8 de nov de 2011

As Semelhanças Entre a Superfície do Asteroide Vesta e o Jardim da Sua Casa

A sonda Dawn da NASA, recentemente chegou perto do asteroide Vesta e tem feito inúmeras imagens detalhadas de sua superfície. Essas imagens têm mostrado altos platôs, abismos, rochas, vales e milhares de crateras (como pode ser visto na imagem a direita). A foto da esquerda, contudo, foi feita muito mais perto da Terra, na verdade no jardim de uma casa próxima a Nevada, no Missouri. Essa imagem mostra meia dúzia de rastros e armadilhas inteligentemente construídos por um inseto chamado formiga-leão e por mariposas. Essas formigas do tipo formiga-leão são encontradas em todo o mundo, principalmente em locais áridos e arenosos. Na sua fase adulta ela é uma criatura alada que lembra uma vespa, algumas espécies possuem uma asa que chega até a 15 cm. A fêmea da formiga-leão enterra seus ovos na areia fofa onde eles se desenvolvem até atingirem o estágio de larva, as larvas é que são as responsáveis pelos rastros e pelas crateras. Qualquer outro tipo de inseto ou até mesmo de formiga que anda por ali pode ser aprisionada pelas crateras e caem até a base do buraco onde uma formiga-leão a espera. A larva eventualmente faz um casulo de areia no estágio de polpa, e depois de aproximadamente 1 mês a formiga-leão propriamente dita emerge. Logicamente nós não devemos encontrar nenhum tipo de vida em Vesta, mas que o terreno do asteroide lembra essa cena caseira, ninguém pode negar.
Fonte: Ciência e Tecnologia - http://www.cienctec.com.br/

Gigante mancha no sol desencadeia erupção solar

Uma poderosa erupção solar irrompeu na última quinta-feira, 3 de novembro, a partir de uma mancha na superfície do sol extremamente larga, sendo uma das maiores vista em anos. A erupção foi classificada como um dos mais potentes tipos de tempestades que nossa estrela pode desencadear. A erupção desencadeou algumas interrupções nas comunicações de rádio na Terra cerca de 45 minutos mais tarde. A sonda da NASA Solar Dynamics Observatory (SDO) e uma nave espacial observaram o sol, tiraram fotos e fizeram vídeos da erupção durante a grande tempestade solar. Uma erupção é uma poderosa liberação de energia que ilumina o sol, e é frequentemente associada com uma área de maior atividade magnética na superfície solar. Esta atividade magnética também pode inibir o fluxo de calor para a superfície em um processo chamado de convecção, que cria áreas escuras e bem mais frias do que o restante da superfície do sol, chamadas de manchas solares. Mais tarde em outra área do sol, no mesmo dia da erupção, uma explosão de partículas carregadas, chamada ejeção de massa coronal, foi liberada a partir da superfície. Esta erupção veio do lado de trás do sol e é voltada em direção ao planeta Vênus, por isso não representa nenhum risco para a Terra. A NASA foi capaz de observar tanto a ejeção de massa coronal como a erupção solar porque tem um conjunto de sondas de observação do sol que captam várias direções o tempo todo. E esses recentes acontecimentos no sol fazem parte de um crescente aumento de atividades em nossa estrela ultimamente, já que seu ciclo de maior atividade acontecerá por volta de 2013.
Fonte: http://www.space.com

Hubble Observa Diretamente o Disco em Torno de Um Buraco Negro

Esta imagem mostra um quasar ampliado gravitacionalmente por uma galáxia no pano da frente, que pode ser vista como uma forma ténue em torno das duas imagens brilhantes do quasar.Crédito: NASA, ESA e J.A. Muñoz (Universidade de Valência)
 
Uma equipe de cientistas usou o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA para observar um disco de acreção de um quasar - um brilhante disco de matéria que está lentamente a ser sugada para o buraco negro central da sua galáxia. O seu estudo faz uso de uma nova técnica que usa lentes gravitacionais para dar um grande aumento de poder ao telescópio. A incrível precisão do método permitiu aos astrónomos medir directamente o tamanho do disco e traçar a temperatura ao longo de partes diferentes do disco. Estas observações mostram um nível de precisão equivalente a avistar grãos individuais de poeira na superfície da Lua.

