16 de set de 2011

A Misteriosa ‘coluna vertebral’ do universo

Astrônomos encontraram matéria no espaço profundo que nunca havia sido vista e disseram que se entrelaça em filamentos similares ao de teias que formam a coluna vertebral do universo.
Esta ilustração mostra como o Hubble busca por bárions ou matéria normal ao olhar para a luz emitida por quasares a muitos bilhões de anos-luz de distância. Crédito: REUTERS/NASA/ESA/A. Feild (STScI)/Handout
Os fios etéreos, formado de átomos de hidrogênio e oxigênio, podem formar a metade ma matéria que os cientistas sabiam que existia, mas simplesmente não conseguiam ver, disseram os pesquisadores. Os cientistas sabem a muito tempo que há muito mais matéria no universo do que é possível observar nas galáxias e estrelas. Não há apenas matéria bariônica invisível (os prótons e nêutrons que formam os átomos), mas também há uma quantidade ainda maior de matéria “escura” invisível. Agora metade da matéria bariônica invisível apareceu, vista pelo telescópio espacial Hubble e o FUSE, ambos da NASA.  “Nós pensamentos que estamos vendo os fios de uma estrutura similar ao de uma teia, que forma a medula do universo”, disse Mike Shull da Universidade do Colorado (EUA), que colaborou na coordenação do estudo publicado na revista científica “The Astrophysical Journal”. A matéria está espalhada na forma de oxigênio e hidrogênio superaquecidos, no que antes pareciam vastos espaços vazios entre as galáxias.
No entanto observações de um quasar (um objeto muito brilhante no espaço profundo), mostra sua luz difusa similar à de um farol que pode refletir em uma fina neblina, que é invisível no escuro. “É como uma teia de aranha. A gravidade da teia da aranha é o que produz o que nós vemos”, disse Mike. “É muito fina. Uma parte dela é formada por gás muito quente a quase [meio] milhão de graus.”  É aí que entra a matéria escura. É ela que está aquecendo o gás, segundo Mike.  “A matéria escura possui gravidade. Ela puxa o gás,  isso causa o que eu chamo de ondas de choque de explosões sônicas. Este choque aquece o gás. Isso faz com que ele seja ainda mais difícil de ver.” Os átomos de oxigênio estão em uma forma ionizada básica. Cinco dos oito elétrons se foram. Ele emite um espectro de luz ultravioleta que os instrumentos dos telescópios puderam captar, disse Mike.  Estes filamentos de matéria são as estruturas sobre as quais as galáxias se formam, ele disse.  “Portanto, quando olhamos para a distribuição das galáxias em uma escala muito grande, nós vemos que ela não é uniforme. Elas se espalham em folhas e filamentos.”  Algumas galáxias anãs ou pequenas quantidades de matéria nestas estruturas podem estar formando galáxias agora mesmo, disseram os pesquisadores. Mike e seus colegas disseram que os filamentos são muito quentes para serem vistos em luz visível e muito frios para serem vistos através de raios-x.
Fonte:
http://hypescience.com  

Primeira sonda europeia para Mercúrio será lançada em 2014

A ESA (Agência Espacial Europeia, na sigla em inglês) anunciou nesta quinta-feira a assinatura de um acordo para que um lance, em julho de 2014, a primeira missão europeia a Mercúrio. A sonda BepiColombo chegará seis anos depois de lançada e vai elaborar diferentes mapas do planeta em diferentes longitudes, o que definirá sua estrutura geológica e a composição de suas crateras. A Nasa (agência espacial americano) está à frente dos europeus, japoneses e russos, já que sua sonda Messenger, lançada em 2003, já estuda a superfície do menor planeta do Sistema Solar.

PLANO DE ESTUDO

A missão conjunta da ESA e da Jaxa (Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial, na sigla em inglês) será composta por dois módulos que navegarão em órbitas distintas ao redor do planeta, o MPO (Orbitador Planetário de Mercúrio), de tecnologia europeia, e o MMO (Orbitador da Magnetosfera de Mercúrio), desenvolvido pela agência japonesa. A BepiColombo, construída pela Astrium GmbH, partirá a bordo do foguete Ariane 5 do centro espacial europeu de Kuru, na Guiana Francesa. A BepiColombo servirá, além disso, para elaborar um plano magnético de Mercúrio, estudar sua exosfera (uma das camadas da atmosfera), a composição de seus pólos e fazer experiências relacionadas à Teoria da Relatividade. De acordo com o calendário, a sonda euro-japonesa chegará antes da Merkuri-P russa, cujo lançamento está previsto para 2019, propulsada por um foguete Soyuz.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia

A Lua da Colheita de Setembro

Créditos e direitos autorais : Stefano De Rosa
Uma Lua Cheia no céu pode ser um sinal celeste dramático, e a Lua Cheia pode ter diferentes nomes. Por exemplo, a Lua Cheia da segunda-feira, dia 12 de Setembro de 2011, foi a Lua Cheia mais próxima do equinócio de outono, para o hemisfério norte da Terra, e é tradicionalmente chamada de a Lua da Colheita. De acordo com a lenda que cerca o nome, essa Lua é assim chamada, pois os fazendeiros podiam trabalhar até mais tarde na noite no final da estação do crescimento, colhendo assim a lavoura iluminada pela luz da Lua. A foto acima, registra o nascer da Lua, da Lua da Colheita, direto de Turin na Itália. Com a silhueta em destaque contra o disco alaranjado da Lua está a Basilica do Superga, no alto da grande colina.
Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap110916.html
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