18 de mai de 2011

Galeria de Imagens - Os 7 maiores meteoritos encontrados no planeta

Um meteorito é formado de fragmentos de asteroides, cometas ou ainda restos de planetas desintegrados que alcançam a superfície da Terra. Pode parecer incomum, mais cerca de 150 meteoritos chocam-se com a superfície terrestre todos os anos. A galeria mostra os 7 maiores meteoritos descoberto na terra.
1. Hoba, Namíbia - 60 toneladas
O meteorito Hoba é um meteorito que pode ser visto na fazenda de Hoba West, próximo de Grootfontein, na região de Otjozondjupa na Namíbia. Foi posto a descoberto, mas devido à sua grande massa, nunca foi movido do local onde caíu. Estima-se que a massa principal pese cerca de 60 toneladas, e é o maior meteorito conhecido (num único fragmento) e o mais maciço objeto de ferro de ocorrência natural que se conhece à superfície da Terra. Acredita-se que o meteorito Hoba tenha caído há menos de 80 000 anos. O meteorito Hoba não deixou uma cratera de impacto preservada e a sua descoberta foi fruto do acaso. Diz-se que o proprietário do terreno terá encontrado o objeto enquanto lavrava os seus campos. Durante este trabalho, o fazendeiro ouviu um ruído de metal a ser arranhado, antes do arado ter ficado preso. O meteorito foi escavado pouco tempo depois e identificado por Jacobus Hermanus Brits, cujo relatório foi publicado em 1920.

2. El Chaco, Argentina - 37 toneladas
O maior meteorito de ferro, que se dividiu com a colisão, formou uma cratera de 60 quilômetros quadrados ao se chocar com o planeta. El Chaco foi localizado em 1969 a uma profundidade de 5 metros, com um detector de metal, apesar de suas crateras ao redor. Estima-se que ele caiu na terra por volta de 4.000 a 5.000 anos.

3. Ahnighito, Groenlândia - 31 toneladas
O meteorito Ahnighito pesa cerca de 31 toneladas e é o mais pesado meteorito movido pelo homem. O meteorito pode ser visto no Museu Americano de História Natural.

4. Bacubirito, México - 22 toneladas
O meteorito Bacubirito, é um dos mais finos e é o mais comprido dentre os meteoritos que caíram na terra e se manteram estruturados. Estima-se que ele pesa 22 toneladas. Possui quatro metros de comprimento. Ele está em exposição no Centro de Ciencias de Sinaloa em Culiacan. O meteorito foi descoberto pelo geólogo americano Gilbert Ellis Bailey, em 1892.

5. Agpalilik, Groenlândia - 20 toneladas
Descoberto em 1963 por F. Vagn Buchwald. O meteorito pode ser visto no Museu Geológico em Copenhague.

6. Mbosi , Tanzania - 16 toneladas
Oficialmente descoberto em 1930, o Mbosi foi encontrado na Tanzânia. O Mbosi é um grande pedaço de metal que pesa cerca de 16 toneladas. Tal como acontece com muitos meteoritos, não há nenhum sinal de cratera causado por seu impacto, o que pode indicar que ele rolou após se chocar com o planeta, ou que ele tem estado aqui por milhares de anos.

7. Willamette, Estados Unidos - 15,5 toneladas
Com 7,8 metros quadrados e 15,5 toneladas, o Willamette é o maior meteorito encontrado nos Estados Unidos, no estado do Oregon. O meteorito é composta por 91% de ferro e 7,62% de níquel. Foto: Dante Alighieri.
Fonte: http://www.environmentalgraffiti.com/featured/most-massive-single-meteorites-earth/17225

