” hélio para sobreviver. Durante esta fase da vida, a estrela aumenta muito de tamanho, embora sua temperatura seja baixa na comparação com outras estrelas. O próprio Sol vai evoluir, daqui a 5 bilhões de anos, ao estágio de gigante vermelha, crescendo a ponto de engolfar os planetas mais próximos de sua órbita - até mesmo a Terra. Agora, conforme mostra estudo divulgado na revista "Nature", as observações da sonda Kepler - responsável por monitorar uma região no espaço entre as constelações do Cisne e da Lira - permitiram aos cientistas separar melhor essas duas fases de expansão estelar. O trabalho da Kepler consiste em detectar mudanças sensíveis no brilho das estrelas. Essas alterações podem indicar a presença de planetas. O objetivo é encontrar mundos nos quais as condições naturais permitem o desenvolvimento da vida. É como se a sonda "caçasse" planetas parecidos com a Terra com características, entre outras, como a presença de água líquida na superfície.
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude

Astrônomos identificam nova família de asteroides

O físico e astrônomo Valerio Carruba, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Guaratinguetá, identificou os 92 corpos celestes que compõem a família de asteroides Tina. O trabalho foi realizado em parceria com o italiano Alessandro Morbidelli, do Observatório de Côte d'Azur, em Nice, na França. Por meio de simulações, os cientistas obtiveram uma estimativa de idade de 170 milhões de anos para esse grupo de corpos celestes.
A ressonância circular linear v6, onde está a família de Tina, é uma das mais desestabilizadoras do Sistema Solar. Ela lança corpos celestes em direção à órbita de Marte.[Imagem: NASA/JPL-Caltech]

Família de asteroides

Uma família de asteroides é um grupo de corpos que dividem uma origem comum na explosão de seus progenitores. O conjunto recebe o nome do asteroide com identificação numérica menor, nesse caso, o 1222 Tina, descoberto em 1932 pelo astrônomo belga Eugène Delporte (1882-1955). A família de Tina está localizada em um ponto do Sistema Solar chamado cintura principal ou cinturão de asteroides. Esse é o nome dado ao espaço compreendido entre as órbitas dos planetas Marte e Júpiter, e é chamado assim porque nessa "faixa" há uma grande concentração desses corpos celestes. Em 1987, cientistas europeus observaram que o asteroide 1222 Tina orbitava em uma ilha de estabilidade. O trabalho de Carruba não apenas identificou os 92 membros da família e descreveu as características de suas órbitas, como ainda indicou a existência de outros 18 asteroides orbitando nessa mesma ilha.

Ressonância secular linear

"Essa é uma nova família de asteroides e a única do Sistema Solar a operar em uma ilha de estabilidade em uma ressonância secular linear", disse Carruba ao portal da Unesp. Ressonância secular linear ocorre quando um corpo e um outro de massa maior sincronizam a precessão (eixo de rotação) do pericentro, que é o ponto mais próximo do Sol da órbita. Esse fenômeno físico pode alterar a inclinação do corpo menor e aumentar sua excentricidade, que é a medida da parte mais estreita da órbita elíptica. Quanto maior a excentricidade, mais instável é a trajetória.

Choques de asteroides

Perturbações desse tipo podem levar um asteroide a invadir a órbita de um planeta e se chocar com ele. A ressonância circular linear v6, onde está a família de Tina, é uma das mais desestabilizadoras do Sistema Solar. Ela lança corpos celestes em direção à órbita de Marte. Carruba explica que essa foi a causa da extinção de um grande número dos asteroides que havia na cintura principal quando ela se formou.  "A estabilidade de Tina permitiu que ela se mantivesse como um grupo de asteroides sobreviventes e em razoável segurança", disse Carruba.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

