9 de mar de 2012

O Que Aconteceria se a Terra Parasse de Girar?

Sem a rotação, responsável pelos dias e pelas noites, a incidência de luz na superfície seria determinada pelo movimento da Terra em torno do Sol. O dia terreno passaria a ter a duração de um ano, metade dele com luz solar e a outra metade no escuro. O longo dia seria tórrido como Vênus (400 graus), enquanto a noite seria gelada como Júpiter (100 graus negativos). Há dois cenários teóricos possíveis. No primeiro, os oceanos se congelariam durante a longa noite de um dos lados do planeta e a Terra mergulharia numa era glacial. No segundo, a evaporação intensa das águas dos oceanos durante o dia criaria um efeito estufa de grandes proporções. O resultado seria um calor brutal. Em qualquer das hipóteses, a vida seria praticamente impossível.
Fonte:Universitario.com.br

Cratera Rachmaninoff em Mercúrio

Crédito: NASA / Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory / Carnegie Institution of Washington
Essa imagem foi feita com a Câmera de Grande Angular, ou WAC da sonda MESSENGER e fornece uma aula sobre as feições encontradas na superfície de Mercúrio e sobre os processos geológicos que as formaram. As imagens mostram uma porção da cratera Rachmaninoff, uma bacia de duplo anel denominada assim em homenagem ao compositor russo do século 20, pianista e maestro, Sergei Rachmaninoff. Nessa região, nós podemos ver partes remanescentes de um anel de pico interno, com cavidades povoando o topo dos picos tanto nos anéis mais internos como nos mais externos também. Pode-se também ver a escarpa do anel principal da bacia começando no canto esquerdo da imagem e se estendendo para sudeste. O interior da cratera contém várias regiões com material de alta refletância, bem como vales poligonais chamados de graben, localizado perto do topo da imagem no centro da bacia. Os graben se formam por forças que agem empurrando e separando a superfície, essas forças extensionais são forças contrastantes com as forças contracionais tectônicas que nós normalmente vimos sobre todo planeta Mercúrio e podem estar relacionadas com o resfriamento das planícies suaves vulcânicas que cobrem o interior.

Cientistas confirmam que o campo magnético é vital para a atmosfera

Segundo análise, a atmosfera de Marte perde até dez vezes mais oxigênio do que a terrestre, por isso a importância desse efeito protetor
Ilustração retrata o campo magnético interagindo com a Terra e com Marte
Uma equipe de pesquisadores confirmou que o campo magnético da Terra é fundamental para proteger a atmosfera e mantê-la em seu lugar, informou a Agência Espacial Europeia (ESA). Os resultados foram obtidos após análise das consequências da passagem de uma ventania solar durante um alinhamento de planetas em janeiro de 2008, que permitiu comparar como esses fenômenos afetam as atmosferas da Terra e de Marte. A equipe de cientistas, do Instituto Max-Planck para a Investigação do Sistema Solar, na Alemanha, disse que "o efeito protetor do campo magnético é fácil de compreender e de simular matematicamente, e por isso é uma teoria amplamente aceita". As medidas, feitas pelas missões europeias Cluster e Mars Express, demonstraram que a atmosfera de Marte perdia dez vezes mais oxigênio do que a terrestre, enquanto a pressão da radiação solar aumentava em quantidade similar em ambos planetas. Os cientistas esperam ampliar o estudo com dados recolhidos pela sonda Venus Express da ESA, pois esse planeta "assim como Marte, não conta com um campo magnético significativo, tem um tamanho comparável à Terra e apresenta a atmosfera mais densa dos três planetas."  "Durante os próximos meses, haverá um novo alinhamento entre Sol, Terra, Vênus e Marte, que aproveitaremos para coordenar uma campanha de observação", disseram os autores. Além disso, os cientistas estão interessados em ver como o aumento da atividade solar afetará a perda de partículas atmosféricas nos três planetas. "A família europeia de missões no Sistema Solar, com sua capacidade única de observação, terá um papel fundamental no estudo desses fenômenos à medida que se aproxima a máxima atividade solar", dizem os autores.
Fonte: ESTADÃO

