19 de jul de 2011

Sonda Juno Pronta Para Seguir Viagem

Técnicos utilizam uma ponte rolante para diminuir a sonda Juno em um suporte de abastecimento de Facility Astrotech de Processamento perigosas em Titusville, na Flórida. crédito: NASA / KSC
O trabalho com a sonda da NASA Juno continua, agora, a sonda está sendo inserida em seu compartimento desde ontem, dia 18 de Julho de 2011. O compartimento funcionará como um casulo protetor que irá ser o escudo da Juno durante os 205 segundos de ascensão da sonda em sua órbita. O processo de encapsular a sonda deve demorar aproximadamente 4 dias. Na última sexta-feira, dia 15 de Julho de 2011, a equipe da Juno usou um processo chamado de radiografia de raios-gama para inspecionar a solda das conexões dos dois principais instrumentos que viajarão com a sonda, ou seja, dois magnetômetros. Os resultados dessa inspeção indicaram que existe uma boa quantidade de solda conectando os cabos e fios o que permitirá que os instrumentos da Juno operem bem durante toda a missão. A sonda Juno carrega dois magnetômetros do tipo Flux Gate que irão medir o poderoso ambiente magnético do planeta Júpiter. Testes de laboratório dos aquecedores semelhantes aos da Juno desenvolvidos para manter os magnetômetros aquecidos no espaço, indicaram uma pequena probabilidade de que as conexões possam não operar como o esperado. Como precaução, o pessoal responsável pela Juno e o pessoal da NASA decidiu inspecionar os elementos aquecedores da Juno e se necessário reparar as conexões elétricas dos aquecedores para garantir o sucesso da missão. “Esse teste nos deu confiança de que o nosso magnetômetro irá trabalhar como previsto no ambiente mais hostil que você pode encontrar em todo o Sistema solar”, disse Scott Bolton, principal pesquisador da Juno do Southwest Research Institute em San Antonio no Texas. O período de lançamento da sonda Juno iniciará em 5 de Agosto de 2011 e se estenderá até 26 de Agosto de 2011. Se o lançamento ocorrer em 5 de Agosto de 2011, a janela de lançamento ficará aberta entre 12:34, hora de Brasília e 13:43. O Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena na Califórnia, administra a missão Juno por meio do principal pesquisador da missão Scott Bolton da Southwest Research Insitute de San Antonio no Texas. A empresa Lockheed Martin Space Systems em Denver, construiu a sonda. A Agência Espacial Italiana em Roma contribuiu com o instrumento de espectrometria infravermelha e com uma porção do experimento científico de rádio. O JPL é uma divisão do Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena.

NGC 1132: Uma Gigantesca Galáxia Elíptica Que é Considerada Como Um Fóssil Cósmico

Essa estranha galáxia elíptica, conhecida como NGC 1132, possui pouca quantidade de gás e poeira e aparece como uma galáxia grande e isolada na direção da constelação de Eridanus, o Rio, com pouca formação recente de estrelas e fascinantes galáxias no plano de fundo que são observadas a distância. A mega galáxia é mais conhecida como um fóssil cósmico, o momento posterior a um enorme empilhamento de múltiplas galáxias onde a sequência de colisão construiu uma gigantesca galáxia elíptica gigante e difusa muito mais brilhante que as galáxias típicas. Nessa composição feita em cores falsas, a luz visível aparece em branco, enquanto que radiação raio-X aparece em azul e indica a pouco comum presença de gás extremamente quente. A radiação raio-X também provavelmente traça a localização da matéria escura. Uma hipótese para a geração da NGC 1132 é que ela seja o resultado de uma série de fusões galácticas numa região que uma vez possuía um pequeno grupo de galáxias. A NGC 1132 está localizada a mais de 300 milhões de anos-luz de distância da Terra, desse modo a luz que nós vimos hoje deixou a galáxia antes dos dinossauros existirem na Terra.
Fonte: Ciência e Tecnologia -  http://cienctec.com.br/wordpress/?p=15175
http://www.dailygalaxy.com

