17 de jun de 2011

Desvendando os maiores mistérios de Mercúrio

O planeta Mercúrio é coadjuvante no sistema solar. Nem tão badalado quanto o vizinho Marte ou Saturno e seus aneis, Mercúrio possui ainda um empecilho geográfico que o impede de ser mais conhecido por nós: em virtude de ser o planeta mais próximo do sol, tem sido difícil estudá-lo ao longo dos séculos. Telescópios têm de lidar com o brilho do sol, enquanto as sondas espaciais – puxadas pela gravidade do sol – precisam gastar muito combustível para retardar sua velocidade e conseguir mais dados do que uma simples fotografia borrada. Tudo isso contribui para que tenhamos várias dúvidas sobre esse planeta. Porém, o estabelecimento da nave Messenger no planeta, em março deste ano, pode ajudar a responder alguns desses mistérios. Confira:

Alta densidade
Mercúrio é o segundo planeta mais denso do sistema solar, apenas um pouco atrás da Terra. Os cientistas acreditam que Mercúrio tenha um núcleo gigante, o correspondente a dois terços de sua massa. Na Terra, o núcleo corresponde a apenas um terço. De acordo com Sean Solomon, principal investigador da missão Messenger, a origem da densidade é antiga. “Colisões entre corpos rochosos no início da história do sistema solar provavelmente derrubaram algumas das camadas externas menos densas de Mercúrio, deixando apenas o material pesado”, explica. Análises químicas feitas pelo Messenger da superfície de Mercúrio – que serão divulgadas em breve – deve confirmar (ou não) essa teoria.
 
Proteção magnética
Além da Terra, Mercúrio é o único outro planeta do sistema solar de interior rochoso a ter um forte campo magnético (embora possua apenas cerca de 1% da força de Terra). A existência de um campo magnético não é uma questão trivial planetária – o nosso nos protege contra a radiação prejudicial do sol. Solomon descreve o campo magnético da Terra como “o nosso guarda-chuva contra a radiação”, sem o qual seria muito difícil o desenvolvimento ou a manutenção da vida. Os investigadores acreditam que o campo magnético de Mercúrio é gerado pelo mesmo processo que o da Terra. A sonda Messenger irá mapear a geometria do campo em detalhes, o que deve ajudar os cientistas a precisar a sua origem.
 
Mercúrio congelado?
O tórrido planeta não é o último lugar onde você pensaria em procurar gelo, certo? Pois algumas crateras nos polos de Mercúrio parecem discordar. Elas estão em uma sombra permanente, onde a temperatura pode chegar a menos 170 graus Celsius.  “Essas armadilhas congeladas e profundas podem conter muito mais gelo do que os depósitos encontrados na lua”, compara Solomon. Isso significa que, no sistema solar, a água está em toda parte, pelo menos como molécula”, diz.
 
Atmosfera renovável
Embora seja o menor planeta e, portanto, possua pouca gravidade, Mercúrio tem uma atmosfera, ainda que não muito consolidada. O que é ainda mais estranho é o fato de que os gases que compõem essa atmosfera estão escapando do planeta. “De alguma forma, o ambiente de Mercúrio tem de ser constantemente renovado”, explica Solomon. Os cientistas acreditam que o material capturado a partir do “vento solar”, a corrente de partículas que saem do sol, contribui para esse fenômeno, bem como a poeira levantada pelo impacto de micrometeoritos.
 
Causa do Juízo Final?
Mercúrio já tem a órbita mais excêntrica (meio oval, em termos astronômicos) de todos os planetas do nosso sistema solar. Simulações computacionais recentes mostram que, ao longo de alguns bilhões de anos, essa órbita pode se tornar ainda mais excêntrica e Mercúrio teria 1% de chance de colidir com Vênus ou com o sol. Mais preocupante que isso é a probabilidade de a órbita caótica de Mercúrio perturbar as órbitas dos planetas de tal forma que Mercúrio, Vênus ou Marte podem colidir contra a Terra – um cataclismo de proporções verdadeiramente apocalípticas.
Fonte: http://hypescience.com/

Como funciona o ciclo solar?