Hubble observa volume surpreendente de estrelas em formação

Crédito de imagem: NASA, ESA, e F. Paresce (INAF-IASF, Bologna, Itália), R. O'Connell (University of Virginia, Charlottesville), ea Wide Field Camera 3 Ciência Comitê de Supervisão
Esse massivo e jovem agrupamento estelar, conhecido como R136, tem poucos milhões de anos de vida e reside na Nebulosa 30 Doradus, uma região turbulenta de formação de estrelas localizada na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite à Via Láctea. Não se conhece na Via Láctea uma região de formação de estrelas tão grande e tão prolífica como a 30 Doradus. Muitas das estrelas azuis visíveis na imagem acima que parecem com diamantes, estão entre as estrelas mais massivas conhecidas. Algumas delas são 100 vezes mais massivas que o Sol.

Essas estrelas já tem um destino traçado e em poucos milhões de anos devem explodir como supernovas. A imagem acima, feita no comprimento de onda do ultravioleta, visível e na luz vermelha registrada pela Wide Field Camera 3 do Hubble se espalha por 100 anos-luz. A nebulosa é perto o bastante da Terra para que o Hubble consiga identificar estrelas de forma individual, dando assim aos astrônomos importantes informações sobre o nascimento e a evolução das estrelas. As estrelas brilhantes estão cavando profundas cavidades no material ao redor lançando luz ultravioleta e ventos estelares com força de um furacão, ou seja, jatos de partículas carregadas, que expulsando para longe a nuvem de gás hidrogênio onde as estrelas nasceram.

A imagem revela uma paisagem fantástica de pilares, cadeias e vales, bem como uma região escura no centro que parece grosseiramente com uma árvore de natal. Além de esculpirem o terreno gasoso ao redor, as estrelas brilhantes podem também ajudar a criar uma sucessiva geração de novas estrelas. Quando os ventos alcançam as densas paredes de gás, eles criam choques, que podem gerar uma nova onda de nascimento de estrelas. Essas observações foram feitas entre os dias 20 e 27 de Outubro de 2009. A cor azul é a luz das estrelas mais quentes e massivas, a cor verde é gerada pelo brilho do oxigênio e a cor vermelha pela fluorescência do hidrogênio.
Fonte: http://www.nasa.gov

Outra Cratera na Lua

Imagem por Michael Wirths, Baja California, México
Com o desenvolvimento das tecnologias, todos nós estamos trabalhando em monitores cada vez maiores. A grande imagem da Lua acima é cheia de delícias para quem gosta do nosso satélite natural, incluindo cinco ranhuras, ou canais. Será que você é capaz de encontrar todos eles? Associado com todos esses canais estão aberturas alongadas, e outras aberturas sem canais podem ser vistas ao norte da cabeça de Reiner Gamma. Ainda nessa região podemos ver cadeias paralelas de mares que parecem ondas congeladas se dirigindo para uma praia localizada ao longo do terminador. Os muitos domos da Marius Hills também são mostrados nessa bela imagem, incluindo alguns com seus cumes colapsados. Não, não foram todas essas paisagens vulcânicas que chamaram a atenção de Chuck Wood do LPOD, foi sim a cratera Reiner. O que você consegue ver de incomum na cratera Reiner, a grande cratera próxima a Gamma? Pode-se ver que as cadeias e as valas presentes no depósito contínuo de material ejetado da Reiner não são igualmente distribuídas em todas as direções. Como discutido recentemente esse tipo de distribuição de material sugere um impacto oblíquo. Observando outras imagens para uma comparação, podem-se encontrar várias imagens que têm a mesma divagação. A única explicação alternativa é que o fluxo de lava entrou em erupção depois da formação da Reiner, cobrindo metade de seu material ejetado contínuo. Mas não existe uma evidência particular para isso. Então será que a cratera Reiner se formou através de um impacto de ângulo baixo a médio?
Fonte: https://lpod.wikispaces.com
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...