12 de ago de 2011

Chandra Mostra Que na NGC 1399 Um Buraco Negro Massivo é Acusado de Destruição Estelar

Evidência do Observatório de Raios-X Chandra da NASA e dos telescópios Magellan sugerem que uma estrela está sendo dilacerada por um buraco negro de massa intermediária em um aglomerado globular. Nessa imagem, os raios-X obtidos pelo Chandra são mostrados sobrepostos a uma imagem óptica do Telescópio Espacial Hubble. Essas observações do Chandra mostram que o objeto é o chamado fonte ultra luminosa de raio-X, ou ULX. Considerados uma classe de objetos pouco comuns, os ULXs emitem mais raios-X do que qualquer outra fonte estelar de raios-X, mas menos do que as brilhantes fontes de raios-X associadas com buracos negros supermassivos localizados no interior de galáxias. A sua natureza exata ainda é um mistério, mas uma sugestão é que alguns ULXs são buracos negros com massas entre uma centena e milhares de vezes a massa do Sol. Dados obtidos no comprimento de luz óptico com os telescópios Magellan I e II localizados em Las Campanas no Chile, também fornecem intrigantes informações sobre esse objeto, que foi descoberto na galáxia elíptica NGC 1399 no Aglomerado de Galáxias Fornax. O espectro revela a emissão de oxigênio e nitrogênio mas não hidrogênio, um raro conjunto de sinais vindo de um aglomerado globular. As condições físicas deduzidas do espectro sugerem que o gás está orbitando um buraco negro que tem no mínimo uma massa igual a 1000 massas solares. Para explicar essas observações, os pesquisadores sugerem que uma estrela anã branca passou tão perto de um buraco negro de massa intermediária que ela foi então dilacerada por forças de maré. Nesse cenário a emissão de raios-X é produzida por detritos da estrela anã branca corrompida que é aquecido à medida que eles caem em direção ao buraco negro e a emissão óptica vem de detritos mais afastados que são iluminados por esses raios-X. Outro aspecto interessante desse objeto é que ele é encontrado dentro de um aglomerado globular de estrelas, ou sejam um agrupamento compacto e muito antigo de estrelas. Os astrônomos há muito tempo suspeitam de que os aglomerados globulares possam conter buracos negros de massa intermediária, mas eles não tinham nenhuma evidência conclusiva até o momento. Se confirmada, essa descoberta representaria a primeira vez que eles poderiam comprovar a teoria.
Fonte: Ciência e Tecnologia - http://cienctec.com.br/wordpress/?p=16789

Cientistas encontram galáxia com mais matéria escura até agora

Astrônomos descobriram uma galáxia que abriga mais matéria escura do que qualquer outra já vista.
A Segue 1 orbita a Via Láctea e tem um pequeno grupo de cerca de mil estrelas, pouco perceptíveis. Enquanto a maioria dessas estrelas parece ter quase a massa do sol, a galáxia como um todo pesa 600 mil vezes mais do que nosso astro rei. Isso significa que a massa comum das estrelas é amplamente superada pela da matéria escura. Os astrônomos observaram a Segue 1 com o telescópio Keck II, no Havaí. A galáxia anã tem massa 3,4 mil vezes maior do que pode ser explicado observando apenas suas estrelas visíveis. Em outras palavras, ela é como uma enorme nuvem de matéria escura salpicada de estrelas. A Segue 1 é interessante não apenas por causa de sua natureza sombria, mas também porque ela tem uma coleção de estrelas quase primordiais. Uma maneira de saber há quanto tempo uma estrela foi formada é a partir de seu conteúdo de elemento pesado, que pode ser observado a partir dos comprimentos de onda de luz emitidos por uma estrela. As estrelas muito velhas ou primitivas surgiram quando o universo era jovem e algumas grandes estrelas tinham crescido o suficiente para se fundir com átomos leves como hidrogênio e hélio, e com elementos pesados, como ferro e oxigênio. Essas estrelas antigas se formaram a partir de nuvens de gases primordiais, com pouca quantidade de elementos pesados. Os pesquisadores conseguiram coletar dados sobre o ferro de seis estrelas de Segue 1 com o telescópio Keck II, e uma sétima estrela foi medida por uma equipe australiana que utilizou um telescópio no Chile. A pesquisa sugeriu que três dessas estrelas são algumas das mais antigas conhecidas. A matéria escura, invisível, nunca foi detectada diretamente, mas os cientistas acham que ela existe com base na força gravitacional que ela exerce sobre o resto do universo. Os pesquisadores esperam que Segue 1 ajude a entender a natureza da misteriosa matéria escura. Eles suspeitam que existam outras galáxias anãs ainda mais sombrias pairando em torno da Via Láctea, à espera de serem descobertas.
Fonte: http://hypescience.com/
[Space]

