19 de mai de 2011

Duelo Entre Estrelas Suicídas

O duelo está ocorrendo próximo ao centro da Via Láctea e vai demorar mais 1 milhão de anos para ser decidido. Pela primeira vez, um grupo de pesquisadores consegue demonstrar e identificar um caso concreto de duelo estelar. Ou será um suicídio assistido? Em 1986, o astrônomo João Steiner, que atualmente além de investigar as estrelas também dirige o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA/USP), identificou o sistema binário, que ele, então, passou a acompanhar. O nome do objeto em questão é V 617 Sagitarii. É lá que está ocorrendo um fenômeno astronômico interessante, apresentado em forma de artigo científico por Steiner e colaboradores, todos brasileiros, na revista Astronomy and Astrophysics Letters. É a primeira vez que se demonstra um caso concreto de duelo estelar.

Próximo do centro da Via Láctea duas estrelas estão duelando. E isso vai ocorrer pelos próximos 1 milhão de anos

“Estrelas binárias são bastante comuns na galáxia. Nesses casos, os dois corpos interagem entre si, por estarem bem próximos”, explica Steiner. “Existe um conjunto, chamado de variáveis cataclísmicas, onde uma anã branca captura matéria (em forma de gás) da sua companheira (normalmente uma estrela anã vermelha) formando um disco brilhante”, acrescenta Steiner. É exatamente esse o caso dos corpos celestes acompanhados desde o Brasil a partir dos anos 1980. Em vez de apenas duas estrelas, em 1998, Steiner e Marcos Dias, também do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, propuseram a existência de uma nova classe de estrelas, que eles passaram a chamar de V Sagittae. “Trata-se de um pequeno grupo de quatro estrelas que se comportam de forma semelhante ao sistema detectado antes”, afirma Steiner. A tese dos astrônomos brasileiros é que, ao contrário das estrelas normais, onde a energia é produzida por fusão nuclear no centro, no sistema binário estudado as coisas ocorrem de forma diferente. “A fusão nuclear ocorre na superfície da anã branca. Isso é possível desde que a captura de gás da companheira seja muito grande”, diz o astrônomo paulista. O ciclo detectado pela observação de um pedaço da Via Láctea é que vai levar a um efeito cataclísmico. “Está ocorrendo uma espécie de realimentação. A fusão nuclear na superfície da estrela gera uma grande luminosidade, que acaba interferindo na outra estrela. Ela passa a evaporar literalmente e perder mais da sua massa. Esse material disponível, então, é captado pela anã branca e assim sucessivamente.” O duelo, então, está em curso. “O fim será trágico. Ou uma das estrelas vai evaporar totalmente ou a anã branca vai explodir como uma supernova pelo excesso de massa. Cada uma das estrelas está tentando freneticamente destruir a outra”, explica Steiner, que para provar essa hipótese teve que calcular com precisão o período orbital do sistema. Segundo o pesquisador da USP, até parece número de Fórmula 1. “Esta pesquisa levou 18 anos. O período orbital medido é de 4 horas, 58 minutos, 19 segundos e 114 milésimos. “Verificamos também que o sistema vai sobreviver por, no máximo, mais 1 milhão de anos. Isto é mil vezes menos do que a vida de uma estrela binária normal”, avisa o cientista. pesar do tempo cronológico ser bem diferente dos velhos duelos do oeste, que eram resolvidos em instantes, o desfecho, quando ele chegar, será bastante trivial. “Sabemos que algo vai acontecer em breve. Alguém deve morrer. Mas quem? No duelo isso depende de quem for mais rápido no gatilho. Apenas saberemos quando alguém cair no chão".