Os grandes mistérios de Júpiter

O planeta Júpiter tem um nome justo, em homenagem ao rei dos deuses na mitologia romana: sendo o maior planeta do sistema solar, se todos os outros objetos (com exceção do sol) fossem esmagados juntos, iriam caber dentro de sua esfera. Adequar o tamanho do gigantesco Júpiter é apenas um dos muitos desafios científicos que cercam o planeta. No início de agosto, a NASA vai lançar uma missão até Júpiter, chamada “Juno”, uma nave espacial que vai chegar ao planeta em 2016 e ajudar a desvendar seus maiores mistérios, que incluem:

Faixas de nuvens e tempestades
Júpiter parece um ovo de Páscoa (e não estamos falando daquele de chocolate, mas os tradicionais ovinhos pintados) cuidadosamente tingido. Tons mais leves, chamadas zonas, e tons mais escuros, chamados cintos, alternam-se no mundo maciço. Quão profundas essas características são, no entanto, é totalmente incerto. “Não sabemos se as zonas e cintos são apenas uma característica de superfície, e por dentro, Júpiter está rotando como um corpo sólido”, disse Scott Bolton, principal pesquisador da missão Juno. Alternativamente, Júpiter poderia ser uma série de cilindros concêntricos, e o que vemos são seu começo, como zonas e cintos. As listras são conhecidas por desaparecer sem deixar nenhum rasto. Uma delas, com o dobro do tamanho da Terra, desapareceu em maio de 2010. Por que as listras permanecem separadas e somem e reaparecem não está bem explicado, nem mesmo como as zonas e cintos obtêm suas cores distintas. Grandes vórtices agem como redemoinhos na atmosfera de Júpiter, mas estes também não são bem compreendidos. A “Grande Mancha Vermelha” é a mais reconhecida destas tempestades, tendo sido observada há mais de 300 anos. “Nós não sabemos o que está alimentando essa coisa”, disse Bolton. Juno vai fazer medições de temperatura de todo o planeta para fazer um modelo atmosférico mais regular de Júpiter.

Onde está a água?
Juntamente com Saturno, e a grande maioria dos exoplanetas detectados até agora, Júpiter é classificado como um gigante gasoso – ou seja, uma grande bola de hidrogênio e gás hélio, os dois elementos mais comuns em estrelas e no universo. A maioria dos restos do sol e da formação do sistema solar acabou em Júpiter. No entanto, as quantidades de elementos mais pesados, como carbono, nitrogênio e enxofre flutuando entre nuvens de Júpiter são estranhamente superiores às encontradas no sol. Os cientistas pensam que a água na atmosfera de Júpiter poderia ter ajudado a enriquecer o planeta com esses elementos. Conforme a água congela, ela capta materiais dispersos, e Júpiter poderia ter engolido muitos desses pedaços. Mas o problema é que a água não foi encontrada nas concentrações esperadas no planeta. Juno vai procurar sinais de água para ajudar a explicar por que Júpiter tem sua composição distinta. Descobrir isso, por sua vez, vai ajudar a entender como os pedaços menores do sistema solar apareceram. “O objetivo principal de Juno é entender os fundamentos de como o sistema solar se formou e como os planetas foram criados”, disse Bolton. “Estamos tentando descobrir a receita para fazer planetas, e estamos ainda na lista de ingredientes”, explica.

O núcleo
Pesquisadores ainda não sabem direito como é o núcleo de Júpiter, mas acreditam que talvez seja feito de rocha superaquecida sob alta pressão.  “Os modelos dizem que a massa do núcleo de Júpiter tanto pode ser zero quanto pode ser vinte massas da Terra, e isso é devido à falta de dados”, conta Bolton. Juno vai ajudar a preencher os espaços em branco fazendo medições de gravidade, o que deve indicar a distribuição de massa no interior profundo de Júpiter.

