10 de ago de 2011

Hubble Registra Imagem de Galáxia NGC 4696 Circundada Por Galáxias Elípticas Anãs

Essa imagem, feita pela Advanced Camera for Surveys do Telescópio Espacial Hubble não é apenas uma bela imagem da NGC 4696, a maior galáxia no Aglomerado de Centaurus. A NGC 4696 é uma galáxia elíptica com uma grande diferença: uma imensa linha de poeira, com aproximadamente 30000 anos-luz de comprimento, varrendo a face da galáxia e que pode ser observada em determinados comprimentos de onda, estranhos filamentos finos de hidrogênio ionizado são visíveis como efeitos sutis na imagem no centro da galáxia. A galáxia é circundada por muitas galáxias elípticas anãs. Observando a NGC 4696 nos comprimentos de onda óptico e do infravermelho próximo, comprimentos de onda esses observados pelo Hubble, temos então uma bela e dramática visão da galáxia. Mas muito de seu turbulento interior ainda fica escondido da nossa vista. No coração da galáxia, um buraco negro supermassivo está soprando jatos de matéria a uma velocidade próxima da velocidade da luz. Quando observada nos comprimentos de onda de raios-X, como os visíveis pelo Observatório de Raios-X Chandra da NASA, imensos vazios dentro da galáxia se tornam visíveis, sinais de que esses jatos possuem um poder enorme de modificar a estrutura da galáxia.
Fonte: Ciência e Tecnologia - http://cienctec.com.br/wordpress/?p=16543

Uma Região Bem Conhecida da Lua

Créditos da imagem : Gintas Rudzevicius, Graides Observatory, Lituânia.
Observar a Lua por diferentes ângulos nos leva a descobrir coisas diferentes. Nós normalmente observamos imagens da área da cratera Copernicus com o norte para cima ou com o sul para cima. Mas a primeira coisa que se pode notar ao observar essa região com o oeste para cima é a faixa de colinas que a cortam de cima abaixo, com os mares à direita e à esquerda. Tudo bem, nós sabemos que o Mare Imbrium está ao norte da grandiosa Copernicus e vários pedaços de mares estão ao sul, mas o que essa imagem enfatiza é que a faixa de colinas. Ela é constituída de duas partes. Imediatamente ao redor da Copernicus estão os blocos de material ejetado para fora da cratera a aproximadamente um bilhão de anos atrás. Mas a faixa mais larga de montanhas e colinas começa nas Montanhas Carpathian, o anel da Bacia Imbrium, e progressivamente se tornam colinas menores e mais dispersas ao sul. Essa é uma bela seção de afinamento de cobertura de material ejetado. Para o sul os detritos de material ejetado são tão pequenos que a maior parte deles foi coberta por derramamentos de lavas posteriores.

Sistema de anel em torno de Plutão?

HST Imagem do sistema Plutão-Caronte. Também são mostradas Nix e Hydra.Créditos da imagem: NASA / ESA
Com a sonda New Horizons a caminho de Plutão, pode ser que exista a possibilidade de que essa missão tenha que realizar um trabalho adicional: procurar por um potencial anel ao redor de Plutão e de suas luas. Pesquisadores brasileiros da UNESP submeteram recentemente um artigo para publicação em que são exploradas as possibilidades da existência de um sistema de anel ao redor do sistema Plutão-Caronte. Nesse artigo, a equipe discute os efeitos de impactos de micrometeoroides em Nix e Hydra e como as partículas de poeira resultantes poderiam formar um anel ao redor de Plutão. A equipe também investigou as forças como o vento solar que poderiam dissipar o sistema de anéis. Pryscilla Maria Pires dos Santos e a sua equipe executou uma exaustiva lista de cálculos no artigo que estimou que o sistema de anéis teria um diâmetro de aproximadamente 16000 quilômetros, ou seja, seria bem maior que a órbita de Nix e Hydra. Com base nesses cálculos, Pires dos Santos disse que apesar de aproximadamente 50% da massa do sistema de anéis ser dissipada no intervalo de um ano, um tênue sistema ainda se mantém devido à poeira expelida pelos impactos de micrometeoroides. Dados adicionais apresentados no artigo colocam o anel com profundidade óptica, como sendo algumas ordens de magnitude mais apagado que os já apagados anéis de Júpiter (sim Júpiter também tem anel). Enquanto que os telescópios em Terra e até mesmo o Telescópio Espacial Hubble são incapazes de detectar o sistema de anéis de Plutão, Pires dos Santos e seus colegas tem esperança de que a sonda New Horizons possa fornecer dados cruciais para validar os modelos teóricos propostos pela equipe. A sonda New Horizons tem um contador de poeira capaz de medir grãos de poeira com massa mínima de 10 a 12 gramas, o que forneceria então os dados necessários para comprovar ou refutar os modelos da equipe de brasileiros. Disse Pires dos Santos: “Vale ressaltar que o ambiente interplanetário do Sistema Solar externo não é bem conhecido. Muitas premissas foram feitas em ordem de estimar um anel putativo com profundidade óptica que englobasse as órbitas de Nix e Hydra”.