A Ursa Menor acima do plano da nossa galáxia a Via Láctea em imagem inédita

São vários os nomes dado a Ursa Menor, Pequena Panela, Pequena Concha, o Pequeno Carro, entre outros.
De 2ª magnitude, Polaris está longe de ser a estrela mais brilhante no céu noturno. Mas é a estrela mais brilhante à esquerda, neste bem composto mosaico estrelado cobrindo cerca de 23 graus pelo asterismo do céu do norte apelidado de a Pequena Panela*.  Polaris é conhecida como a estrela Polar Norte, uma amiga para os navegadores e também os astrofotógrafos, mas não ela está localizada exatamente no Polo Norte Celestial (PNC) também. Ela está atualmente deslocada do PNC por 0,7 graus. Polaris e o PNC serão exibidos ao mover seu cursor sobre a figura, assim como outras estrelas da Ursa Menor. As estrelas são exibidas com seus nomes próprios precedidos por sua designação em alfabeto grego na constelação anciã da Ursa Menor. Nuvens de poeira suspensas acima do plano de nossa galáxia, a Via Láctea também são fracamente visíveis através deste grande campo de visão.  * N.T.: Em português, são vários os nomes do asterismo da Ursa Menor. Além da Pequena Panela, também se conhece como a Pequena Concha, o Pequeno Carro, entre outros.
Astrofísicos - http://www.astrofisicos.com.br

Netuno e Tritão segundo a Voyager 2

O gigante gasoso Netuno e sua gelada lua Tritão formam este par de esferas que foram capturadas pela câmera da Voyager 2 em sua jornada pelos confins do Sistema Solar.
Em sua viagem silenciosa pelo Sistema Solar exterior, a espaçonave Voyager 2 focalizou com sua câmera para capturar esta bela imagem de Netuno e Tritão juntos em fase crescente, em 1989. A imagem acima de um planeta gigante gasoso e sua grande lua enevoada foi obtida por trás após a máxima aproximação da Voyager 2. Esta visão nunca poderia ter sido obtida a partir da Terra porque Netuno jamais mostra sua fase crescente para nós. Esta incomum visão despe Netuno de sua familiar tonalidade azul que pode ser vista na foto abaixo, uma vez que a luz do Sol aqui está espalhada e avermelhada como o por do Sol.
As nuvens de Netuno segundo a Voyager 2
Na foto acima estão claramente visíveis logas e claras nuvens tipo cirrus flutuando na alta atmosfera de Netuno. Aqui podemos ver sombras destas nuvens sobre as camadas nubladas inferiores. A maior parte da atmosfera de Netuno é composta de hidrogênio e hélio, que são invisíveis. Assim, a cor azulada de Netuno é oriunda do metano que preferencialmente absorve a luz vermelha. Netuno possui os ventos mas velozes do Sistema Solar, que atingem 2.000 quilômetros por hora. Netuno é menor em diâmetro porém mais massivo que Urano, possui vários anéis obscuros e emite mais luz (radiação) que a que recebe diretamente do Sol.
Voyager 2 obteve esta visão parcial de Tritão, a maior lua de Netuno, logo após sua aproximação máxima, em sua passagem pela sua sombra na manhã de 25 de agosto de 1989. A distância entre a Voyager 2 e Tritão era de 90.000 km. Crédito: NASA/JPL/missão Voyager 2
Imagem de Tritão pela Voyager 2, tomada em 1989. Créditos: NASA/JPL
A imagem acima de Tritão foi captada em 1989 pela única nave até hoje que passou próxima desta lua de Netuno: a Voyager 2. A Voyager 2 encontrou neste mundo gelado um solo fascinante, uma fina camada atmosférica e até evidências da existência de crio-vulcões nesta lua de órbita retrógrada peculiar.