Brasileiras abrem caminho para exploração de Plutão


Horizonte longínquo

Em 2015, a sonda espacial Novos Horizontes (New Horizons), lançada pela agência espacial norte-americana (NASA) no início de 2006, deverá chegar a Plutão. Seu objetivo principal será caracterizar a geologia e a morfologia e mapear a superfície do planeta anão. Plutão está em uma região longínqua do Sistema Solar, difícil de ser observada e nunca antes visitada por uma sonda espacial, razão pela qual se conhece muito pouco a seu respeito. O que pouco se sabe também é que uma equipe de cientistas brasileiras está ajudando a preparar o terreno para que a missão seja o mais bem-sucedida possível.

Trabalho de pesquisadoras brasileiras chamou atenção da NASA e vai ajudar a otimizar as pesquisas da sonda New Horizons, que está a caminho de Plutão.[Imagem: JHUAPL/SwRI]

Chamando a atenção da NASA

Para dar subsídios à passagem da sonda, reunindo o maior número de dados de modo a aumentar o sucesso da missão espacial e o trabalho de coleta de informações, pesquisadoras da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Guaratinguetá, têm conduzido uma série de estudos sobre o sistema do planeta anão. Ana Helena Fernandes Guimarães e Silvia Giuliatti Winter identificaram, por meio de um conjunto de simulações numéricas e modelos analíticos, as chamadas regiões estáveis ao redor de Plutão e de sua maior lua, Caronte, as quais a New Horizons vai explorar. Os resultados do trabalho foram apresentados em 2009 na Assembleia Geral da União Astronômica Internacional (UAI), que ocorreu no Rio de Janeiro, e chamaram a atenção da vice-chefe científica da missão, Lesley Young. A cientista do Southwest Research Institute procurou Winter para discutir e fazer algumas simulações sobre essas regiões estáveis do sistema de Plutão-Caronte, que podem ter objetos acumulados da ordem de micrômetros a metros.  "Essas regiões são importantes porque podem acumular alguns materiais e representar um problema para a passagem da sonda espacial. Ou, ao contrário, ser o foco de exploração para tentar localizar e identificar objetos e registrar suas imagens", disse Winter.

Prevendo a descoberta das luas de Plutão

No início de 2011, o grupo da Unesp analisou as regiões estáveis tanto para partículas pequenas (da ordem de centímetros) como para satélites (da ordem de quilômetros) localizadas após a órbita de Caronte, onde foram descobertos em 2005 os satélites Nix e Hidra. As previsões sobre a possibilidade de essas regiões terem satélites, e qual seria o tamanho máximo e a órbita (trajetória) deles, se concretizaram com a descoberta divulgada no fim de julho pela NASA de uma quarta lua na órbita de Plutão. O satélite, identificado por meio do telescópio espacial Hubble, encontra-se na região prevista e tem os tamanhos delimitados no estudo, que foi publicado em janeiro de 2011 na Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.  "A localização e o tamanho desse satélite, que foi provisoriamente denominado P4, corrobora nossos resultados. E se agora descobriram esse, que é o quarto satélite, possivelmente pode ter mais satélites em Plutão", disse Winter.

