16 de nov de 2011

Estudo: lua de Júpiter pode esconder grandes lagos sob o gelo

Europa, além de ser nome de um continente e desta lua em Júpiter, é uma deusa enganada e sequestrada por Zeus (o equivalente grego de Júpiter)Foto: Nasa/Divulgação
Europa, uma brilhante e enigmática lua de Júpiter, pode esconder um corpo hídrico do tamanho dos Grandes Lagos da América do Norte, anunciaram astrônomos nesta quarta-feira em estudo publicado na revista científica Nature. A descoberta, se for confirmada por uma aguardada missão com robôs, é animadora, já que a água é um dos componentes considerados chave para a vida. Uma missão para explorar o satélite está na lista de candidatas a futuras missões da Nasa. Com sua cobertura branca e gelada refletindo o distante Sol, Europa é o segundo satélite mais próximo de Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar. Fotos dela, enviadas pela nave Galileu durante exploração feita entre 1995 e 2003, mostram uma superfície castigada, marcada por rachaduras e gelo remexido. Tentando compreender como uma topografia tão incomum se desenvolveu em um lugar tão obscuro, os cientistas acreditavam que a resposta poderia ser encontrada em processos similares aos observados na Terra. Segundo eles, abaixo de placas flutuantes de gelo e sob geleiras que encobrem vulcões, a interação entre o gelo e plumas de água quente dá vazão a um fenômeno denominado terreno caótico.
O "Grande Lago" de Europa. Cientistas especulam que existem muitos mais em regiões superficiais da concha gelada do satélite.Crédito: Britney Schmidt/Dead Pixel FX/Universidade do Texas em Austin
O modelo dos cientistas sugere que a cobertura de gelo de Europa teria cerca de 10 km de espessura e dentro dela haveria grandes bolsões d'água, a cerca de 3 km de profundidade. A água quente destes lagos subsuperficiais jorram em plumas, fazendo com que o gelo fique frágil, rache e finalmente ceda. A transformação do gelo seria um ''plus'' para a perspectiva de vida, uma vez que transferiria energia e nutrientes entre o lago subglacial e a superfície. "Uma ideia corrente na comunidade científica é a de que 'se a camada de gelo é espessa, isto é ruim para a biologia, pois significa que a superfície não se comunica com o oceano encoberto'", afirmou Britney Schmidt, geofísico da Universidade do Texas em Austin, que chefiou a pesquisa. "Agora vemos evidências de que mesmo a camada de gelo sendo espessa, ela pode se misturar vigorosamente. Isto poderia tornar Europa e seu oceano mais habitáveis", acrescentou. O estudo aumenta o conhecimento sobre as luas geladas de enormes planetas gasosos. Acredita-se que a lua Encélado, que orbita Saturno, também abrigue um mar salgado entre seu núcleo rochoso e sua crosta gelada. Teóricos sugerem que a minúscula lua seja geologicamente ativa, graças a um fenômeno chamado aquecimento de maré. Ela sofreria uma fortíssima atração gravitacional de seu enorme planeta e dos satélites vizinhos, Dione e Jano. Segundo esta hipótese, como resultado, suas entranhas seriam distendidas e comprimidas, provocando uma fricção que aqueceria o oceano subsuperficial. No caso de Europa, a flexibilidade de maré seria exercida por Júpiter e a lua Io.
Fonte: TERRA

Campo magnético serve de ‘âncora’ para berçários estelares

Formação dessas áreas do espaço é mistério para cientistas. Estudo foi feito a partir de observações da galáxia M33.
A galáxia M33, observada pelos cientistas. Os braços da espiral estão repletos de áreas formadoras de estrelas (Foto: Thomas V. Davis )
Um grupo de cientistas na Alemanha acredita ter decifrado um pedaço do quebra-cabeça que é a formação dos chamados “berçários estelares” – áreas do espaço ricas em jovens estrelas. A equipe de Hua-bai Li e Thomas Hanning observou a galáxia M33, que tem formato de espiral, como a nossa Via Láctea. Segundo o grupo, os braços da espiral eram repletos de “nuvens” do gás que forma estrelas. E mais: essas nuvens seguiam a mesma direção dos braços. De acordo com eles, isso indica que o campo magnético da galáxia serve de “âncora” para o berçário estelar, fazendo com que ele mantenha sua posição. O trabalho foi publicado nesta quarta-feire (16) na edição desta semana da revista "Nature".
Fonte: G1