Cratera Victoria

Victoria é uma cratera de impacto em Marte localizada a 2.05°S, 5.50°W no Meridiani Planum, visitada pelo veículo explorador de Marte Opportunity. Ela possui por volta de 730 metros de largura, aproximadamente oito vezes o tamanho da cratera Endurance, visitada pela Opportunity nos sóis 95 a 315. Ela foi informalmente nomeada assim devido ao Victoria -um dos cinco navios de Fernão de Magalhães e o primeiro navio a circum-navegar o globo e formalmente nomeada em em honra a Victoria, Seychelles. Ao longo das bordas da cratera há vários afloramentos dentro das alcovas recuadas e promontórios, nomeados a partir dos cabos e baías que Magalhães descobriu. A Opportunity viajou por 21 meses rumo a Victoria antes de finalmente atingir sua borda em 26 de setembro de 2006 (sol 951), na recém chamada "Baía Duck". Ao redor do rover se encontravam formações apelidadas "No Name", "cratera Duck", "cratera Emma Dean", "Sereia do Cânion", e "Kitty Clyde's Sister". A Opportunity também capturou imagens de várias alcovas ao redor, informalmente chamadas "Cabo Verde" e "Cabo Frio", e uma pequena cratera de tom brilhante do tamanho da cratera Beagle na terminação oposta de Victoria.

Exploração

Após chegar à cratera, o rover executou uma circum-navegação parcial no sentido horário. O percurso levou aproximadamente um quarto do caminho ao redor da cratera. As várias "baías" e "cabos" receberam o nome de vários locais visitados por Fernão de Magalhães a bordo do navio Victoria. A circum-navegação permitiu ao rover identificar possíveis pontos de entradas e saídas, criar um mapa topográfico de alta resolução da cratera e testar o software de direção atualizado. O rover investigou as camadas nas paredes de vários cabos e a natureza das riscas escuras ao norte da cratera.
A cratera Victoria vista pela Opportunity (MER-B) da NASA em 2006 utilizando seu instrumento Pancam.
InteriorApós uma tempestade de poeira em escala planetária ter atrasado sua entrada na cratera por seis semanas e ameaçado a sobrevivência de ambos os rovers, a Opportunity finalmente entrou a cratera em um ponto na Baía de Duck. A entrada foi precedida por um teste de manobra no sol 1291 para determinar o grau de deslizamento e confirmar as estratégias de saída, seguida da entrada no sol 1293. Durante a estadia do rover no interior da cratera, dados foram coletados de camadas de rocha dentro da cratera e imagens de alta resolução foram obtidas em Cabo Verde. O rover deixou o interior da cratera no sol 1634 (29 de agosto de 2008) após ter experimentado o mesmo pique de voltagem que precedeu o mal funcionamento da roda frontal direita da sonda gêmea Spirit. Após uma circum-navegação parcial em sentido anti-horário, o rover partiu rumo ao seu próximo destino, a cratera Endeavour.

Morte de uma Estrela

Crédito: NASA/JPL-Caltech/CfA
Esta fotografia em cor falsa composta a partir de exposições na banda do infravermelho capturadas pelo Telescópio Espacial Spitzer, mostra a morte de uma estrela, ao centro, rodeada de uma nuvem de gás e poeira. Esta imagem evidencia uma característica nunca antes vista: um anel gigante de material (a vermelho) ligeiramente deslocado do centro da nuvem, que é constituído por material que foi expelido pela estrela ao envelhecer. A estrela e o seu halo formam uma nebulosa planetária, NGC 246. Nesta imagem, o gás expelido aparece representado a verde, e o anel de material a vermelho. Os astrónomos acreditam que o anel é provavelmente constituído por moléculas de hidrogénio que foram ejectadas da estrela em forma de átomos, e que arrefeceram formando pares de hidrogénio. Novas informações ajudarão a explicar como as nebulosas planetárias se formam, e como alimentam as gerações futuras de estrelas. Esta composição foi capturada no dia 6 de Dezembro de 2003, e é composta de imagem em quatro comprimentos de onda distintos: 3,6 microns a azul, 4,5 microns a verde, 5,8 microns a laranja e 8 microns a vermelho.