NGC 253: Uma Vista de Perto

Créditos e direitos autorais : Hubble Legacy Archive, ESA, NASA; Processamento e imageamento adicional - Robert Gendler
Este universo-ilha empoeirado é uma das galáxias espirais mais brilhantes no céu do planeta Terra. Vista quase de perfil, NGC 253 está a apenas 13 milhões de anos-luz, o maior membro do Grupo de galáxias do Sculptor, vizinho ao nosso grupo de galáxias local. Esta vista detalhada é um mosaico de crinco quadros baseado em dados obtidos do Hubble Legacy Archive (Arquivo do Legado do Hubble, numa tradução literal). Começando da esquerda, perto do núcleo da galáxia, este nítido panorama segue filamentos poeirentos, nuvens de gás interestelar, e até estrelas individuais pela borda da galáxia à direita. Esta vista magnífica cobre cerca de 50.000 anos-luz. O quadro da extrema direita foi levemente comprimido para incluir na imagem, um intrigante par de galáxias interagentes ao fundo. Classificada como uma galáxia starburst* por conta de sua frenética atividade de formação estelar, NGC 253 exibe tentáculos de poeira surgindo de um disco galático atado a aglomerados de estrelas jovens e regiões de formação estelar. NGC 253 também é conhecida por ser uma forte fonte de raios-x energéticos e raios gama, provavelmente devido a presença de buracos negros massivos próximos ao centro da galáxia.

Quem surgiu primeiro, os buracos negros ou as galáxias?

O que surgiu primeiro, os buracos negros ou as galáxias?
Professor resume os progressos recentes no campo da Astrofísica que estuda os buracos negros e a evolução das galáxias.[Imagem: NASA]

Esta é a pergunta que João Evangelista Steiner, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP) procurou responder na palestra "Buracos negros: sementes ou cemitérios de galáxias?".

Definição de buracos negros
No encontro, o coordenador do Instituto Nacional Avançado de Astrofísica destacou os avanços nos últimos dez anos na área, como a confirmação da existência de um buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea, a medida do momento angular dos buracos negros estelares e supermassivos e o paradigma da coevolução entre galáxias e buracos negros. De modo geral, buracos negros são objetos espaciais compactados cuja superfície possui aceleração infinita, tornando-a irresistível. Devido a esse fenômeno, toda matéria próxima a um buraco negro é capturada.  "Até mesmo a luz próxima é capturada. O espectador não enxerga nada, pois a matéria (gás) ou qualquer outro tipo de informação produzida dentro dele não consegue escapar à superfície de singularidade de aceleração. Para quem o vê de fora, o objeto é um buraco negro, onde tudo entra e nada sai", exemplificou Steiner.

Tipos de buracos negros
A NGC 300 abriga muitos fenômenos astronômicos interessantes, entre os quais o maior buraco negro já encontrado. [Imagem: ESO]

Atualmente, os buracos negros são divididos em duas categorias: estelares e supermassivos. Os primeiros são alimentados por uma estrela vizinha. "Como esses fenômenos galácticos não emitem qualquer tipo de luz, a medição do espectro só é possível quando se encontra em um sistema binário, isto é, quando há uma estrela companheira. Nesse caso, o buraco negro suga a matéria dela", disse. O Primeiro objeto encontrado na Via Láctea com essa característica foi uma fonte, confirmada em 1973, de raios X denominada Cygnus X-1. "Ela se mostrou tão densa que ou poderia ser um uma estrela de nêutrons - aquelas cuja densidade pode chegar a 10 trilhões de vezes a da água [que tem 1g/cm3] e estão associadas a explosões de supernovas - ou um buraco negro. Mas, ao medir sua massa, os cientistas observaram que era algo muito maior do que uma estrela de nêutrons", contou. Os buracos negros estelares têm entre 5 e 20 vezes a massa do Sol e são originados pela explosão de uma estrela. Estima-se que sua temperatura atinja em torno de 100 milhões a 1 bilhão Kelvin, devido ao processo de transformação de energia potencial gravitacional em térmica e, finalmente, luminosa. Dos bilhões de estrelas na Via Láctea, calcula-se que existam cerca de 10 milhões de buracos negros estelares. Até agora, os cientistas conseguiram identificar apenas 20. "Se eles não estiverem em sistema binário, não teremos nem como observá-los", disse Steiner.