O Quasar Mais Brilhante do Universo Observável

No centro dessa galáxia espiral barrada esconde-se o quasar conhecido como QSO 1229+204 - um objeto mais brilhante do que qualquer outro no universo conhecido. O distante quasar aparece tão brilhante que os astrônomos tem usado o alto poder de resolução do Telescópio Espacial Hubble apenas para observar a galáxia hospedeira que os astrônomos descobriram está em processo de colisão com uma galáxia anã, que possivelmente fornece combustível para um buraco negro supermassivo, fazendo com que o QSO 1229+204 brilhe de forma tão intensa.
Créditos: http://www.cienctec.com.br
(Dailygalaxy.com)

NGC 5548: e a Expansão do Universo

Créditos: NASA, ESA, A. Riess (STScI/JHU), L. Macri (Texas A & M Univ.) et al., Hubble Heritage (STScI/AURA)
A grande e bela NGC 5548 tem mais de 50000 anos-luz de comprimento e está localizada a 72 milhões de anos-luz de distância na direção da constelação de Virgo. Os braços espirais, que parecem ao vento, dessa maravilhosa ilha do universo estão carregados com luminosos aglomerados estelares jovens e linhas de poeira escura. Para os astrônomos na Terra, a NGC 5548 não é somente mais uma bela galáxia que se apresenta de frente para nós. Lar de aproximadamente 250 estrelas variáveis Cefeidas e de uma recente explosão de supernova do Tipo Ia, objetos fundamentais para as determinações de distâncias astronômicas, a NGC 5548 é uma das 8 galáxias usados em um novo estudo que inclui observações adicionais feitas pelo Telescópio Espacial Hubble com o objetivo de melhorar a medida da Constante de Hubble – medida essa que mede a taxa de expansão do universo. Os resultados do estudo dão mais peso à teoria que afirma que a energia escura realmente é responsável por acelerar a expansão do universo, restringindo dessa forma os modelos que tentam explicar a aceleração observada sem a presença da misteriosa energia escura. Nessa imagem bem detalhada feita pelo Hubble da NGC 5548, muitos dos pontos avermelhados pequenos que são observados, são na verdade distantes galáxias que compõem o plano de fundo dessa composição cósmica.

Nascimento Estelar I: As Principais Questões

Duas forças entram em jogo no mecanismo de formação das estrelas: a gravidade e a pressão. No nascimento duma estrela a gravidade vence a pressão. Se o núcleo da núvem é fria e densa o suficiente a força da gravidade supera a força oposta, da pressão do gás.

Leia a matéria completa em: http://astropt.org/blog/2011/03/23/nascimento-estelar-i-as-principais-questoes/
Créditos: http://astropt.org/blog/

