5 de jul de 2011

Galeria de Imagens - Planeta Urano

Urano é o sétimo planeta a partir do Sol e é o terceiro maior no sistema solar. Foi descoberto por William Herschel em 1781. Tem um diâmetro equatorial de 51,800 quilómetros (32,190 milhas) e orbita o Sol a cada 84.01 anos terrestres. A distância média ao Sol é 2.87 biliões de quilómetros (1.78 biliões de milhas). A duração de uma dia em Urano é 17 horas e 14 minutos. Urano tem pelo menos 15 luas. As duas maiores luas, Titânia e Oberon, foram descobertas por William Herschel em 1787.
Esta foto de Urano foi obtida em Janeiro de 1986 pela sonda Voyager 2. O tom azul-esverdeado da atmosfera é devido ao metano e ao fumo fotoquímico de grande altitude.Crédito: Projecto Voyager 2, NASA, Calvin J. Hamilton

Esta imagem foi registada pela Voyager 2 a 25 de Janeiro de 1986, quando a sonda deixou o planeta para trás e prosseguiu a sua viagem em direcção a Neptuno. Mesmo a um ângulo extremo (153º), Urano retém a pálida cor azul-esverdeada observada por telescópios terrestres e registada pela Voyager durante o seu encontro histórico. Esta cor vem da presença de metano na atmosfera do planeta; o gás absorve os comprimentos de onda vermelhos da luz, deixando a cor aqui vista. A tendência para o crescente se tornar branco no limite é causada pela presença de uma névoa a grande altitude.Crédito: Calvin J. Hamilton / NASA/JPL
 
Esta é imagem de mais alta resolução em conjunto com os anéis. Quatro imagens individuais foram editadas conjuntamente para criar esta imagem de Urano. Os anéis foram adquiridos a partir de duas imagens de alta resolução. Os anéis e o planeta estão à escala e mostram a imagem que a Voyager 2 observou tinha à altura em que as imagens foram registadas. Os anéis observáveis são Epsilon, Gamma, Eta, Alpha, 4, 5 e 6. Embora ainda existam outros anéis, estão são os que a Voyager 2 conseguiu ver na altura em que a imagem foi registada.Crédito: Calvin J. Hamilton / NASA /JPL
 
O terceiro maior planeta do Sistema Solar parece muito chato. Tipicamente aparece como um pequeno ponto sem características visíveis num pequeno telescópio ou como uma grande bola opaca num grande telescópio. Mas para o Telescópio Espacial Hubble, que fotografou Urano na luz infravermelha, Urano mostra nuvens invulgares, anéis e luas. Análises indicam que as nuvens aqui vistas em cor-de-laranja parecem circular o planeta a velocidades superiores a 500 km/h. Na imagem também são visíveis algumas pequenas luas.Crédito: E. Karkoschka et al. (Universidade do Arizona), NICMOS, HST, NASA
 
Estas fotos do inclinado gigante gasoso Urano mostram detalhes dramáticos da atmosfera do planeta e do sistema de anéis. As espectaculares imagens terrestres foram feitas usando uma câmara perto do infravermelho e o sistema de Ópticas Adaptivas Keck para reduzir os efeitos de "blurring" da atmosfera da Terra. Registadas em Julho de 2004, as imagens mostram dois lados de Urano. Nos dois, nuvens brancas a alta altitude são vistas maioritariamente no hemisfério norte (lado direito), bandas de nuvens de nível médio a verde e nuvens mais baixas a azul. O esquema de cores artificiais dá um ar vermelho aos ténues anéis. Devido à acentuada inclinação do seu eixo rotacional, as estações em Urano são extremas e duram quase 21 anos terrestres no planeta distante. Outono começará no hemisfério Sul em 2007.Crédito: Lawrence Sromovsky, (Univ. Wisconsin-Madison), Observatório Keck
 
Sim, parece-se com Saturno, mas Saturno é apenas um de quatro planetas gigantes com anéis no nosso Sistema Solar. E enquanto Saturno tem o mais brilhante sistema anular, o da imagem do lado na realidade pertence ao planeta Urano, visto aqui perto do infravermelho pelo telescópio Antu no Observatório Paranal do ESO no Chile. Dado que a atmosfera do gigante gasoso contém metano, e este absorve a luz solar em comprimentos de onda perto do infravermelho, o planeta aparece substancialmente escurecido, aumentando o contraste entre o brilhante planeta e os regularmente ténues anéis. De facto, os finos anéis de Urano são impossíveis de observar no visível com telescópios terrestres e foram descobertos apenas em 1977, quando cuidadosos astrónomos notaram que os então desconhecidos anéis bloqueavam a luz de estrelas de fundo. Os anéis pensa-se que tenham menos de 100 milhões de anos e que sejam formados por detritos da colisão de uma pequena lua com um objecto, por exemplo um cometa um asteróide. As suas luas têm nomes de personagens das peças de Shakespeare e Pope. Urano foi visitado pela ultima vez pela sonda Voyager 2 em 1986.Crédito: E. Lellouch, T. Encrenaz (Obs. Paris), J. Cuby , A. Jaunsen (ESO-Chile), VLT Antu, ESO
 
Esta dramática imagem da Voyager 2 revela uma distribuição contínua de pequenas partículas pelo sistema anular de Urano. A geometria única da foto torna as filas previamente invisíveis de pó fino visíveis. Todos os anteriormente conhecidos anéis podem ser vistos aqui; no entanto, algumas das características mais brilhantes da imagem são filas brilhantes de pó ainda não observadas. A combinação desta geometria única e uma longa exposição de 96 segundos permitiu esta espectacular observação. A foto foi adquirida através de um filtro na câmara da Voyager. A longa exposição produziu uma atenuação não uniforme bem como riscos de estrelas no pano de fundo.Crédito: Calvin J. Hamilton / NASA/JPL
 
Esta imagem modificada mostra os anéis de Urano. A sua cor real é cinzento, tão escuro como carvão. Crédito: A. Tayfun Oner
 
Esta montagem do sistema Uraniano foi preparado a partir de uma recolha de imagens tiradas pela sonda Voyager 2 durante o seu encontro com o planeta em Janeiro de 1986. A impressão de artista mostra Ariel na frente, com Urano nascendo por trás. Seguindo o movimento dos ponteiros do relógio, a seguir temos Umbriel, Oberon, Titânia, Miranda e a pequena lua Puck.Crédito: Calvin J. Hamilton / NASA/JPL
Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/sistema_solar/urano.htm

A Galáxia de Andrômeda (M31) em Infravermelho


Com o que a galáxia de Andrômeda realmente se parece? Para descobrir isso, os astrônomos observaram nossa maior vizinha galáctica em uma luz diferente, a infravermelha. Os astrônomos fixaram o Telescópio Espacial Spitzer no Messier 31 por mais de 18 horas, criando um mosaico que incorpora 11000 exposições separadas. O resultado, mostrado acima, mostra a M31 em detalhes infravermelhos jamais vistos. A luz infravermelha no comprimento de 24 mícron é particularmente sensível à poeira que é aquecida pelas estrelas. Visível na imagem acima estão feições anteriormente não reveladas incluindo as intrigantes estruturas dos braços espirais, um arco espiral perto do centro, um anel de formação de estrelas deslocado do centro e um incomum buraco no disco da galáxia. Em contraste, a galáxia de Andrômeda aparecer muito mais suave na luz visível e na luz ultravioleta. Análises e comparações dessa imagem com outras imagens provavelmente trarão pistas não somente sobre o violento passado da M31, mas também sobre a nossa própria Via Láctea.
Fonte:http://apod.nasa.gov/apod/ap051020.html
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