Show de luzes
Júpiter possui o mais forte campo magnético do sistema solar, com exceção do sol. Pesquisadores acreditam que esse campo é gerado por uma camada de hidrogênio altamente comprimida, que desenvolve propriedades líquidas metálicas no fundo de Júpiter. A estrutura que o campo magnético forma – chamada de magnetosfera – conforme o “vento solar” de partículas carregadas passa é verdadeiramente titânica.  “A magnetosfera de Júpiter é sem dúvida a maior estrutura em todo o sistema solar”, diz Bolton (tirando a “heliosfera”, o vento solar em torno do sol). A magnetosfera é arrastada até a órbita de Saturno. Auroras, como as nossas, embora imensamente mais poderosas e com características notadamente diferentes, brilham nos polos de Júpiter. Juno, que irá circundar o planeta em uma órbita polar, terá uma excelente vista delas, ajudando a desvendar os mecanismos dos redemoinhos magnéticos de Júpiter.
Fonte: http://hypescience.com/os-grandes-misterios-de-jupiter/
[Life'sLittleMysteries]

Por que Vênus e Urano giram em sentido contrário ao dos outros planetas do Sistema Solar?

Com alguma licença poética, poderíamos dizer que foi por causa de um trauma de infância. Há cerca de 4,5 bilhões de anos, quando o Sistema Solar ainda era um disco de gás e poeira girando em torno do Sol, as nuvens que dariam origem a Vênus e a Urano sofreram turbulências particulares que modificaram para sempre sua rotação. "O motivo foram as colisões entre os pedaços que formaram esses dois planetas", afirma o astrônomo Roberto Dias da Costa, da USP. Assim, a rotação dos dois astros pode, de fato, ser considerada uma anomalia, já que a dos outros sete planetas do nosso sistema acompanha a rotação do Sol antes mesmo de terem nascido. "Isso acontece porque aquele imenso disco de gás e poeira girava junto com a estrela central. Aí, a maior parte dos planetas continuou naturalmente no mesmo sentido", diz Roberto. Essa rotação contrária significa que um astronauta que fosse a Vênus veria o Sol nascer no oeste e se pôr no leste. Já em Urano isso não aconteceria. Como o planeta é praticamente "deitado" em relação ao Sol (com um eixo de inclinação de 98 graus), dias e noites são determinados pelo movimento de translação. Só amanhece ou anoitece quando o planeta dá meia volta em torno da estrela - o que equivale a 42 anos terrestres!
Fonte:http://mundoestranho.abril.com.br/

Sonda Dawn Envia Imagens a Partir de Órbita de Vesta

Sonda Dawn da NASA obteve esta imagem a 17 de Julho de 2011. Foi obtida a uma distância de 15.000 quilómetros. Cada pixel na imagem corresponde aproximadamente a 1,4 km.Crédito: NASA/JPL-Caltech/UCLA/MPS/DLR/IDA
A sonda Dawn da NASA enviou as primeiras imagens de órbita do gigante asteróide Vesta. No sábado, dia 16, a NASA tornou-se na primeira sonda a entrar em órbita de um objecto na cintura principal de asteróides entre Marte e Júpiter. A imagem capturada para propósitos de navegação mostra Vesta no seu melhor detalhe até agora. Quando Vesta capturou a Dawn para órbita, estava aproximadamente a 16.000 quilómetros do asteróide. Os engenheiros estimam que a captura orbital tenha tido lugar por volta das 6 da manhã de dia 16. Vesta mede 530 km em diâmetro e é o segundo objecto mais massivo na cintura de asteróides. Telescópios terrestres e espaciais há já quase dois séculos que obtêm imagens de Vesta, mas a sua superfície nunca tinha sido observada com tanto detalhe.  "Estamos a começar o estudo, sem dúvida, da superfície mais primitiva do Sistema Solar," afirma Christopher Russell, investigador principal da Dawn da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, EUA. "Esta região do espaço há muito que é ignorada. As imagens recebidas até à data revelam uma superfície complexa que parece ter preservado alguns dos eventos mais antigos da história de Vesta, bem como catalogado o ataque devastador que tem sofrido ao longo da história do Sistema Solar."
Composição que mostra a comparação dos tamanhos de oito asteróides. Até agora, o Lutetia, com um diâmetro de 130 km, era o maior asteróide já visitado por uma sonda, que ocorreu durante uma passagem rasante. Vesta, que também é considerado um protoplaneta devido ao seu tamanho, ofusca todos os outros pequenos corpos da imagem, com um diâmetro de aproximadamente 530 km.Crédito: NASA/JPL-Caltech/JAXA/ESA
Pensa-se que Vesta seja a fonte de um grande número de meteoritos que caem na Terra. Vesta e o seu novo vizinho, Dawn, estão aproximadamente a 188 milhões de quilómetros da Terra. A equipa da Dawn vai começar a recolher dados científicos em Agosto. As observações irão providenciar dados sem precedentes para ajudar os cientistas a melhor compreenderem os primeiros capítulos do nosso Sistema Solar. Os dados também vão ajudar a delinear futuras missões espaciais. Após viajar quase quatro anos e 2,8 mil milhões de quilómetros, a Dawn também alcançou a maior aceleração propulsiva de qualquer outra sonda, com uma mudança em velocidade de mais de 6,7 km/s, graças aos seus motores iónicos. Os motores expelem iões para criar impulsos e providenciar maiores velocidades do que quaisquer outras tecnologias disponíveis.  "A Dawn alcançou órbita com a mesma delicadeza que mostrou ao longo dos seus anos de viagem pelo espaço interplanetário," afirma Marc Rayman, engenheiro chefe da Dawn e gestor da missão no JPL da NASA em Pasadena, Califórnia. "É excitante começarmos a providenciar as primeiras imagens detalhadas dos últimos mundos inexplorados no Sistema Solar interior."  Embora a captura orbital já tenha terminado, a fase de aproximação vai continuar durante cerca de três semanas. Durante a aproximação, a equipa da Dawn vai continuar a pesquisar por possíveis luas em torno do asteróide, a obter imagens para navegação, a observar as características físicas de Vesta e a obter dados para calibração. Em adição, os navegadores vão também medir a força do puxo gravitacional de Vesta na sonda para determinar a massa do asteróide com a mais alta precisão disponível. Isto permitirá refinar a hora da inserção orbital. A Dawn vai passar um ano em órbita de Vesta, e depois irá viajar para um segundo destino, o planeta anão Ceres, aí chegando em Fevereiro de 2015.