Essa linda estrela de fogo pode estar a 149 milhões de quilômetros de distância de nós, mas tudo o que ela faz tem consequências na Terra, razão pela qual os cientistas estudam as mudanças na atividade solar. O sol tem ciclos: seu temperamento varia a cada 11 anos. Normalmente, leva cerca de 5 anos e meio para a estrela mais próxima de nós passar do período silencioso do “mínimo solar” para o mais turbulento “máximo solar”. Uma das maneiras de controlar o ciclo solar é estudar a superfície do sol. Nela, pode-se encontrar manchas escuras, chamadas manchas solares. Essas manchas de curta duração são causadas por intensa atividade magnética e tendem a se agrupar em faixas nas latitudes médias acima e abaixo do equador. Uma vez que os telescópios foram inventados, um censo de manchas solares tem sido relativamente constante. Em 1849, astrônomos do Observatório de Zurique começaram a observar as manchas diariamente. Hoje, centros na Bélgica e nos EUA acompanham de perto a atividade solar. Um número de satélites e observatórios, incluindo um da NASA, coletam fluxos constantes de dados a partir do sol, agindo como um sistema de alerta precoce para grandes eventos climáticos no espaço. A frequência e o número dessas manchas escuras misteriosas na superfície solar atuam como indicadores da atividade do sol, conforme ele se move entre o mínimo e o máximo solar. As manchas solares às vezes irrompem em poderosas tempestades solares que disparam fluxos de partículas carregadas para o espaço; por vezes, na direção da Terra. Algumas tempestades solares podem bombardear o campo magnético da Terra e interromper redes de energia ou expulsar satélites em órbita ao redor do planeta. uando o sol chega ao fim de um ciclo, novas manchas solares aparecem perto do equador, e um novo ciclo começa com a produção de manchas solares em latitudes mais altas na superfície do sol. Atualmente, o sol está no meio do seu ciclo 24. A estrela está se inchando em direção a um máximo solar, em 2013. Porém, um trecho muito longo de atividade moderada nos últimos anos tem intrigado os astrônomos, e muitos físicos solares estão trabalhando no desenvolvimento de melhores modelos de previsão do ciclo solar. Enquanto o sol parece estar incrementando a atividade em direção ao máximo solar, vários novos estudos estão prevendo que após este pico, a atividade do sol pode ver uma queda significativa no ciclo 25. Os resultados de três estudos novos que examinaram as manchas solares se desvanecendo, um jato solar que desapareceu e a força do campo magnético do sol mostram que a atividade durante o próximo ciclo de 11 anos poderia ser significativamente reduzida, ou mesmo eliminada.
Fonte: http://hypescience.com/como-funciona-o-ciclo-solar/

Cientistas estudam anãs brancas para prever o fim do sistema solar

Pesquisadores querem entender o processo que poderá levar o sistema solar ao colapso
Pesquisadores da Universidade de Leicester, no Reino Unido, querem entender como o sistema solar pode morrer, isso partindo de estudos sobre anãs brancas, a última fase do ciclo da vida de estrelas como o nosso Sol. Um estudante do Departamento de Física e Astronomia, Nathan Dickinson, está pesquisando a composição química das anãs brancas para o seu trabalho de doutorado com particular interesse nos elementos pesados dentro e em volta delas, que são compostas principalmente por hidrogênio e hélio.  "Sendo este o estágio final do ciclo da vida da maioria das estrelas, as anãs brancas estão entre os corpos celestes mais antigos da galáxia, então elas podem nos dizer o que havia nos antigos sistemas solares. Sendo que o Sol irá acabar como uma anã branca, isso nos mostraria o que poderia acontecer com o nosso sistema solar," explica Nathan.  Uma das questões que Nathan espera conseguir responder é sobre a origem do material extra encontrado em algumas anãs brancas mais quentes, uma das hipóteses é que trata-se de material vindo de antigos planetas que estavam no mesmo sistema que as anãs brancas. "Entender se o material extra nas anãs brancas mais quentes vem de planetas é importante. Isso pode nos dar uma ideia de como estes antigos sistemas planetários evoluíram enquanto as estrelas envelheciam, então teremos um cenário completo sobre como um sistema solar morre", diz Nathan.