Planeta anão binário

Winter e sua equipe também descobriram que os efeitos de pressão da radiação solar são importantes mesmo na região onde está o sistema de Plutão. E que, se existir um anel no planeta anão, composto por partes originárias dos satélites Nix e Hidra, ele seria difícil de ser observado e muito mais tênue que os anéis de Júpiter. De acordo com Winter, um dos motivos do interesse da comunidade astronômica internacional pelo estudo do sistema de Plutão-Caronte é que, além de nunca ter sido visitado e explorado por uma sonda espacial, ele representa um sistema único.  "Plutão-Caronte é o que chamamos de sistema binário, ou seja, a massa deles é bem próxima. Em função disso, o modelo dinâmico (de movimento) dele é diferente de um sistema como o de Júpiter e seus satélites. É uma especificidade desse corpo que nunca foi visto de perto", disse.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

'Ponto de exclamação' no espaço mostra interação entre galáxias

O objeto conhecido como VV 340, também chamado de Arp 302, nos fornece um exemplo, chamado, exemplo de livro, de uma colisão de galáxias vista nos primeiros estágios da sua interação. A galáxia que aparece de frente para a Terra na parte superior da imagem é a VV 340 Norte e a galáxia que aparece de lado para nós na Terra na parte inferior da imagem é chamada de VV 340 Sul. Daqui a m milhões de anos essas duas galáxias espirais irão se fundir, do mesmo modo que a Via Láctea irá se fundir com a galáxia de Andrômeda. Dados obtidos pelo Observatório de Raios-X Chandra da NASA são mostrados aqui em roxo juntamente com dados ópticos obtidos pelo Telescópio Espacial Hubble e mostrados em verde, vermelho e azul. O VV 340 está localizado a aproximadamente 450 milhões de anos-luz de distância da Terra. Devido ao seu brilho na luz infravermelha, o VV 340 é classificado como sendo uma Galáxia Infravermelha Luminosa, ou LIRG. Essas observação parte do grande projeto chamado de Great Observatories All-Sky LIRG Survey, ou GOALS, que combina dados do Hubble, do Chandra, do Spitzer e do GALEX, além de telescópios baseados em Terra. A pesquisa inclui mais de duzentos LIRGs no nosso universo local. A principal motivação para esse estudo é a de entender por que os LIRGs emitem tanta radiação infravermelha. Essas galáxias geram energia numa taxa dezenas de centenas de vezes maior do que a energia emitida por uma galáxia típica. Um buraco negro supermassivo em ativo crescimento ou uma intensa explosão de formação de estrelas podem ser considerados como sendo a fonte dessa grande energia. O trabalho do GOALS ainda está em andamento, mas as análises preliminares dos dados para o VV 340 fornecem uma boa demonstração do poder de se observar um determinado objeto com múltiplos observatórios. Os dados do Chandra mostram que o centro do VV 340 Norte, provavelmente contém um buraco negro em crescimento super rápido que é fortemente obscurecido pela poeira e pelo gás. A emissão em infravermelho do par de galáxias, como observada pelo Spitzer é dominada pelo VV 340 Norte, e também fornece a evidência para a existência de um buraco negro supermassivo de crescimento rápido. Contudo, somente uma pequena fração da emissão infravermelha é gerada por esse buraco negro. Por contraste a grande maioria da emissão no ultravioleta e em comprimentos de onda ópticos curtos no par de galáxias, como observado pelo GALEX e pelo Hubble, vem do VV 340 Sul. Isso mostra que o VV 340 Sul contém um nível muito mais elevado de formação de estrelas. O VV 340 parece ser um excelente exemplo de um par de galáxias em interação porém em estágios evolucionários diferentes.
Fonte: http://chandra.harvard.edu/photo/2011/vv340/