Buracos negros supermassivos
O menor buraco negro que se conhece foi descoberta na Via Láctea por cientistas da NASA. [Imagem: NASA]

Evidências da outra categoria, os supermassivos, surgiram na mesma época dos estelares. Os buracos negros supermassivos podem chegar a 4 bilhões de vezes a massa do Sol e estão sempre localizados no centro de galáxias devido à gravidade. A ideia dos supermassivos surgiu com a descoberta dos quasares, objetos extremamente luminosos e compactos, capazes de brilhar mais que uma galáxia inteira, mas com o volume de um sistema solar", pontuou Steiner. Já foram identificadas e calculadas as massas de 50 buracos negros desse tipo. Entre os avanços da década na astrofísica dos buracos negros citados por Steiner, o mais recente é a medição do momento angular, ou seja, o quanto ele gira em torno do próprio eixo. "Medir o momento angular é ainda mais difícil do que calcular a massa desses fenômenos galácticos", disse. De todos os buracos negros conhecidos, de ambas as categorias, sabe-se o momento angular de apenas 13 deles, sendo oito estelares e cinco supermassivos. "Quase todos giram com velocidade máxima, ou seja, têm o momento angular próximo de 1. Apenas um deles apresentou resultado inferior a 0,5", disse.

Quasar adormecido
O Cygnus suga a maior parte da matéria de sua vizinha, mas parte da matéria escapa do buraco negro por um túnel magnético. [Imagem: ESA]

De acordo com o professor do IAG-USP, há anos se especulava sobre a existência de um buraco negro supermassivo desativado no centro da Via Láctea. Se ela tivesse um buraco negro capturando gás, seria facilmente visível, pois ele estaria produzindo uma grande quantidade de energia que poderia ser observada. Mas isso não ocorre", destacou. Para Steiner, essa característica física se configura num quasar morto e que justifica o motivo pelo qual outros buracos negros supermassivos ainda não foram identificados. A confirmação desse objeto desativado veio em 2002 com a publicação de um estudo da órbita de uma estrela vizinha. O objeto escuro, que possui 4 milhões de massas solares, foi observado por um grupo de cientistas durante 15 anos. "Cedo ou tarde, uma das estrelas que giram em torno desse objeto irá colidir e liberar gás suficiente para libertar o quasar", disse.

Surgimento conjunto
A ficção científica afirma isso há décadas. Mas agora passa a ser "seguro" também para os cientistas aventurarem-se pela ideia de que os buracos negros podem ser portais para outros universos. [Imagem: NASA/Les Bossinas]
 
Outra descoberta recente da astrofísica dos buracos negros é o paradigma sobre a evolução desses fenômenos, que explica por que todas as galáxias têm um buraco negro em seu centro. Steiner explicou que existe uma correlação entre a massa do buraco negro e a massa da galáxia que o hospeda. A galáxia sempre tem 500 vezes mais massa do que seu buraco negro. "Essa é a regra. O buraco negro determina a evolução da galáxia e vice-versa. Ambos coevoluíram desde o Big Bang", disse. O astrofísico destacou que se não existissem os buracos negros as galáxias não existiriam ou elas não teriam as configurações que conhecemos hoje. "Para compreender o Universo, temos que levar em consideração o fator buraco negro. Ele tem um papel fundamental e é esse o paradigma da coevolução", disse.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

Hubble celebrar seus 50.000 amigos no Facebook divulgando nova imagem da nebulosa planetária NGC 588