Gandhi em Marte?

O Google Mars (Google Marte) já está dando o que falar. Ele é um aplicativo que reúne diversas fotos do planeta vermelho e anda alimentando a imaginação de curiosos por aí. Um deles é o italiano Matteo Ianneo que declarou ter encontrado a face de Gandhi de perfil, localizada nas coordenadas 33°12’29.82″N e 12°55’51.21″O em Marte, além de jurar ter visto sinais de vegetação, entrada de túneis subterrâneos e ruínas de cidades no planeta.
Para ajudar a esclarecer o que Ianneo estava observando, o pesquisador Jonathan Hill da Universidade do Arizona pegou a imagem, que está em baixa resolução no site, procurou uma em alta resolução do mesmo acidente geográfico, tirada por uma câmera melhor da NASA, e desmascarou a ilusão. “Como você pode ver, na verdade estamos olhando para uma cova, e não para um monte como aparenta a imagem do Google Marte”, disse Hill. A explicação para esse fenômeno é a pareidolia, fenômeno psicológico que envolve um vago e aleatório estímulo (em geral uma imagem ou som) sendo percebido como algo distinto e significativo, como um rosto. Há anos as pessoas tem observado imagens curiosas em Marte. A tendência, com a novidade do Google, é que muitas mais histórias curiosas venham por aí.
Fonte: http://hypescience.com/gandhi-em-marte/

NGC 6210: O Mundo Fantasmagórico de Uma Estrela Moribunda

A nebulosa planetária incrivelmente bela, NGC 6210, é uma complexa nuvem de gás produzida nos estágios finais de vida de uma estrela um pouco mais massiva que o Sol. Essa nebulosa localiza-se a 6500 anos-luz de distância da Terra na Constelação de Hércules. Nessa imagem, da NGC 6210, pode-se ver as múltiplas conchas de gás ejetadas pela estrela que está morrendo, e que são sobrepostas umas em relação às outras em diferentes orientações, dando à nebulosa essa forma estranha. Essa imagem extraordinária mostra a região interna da nebulosa planetária com um nível de detalhe nunca antes visto, onde a estrela central é circundada por uma fina bolha azulada que possui uma delicada estrutura de filamentos, sobreposta sobre um complexo de gás avermelhado e assimétrico onde buracos, filamentos e pilares são claramente visíveis. A vida de uma estrela termina quando todo o seu combustível necessário para o seu motor termonuclear funcionar acaba. A vida estimada para uma estrela como o Sol é de 10 bilhões de anos. Quando a estrela está prestes a morrer ela se torna instável e ejeta suas camadas externas, formando assim uma nebulosa planetária e deixando para trás uma pequena, porém muito quente parte remanescente, uma estrela anã branca.
Fonte: Ciência e Tecnologia - http://www.cienctec.com.br

NASA mostra super painéis solares da sonda espacial Juno

Esta será a primeira vez na história que uma nave espacial usará energia solar tão longe no espaço - Júpiter é cinco vezes mais distante do Sol do que a Terra.
Imagem: NASA/JPL-Caltech/KSC
Sonda solar - Os três enormes painéis solares que fornecerão energia para a sonda espacial Juno durante sua missão a Júpiter viram seus últimos fótons de luz antes de sua missão. Depois de testados, eles foram dobrados e já estão prontos para serem colocados no foguete de lançamento. Da próxima vez que esses três enormes painéis solares forem novamente estendidos, a sonda Juno estará se distanciando da Terra a uma velocidade de sete quilômetros por segundo. Esta será a primeira vez na história que uma nave espacial usará energia solar tão longe no espaço - Júpiter é cinco vezes mais distante do Sol do que a Terra.