 Embora os próprios buracos negros sejam invisíveis, as forças que libertam provocam alguns dos fenómenos mais brilhantes do Universo. Os quasares - diminutivo para objectos quasi-estelares - são discos brilhantes de matéria que orbitam buracos negros supermassivos, aquecendo e emitindo radiação extremamente brilhante à medida que o fazem.  "O disco de acreção no quasar tem um tamanho normal de alguns dias-luz, ou aproximadamente 100 mil milhões de quilómetros de diâmetro, mas situam-se a milhares de milhões de anos-luz de distância. Isto significa que o seu tamanho aparente, quando visto da Terra, é tão pequeno que provavelmente nunca teríamos um telescópio suficientemente poderoso para ver a sua estrutura directamente," explica Jose Muñoz, o líder científico deste estudo.

Até agora, o pequeníssimo tamanho aparente dos quasares significava que a maioria do nosso conhecimento da sua estrutura interna era baseada em extrapolações teóricas, e não através de observações directas. A equipa usou por isso um método inovador de estudar o quasar: usando as estrelas numa galáxia interveniente, como um microscópio, para observar características no disco do quasar que de outro modo seriam demasiado pequenas de observar. À medida que estas estrelas se movem em frente da luz do quasar, os efeitos gravitacionais ampliam a luz de diferentes partes do quasar, proporcionando informações detalhadas de uma linha que atravessa o disco de acreção. A equipa observou um grupo de distantes quasares graças a lentes gravitacionais alinhadas a outras galáxias no pano da frente, produzindo algumas imagens do quasar.
Este diagrama mostra como o Hubble é capaz de observar um quasar, um disco brilhante de matéria em torno de um distante buraco negro, embora este esteja normalmente demasiado longínquo para ver sem ajuda de lentes gravitacionais.
Crédito: NASA, ESA
 
Avistaram diferenças subtis em cor entre as imagens, e mudanças em cor ao longo do tempo das observações. Parte destas diferenças de cor são provocadas pelas propriedades da poeira nas galáxias intervenientes: a luz oriunda de cada uma das imagens ampliadas seguiu um percurso diferente pela galáxia, por isso as várias cores encapsulam informação acerca do material dentro da galáxia. A medição do modo como a poeira dentro destas galáxias bloqueia a luz (conhecido dos astrónomos como a lei da extinção) a tais distâncias é só por si um resultado importante do estudo.

Para um dos quasares estudados, no entanto, existem sinais claros que as estrelas na galáxia interveniente estavam a passar através do percurso da luz do quasar. À medida que o efeito gravitacional da galáxia interveniente distorcia e ampliava a luz do quasar, também as estrelas desta galáxia distorciam subtilmente e ampliavam a luz de partes diferentes do disco de acreção à medida que passavam pelo percurso da luz do quasar. Ao registar a variação em cor, a equipa foi capaz de reconstruir o perfil de cores ao longo do disco de acreção.

Isto é importante porque a temperatura de um disco de acreção aumenta com a proximidade ao buraco negro, e as cores emitidas pela matéria quente tornam-se mais azuladas quanto mais quentes forem. Isto permitiu à equipa medir o diâmetro do disco de matéria quente, e traçar a temperatura a distâncias diferentes do centro. Descobriram que o disco mede entre quatro e onze dias-luz e diâmetro (aproximadamente 100 a 300 mil milhões de quilómetros).

Embora esta medição mostre grandes incertezas, é mesmo assim extremamente precisa para um pequeno objecto a esta enorme distância, e o método mostra grande potencial para um crescimento na sua precisão futuramente.  "Este resultado é muito relevante porque significa que somos agora capazes de obter dados observacionais da estrutura destes sistemas, em vez de nos basearmos apenas na teoria," afirma Muñoz. "As propriedades físicas dos quasares não são ainda bem compreendidas. Esta nova capacidade de obter medições observacionais abre por isso uma nova janela para melhor compreender a natureza destes objectos."