Opportunity Alcança Cratera Endeavour

O limite Oerste da cratera Endeavour em Marte. Crédito: NASA/JPL-Caltech/Cornell/ASU
Após uma viagem de quase três anos, o rover Opportunity da NASA chegou finalmente à cratera Endeavour para estudar rochas nunca antes vistas. No passado dia 9 de Agosto, o rover com o tamanho de um carrinho de golfe transmitiu a sua chegada a um local denominado Ponto Spirit, no limite da cratera. O Opportunity percorreu aproximadamente 21 quilómetros após sair da cratera Victória.  "A NASA continua a escrever capítulos incríveis na história da exploração com descobertas em Marte e viagens a um conjunto de novos e desafiantes destinos," afirma Charles Bolden, Administrador da NASA. "As descobertas do Opportunity e os dados do futuro rover Curiosity vão desempenhar um papel fundamental nas futuras missões humanas a Marte e a outros locais onde o ser humano ainda não foi."  A cratera Endeavour, com mais de 25 vezes o tamanho da cratera Victória, mede 22 quilómetros em diâmetro. Aqui, os cientistas esperam observar rochas e terrenos muito mais antigos do que aqueles examinados pelo Opportunity durante os seus primeiros sete anos em Marte. A Endeavour tornou-se num destino tantalizante após a sonda MRO da NASA ter detectado minerais argilosos que podem ter sido formados durante um período mais quente e molhado do passado de Marte.
Chegada ao Ponto Spirit pelo rover Opportunity. Crédito: NASA/JPL-Caltech/Cornell/ASU
"Brevemente vamos ter a oportunidade de estudar um tipo de rocha que os rovers ainda não viram," afirma Matthew Golombek, cientista do membro da equipa dos rovers, no JPL da NASA em Pasadena, Califórnia, EUA. "Estas argilas formam-se em condições molhadas, e por isso podemos aprender mais sobre o ambiente potencialmente habitável que parece ter sido muito diferente daqueles responsáveis pelas rochas que constituem as planícies."  O nome Ponto Spirit comemora informalmente o gémeo do Opportunity, que parou de comunicar em Março de 2010. A missão Spirit chegou oficialmente ao fim em Maio passado. "A nossa chegada a este destino é uma lembrança de que estes rovers continuaram a desempenhar as suas funções bem para lá da sua missão original com a duração de 3 meses," afirma John Callas, gestor do projecto no JPL. A MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) da NASA, lançada a 12 de Agosto de 2005, está em busca de evidências da presença de água na superfície marciana durante um longo período de tempo. As outras missões marcianas mostraram que a água percorreu a superfície do Planeta Vermelho no seu passado, mas os cientistas ainda não determinaram se a água permaneceu aí o tempo suficiente para criar um habitat para a vida. A NASA lançou os rovers Spirit e Opportunity no Verão de 2003. Ambos completaram as suas missões principais de 3 meses em Abril de 2004 e continuaram a funcionar durante anos graças a operações prolongadas. Fizeram importantes descobertas acerca dos ambientes molhados do passado de Marte, que poderão ter sido favoráveis ao suporte de vida microbiana.