Sol distantePara aproveitar a luz de um Sol tão distante, foi necessário construir painéis solares do tamanho de uma carreta - eles medem 8,9 metros de comprimento por 2,7 metros de largura. E mesmo com toda sua área voltada em direção ao Sol, os três painéis somente conseguirão gerar energia suficiente para alimentar cinco lâmpadas comuns - cerca de 450 watts de eletricidade. Se estivessem em órbita da Terra, produziriam entre 12 e 14 kilowatts de potência. A janela de lançamento da sonda Juno começa em 5 de agosto e se estenderá até 26 de agosto de 2011.

Órbita polar elíptica - A missão também será a primeira na qual a nave será posicionada em uma órbita polar elíptica ao redor do planeta, de modo a ajudar os cientistas a entender melhor a sua formação, evolução e estrutura. Por baixo de sua densa cobertura gasosa, Júpiter guarda segredos dos processos e das condições fundamentais que governaram os primórdios do Sistema Solar. Processos e condições que os responsáveis pela missão esperam poder desvendar com a ajuda da sonda.

Arquétipo planetário - "Júpiter é o arquétipo dos planetas gigantes em nosso Sistema Solar e se formou muito cedo, capturando grande parte do material que sobrou após a formação do Sol. Diferentemente da Terra, a gigantesca massa de Júpiter permitiu que o planeta mantivesse sua composição original, o que nos oferece uma excelente maneira de traçar a história do Sistema Solar", disse Bolton. A Juno levará câmeras e novos instrumentos científicos para ajudar a revelar o que está escondido por dentro das nuvens coloridas do planeta. Os instrumentos ajudarão os astrônomos a investigar a possível existência de água, além de explorar a campo magnético do planeta e a constituição química de sua atmosfera.

Estrela em formação expele milhares de litros de água

Fenómeno pode fazer parte do processo normal do crescimento das estrelas
A 750 anos-luz da Terra está a nascer uma estrela que dispara milhares de litros de água por segundo para o espaço. Envolta em gases e pó, a proto-estrela, que não tem mais do que cem mil anos, encontra-se na constelação Perseus e é da mesma classe do nosso Sol, o que sugere que este tenha tido um comportamento parecido durante a sua formação. Através de dois enormes jactos – um em cada pólo – esta nova estrela lança o equivalente a cem milhões de vezes o caudal do rio Amazonas. O trabalho de investigação, a publicar na revista «Astronomy & Astrophysics», foi dirigido por Lars Kristensen, astrónomo da Universidade de Leiden (Holanda). O cientista explica que “a velocidade a que a água é expelida alcança os 200 mil quilómetros por hora, ou seja, é 80 vezes mais rápida do que as balas disparadas por uma metralhadora”.  Para captar as marcas características do oxigénio e do hidrogénio (os componente da água), a equipa utilizou os instrumentos de infra-vermelhos que se encontram a bordo do Observatório Espacial Herschel. Uma vez localizadas essas classes de átomos, os investigadores seguiram-lhe o rasto até à estrela onde se formaram. A primeira conclusão dos astrónomos é que a água se formou mesmo na estrela, a temperaturas de poucos milhares de graus. Essa água encontrou depois temperaturas mais elevadas (100 mil graus), estando, assim, no estado gasoso.  Quando esses gases chegaram a camadas externas mais frias da nuvem de material que rodeia a proto-estrela (e que se encontra a cinco mil vezes a distância que separa a Terra do Sol) foi criada uma “frente de choque” e os gases condensaram-se, ou seja, passaram para o estado líquido.  Esta descoberta é importante, consideram os investigadores, pois sugere que este fenómeno faz parte do processo normal do crescimento das estrelas. “Só agora começamos a perceber que todas as estrelas como o Sol passaram, provavelmente, por uma fase de muita energia quando eram jovens. É nesse momento da sua vida que expulsam muito material a grande velocidade. Agora sabemos que parte desse material é água”, diz Kristensen. Essa água poderá ajudar a “semear” os ingredientes necessários para a vida.
Fonte: http://www.cienciahoje.pt