Cientistas detectam efeito supersônico em nuvem de gás no espaço

Filamentos cósmicos que se propagam são criados por explosões estelares
O Observatório Espacial Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA) descobriu sinais de choques sônicos – provocados pelo movimento de material acima da velocidade do som – em nuvens de material interestelar no interior da Via-Láctea. A evidência dos choques são redes de filamentos gasosos emaranhados, onde cada filamento tem aproximadamente a mesma espessura dos demais. Eles são enormes, estendendo-se por dezenas de anos-luz, e o Herschel determinou que estrelas recém-nascidas são frequentemente encontradas em suas regiões mais densas. Um filamento fotografado pelo observatório conte, cerca de 100 estrelas-bebês. Filamentos semelhantes em nuvens interestelares já haviam sido notados antes por outros observatórios de infravermelho, mas nunca haviam sido vistos com clareza, nem medidos. O Herschel agora demonstrou que, não importa o comprimento, a espessura do filamento é sempre aproximadamente a mesma, o que surpreendeu os cientistas. Comparando as observações com modelos de computador, os astrônomos que analisaram os dados do observatório concluíram que os filamentos provavelmente foram formados pela passagem de ondas de choque supersônicas pelas nuvens interestelares. Essas ondas são produzidas pela energia liberada na explosão de estrelas, e se propagam pelo oceano rarefeito de gás que permeia a galáxia, comprimindo-o e arrastando-o pelo caminho. Os pesquisadores, Doris Arzoumanian e Philippe André, do Laboratoire AIM Paris-Saclay, analisaram 90 filamentos e determinaram que todos têm cerca de 0,3 ano-luz de espessura, ou 20.000 vezes a distância entre a Terra e o Sol. As nuvens interestelares são muito frias, com temperaturas e apenas 10 graus acima do zero absoluto, o que faz com a que a velocidade do som nelas seja bem baixa – cerca de 200 metros por segundo. Na atmosfera da Terra, essa velocidade é de 340 metros por segundo.
Créditos: Astrofísicos
http://www.astrofisicos.com.br/

A receita do universo e seus ingredientes

Um bilionário projeto lançado no último voo do Endeavour pretende descortinar o mistério que envolve os dois mais abundantes ingredientes do universo: a matéria escura e a energia escura
O universo é feito de três ingredientes fundamentais. A matéria visível, a matéria escura e a energia escura. Apenas 5% é matéria visível e amplamente estudada pelo homem. O restante ainda permanece um mistério para a ciência (Detlev van Ravenswaay/Science Photo Library/Latinstock)

Além de seis tripulantes, o ônibus espacial Endeavour decolou nesta segunda-feira levando ao espaço um experimento científico de dois bilhões de dólares, financiado por nada menos que 16 nações da Europa, da Ásia e da América do Norte – o Espectrômetro Magnético-Alfa (AMS, na sigla em inglês). Trata-se de uma sonda de seis toneladas, que será acoplada à Estação Espacial Internacional (ISS) e fará medições de partículas que bombardeiam a Terra, também conhecidas como raios cósmicos. Essas partículas, originadas por diferentes fontes no universo, deixam rastros únicos, que podem dizer aos cientistas do que o universo é realmente feito.

Uma Bela Imagem da Galáxia Espiral Barrada NGC 1300

Créditos:NASA, ESA, and The Hubble Heritage Team STScI/AURA)
Uma das maiores imagens já feitas pelo Telescópio Espacial Hubble de uma galáxia completa mostra o brilho estelar, o brilho do gás interestelar e a silhueta de nuvens de poeira em um painel de 4 x 8 pés da galáxia espiral barrada NGC 1300. A NGC 1300 é considerada como um protótipo das galáxias espirais barradas. As galáxias espirais barradas diferem das galáxias espirais normais pelo fato de seus braços espirais não darem a volta completa pela galáxia, mas sim se conectarem por meio de suas pontas a uma barra reta de estrelas contidas na parte central da galáxia.
Fonte: http://www.spacetelescope.org/images/opo0501a/

Escavações Marcianas

Crédito: NASA/JPL/Cornell/USGS
Este mosaico, fotografado no dia 14 de Junho pela câmara de microscopia do rover americano Opportunity, mostra a escavação mais profunda feita até agora pelos rovers da missão a Marte. O Opportunity demorou duas horas e quatro minutos para efectuar esta escavação circular, numa rocha baptizada de “Tennessee”, que chegou a uma profundidade de 8,12 milímetros, batendo assim o anterior recorde, alcançado no dia 21 de Abril, de 7,23 milímetros de profundidade. Já quase esquecidos depois da sua chegada a Marte em Janeiro, os rovers Spirit e Opportunity continuam a sua missão no planeta vermelho, que agora começa a ser difícil de observar do nosso planeta, e já contam com cerca de 140 dias marcianos de actividade.