A Galáxia IC 755 Hospeda Explosão de Supernova

Créditos:ESA / Hubble & NASA
O Telescópio Espacial Hubble das Agências Espaciais NASA e ESA registrou uma imagem de um fluxo alongado de estrelas, gás e poeira chamado de IC 755, que na verdade é uma galáxias espiral que nós observamos de lado. Em 1999, uma estrela localizada dentro da IC 755, foi vista explodindo como uma supernova e denominada então de supernova SN 1999an. A supernova foi descoberta pelo Beijing Astronomical Observatory Supernova Survey e três anos depois o Hubble foi usado para estuar o ambiente onde a explosão ocorreu. A inclinação da galáxia fez com que a observação da supernova fosse um desafio a parte, à medida que uma grande quantidade de outros objetos obscurecem a visão. Dados valiosos foram obtidos e sugerem que antes da detonação a estrela tinha por volta de 20 vezes a massa do Sol e isso provavelmente dava a ela uma idade de 14 milhões de anos. Supernovas como a SN 1999an são classificadas como do Tipo IIs e elas são eventos dramáticos que marcam o fim da vida de estrelas massivas. Elas tem um importante papel na evolução galáctica à medida que muitos elementos são formados durante a explosão e então são ejetados com tanta violência que acabam sendo distribuídos por uma área longa e larga. As ondas de choque podem ajudar a misturar o material dentro da galáxia hospedeira e pode disparar novos eventos de formação de estrelas. Bilhões de estrelas formam uma galáxia como a IC 755 e muitas se tornarão supernovas, usando seus momentos finais de existência para trazer vida nova para o resto do universo. Essa imagem foi criada a partir de múltiplas imagens obtidas com a Wide Field Camera da Advanced Camera for Surveys do Hubble. As exposições feitas através do filtro azul (F435W) foram coloridas de azul, as exposições feitas através do filtro amarelo-verde (F555W) foram coloridas de verde e as imagens obtidas através do filtro infravermelho próximo (F814W) foram coloridas em vermelho. O tempo total de exposição por filtro foi de 430 s e o campo de visão é de 3.3 x 1.5 arcos de minuto.
Fonte: http://spacetelescope.org/images/potw1129a/