Estudo explica mecanismo de cometa hiperativo

Cometa Hartley 2 espirra mais água que outros do mesmo tamanho. Fenômeno é explicado pelo dióxido de carbono no corpo celeste.
As imagens comparam os cometas Tempel 1 (esquerda) e Hartley 2 (direita), registradas com o mesmo equipamento e exibidas com a mesma escala (Foto: Science/AAAS/Cortesia)
Um artigo publicado pela revista científica “Science” mostrou que o cometa Hartley 2 é hiperativo, comparado a outros cometas. A conclusão foi feita por uma equipe de pesquisadores liderada pela Universidade de Maryland, nos EUA, com base em dados colhidos pela sonda Deep Impact, que visitou o cometa no segundo semestre do ano passado. A análise das imagens confirma que o dióxido de carbono (CO2) é o combustível volátil responsável pelos jatos que espirram gelo. “O Hartley 2 é um cometinha hiperativo, que espirra mais água que outros cometas do seu tamanho”, disse Michael A’Hearn, principal autor do estudo. “Quando aquecido pelo Sol, o gelo seco [dióxido de carbono congelado] que está dentro do corpo do cometa se transforma em gás, sai do cometa como um jato e leva consigo gelo de água”, completou o astrônomo. A missão da Deep Impact descobriu que os jatos não ocorrem da mesma maneira nas diferentes partes do cometa. O corpo do cometa tem o formato que se parece com o de um amendoim, e os jatos saíam normalmente das extremidades. Na região central, chamada de barriga, a água saía em forma de vapor, com muito pouco CO2 ou gelo. “Pensamos que a barriga seja um depósito de material de outras partes do cometa, nossa primeira evidência de redistribuição num cometa”, disse Jessica Sunshine, uma das pesquisadoras da missão. “O mecanismo mais provável é que algumas frações de poeira, pedaços de gelo e outros materiais, saídos das extremidades se movam devagar o suficiente para serem capturadas mesmo pela gravidade muito fraca do pequeno cometa. Então esse material cai de volta no ponto mais baixo, o meio”, aponta a cientista.
Fonte: http://g1.globo.com

Quão Escuro Foi O Eclipse Total da Lua de 15 de Junho de 2011

O eclipse total da Lua de 15 de Junho de 2011 foi seguido fotometricamente a partir de uma montanha na Namíbia (16°21’47” E, 23°14’06” S, a uma altitude de 1834 m). Todas as magnitudes colocadas no gráfico foram padronizadas para uma massa de ar de 1.0 de atmosfera Rayleigh, que não corrige a presença de aerossóis e nem as baixas altitudes da Lua durante a primeira hora do eclipse. Esse eclipse foi considerado central, pois a Lua viajou através do centro da umbra. Isso fez com que o eclipse se comparado com outros fosse mais escuro com a curva de luz atingindo um mínimo com magnitude de 0.35, implicando numa redução linear do brilho superior aos 120000. As linhas verticais coloridas determinam os seis tempos de contato do eclipse. A assimetria da curva de luz se comparada com as fases geométricas é provavelmente devido a uma combinação da topografia da Lua e das potenciais anomalias na sombra da Terra que serão posteriormente analisadas e publicadas.
Fonte: Ciência e Tecnologia - http://cienctec.com.br/wordpress/?p=13350

Lua Eclipsada na Via Láctea

Créditos e direitos autorais : Babak Tafreshi (TWAN)
No dia 15 de Junho de 2011, a Lua totalmente eclipsada ficou muito escura com a Lua posicionada no céu na direção do centro da Via Láctea. Esse simples panorama acima, foi capturado na porção norte do Irã através de 8 exposições consecutivas cada uma com 40 segundos de exposição. Na cena acima, a Lua eclipsada compete com o brilho da Via Láctea. O disco lunar localiza-se um pouco acima da nebulosa escura Pipe, à direita das brilhantes nebulosas Trífida e da Lagoa e das nuvens de poeira da parte central da Via Láctea. Na parte direita da imagem, o campo de visão é ancorado pela estrela amarela antares e as nuvens coloridas da Rho Ophiuchi. Para identificar outras feições chamativas da imagem, veja a imagem abaixo. A fase total do primeiro eclipse da Lua de 2011 durou impressionantes 100 minutos. Partes do eclipse foram vistas da maior parte do planeta Terra, porém com as importantes exceções da América do Norte e Central.
Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap110617.html
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...