Lua cheia e chuva (de meteoros) nesta sexta

Tem programa para esta sexta feira? Eu tenho, depois eu conto, mas se quiser uma sugestão, que tal sair de casa e passar a noite olhando o céu?
Esta sexta, 12 de agosto, marca o máximo da chuva de meteoros Perseidas. Essa chuva é associada ao cometa Swift-Tuttle que orbita o Sol com período de 133 anos. A coisa fuciona assim, quando um cometa (qualquer cometa) atravessa o espaço, vai se desintegrando, soltando pedaços pelo seu caminho. A grande maioria desses pedaços não passa de partículas de poeira, mas alguns pedacinhos um pouco maiores também compõem essa trilha de destroços. Quando a Terra intercepta essa trilha, os destroços largados para trás pelo cometa são capturados e adentram a atmosfera terrestre em alta velocidade. Nessa captura em alta velocidade, as partículas se aquecem com o atrito com o ar e queimam deixando um rastro luminoso no céu. Popularmente, os meteoros são chamados de “estrelas cadentes”.
Essa chuva é especial por ser uma das mais antigas observadas pelo ser humano. Existem relatos feitos há mais de dois mil anos! As partículas que a Terra já começou a interceptar se soltaram do cometa há mais de mil anos. Ela não é das mais intensas, a taxa horária está estimada em 20 – 30 meteoros apenas, mas esse ano a sua observação será prejudicada. A Lua estará cheia neste sábado, de modo que o seu brilho vai ofuscar os meteoros mais fracos, que são a maioria. Outro agravante é que o radiante desta chuva, ou seja o ponto no céu de onde todos os meteoros parecem surgir, estará abaixo do horizonte para nós do hemisfério sul. Esse radiante está na constelação de Perseu, daí seu nome. Ainda assim, se o tempo permitir é um programa bacana. Basta sair de noite e mirar para o Norte e esperar que algum meteoro brilhante cruze o céu. Uma dica para prevenir torcicolo é fazer isso com uma cadeira de praia, ou reclinável. Agora, o meu programa? Neste final de semana, a partir de sexta estarei no Rádio Observatório de Itapetinga em Atibaia (SP). Estarei lá observando alguns candidatos a estrelas de alta massa ainda em estágios iniciais de formação.
Se tudo estiver tranquilo eu mando algumas fotos
Créditos: Cássio Leandro Dal Ri Barbosa -

Cientistas descobrem três planetas anões próximos a Plutão

Astrônomos detectaram 14 novos objetos celestes no Cinturão de Kuiper. Três deles podem ser considerados planetas anões e estão próximos a Plutão
Astrônomos descobriram três pequenos planetas gelados que orbitam o sol perto de Plutão, nos confins do sistema solar. Os três corpos são grandes o suficiente para serem arredondados devido a suas próprias gravidades, o que os caracteriza como “planetas anões”, assim como o nosso velho conhecido Plutão. Os cientistas descobriram também outros onze novos objetos celestes durante a pesquisa no Cinturão de Kuiper – o anel de corpos gelados além de Netuno. Os outros objetos não são considerados planetas anões por serem muito pequenos, provavelmente pedaços irregulares de gelo ou rocha.
 