Cometa Elenin

A trajetória do cometa Elenin. No seu ponto mais próximo, vai ser de 22 milhões de quilômetros da Terra.
Este estranho corpo celeste foi detectado por um astrônomo russo em Dezembro de 2010 e os cálculos preliminares mostravam que passaria bem distante da Terra a cerca de 8.8 AU (8.8 vezes a distância entre o Sol e a Terra). Cálculos atualizados agora informam que o cometa passará a uma distâncoa de apenas 0.24 AU da Terra e estes cálculo podem mudar de acordo com a influência que o cometa recebe de nosso Sistema solar (e principalmente do Sol) ao se aproximar da eclíptica. Para vocês terem um idéia, a Lua situa-se a uma distância de 0,00256 AU da Terra. O cometa ainda não foi medido, mas aprentemente se trata de um planeta-cometa, um corpo celeste em órbiata cometária com tamanho de planeta. Este cometa terá seu periélio em Setembro / Outubro deste ano e nesse momento estará mais ou menos entre o Sol e a Terra. Pouco depois, em Outubro e Novembro, a Terra passará pela cauda deste cometa e dadas as proporções planetárias do mesmo, sua cauda poderá conter grandes fragmentos que darão espetáculos nos céus da Terra, mas se um desses fragmentos for sunstancialmente maior, poderemos ter catástrofes, isto sem contar os efeitos causados na Terra pela passagem de um corpo tão massivo como ELENIN.

Elementos Orbitais

◦Periélio: 20110910.7241
◦Distância do periélio: 0.482466
◦Excentricidade: 1.000019
◦Longitude do periélio: 343.8103
◦Longitude do nodo: 323.2225
◦Inclinação: 1.8390
◦Referência: MPC 74638
Fonte:http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-cometa-elenin

Via Láctea por cima de Ontario

Crédito: Kerry-Ann Lecky Hepburn (Weather and Sky Photography)
Por vezes, depois dos seus olhos se adaptarem à escuridão, aparece um céu espectacular. Foi o caso este mês por cima de Ontario, no Canadá, quando parte de um esplêndido céu também ficou visível no reflexo de um lago. Para começar, os objectos mais brilhantes visíveis são estrelas e o planeta Júpiter, o ponto mais brilhante no canto superior esquerdo. Uma cidade à distância aparece como um brilho difuso por cima do horizonte. Ainda mais ténue, o disco da Via Láctea torna-se aparente como uma dramática banda difusa ao longo do céu que parece colidir com o horizonte à distância. No pano da frente, uma paisagem pitoresca inclui árvores, um lago e um muro de pedra. Finalmente, nesta noite serena de Julho, quando o lago estava calmo, aparece também o reflexo do céu. No lago são observáveis não só algumas das estrelas mais brilhantes, mas a própria banda da nossa Galáxia. Uma inpecção mais cuidada da imagem revela, no entanto, que estrelas brilhantes deixam pequenos riscos no reflexo do lago mas que não aparecem no céu. A razão para tal é que a imagem do lado é na realidade uma composição digital de exposições consecutivas a partir da mesma câmara. No primeiro conjunto de exposições, as imagens do céu foram agrupadas em ligeiras rotações para que as estrelas ficassem no mesmo lugar.