Diferença Despercebida

Imagem da placa 63 da Atlas Kaguya da Lua
Sirsalis é uma cratera relativamente nova na Lua que empresta o seu nome para o maior canal reto existente no nosso satélite. Ela fornece para nós muito mais do que isso, ela também é responsável pelo material ejetado que cobre o canal, e mesmo a cratera mais nova, a Sirsalis F se afunda no canal e adiciona a ele mais detritos. A Sirsalis, por si só, é considerada uma cratera dupla. No lado do canal a parede foi colapsada com escorregamentos que quase formaram terraço. À oeste da parede está o anel para o interior escarpado. Mas por que existe essa diferença? Por esse ponto de vista, a cratera é muito velha para ter preservado raios que possam nos dizer se ela se formou com um impacto oblíquo, o que poderia nesse caso ser responsável pelas diferenças observadas na morfologia do anel. Mas essa visão em direção ao limbo obtida pela sonda Kaguya mostra algo que obviamente não pode ser visto em imagens verticais, ou seja, o anel oeste é aparentemente mais baixo do que o anel do lado oposto. Ele pode ser mais baixo, pois quando um bólido se chocou na cratera Sirsalis A pré-existente existia um buraco onde o anel se expandiu mais do que na rocha sólida. Agora a questão é o que fez com que o anel oeste fosse tão suave? Vamos esperar novas imagens e novas pesquisas que podem então ajudar a esclarecer mais essa questão sobre a Lua.
Fonte: https://lpod.wikispaces.com/November+16%2C+2011

Novas pistas para a misteriosa molécula espacial de 90 anos

Estranhas moléculas espaciais que absorvem luz de estrelas distantes foram detectadas em nossa galáxia, dando aos cientistas esperança de resolver um mistério quase centenário da constituição das moléculas. A descoberta talvez ajude a revelar como esses enigmáticos componentes foram criados, conhecimento que, para os pesquisadores, pode revelar segredos da química interestelar e possivelmente da origem da vida. A luz de qualquer objeto pode ser imaginada pela sua combinação, ou espectro, de cor. O espectro de uma estrela pode revelar bastante sobre sua composição, como a cor de uma fruta ajuda a identificá-la e dizer se está madura. O espectro de cor que vemos de uma estrela é afetado pelo gás e poeira entre ela e nós. Cientista identificaram alguns materiais que absorvem cor, mas o principal culpado por trás da absorção, conhecido como “faixa interestelar difusa”, tem intrigado pesquisadores por 90 anos. Descobrir o que causa essas faixas poderia ajudar a revelar a química que ocorre no espaço. “Há um bom entendimento geral da química que produz simples moléculas como a água, monóxido de carbono e amônia no espaço interestelar. Porém, nosso conhecimento da química mais complexa que produz moléculas grandes é muito menos seguro – em grande parte porque nós não possuímos identificações específicas para essas moléculas”, afirmam pesquisadores. Um melhor conhecimento da química interestelar talvez ajude a entender como a vida evoluiu na Terra. Alguns cientistas pensam que os complexos químicos que são a chave da vida na Terra vieram do espaço e fertilizaram o planeta. Até agora, todas as faixas difusas interestelares foram encontradas em ondas visíveis e muito perto do infravermelho. Além disso, nenhuma foi detectada na direção do núcleo da Via Láctea. Enquanto investigavam o espectro de estrelas quentes no centro da galáxia, os pesquisadores encontraram inesperadamente essas características na luz da estrela, em ondas de infravermelho. Esses novos detalhes podem ajudar a identificar as moléculas. O fato de que estão no centro da galáxia, onde o ambiente é mais duro, também sugere que esses componentes são relativamente fortes, outra pista do que eles podem ser.  “A maioria dos especialistas nesse campo pensa que elas devem ser grandes moléculas formadas principalmente por carbono”, dizem os cientistas. “Elas provavelmente são criadas em nuvens interestelares, onde são encontradas, ou material solto de gigantes vermelhos, por reações químicas no gás interestelar ou nos ventos vermelhos gigantes”.  Se as moléculas que produzem faixas difusas são de fato grandes e formadas por carbono, elas poderiam estar relacionadas com outras moléculas importantes para a vida, como aminoácidos. Os pesquisadores esperam investigar essas moléculas futuramente, como uma ferramenta para o entendimento do ambiente interestelar.
Fonte: http://hypescience.com/
[LiveScience]