Usando o telescópio Warsaw, do Observatório Las Campanas, no Chile, a equipe se concentrou na exploração de áreas do Cinturão de Kuiper que ainda não tinham sido estudadas anteriormente.  A União Astronômica Internacional (UAI) criou a categoria de planeta anão em 2006, quando ficou claro que Plutão não estava sozinho nos arredores frios do sistema solar. Basicamente, planetas anões são considerados grandes o suficiente para serem esféricos, mas pequenos demais para “limparem a vizinhança” dos outros corpos que orbitam as proximidades. Assim, Plutão foi rebaixado a planeta anão, uma classificação que partilha com os gelados Éris, Haumea e Makemake, e com o gigante asteroide Ceres.
 
Estes são os únicos cinco planetas anões oficialmente reconhecidos no momento, apesar de outras centenas ou mesmo milhares poderem existir. Os três planetas anões encontrados parecem ter mais de 400 quilômetros de largura. A nova pesquisa não encontrou nenhum objeto tão grande quanto Plutão ou Éris, que têm cerca de 2.300 quilômetros de largura – por enquanto, ele ainda são os reis da área do Cinturão de Kuiper. O Cinturão de Kuiper se encontra aproximadamente entre 30 e 50 unidades astronômicas (UA) do sol. A distância da Terra ao sol, cerca de 150 milhões de quilômetros, representa 1 UA.
 
Enquanto não há mais objetos realmente maciços à espera da descoberta no Cinturão de Kuiper, alguns outros podem se esconder até mesmo mais longe, como o Sedna, que orbita até 940 UA do sol.  O Sedna parece ter 1.200 quilômetros de largura e uma órbita extremamente elíptica, que traz o corpo celeste para cerca de 75 UA do sol no seu ponto mais próximo. O Sedna ainda é um mistério, mas sua descoberta prova que pode haver vários objetos celestes parecidos por aí. Objetos ainda maiores do que o Sedna podem orbitar em torno do sol, e indetectados. Sem dúvidas, ainda há muito sobre planetas anões a se descobrir.
Fonte: http://hypescience.com
[LiveScience]

Mais Detalhes Sobre a Labareda de Classe X6.9 Emitida Pelo Sol e Um Guia Sobre a Classificação Desses Fenômenos Solares

Na manhã do dia 9 de Agosto de 2011, às 4:48, hora de Brasília, o Sol emitiu uma labareda classificada como X6.9 na direção da Terra, como medida pelo satélite GOES do NOAA. A imagem acima feita com dados da sonda SDO mostra a violência dessa erupção, que como pode ser vista ocorreu na direção da Terra, mas bem próximo do limbo do Sol.
Leia a matéria completa em : http://cienctec.com.br/wordpress/?p=16507
Ciência e Tecnologia

Nebulosa do Ovo (CRL 2688)

Crédito: Rodger Thompson, Marcia Rieke, Glenn Schneider, Dean Hines (Universityof Arizona); Raghvendra Sahai (Jet Propulsion Laboratory); NICMOS Instrument Definition Team; NASA/ESA.

A Nebulosa do Ovo, também conhecida por CRL 2688, é aqui vista em infravermelho numa imagem obtida pelo Telescópio Espacial Hubble. Esta nebulosa encontra-se a 3000 anos-luz de distância, na constelação do Cisne, e é várias centenas de vezes maior que o Sistema Solar. Esta nebulosa está a entrar na fase de nebulosa planetária na sequência de morte de uma estrela e da consequente ejecção das suas camadas para o espaço exterior. Nesta imagem em cor falsa, o vermelho representa a emissão proveniente de hidrogénio excitado devido às colisões provocadas pelas camadas em expansão, e o azul representa luz emitida pela estrela moribunda e que é dispersada pela poeira da nebulosa.
Fonte: http://www.portaldoastronomo.org/npod.php?id=3236