O Brilho Rosa Avermelhado da Formação Estelar

Esta imagem do aglomerado de estrelas e ao redor da nebulosa NGC 371 foi feita com o instrumento instrumento FORS1 no Very Large Telescope do ESO, no Observatório de Paranal, no Chile. NGC 371 reside na Pequena Nuvem de Magalhães, uma das galáxias mais próximas à Via Láctea.
A nuvem de cor rosa avermelhada que se vê nesta nova imagem do Very Large Telescope do ESO é uma região de hidrogénio brilhante que circunda o enxame estelar NGC 371. Esta maternidade estelar situa-se na nossa galáxia vizinha, a Pequena Nuvem de Magalhães. O objeto que domina esta imagem pode parecer uma piscina de sangue derramado, no entanto em vez se estarem associadas a morte, tais regiões de hidrogénio ionizado - conhecidas como regiões HII - são locais de criação com taxas elevadas de formação estelar recente. NGC 371, enxame aberto rodeado por uma nebulosa, é um exemplo disso mesmo. Todas as estrelas dum enxame aberto têm origem numa mesma região HII difusa, e ao longo do tempo a maior parte do hidrogénio é usado na formação estelar, originando uma concha de hidrogénio, tal como a que observamos na imagem, e um enxame de estrelas quentes jovens. A galáxia hospedeira de NGC 371, a Pequena Nuvem de Magalhães, é uma galáxia anã situada a uns meros 200 mil anos-luz de distância, o que a torna numa das galáxias mais próximas da Via Láctea. Adicionalmente, a Pequena Nuvem de Magalhães contém estrelas em todas as fases de evolução: desde estrelas jovens muito luminosas encontradas em NGC 371 até a restos de supernovas provenientes de estrelas mortas. Estas jovens energéticas emitem enormes quantidades de radiação ultravioleta, o que faz com que o gás circundante, como por exemplo os restos de hidrogénio da sua nebulosa criadora, brilhe intensamente de forma colorida, brilho esse que se estende ao longo de centenas de anos-luz em todas as direcções. O fenómeno apresenta-se de forma maravilhosa nesta imagem, obtida com o instrumento FORS1 montado no Very Large Telescope do ESO (VLT).
Este gráfico mostra a localização do aglomerado de estrelas e nebulosa NGC 371, na constelação de Tucana (O tucano). Este mapa mostra a maioria das estrelas visíveis a olho nu sob boas condições e do próprio enxame é marcado com um círculo. Através de um telescópio de médio porte amador esse enxame aparece bastante grande, mas fraco, e a nuvem de gás é difícil de ver.
Os enxames abertos não são de modo algum raros: existem numerosos exemplos na nossa Via Láctea. No entanto, NGC 371 tem particular interesse devido à inesperada grande quantidade de estrelas variáveis que contém. Estas estrelas apresentam uma variação periódica do seu brilho. Um tipo particularmente interessante de estrela variável, conhecido como estrelas B pulsantes de período longo, pode também ser utilizado no estudo do interior estelar através de asterosismologia. Confirmou-se que várias destas estrelas existem neste enxame. As estrelas variáveis desempenham um papel fundamental na astronomia: alguns tipos são indispensáveis na determinação de distâncias a galáxias distantes e na determinação da idade do Universo. Os dados utilizados para compor esta imagem foram selecionados a partir do arquivo do ESO por Manu Mejias, no âmbito do concurso Tesouros Escondidos. Três das imagens submetidas por Manu ficaram entre as primeiras vinte classificadas. A sua imagem de NGC 371 obteve o sexto lugar da competição.

Sonda envia primeira foto da superfície de Mercúrio

                 Pela primeira vez, uma sonda que orbita Mercúrio envia imagens da superfície do planeta rochoso
               Créditos: NASA / Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory / Instituição Carnegie de Washington
A sonda Messenger, que está na órbita de Mercúrio, enviou as primeiras tomadas da superfície do planeta para a Nasa (agência espacial americana). Depois de tirar a primeira foto, divulgada na terça-feira, a Messenger trabalharia seis horas consecutivas para captar mais de 360 imagens. A missão é inédita, pois esta é a primeira vez que uma nave entra na órbita de Mercúrio, depois de seis anos vagando no espaço. Antes, apenas houve um sobrevoo em 1970 pela Mariner10. Se tudo ocorrer bem, a Messenger deve ficar junto a Mercúrio durante um ano. A cratera cheia de raios que domina a imagem na sua porção superior é a Debussy. A cratera menor, a a Matabei com seus raios negros incomuns, é observada a oeste da Debussy. A porção inferior da imagem está próxima do polo sul de Mercúrio e inclui uma região da superfície de Mercúrio nunca antes vista por nenhuma sonda que visitou Mercúrio. Essa imagem pode ser comparada com a imagem planejada para ver a região recentemente imageada ao sul da Debussy (abaixo). Durante os três próximos dias, a MESSENGER irá adquirir 1185 imagens adicionais em apoio das atividades de fase de comissionamento do MDIS. A primeira fase científica da missão que terá a duração de um ano começará em 4 de Abril de 2011 e as observações orbitais planejam que o MDIS adquira mais de 75000 imagens com o objetivo de atingir os objetivos científicos da missão MESSENGER. No dia 18 de Março de 2011, a MESSENGER se tornou a primeira sonda a orbitar o planeta Mercúrio. A missão está atualmente na sua fase de comissionamento durante a qual a sonda e os instrumentos realizam uma série de atividades pré-programadas para verficar o desempenho dos componentes da sonda. Durante a missão primária de um ano da sonda, os sete instrumentos científicos da sonda e a investigação via rádio irão revelar a história e a evolução do planeta mais interno do Sistema Solar.
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