Júpiter Fotografado Pela Sonda New Horizons

Créditos da Imagem: NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute/Goddard Space Flight Centers
Essa montagem feita com imagens obtidas pela sonda New Horizons, mostra Júpiter e a sua lua vulcânica Io, e foi feita durante o sobrevoo de Júpiter pela sonda no início do ano de 2007. A imagem de Júpiter é uma composição infravermelha colorida e foi feita com o espectrômetro infravermelho da sonda, chamado de Linear Etalon Imging Spectral Array. Os comprimentos infravermelhos usados destacam as variações na altitude do topo das nuvens do planeta, com a cor azul denotando nuvens mais altas e névoas e a cor vermelha indicando nuvens mais profundas. A proeminente feição oval branca azulada é a Grande Mancha Vermelha de Júpiter. A observação foi feita em fase com o Sol com um ângulo de 75 graus mas foi projetada em crescente para remover a distorção causada pela rotação de Júpiter durante a aquisição da imagem. A imagem de Io é uma imagem feita em cor quase que verdadeira obtida com o Long-Range Reconnaissance Imager pancromático com informação sobre a cor proveniente do Multispectral Visible Imaging Camera. A imagem mostra uma grande erupção em progresso no lado noturno de Io, ao norte do vulcão Tvashtar. Lavas incandescentes brilham abaixo da pluma vulcânica, que tem suas porções mais superiores iluminadas pela luz do Sol. A pluma aparece azul devido ao fato de espalhar a luz por pequenas partículas contidas nela. Essa imagem apareceu originalmente na capa da revista da Science, na edição de 12 de Outubro de 2007. Essa foi uma edição especial que trouxe artigos destacando as maiores descobertas feitas pela sonda New Horizons em visita a Júpiter. Entre os grandes feitos da New Horizons em Júpiter está a descoberta das auroras jovianas além de várias outras descobertas sobre a estratificação de nuvens, a magnetosfera e outras sobre os satélites do planeta gigante.
Fonte: http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery

Sonda Messenger vai ficar um ano a mais que o previsto em Mercúrio

Nave estuda o planeta mais próximo do Sol desde março. Nenhuma outra sonda tinha entrado na órbita de Mercúrio antes.
Superfície de Mercúrio, em imagem feita pela Messenger (Foto: Nasa/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington)
A missão Messenger, lançada pela Nasa para explorar Mercúrio, foi estendida por mais um ano. Ela iria até de 17 de março de 2012, mas agora vai durar pelo menos até 2013. “Ainda estamos acertando detalhes do financiamento, mas estamos felizes por conseguir sustentar a exploração de Mercúrio”, anunciou Ed Grayzeck, cientista do programa. A sonda foi a primeira da história a orbitar o planeta mais próximo do Sol. Suas descobertas revolucionaram as percepções científicas sobre o planeta. Com mais um ano e meio de pesquisas pela frente, os cientistas pretendem responder a mais perguntas, a maioria relativa à topografia de Mercúrio. “Avanços na ciência têm no seu âmago a avaliação de hipóteses à luz de conhecimento novo, às vezes resultando em pequenas mudanças no curso, e outras vezes em mudanças de paradigma, abrindo panoramas inteiramente novos de pensamento”, argumenta Ralph McNutt, outro cientista do programa Messenger.
Fonte: G1