Hubble captura imagem de Nebulosa Colar

Composição e densidade dos gases criaram nebulosa com aspecto semelhante ao de um colar de diamantes
Foto: NASA/ESA
Um gigantesco colar cósmico brilha intensamente nessa imagem feita pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA. O objeto, denominado de Nebulosa do Colar, é uma nebulosa planetária recentemente descoberta, e o brilho é remanescente de uma estrela ordinária parecida com o Sol. A nebulosa consiste de um anel brilhante, que mede 12 trilhões de milhas de largura, pontilhada com nós de gás densos e brilhantes que lembram diamantes em um colar. Um par de estrelas com órbitas próximas produzem juntas a nebulosa, também chamada de PN G054.2-03.4. Há a aproximadamente 10000 anos atrás uma das antigas estrelasse inflou até o ponto onde ela engolfou a estrela companheira. A estrela menor continuou orbitando a maior dentro de sua companheira, aumentando a taxa de rotação da gigante. A estrela girou tão rápido que grande parte de seu envelope gasoso se expandiu para o espaço. Devido à força centrífuga, grande parte do gás escapou ao longo do equador da estrela, produzindo um anel. Os nós brilhantes mergulhados são densos grânulos de gás no anel. O par de estrelas é tão próximo, algumas milhões de milhas de distância, que ele parece como um único ponto brilhante no centro. As estrelas estão furiosamente rodando uma ao redor da outra, completando uma órbita em pouco mais de um dia. A Nebulosa do Colar está localizada a 15000 anos-luz de distância na constelação de Sagitta. Nessa imagem composta feita em 2 Julho de 2011 pela Wide Field Camera 3 do Hubble o brilho do hidrogênio é representado em azul, o oxigênio é verde e o nitrogênio é vermelho.
Fonte: http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2011/24/

Astrônomos descobrem que planeta é mais escuro que carvão

O planeta TrES-2b é mais escuro que a representação artística dele.Foto: Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics/Divulgação
Astrônomos do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, nos Estados Unidos, afirmam ter descoberto que um exoplaneta - que fica fora do Sistema Solar - absorve mais de 99% da luz, ou seja, é mais escuro que carvão. Conhecido como TrES-2b, o planeta é um gigante gasoso que orbita sua estrela a cerca de 4,8 milhões de km e essa proximidade lhe garante uma atmosfera de cerca de 980 °C.  "TrES-2b é consideravelmente menos reflexivo (reflete menos luz) que tinta acrílica preta, então é realmente um mundo alien", diz David Kipping, astrônomo autor do artigo que descreve a descoberta. Em comparação, o nosso maior planeta, o também gigante gasoso Júpiter, está coberto por nuvens de amônia que refletem mais de um terço da luz solar. TrES-2b é tão quente que forma substâncias como sódio, potássio e óxido de titânio, que absorvem mais a luz. Apesar disso, a presença dessas substâncias não é suficiente para explicar a escuridão do exoplaneta. "Não está claro o que é responsável por fazer esse planeta tão extraordinariamente escuro", diz David Spiegel, da Universidade de Princeton, coautor do artigo. "De qualquer maneira, ele não é totalmente negro. É tão quente que emite um fraco brilho vermelho, como uma brasa ou as bobinas de um fogão elétrico".  A escuridão do planeta foi descoberta com medições do telescópio Kepler, que tem a capacidade de determinar o brilho de corpos distantes com extrema precisão.

Galáxia NGC 7331 E Seus Grupo de Galáxias

Créditos e direitos autorais : Ken Crawford (Rancho Del Sol Obs.)
Grande, bela, a galáxia espiral NGC 7331 é muitas vezes relatada como sendo um análogo perfeito da nossa Via Láctea. Localizada a aproximadamente 50 milhões de anos-luz de distância da Terra, na constelação do céu do norte Pegasus, a NGC 7331 foi reconhecida no início como uma nebulosa espiral e é na verdade uma das galáxias mais brilhantes que não está incluída no famoso catálogo do século 18 construído por Charles Messier. Como o disco da galáxia está inclinado em relação ao nosso ponto de vista, longas exposições telescópicas as vezes resultam em uma imagem que evoca uma forte sensação de profundidade. O efeito é realçado nessa nítida imagem, reproduzida acima por galáxias que se localizam ainda além dessa maravilhosa ilha do universo. As galáxias de fundo tem aproximadamente um décimo do tamanho aparente da NGC 7331 e localizam-se a uma distância aproximadamente 10 vezes maior. Seu alinhamento no céu próximo com a NGC 7331 ocorre por uma coincidência. Observada aqui através de nuvens de poeira não muito densas localizadas acima do plano da Vi Láctea, esse grupo visual de galáxias é também conhecido como Deer Lick Group.
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