A Região de Formação de Estrelas S106

Créditos da Imagem: GRANTECAN and IAC
A estrela massiva IRS 4 está começando a expandir suas asas. Nascida somente a aproximadamente 100000 anos atrás, o material ejetado por essa estrela recém nascida está formando a nebulosa chamada de Nebulosa Sharpless 2-106, ou S106, mostrada acima. Um grande disco de poeira e gás orbitando a chamada Infrared Source 4 (IRS 4), visível em vermelho escuro e próximo ao centro da imagem, dá à nebulosa a sua forma de borboleta ou ampulheta. O gás da S106 próximo à IRS 4 age como uma nebulosa de emissão à medida que emite a luz após ela ser ionizada, enquanto que a poeira longe da IRS 4 reflete a luz da estrela central e então age como uma nebulosa de reflexão. Uma inspeção detalhada de imagens como essa tem revelado centenas de estrelas do tipo anã marrom de baixa massa espalhadas no gás da nebulosa. A S106 se expande por aproximadamente 2 anos-luz e localiza-se a aproximadamente 2000 anos-luz de distância na direção da constelação do Cisne (Cygnus).
Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap111107.html

Sonda a lua de Marte representa avanço espacial para Rússia

Missão Phobos-Grunt deve durar três anos e pretende compreender como os planetas do sistema solar foram formados
A Rússia espera acabar com uma ausência frustrante de duas décadas do espaço profundo com o lançamento, na quarta-feira, de uma missão ambiciosa de três anos para trazer uma amostra do solo de Phobos, uma lua de Marte. Os cientistas russos sonham em estudar o satélite em forma de batata desde o auge das pioneiras incursões soviéticas ao espaço na década de 1960. A poeira de Phobos, dizem, irá conter pistas para a gênese dos planetas do sistema solar e ajudar a esclarecer mistérios duradouros de Marte, incluindo se ele é ou já foi adequado para a vida. Mas a missão Phobos-Grunt, que vai custar 5 bilhões de rublos (US$ 163 milhões) está sendo assombrada por memórias de fracassos passados nos esforços de Moscou para explorar Marte e suas luas.  "Marte sempre foi um planeta inóspito para a Rússia. Os Estados Unidos têm tido muito mais sucesso lá", disse Maxim Martynov, projetista-chefe do projeto da NPO Lavochkin, a empresa líder no setor aeroespacial russo que desenvolveu a missão Phobos-Grunt. A Rússia manteve cosmonautas em órbita durante a década de 1990 e é agora o único país com o ofício de transportar as tripulações da Estação Espacial Internacional. Mas o último vôo interplanetário de Moscou foi em 1988 ¿ antes do colapso de 1991 da União Soviética. Aquela missão foi a segunda de duas sondas soviéticas Phobos a falhar, perdendo o sinal a 50 m da superfície prateada da lua. Em 1996, uma sonda russa para Marte pegou fogo em um lançamento que deu errado. Enquanto isso, os Estados Unidos já registraram centenas de horas de imagens em Marte, Índia e China enviaram sondas para a lua da Terra e o Japão visitou um asteroide e trouxe amostras. Depois de tão longa ausência, a missão Phobos-Grunt tornou-se um teste da indústria espacial da Rússia após uma geração de orçamentos limitados. A perda de uma oportunidade de lançamento para a missão em 2009 foi vista como a razão pela qual o ex-chefe da Lavochkin perdeu o emprego. Este ano, o novo chefe da agência espacial russa disse que Moscou supervalorizou os voos espaciais tripulados e deveria mudar o foco para projetos com maior retorno científico e tecnológico. "Este é realmente um projeto muito difícil, se não o mais difícil interplanetária até agora", disse o cientista Alexander Zakharov, por trás de uma pilha de papéis bagunçados e de uma maquete de Phobos no Instituto de Pesquisas Espaciais de Moscou.  "Nós não temos uma expedição interplanetária bem-sucedida há mais de 15 anos. Nesse tempo, as pessoas, a tecnologia, tudo mudou. É tudo novo para nós, de muitas maneiras estamos trabalhando a partir do zero", disse. O lançamento está previsto para 0h16 no horário de Moscou na quarta-feira (18h16 de terça-feira no horário de Brasília). Depois de uma viagem através de muitos milhões de quilômetros, o maior desafio será o pouso da sonda em um mundo desconhecido e sem peso. Os cientistas esperam que a sonda vá tocar um local plano e encontrar chão macio o suficiente para fazer uma raspagem. "Qualquer grande rocha perto da superfície pode fazê-la capotar", disse Zakharov. "Estamos preocupados com cada fase única. É como nosso filho."
Fontes:TERRA / ESTADÃO