As nuvens frias de Carina

APEX dá-nos uma nova visão da formação estelar na Nebulosa Carina
Nuvens de Carina - créditos:ESO / APEX / T. Preibisch et al. (Submilimétrico); N. Smith, da Universidade de Minnesota / NOAO / AURA / NSF (Optical)
 
O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira imagem da formação estelar na nebulosa Carina, uma das maiores nebulosas já registradas. Utilizando uma câmera montada no telescópio Apex (sigla em inglês para Atacama Pathfinder Experiment), astrônomos puderam visualizar nuvens de poeira e gás molecular a partir das quais se formam as estrelas. Segundo o observatório, a nebulosa abriga algumas das estrelas de maior massa da nossa galáxia. O telescópio, que captou as imagens a partir do planalto do Chajnantor, nos Andes chilenos, permite aos astrônomos estudar como as estrelas se formam e como é que interagem com as nuvens de poeira que lhes dão origem.

As estrelas de grande massa vivem no máximo apenas alguns milhões de anos (um tempo muito curto quando comparado com os dez bilhões de anos de vida do Sol), mas ao longo das suas vidas influenciam fortemente o meio onde estão inseridas. Quando jovens, estas estrelas emitem ventos estelares fortes e radiação que dão forma às nuvens que as rodeiam, e provavelmente comprimem-nas o suficiente para que se formem novas estrelas.

 No final das suas vidas, tornam-se muito instáveis, estando sujeitas a perdas consideráveis de material estelar, até a morte que se dá sob a forma de violentas explosões de supernova. Um bom exemplo desse tipo de estrelas é a Eta Carinae, uma estrela brilhante amarelada situada no centro da imagem (um pouco para cima e à esquerda). Esta estrela possui cerca de 100 vezes mais massa que o Sol e encontra-se entre as estrelas mais brilhantes conhecidas.

No próximo milhão de anos, mais ou menos, a Eta Carinae explodirá como supernova, seguida de mais supernovas com origem em outras estrelas de grande massa que se encontram na região. A nebulosa Carina encontra-se a cerca de 7500 anos-luz de distância na constelação do mesmo nome (Carina ou Quilha). É uma das nebulosas mais brilhantes do céu devido à sua grande população de estrelas de grande massa. Com uma dimensão de aproximadamente 150 anos-luz, é cerca de várias vezes maior que a bem conhecida nebulosa de Orion. Embora se encontre mais afastada de nós que a nebulosa de Orion, o seu tamanho aparente no céu é aproximadamente o mesmo, fazendo com que seja uma das maiores nebulosas no céu.