Família de Astéroides

Crédito de imagem: NASA / JPL-Caltech / JAXA / ESA
Composição de imagens que mostra os tamanhos comparativos de nove asteroides. Até o momento, o Lutetia, um asteroide com diâmetro de 130 quilômetros era o maior asteroide já visitado por uma sonda, essa visita aconteceu em um sobrevoo. Pode-se ver na imagem que o asteroide Vesta domina a família fazendo com que os outros pareçam asteroides anões. O Vesta já é o maior asteroide visitado por uma sonda de origem humana, ele é considerado um protoplaneta devido ao seu tamanho gigantesco, com 530 quilômetros de diâmetro. Além disso, a sonda Dawn, não somente está visitando o asteroide como entrou em sua órbita e além disso, posteriormente ela visitará um asteroide ainda maior, o Ceres, o maior asteroide do cinturão principal de asteroides.
Fonte:http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2010.html

Rússia enviará nave espacial para Marte em novembro

Viagem inicial, marcada para 2009, foi adiada para reduzir os riscos da missão
Nave partiria de Baikonur, no Cazaquistão, e levaria 11 meses para chegar à órbita marciana
A Rússia enviará em novembro para Marte a nave Fobos-Grunt, que deve instalar uma estação automática em um satélite do planeta vermelho, segundo anunciou nesta segunda-feira Víctor Jartov, desenvolvedor chefe da Associação de Produção Científica Lavochkin. A Fobos-Grunt será transportada para a base de Baikonur em setembro para iniciar os preparativos do voo e deve ser lançada entre os dias 3 e 5 de novembro. O lançamento espacial foi adiado em setembro de 2009 para reduzir riscos e aumentar a confiabilidade da missão interplanetária. Segundo o plano inicial, o aparelho devia partir desde Baikonur propulsado por um foguete Zenit-2SB e alcançar a órbita marciana 11 meses depois. Depois, um módulo da nave aterrissaria em Fobos, a lua marciana - que, segundo alguns cientistas, foi um asteroide capturado pela força de gravidade de Marte -, e retornaria à Terra um ano mais tarde. Enquanto permanecer na lua marciana, o dispositivo funcionaria durante longo tempo como uma estação automática que averiguaria o espaço contíguo e o clima do planeta. Além disso, os testes deveriam servir para compreender a formação dos planetas do sistema solar. O projeto permitiria também estudar a radiação que afeta a vida no planeta vermelho e verificar as principais tecnologias de futuras expedições a Marte, como os testes de terreno em condições de falta de gravidade, principalmente a operação de aterrissagem. A agência espacial russa, Roscosmos, e a Agência Espacial Europeia assinaram um acordo para utilizar os centros europeus de acompanhamento para guiar a Fobos-Grunt. A URSS foi a primeira potência a posar um módulo em solo marciano em 1971.  "Este é o primeiro projeto, no qual substâncias vivas (50 classes de microrganismos) serão levados a Marte, permanecerão ali algum tempo e retornarão à Terra", declarou Anatoli Grigoriev, vice-presidente da Academia de Ciências da Rússia.

Vista de Vesta

Créditos e direitos autorais : NASA, JPL-Caltech, UCLA, MPS, DLR, IDA
O que faz a superfície do asteroide Vesta ter essa aparência? O asteroide mais brilhante do Sistema Solar e o objeto que abriga 10 por cento de toda a massa do cinturão principal de asteroides nunca tinha sido visto com esse grau de detalhes antes. Nas últimas semanas, contudo, a sonda robótica Dawn da NASA tornou-se a primeira sonda a se aproximar do Vesta. Alguns dias atrás, pouco depois de ter entrado na órbita do asteroide, a sonda Dawn fez a imagem acima. Imagens anteriores mostram o Vesta como um velho e castigado mundo, coberto por crateras, bulbos, rochas e desfiladeiros. O estudo do Vesta pode fornecer pistas sobre a época de formação do Sistema Solar, e sobre como um mundo nada comum pode ser um dos maiores protoplaneta remanescentes dessa época. Após um ano estudando o Vesta, a sonda Dawn deixará a sua órbita, e em 2015, se aproximará do único objeto no cinturão de asteroides que é maior que o Vesta, o gigantesco asteroide Ceres.
Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap110719.html
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