Nova imagem mostra camadas de gases da nebulosa planetária NGC 5882
A página europeia do Telescópio Espacial Hubble na internet divulgou uma nova imagem da nebulosa planetária NGC 5882, na constelação do Lobo, em comemoração ao fato de o telescópio ter reunido 50.000 "amigos" em seu perfil no Facebook.
"Como mensagem de agradecimento pela amizade, a imagem foi produzida especialmente para todos os fãs da ESA e do Hubble no Facebook", diz a nota. A ESA é a Agência Espacial Europeia, que divide com a Nasa a responsabilidade pelo observatório orbital. Nebulosas planetárias nascem da morte de estrelas de porte médio, com até oito vezes a massa do Sol. Quando o suprimento de hidrogênio da estrela se extingue, suas camadas externas se expandem e resfriam, criando um casulo de gás e poeira. Esse gás brilha, à medida em que é banhado pela forte radiação ultravioleta da estrela central. NGC 5882 é uma nebulosa planetária formada por duas regiões distintas: uma casca interna e alongada de gás e uma camada esférica, mais tênue, que a envolve. Mas é a estrela moribunda no núcleo da nebulosa que domina a imagem, brilhando intensamente com uma temperatura de quase 70.000º C na superfície. Em comparação, a superfície do Sol tem uma temperatura de cerca de 5.000º C.
Astrofísicos - http://www.astrofisicos.com.br/tecnologia/hubble-divulga-foto-celebrar-comemorar-50-mil-amigos-facebook/index.html

Astrônomos descobrem planetas sem estrelas

Os planetas solitários são corpos celestes escuros, flutuando sozinhos no espaço, fora da órbita de qualquer estrela.[Imagem: NASA/JPL-Caltech]

Planetas sem estrelas

Astrônomos anunciaram a descoberta de uma nova classe de planetas - planetas solitários, sem estrelas. São corpos celestes escuros, com massa semelhante à de Júpiter, flutuando sozinhos no espaço, fora da órbita de qualquer estrela. Os cientistas acreditam que o mais provável é que esses planetas órfãos tenham se formado em torno de estrelas e, mais tarde, sido expulsos de seu sistema planetário por alguma conjunção de forças gravitacionais. A descoberta resultou da análise dos dados coletados durante uma série de observações do bojo central da Via Láctea, realizadas entre 2006 e 2007 por um grupo de astrônomos do Japão e da Nova Zelândia.

Planetas solitários

A análise fornece indícios do que parecem ser 10 "planetas flutuando livremente", em locais distintos, todos aproximadamente do tamanho de Júpiter - o equipamento usado na pesquisa não é preciso o suficiente para localizar planetas menores.  "Nossos resultados sugerem que os sistemas planetários frequentemente tornam-se instáveis, com os planetas sendo expulsos de seus locais de nascimento ao passarem perto demais de outros planetas," explica David Bennett, um dos membros da equipe. A descoberta não apenas confirma que existem planetas flutuando isoladamente no espaço, mas também indica que eles são bastante comuns - como detectá-los é muito difícil, o fato de um único rastreio ter localizado 10 deles indica que deve haver muitos mais não detectados. Segundo os astrônomos, essa população inesperadamente grande também descarta a ideia de que os planetas livres formem-se isoladamente, e não ao redor de estrelas - se esse fosse o caso, deveria haver muito menos deles.

Censo planetário

A equipe estima que pode haver duas vezes mais planetas isolados do que estrelas, o que equivale a dizer que os planetas sem estrelas podem ser tão comuns quanto os planetas ao redor de estrelas.  "Nossa pesquisa é como um censo da população - nós amostramos uma parte da galáxia e, com base nesses dados, pode-se estimar o número total da galáxia," explica Bennett.  "A pesquisa não é sensível a planetas solitários com massa menor do que Júpiter ou Saturno, mas as teorias sugerem que planetas de menor massa, como a Terra, devem ser expulsos de suas estrelas com mais frequência, sendo assim, mais comuns do que os gigantes gasosos isolados," completou ele. A NASA tem planos de enviar ao espaço um novo observatório - o WFIRST (Wide-Field Infrared Survey Telescope) - que usará o método de microlentes, capaz de fazer estimativas mais precisas de quantos planetas solitários há na Via Láctea. Com a vantagem de que esse futuro telescópio terá a capacidade para detectar planetas solitários do tamanho da Terra.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br
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