Cometa covarde está vindo em direção à Terra

'Uma bola suja gelada de porte modesto "Elenin não prejudicará a Terra, mas vale a pena assistir
Um cometa descoberto há apenas seis meses fará uma visita ao interior do sistema solar em breve. Mas não precisa ficar com medo, nem esperar nada de trágico ou de deslumbrante. De acordo com a NASA, o cometa é um “covarde”.  Embora a “bola suja e gelada de dimensões modestas” chamada de Elenin não vá prejudicar a Terra, vale a pena dar uma olhada nela. O cometa, também conhecido pelo seu nome astronômico C/2010 X1, foi detectado pela primeira vez em 10 de dezembro de 2010 por Leonid Elenin, um observador em Lyubertsy, Rússia. Na época, o cometa estava a cerca de 645 milhões de quilômetros da Terra. Nos últimos quatro meses e meio, o corpo celeste diminuiu esta distância, uma vez que continuou trilhando seu caminho cada vez mais próximo do periélio (o ponto mais perto do sol). No dia 4 de maio, a distância do cometa Elenin já era de “apenas” cerca de 270 milhões de quilômetros. “Cometas que vêm de longe e entram em nosso sistema planetário costumam proporcionar um grande ‘show’ ao fazer essa entrada. Mas não Elenin. Este cometa parece meio tímido”, conta Don Yeomans, do Escritório de Observação de Objetos Próximos da NASA em Pasadena, Califórnia.
A trajetória do cometa Elenin. No seu ponto mais próximo, vai ser de 22 milhões de quilômetros da Terra.
O objeto não oferece uma visão muito boa porque ele é muito escuro a olho nu. “Estou falando sobre a forma como o cometa se parece quando ele voa por nós”, esclarece Yeomans. “Alguns visitantes chegam iluminando o céu à noite e você pode vê-los tranquilamente a olho nu onde quer que esteja. Para enxergar o Elenin, por outro lado, você provavelmente precisará de um bom par de binóculos, céu claro e de um local escuro e isolado para vê-lo mesmo em seu momento mais brilhante”, diz. Este momento deve acontecer pouco antes da sua aproximação máxima da Terra, no dia 16 de outubro deste ano. No seu ponto mais próximo, o cometa estará a 35 milhões de quilômetros de nós. Essa distância não será capaz de mudar as marés ou mover placas tectônicas aqui na Terra, como sugerem alguns boatos da Internet. Mas alguns se perguntam se o cometa não pode acabar chegando ainda mais perto da Terra do que o calculado.  “Elenin não encontrará nenhum obstáculo que perturbe sua órbita, por isso não vai chegar perto o suficiente de nosso planeta para nos influenciar de alguma forma”, garante Yeomans. “O carro que você dirige todo dia exerce maior influência sobre as marés do oceano do que o cometa Elenin jamais exercerá”, compara. Apesar do fato de que o cometa não vai mudar muita coisa aqui na Terra, isso não significa que o corpo celeste seja de todo inútil. “Esse viajante intrépido vai oferecer aos astrônomos a oportunidade de estudar um cometa relativamente jovem, que veio de uma região além do nosso sistema solar”, comenta Yeomans. “Depois de uma aparição relativamente curta, o Elenin vai voltar para o lugar de onde veio e nós não vamos mais vê-lo ou provavelmente sequer ouvir falar dele durante milhares de anos. Isso é muito interessante”.
Fontes: http://hypescience.com/
http://www.msnbc.msn.com/

Galáxia do Sombreiro Observada Pelo Hubble

Créditos: NASA, ESA, and the Hubble Heritage Team (STScI / AURA)
O que está acontecendo no centro dessa galáxia espiral? Denominada de Galáxia do Sombreiro pela sua semelhança com o famoso chapéu mexicano, a M104 mostra uma proeminente linha de poeira e um halo brilhante de estrela e de aglomerados globulares. Entre as razões para que essa galáxia tenha a aparência de um Sombreiro incluem um bulbo central de estrelas grande e estendido que aparece no disco que do nosso ponto de vista na Terra observamos praticamente de lado. Bilhões de estrelas velhas geram o brilho difuso do bulbo central estendido. Uma análise mais detalhada do bulbo na foto acima mostra muitos pontos de luz que são na verdade aglomerados globulares. Os espetaculares anéis de poeira da M104 hospedam muitas estrelas mais jovens e mais brilhantes e mostram intrigantes detalhes aos astrônomos, detalhes esses que não são entendidos por completo ainda. O parte central da Galáxia do Sombreiro brilha através do espectro eletromagnético, e acredita-se seja o lar de um grande buraco negro. A Galáxia do Sombreiro está localizada a aproximadamente 50 milhões de anos-luz de distância da Terra e pode ser observada com pequenos telescópios na direção da constelação de Virgo.
Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap110515.html
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