Planeta provoca marés em sua estrela, fazendo com que superfície reaja à sua gravidade como os oceanos da Terra à ação da Lua

Astrônomos acreditam ter observado a superfície de uma estrela distante subindo e descendo em resposta à gravidade de um planeta em sua órbita, assim como a Lua "puxa" para cima e para baixo os oceanos da Terra. Já se sabia que o planeta, que orbita a estrela Wasp 18, na constelação da Fênix, induziria grandes marés em sua estrela, já que tem massa dez vezes maior do que a de Júpiter e está muito próxima dela, completando um órbita em menos de um dia .  O planeta está a cerca de 320 anos-luz do Sol, e foi descoberto em 2009. Ele acusou sua existência pela primeira vez passando entre a Terra e a própria estrela, provocando uma diminuição no seu brilho observado por telescópios terrestres. Os astrônomos então confirmaram sua existência ao detectarem pequenas variações em na luz da Wasp 18 devido ao efeito Doppler causado pela gravidade do planeta puxando e afastando a estrela da Terra. Este efeito é similar ao que acontece com o som da sirene de uma ambulância, que fica mais agudo a medida que ela se aproxima e mais grave quando se afasta. Mas a órbita do planeta sempre apresentou um quebra-cabeça. No caso de planetas muito próximos de suas estrelas, a força das marés é tão grande que muda sua órbita de uma elipse, como a dos planetas no Sistema Solar, para um círculo.   Para órbitas tão próximas, as marés tentarão tirar a energia da porção não circular da órbita e depositá-la na estrela ou no planeta na forma de calor - explica Phil Arras, astrônomo da Universidade da Virgínia. Ainda assim, porém, os dados do efeito Doppler indicavam que o planeta tinha uma órbita levemente elíptica, similar à de Netuno. Arras e seus colegas acreditam que agora têm uma explicação para esta anomalia. Segundo eles, a órbita do planeta é circular e o efeito na luz da estrela que faz com que ela pareça elíptica é causado pelos altos e baixos de sua superfície provocado pela maré. Dessa forma, quando a superfície da Wasp 18 sobe em direção da Terra, seu espectro fica mais azul, enquanto que quando ela empurrada para mais longe de nosso planeta, ele fica mais vermelho. A descoberta foi submetida para um periódico da Royal Astronomical Society e publicada em um serviço online para artigos científicos.  Sendo um sistema tão extremo, sabíamos que seria um bom teste para a teoria relacionada à maré - diz David Anderson, astrônomo da Universidade Keele, no Reino Unido, que participou da descoberta do planeta mas não está envolvido neste último estudo sobre ele.  De todos os planetas extrassolares já conhecidos, o que orbita a Wasp 18 é o que provoca as maiores marés. A equipe de Arras calcula que a superfície da estrela sobe e desce a uma velocidade de 30 metros por segundo, facilmente detectável com os atuais instrumentos. NO ano passado, astrônomos relataram que marés planetárias deformavam a estrela HAT-P-7, provocando mudanças em sua luminosidade dependendo do ângulo em que ela era observada. Mas se Arras e seus colegas estiverem corretos, a Wasp 18 representa o primeiro caso em que os cientistas de fato puderam observar a superfície de uma estrela subir e descer em resposta à gravidade de um planeta. Tanto Anderson quanto Arras, porém, esperam mais observações para confirmar a ideia das marés. Segundo Arras, uma reanálise detalhada dos dados pode revelar uma assinatura que ajude a distinguir os movimentos de marés das órbitas elípticas.
Fonte: http://oglobo.globo.com/ciencia