Grande asteroide chegará muito perto da Terra nesta terça

Imagem do asteroide YU 55 gerada a partir de dados obtidos em abril de 2010 pelo Telescópio Arecibo, em Porto Rico Foto: Nasa/Cornell/Arecibo/Divulgação
Do tamanho do Pão de Açúcar e mais preto que carvão, um grande asteroide passará nesta terça-feira bem perto da Terra, a uma distância inferior à da Lua. A passagem é incomum, já que, a maioria dos asteroides deste tamanho não passa próximo ao nosso planeta. O YU 55 tem cerca de 400m de diâmetro e é possivelmente composto de materiais à base de carbono e algumas rochas de silicato. Segundo cientistas da Nasa, agência espacial americana, a pedra chegará às 21h28 (horário de Brasília) a meros 323,5 mil km do nosso planeta. A passagem tão próxima do nosso planeta não é tão rara. Segundo o astrônomo Alexandre Cherman, da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, asteroides dos mais variados tipos e tamanhos se aproximam com frequência da Terra. "Passar a uma distância menor do que a distância Terra-Lua é realmente mais incomum por simples razões estatísticas: quanto mais você limitar o seu espaço de observação, mais difícil vai ser observar alguma coisa ali. Para este asteroide em particular, esta é a maior aproximação dos últimos 200 anos."  Mas, para o tempo que vivemos na Terra, presenciar esta passagem pode ser algo raro. O astrônomo Scott Fisher, da Fundação Nacional de Ciências dos EUA aponta que esta é a primeira vez desde 1976 que um objeto desse tamanho passa tão perto da Terra. Para ele, o fato oportuniza uma grande e rara chance de estudar um objeto próximo da Terra. A passagem do YU 55 será visível apenas no Hemisfério Norte e, ainda sim, com a ajuda de telescópios. Ele é escuro demais para ser visto a olho nu. O professor Enos Picazzio, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP) alerta que "mesmo com telescópio não é simples ver o asteroide porque o objeto é pequeno e muito escuro, além de ser preciso saber com exatidão sua localização".

Perto, muito perto: mas não há risco? - A Nasa monitora a órbita do asteroide, mas garante que ele não colidirá com a Terra. Astrônomos garantem que a previsão é segura. "Há a Escala de Turim, que calcula o risco de uma colisão devastadora. Esse risco é calculado a partir dos dados orbitais do objeto (e os da Terra também), bem como o seu tamanho e sua velocidade. Até fevereiro de 2010, este objeto era grau 1 na escala de Turim (o que significa 'chances de colisão altamente improváveis'), mas foi rebaixado para grau 0 ('sem risco de colisão') após cálculos mais precisos", esclarece Cherman. A Nasa trabalha em cima de modelos computacionais e com instrumentos de precisão que mostram que não há risco de colisão, pelo menos, para os próximos 100 anos. Contudo, se ele realmente colidisse com a Terra, "a depender do local, seria uma catástrofe de proporções imprevisíveis", assinala Picazzio. Alexandre Cherman aponta que haveria um enorme tsunami, que varreria o planeta. "A maior probabilidade é que um objeto desses caia no mar, pois a Terra tem 75% da sua superfície coberta por água", diz. E o impacto de um objeto deste tamanho seria maior que o do objeto que caiu na Sibéria, em 1908. "Aquele objeto tinha algumas dezenas de metros de diâmetro, ou seja, era um décimo do asteroide 2005 YU 55", explica. O astrônomo refere-se ao Evento Tunguska, que no dia 30 de junho de 1908 destruiu 80 milhões de árvores em uma área de 2.150 km² na região de Tunguska, na Rússia. Calcula-se que a explosão foi equivalente a mil bombas atômicas iguais à de Hiroshima. Apesar de não existir uma explicação oficial, a tese mais amplamente aceita pelos cientistas avalia que a devastação do Evento Tunguska foi feita pelo deslocamento de ar causado pela explosão de um cometa ou um meteorito a uma altitude entre 5 e 10 km.

