25 de mai de 2011

Cometa Hale-Bopp

Crédito: European Southern Observatory (ESO).
O cometa Hale-Bopp enriqueceu as nossas noites quando passou pelo sistema solar interior em 1997. Observável a olho nu, era a imagem de um cometa clássico, com uma cabeça brilhante e uma extensa cauda. Depois, seguiu o seu trajecto afastando-se do Sol, e em Março de 2001 encontrava-se a meio caminho entre as órbitas de Saturno e Úrano. Devido à elevada inclinação da sua órbita, podia ser visto a sul da Grande Nuvem de Magalhães, na constelação do Dourado. Esta imagem, obtida em Março de 2001, mostra que o famoso cometa ainda se encontrava activo apesar de se situar a 2 mil milhões de quilómetros do Sol. Repare-se na enorme coma que ainda possui, e no jacto encurvado na coma, formado por poeira e gás a escapar-se do núcleo. A extensão total do cometa é ainda de pelo menos 2 milhões de quilómetros. Esta imagem é uma composição de exposições obtidas em 3 noites diferentes. Devido ao movimento do cometa durante esse tempo, aparecem várias imagens de cada estrela na composição final.
Fonte: http://www.portaldoastronomo.org/npod.php?id=3156

Estudante de 22 anos descobre “massa perdida” do universo

Jasmina Lazendic-Galloway, Amelia Fraser-McKelvie e Kevin Pimbblet. Crédito: Universidade de Monash
Uma estudante de apenas 22 anos identificou o que tem sido descrito como “a massa perdida” do universo procurada há décadas por astrofísicos. A descoberta é um avanço no campo da astrofísica. O artigo da pesquisa foi publicado na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society recentemente. Amelia Fraser-McKelvie é estudante de graduação em Ciência e Engenharia Aeroespacial e estava trabalhando durante suas férias com dois astrofísicos na Faculdade de Física da Universidade de Monash na Austrália, Kevin Pimbblet e Jasmina Lazendic-Galloway, quando identificou a massa perdida. Pimbblet argumenta que, do ponto de vista teórico, deveria haver o dobro da quantidade de matéria na região observada do universo, comparada com aquela identificada. Previa-se que a maioria da massa perdida deveria estar localizada em estruturas cósmicas de grande escala chamadas filamentos – parecidos com cadarços de sapatos. Os astrofísicos também previam que a massa deveria ser de baixa densidade, mas estar em alta temperatura – cerca de um milhão de graus Celsius. Isto significa que, em teoria, a matéria poderia ser observada em comprimentos de ondas de raios-X. A descoberta de Fraser-McKelvie provou a previsão. As observações em raios-X fornecem informações sobre as propriedades de enormes estruturas, as quais podem ajudar astrofísicos a entender melhor suas verdadeiras naturezas. Até o momento, eles contavam com deduções baseadas apenas em modelos numéricos. A descoberta propicia um enorme passo para determinar qual quantidade de massa está contida dentro dos filamentos realmente.

Sem contato a meses Nasa decide declarar a morte do robô Spirit

Agência espacial declarará equipamento, que pesquisou o planeta vermelho por seis anos, oficialmente desligado
Spirit, o robô –geólogo que cativou o mundo com suas aventuras em Marte antes de ficar preso em uma armadilha de areia, está prestes a encerrar sua vida, após seis anos de intensa produtividade. O robô não se comunica com a base há mais de um ano, apesar de chamadas diárias da Nasa.

Astrofísicos.com.br

Nasa flagra meteoro mais brilhante em 3 anos

Um meteoro com o diâmetro de uma pessoa foi flagrado ao cruzar a atmosfera sobre o estado americano da Georgia. Os astrônomos do Centro de Vôo Espacial Marshall, da Nasa, gravaram o evento, considerado o mais brilhante já visto em quase três anos de funcionamento de sua rede de observações. No dia 20 de maio, à 21h47 (hora local), um fragmento de 1,8 m de diâmetro de um cometa desconhecido entrou na atmosfera a cerca de 106 km sobre a cidade de Macon. Viajando a 138 km/h, ele possuía uma força de impacto equivalente a algo entre 500 e mil toneladas do explosivo TNT. O objeto não chegou a se chocar com o solo graças ao atrito sofrido na atmosfera que o desintegrou a 61 km acima da cidade de Villa Rica. O meteoro foi rastreado por duas câmeras da Nasa que cobrem todo o céu - uma localizada em Chickamauga e a outra no Museu de Ciência de Tellus, em Cartersville, ambas cidades da Georgia.