A galáxia da Baleia

© Hubble (NGC 4631)
O Telescópio Espacial Hubble das Agências Espaciais NASA e ESA deu uma espiada dentro da NGC 4631, melhor conhecida como Galáxia da Baleia. Aqui, uma profusão de luzes provenientes de estrelas em nascimento acendem o centro da galáxia, revelando bandas de material escuro entre nós e as explosões de estrelas. A atividade da galáxia, ocorre em suas regiões externas onde existem menos estrelas e menos poeira, mas mesmo assim são regiões pontuadas por bolsões de formação de estrelas. A Galáxia da Baleia está localizada a aproximadamente 30 milhões de anos-luz de distância da Terra na constelação de Canes Venatici, os Cães de Caça. A Galáxia da Baleia, é uma galáxia espiral muito parecida com a Via Láctea. Do nosso ponto de vista, contudo, nós estamos vendo a Galáxia da Baleia de lado, vendo desse modo seu centro brilhante através dos braços espirais empoeirados. O bulbo central da galáxia e a aparência assimétrica de seu disco sugeria a forma de uma baleia ou um arenque para os antigos observadores. Muitas supernovas, explosões de estrelas quentes, azuis de curto período de vida e com no mínimo 8 vezes a massa do Sol, estão ocorrendo no centro da Galáxia da Baleia. A pirotecnia estelar tem preenchido a galáxia com gás quente, visível por telescópios que captam a radiação de raios-X por ela emitida como por exemplo, o telescópio da ESA XMM-Newton. A comparação das observações ópticas e infravermelhas realizadas pelo Hubble com outros telescópios sensíveis a diferentes comprimentos de onda da luz tem ajudado os astrônomos a reunir a história completa sobre esse fenômeno celeste. A partir desses trabalhos de integração de informação os mecanismos que geram as explosões de estrelas na Galáxia da Baleia e em outras galáxias podem ser elucidados. A alimentação gravitacional no material intergaláctico, bem como os aglomerados causados pelas interações gravitacionais com as vizinhas galácticas, criam as áreas de maior densidade onde as estrelas começam a coalescer. Como as baleias azuis, as maiores criaturas da Terra, que podem devorar minúsculos pedaços de plâncton para sobreviver, a Galáxia da Baleia torna-se preenchida com o gás e a poeira que fornece energia para uma alta taxa de formação de estrelas.
Créditos: http://www.spacetelescope.org/

O Sol laranja cintilante

 © Alan Friedman (o Sol laranja cintilante)
O nosso Sol está se tornando um lugar bem agitado. Somente na última semana, foram registradas no Sol um grande número de feições interessantes incluindo um dos maiores grupos de manchas solares já registrados, o AR 1339 que pode ser visto na imagem acima à direita. Somente no último ano, o Sol emergiu de um momento pouco comum de calmaria no seu período conhecido como de Mínimo Solar que durou anos. A imagem acima foi registrada em uma única cor de luz chamada de Hidrogênio Alfa, foi invertida e colorida de maneira falsa. Pode-se ver que espículas cobrem grande parte da face do Sol. O gradual aumento de brilho em direção às bordas do Sol é causado pelo aumento na absorção do gás solar relativamente frio e do chamado escurecimento do limbo. Um pouco acima das bordas do Sol, pode-se ver algumas proeminências em destaque cintilando, enquanto que as protuberâncias que aparecem na face do Sol são vistas como listras de luz. Possivelmente os aspectos visualmente mais interessantes de todas sejam as regiões magneticamente ativas contendo manchas solares frias. À medida que os ventos do campo magnético do Sol apontam para o Máximo Solar nos próximos anos, o aumento da atividade irá provavelmente criar momentos em que a face do Sol ficará cada vez mais complexa e repleta de atividades.
Fonte: www.nasa.gov

A NGC 7822 em Cepheus

Créditos da Imagem:: Manuel Fernández Suarez
Estrelas jovens e quentes e pilares cósmicos são vistos povoando o interior da NGC 7822. Na borda de uma gigantesca nuvem molecular localizada na direção da constelação do céu do norte, Cepheus, a brilhante região de formação de estrelas localiza-se a aproximadamente 3.000 anos-luz de distância da Terra. Dentro da nebulosa, bordas brilhantes e formas escuras são destacadas nessa paisagem celeste colorida. A imagem inclui dados de filtros de bandas curtas, mapeando a emissão de oxigênio atômico, hidrogênio e enxofre nas tonalidades azul, verde e vermelho respectivamente. A emissão atômica é energizada pela radiação energética proveniente das estrelas quentes, estrelas as quais vento e radiação também esculpem e causam a erosão das formas mais densas dos pilares. As estrelas poderiam ainda se formar dentro dos pilares pelo colapso gravitacional, mas à medida que os pilares sofrem uma erosão completa, qualquer formação de estrelas será cortada desde o seu reservatório. O campo imageado acima se espalha por aproximadamente 40 anos-luz.
Créditos: http://apod.nasa.gov/apod/ap111116.html
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...