YU 55 - O asteroide YU 55 foi descoberto em 2005 por Robert McMillan, do projeto Spacewatch, grupo de cientistas que observa o Sistema Solar perto de Tucson, no Arizona. Os astrônomos que estudam este objeto, classificado como um asteroide de classe C, dizem que é muito escuro, cor de carvão, e bastante poroso. Esta é a primeira vez que os astrônomos poderão ver sua passagem perto da Terra. "Se isso aconteceu antes, nem ficamos sabendo", declara Cherman. O objeto faz parte de um conjunto de 1.262 asteroides grandes, que giram ao redor do Sol e têm mais de 150 m de largura, que a Nasa qualifica como "potencialmente perigosos".  A previsão, segundo o astrônomo da Fundação Planetário, é que ele volte a repetir o fato apenas em 2041. Cientistas suspeitam que há milênios o YU 55 esteja visitando a Terra, mas, devido à atração gravitacional dos planetas, que ocasionalmente altera sua rota, é impossível dizer com certeza há quanto tempo o asteroide percorre a sua órbita atual.
Fonte: TERRA

O Primeiro Aglomerado Globular Fora da Via Láctea

 ESA / Hubble & NASA
O objeto mostrado nessa bela imagem do Hubble é chamado de Messier 54, ou M54, e poderia ser apenas mais um aglomerado globular, mas esse denso grupo apagado de estrelas de fato é o primeiro aglomerado globular descoberto fora da nossa galáxia. Descoberto pelo famoso astrônomo Charles Messier em 1778, o Messier 54 pertence à galáxia satélite da Via Láctea chamada de Galáxia Elíptica Anã de Sagittarius. Messier não tinha ideia do significado de sua descoberta quando ela foi realizada, e na verdade até dois séculos depois, em 1994, foi quando os astrônomos descobriram que o Messier 54 fazia parte de uma galáxia miniatura e não da nossa. As estimativas atuais indicam que a galáxia anã de Sagittarius, e juntamente o aglomerado estão situados a 90000 anos-luz de distância, uma distância três vezes maior do que a distância entre o nosso Sistema Solar e o centro da Via Láctea. Ironicamente, mesmo apesar desse aglomerado globular ser agora entendido como estando localizado fora da Via Láctea, ele fará parte da nossa galáxia no futuro. A forte força gravitacional da nossa galáxia está vagarosamente puxando e engolfando a galáxia anã de Sagittarius, que eventualmente se fundirá com a Via Láctea criando uma galáxia muito maior. A imagem acima é composta pela combinação de imagens feitas com o Wide Field Channel da Advanced Camera for Surveys do Hubble. Para gerar essa imagem, a luz passou através do fito amarelo-laranja (F606W) e foi colorida de azul e pela luz passando através do filtro infravermelho próximo (F814W) e foi colorida de vermelho. Os tempos totais de exposições foram de 3460s e 3560s respectivamente e o campo de visão dessa imagem é de aproximadamente 3.4 x 3.4 arcos de minuto.
Fonte: http://www.spacetelescope.org
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