O VLT do ESO Descobre uma Super-Estrela Brilhante mas Solitária

Esta visão mostra parte da região muito activa de formação de estrelas em torno do Nebulosa da Tarântula na Grande Nuvem de Magalhães, um pequeno vizinho da Via Láctea. No centro exato está a estrela brilhante, mas isolada VFTS 682 e ao seu lado direito inferior do aglomerado muito rico de estrelas R 136. As origens são obscuras VFTS 682- foi expulso do R 136 ou se formou por conta própria? A estrela aparece amarelo-vermelho nesta perspectiva, que inclui imagens de luz visível e infravermelha do Wide Field Imager no MPG de 2,2 metros / telescópio do ESO em La Silla e os 4,1 metros do telescópio infravermelho VISTA em Paranal, em virtude da efeitos da poeira. Créditos:ESO / M.-R. Cioni / VISTA Magalhães pesquisa Cloud. Agradecimento: Unidade de Pesquisa Astronômica Cambridge 
O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira a imagem de uma "superestrela" isolada, três milhões de vezes mais brilhante que o sol. A VFTS 682, como foi chamada, foi descoberta por um grupo de astrônomos que utilizaram o Very Large Telescope (VLT), um supertelescópio do ESO, na observação da Grande Nuvem de Magalhães - uma galáxia anã satélite que orbita em torno da Via Láctea. A novidade é que todas as "superestrelas" até agora foram encontradas em aglomerados de estrelas. Para os cientistas permanece a dúvida: esta "superestrela" nasceu isolada ou foi ejetada de um aglomerado? A estrela em questão possui 150 vezes a massa do sol.  
Os astrônomos faziam um levantamento das estrelas mais brilhantes em torno da Nebulosa da Tarântula, na Grande Nuvem de Magalhães, quando descobriram esta isolada. A "superestrela" se encontra em um berçário de estrelas: uma enorme região de gás, poeira e jovens estrelas que é a mais ativa região formadora de estrelas. A primeira vista, os cientistas pensavam que a VFTS 682 era uma jovem, brilhante, quente, porém uma normal estrela. Entretanto, com o novo estudo, usando o VLT, descobriu-se que a grande parte da energia da VFTS 682 é absorvida e espalhadas pelas nuvens de poeira antes que chegue à Terra. Assim, conclui-se que a estrela é muito mais luminosa do que imaginavam e está entre as mais brilhantes até agora conhecidas. A luz vermelha e infravermelha emitidas pela estrela atravessam a poeira, mas o comprimento de onda mais curto (luzes azul e verde) são mais dispersas. Como resultado, a "superestrela" aparece avermelhada - se a visão fosse desobstruída, a VFTS 682 apareceria em um brilhante azul e branco. Parece mais fácil formar as estrelas maiores e mais brilhantes no interior de enxames estelares ricos,” acrescenta Jorick Vink, outro membro da equipa. “ E embora seja possível, é muito mais difícil compreender como é que estes faróis brilhantes se formam sozinhos. O que torna a VFTS 682 verdadeiramente fascinante.”
Fonte: http://www.eso.org/public/portugal/news/eso1117/

Terra ou Marte?

Terra Crédito de imagem e direitos autorais: Filipe Alves; Marte Crédito da Imagem: Mars Exploration Rover Mission, JPL, da Nasa
Qual imagem é a Terra, e qual é a de Marte? Uma das imagens acima foi tirada pelo robô Spirit rover que está em Marte. A outra imagem foi tomada por um ser humano no  sul do deserto de Marrocos. Ambas as imagens mostram vastas planícies cobertas com pedras e areia. Nem água ou mostra sinais de evidencias de vida. Respondendo. A imagem da esquerda é a da Terra. Difícil descobrir sozinho, ambas imagens mostram uma vasta superfície inabitada e seca. Talvez a única pista seja a leve tonalidade azulada da imagem na esquerda, o que se assemelha à atmosfera terrestre.
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