Uma Espiral no Leão

Esta imagem da vizinha galáxia NGC 3521 foi obtida com o instrumento FORS1 no Very Large Telescope do ESO, no Observatório de Paranal, no Chile.créditos:ESO / O. Maliy
Esta nova imagem do Very Large Telescope do ESO mostra NGC 3521, uma galáxia espiral situada a cerca de 35 milhões de anos-luz de distância na constelação do Leão. Com uma dimensão de cerca de 50 000 anos-luz, este objeto espetacular tem um núcleo brilhante e compacto, rodeado por uma estrutura em espiral muito detalhada. As características mais distintivas da galáxia brilhante NGC 3521 são os seus longos braços espirais salpicados de regiões de formação estelar intercaladas com poeira. Os braços são bastante irregulares, tornando a NGC 3521 num exemplo típico de uma galáxia espiral grumosa. Estas galáxias têm braços espirais “macios e fofos” em contraste com os braços mais abrangentes e bem desenhados de galáxias espirais tais como a famosa Galáxia do Redemoinho ou M 51, descoberta por Charles Messier. A NGC 3521 é brilhante e relativamente próxima, podendo ser facilmente observada com um pequeno telescópio, tal como o que utilizou Messier para catalogar uma série de objetos difusos do tipo de cometas nos anos 1700. Curiosamente, o astrónomo francês parece ter falhado esta espiral grumosa, embora tivesse identificado várias outras galáxias igualmente brilhantes na constelação do Leão.
Este gráfico mostra a localização da galáxia espiral NGC 3521 na constelação de Leão (The Lion). Este mapa mostra a maioria das estrelas visíveis a olho nu sob boas condições ea galáxia em si é marcado com uma elipse vermelha em um círculo vermelho. Esta galáxia pode ser facilmente observada com um pequeno telescópio. créditos: ESO, IAU e Sky & Telescope
Foi apenas em 1784, ano em que Messier publicou a versão final do seu catálogo, que outro astrónomo famoso, William Herschel, descobriu a NGC 3521, logo no início de mapeamentos detalhados que fez do céu setentrional. Através do seu telescópio de 47 cm de abertura, Herschel viu um “centro brilhante rodeado por nebulosidade”, de acordo com as suas notas de observação. Nesta nova imagem do VLT braços espirais coloridos mas mal definidos substituem a “nebulosidade” de Herschel. Estrelas mais velhas dominam a região avermelhada no centro, enquanto que estrelas jovens quentes azuis permeiam os braços mais longe do núcleo. Oleg Mally, que participou no concurso Tesouros Escondidos do ESO 2010, selecionou os dados do instrumento FORS1, montado no VLT do ESO no Observatório do Paranal, Chile, utilizados para criar esta imagem. Foram combinadas exposições obtidas através de três filtros diferentes, um que capta a radiação azul (coloridas a azul), outro que capta a radiação amarelo/verde (coloridas a verde) e finalmente um terceiro que capta a radiação no infravermelho próximo (coloridas a vermelho). Os tempos de exposição totais foram 300 segundos por filtro. A imagem do Oleg da NGC 3521 ficou muito bem classificada no concurso, de entre quase 100 participações.
Fonte: http://www.eso.org/public/portugal/news/eso1129/

O Triângulo do Verão Sobre a Catalúnia

Créditos e direitos autorais : Juan Carlos Casado (TWAN)
Você pode encontrar na imagem acima o Triângulo do Verão? Não é difícil encontrar esse famoso triângulo de estrelas nessa época do ano nas localidades do hemisfério norte. Basta olhar para cima depois do Sol se pôr e poderá encontrar três das estrelas mais brilhantes do céu que formam aproximadamente um triângulo. Então compare essas estrelas do céu com essa imagem aqui reproduzida, ou nos dias de hoje, segure um telefone celular, ou um tablet rodando um bom programa do tipo planetário e poderá assim encontrar essas estrelas. As três estrelas que formam os vértices do Triângulo de Verão são, Vega, Deneb, e Altair. A foto acima é uma projeção completa do céu com 360 graus e mostra não somente o Triângulo do Verão mas também o grande arco da nossa Via Láctea. A imagem foi feita dia 3 de Agosto de 2011, em frente a um pequeno rio que circula a histórica cidade de Sant Llorenç de la Muga na região da Catlunha na porção nordeste da Espanha.
Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap110810.html
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