11 de abr de 2012

A Grande Explosão (Big Bang)

Duas descobertas astrofísicas importantes, feitas no decênio de 1960, foram as. Primeiras de outras que convenceram a maioria dos cientistas sobre a Variabilidade do universo no tempo e sobre o seu início num único evento num Certo instante do passado, a grande explosão e a sua posterior evolução.  A Primeira das duas descobertas que suportam o modelo do universo em evolução foi A descoberta, por Martin Ryle, de o número de radiogaláxias distantes ser maior. Que o número das próximas. Uma vez que as observações de corpos distantes Correspondem a instantes mais remotos no passado, isto significava que o. Universo era diferente, no passado, do que é hoje, isto é, significava que teria. Havido uma evolução. A Segunda descoberta foi monumental, tão importante quanto à descoberta de Edwin. Hubble sobre a própria expansão do universo. Ao investigar a abundância cósmica Dos elementos mais pesados que o hidrogênio, os cosmologistas reconheceram que a. Nucleossíntese nas estrelas poderia explicar a abundância dos elementos mais Pesados que o hélio, mas não a abundância do hélio. Portanto, o hélio deveria. Ter sido formado em outro evento, numa grande explosão primordial. A síntese da Quantidade de hélio capaz de justificar a abundância presente exige que a Explosão tenha ocorrido numa temperatura inicial extremamente elevada, capaz de. Garantir uma velocidade de reação muito grande, antes de a fusão se tornar. Impossível pela rápida diminuição da densidade na expansão inicial.  A Temperatura elevada inicial está associada a um campo de radiação térmica (de). (Corpo negro) que iria se resfriar à medida que a expansão fosse avançando. A Análise teórica prevê que, desde o instante da explosão inicial até o presente, Os remanescentes do campo de radiação inicial deveriam Ter se resfriado até uma Temperatura de ordem de 3 K, o que corresponderia a um espectro de radiação do. Corpo negro com um pico de comprimento de onda l Max na região das microondas. Em 1965, a radiação cósmica de fundo foi detectada por Arno Penzias e Robert. Wilson, do Laboratório Bell. Desde esta descoberta fundamental, a análise. Cuidadosa das observações mostrou que a temperatura do campo de radiação é 2,7 ± 0,1 K e mostrou também que tem uma distribuição espacial isotrópica que é Absolutamente essencial num universo que satisfaça ao princípio cosmológico.
Fonte: grupoescolar.com

Será possível a existência de planetas inteligentes?

Você lembra do planeta “vivo” de Avatar, que conversava com seus habitantes através de estranhas ligações?
Será que um planeta assim, consciente, com todos os seres conectados, um planeta vivo e inteligente, existe? Até agora, a ideia de um planeta inteligente parece ser um pouco utópica. Os cientistas dizem que, baseado na química e no comportamento das coisas vivas e não vivas – que conhecemos, claro – você não deve apostar em um Pandora, por exemplo.  “Do modo como a evolução funciona, não vejo isso acontecendo”, afirma o cientista Peter Ward, da Universidade de Washington, EUA.

Megafauna
Os planetas são formados com a junção do gás e poeira cósmicos que sobram da formação estelar. Do que já conhecemos dos planetas, rochas, líquidos e gases aglomerados, não há como um planeta desenvolver algum tipo de consciência. O único caso planetário que chegou um pouco mais perto disso foi a Terra, que eventualmente foi povoada por moléculas que se autorreplicavam e carregavam informações.  “Nós temos que usar a história da Terra como guia”, afirma Ward. E com isso a ideia de um superorganismo gigante cai por terra.

Drenagem cerebral
São necessários um cérebro muito grande e um sistema nervoso muito desenvolvido para que certa inteligência seja exibida. E para isso é preciso muita energia. Nosso cérebro corresponde a 3% do nosso corpo, mas consome 20% da nossa energia. Poucas criaturas desenvolvem mais inteligência do que as pressões evolucionárias exigem. Se pensarmos em algum tipo de massa viva que cobriria a terra inteira, tornando o planeta inteligente, sua necessidade parece ser muito pequena. A competição entre as espécies, pelos recursos naturais, é outro ponto que impede a ideia de um planeta inteligente. Não apenas as espécies competem entre si, mas tentam se aproveitar e passar por cima das outras. No fim, as criaturas não são programadas para começar a cooperar e fluir como um corpo único. “Com a seleção natural, alguns vivem e alguns morrem”, afirma Ward.

Consciência coletiva
Existem poucas exceções para essa regra. Colônias de insetos, por exemplo, são compostas por milhares de indivíduos, que agem em conjunto para garantir a sobrevivência. “Sociedades como as das abelhas e formigas são o máximo do altruísmo”, diz Ward. Por isso não fica totalmente fora de questão uma série de seres, em uma colônia única gigante, que agissem como uma mente apenas, até que os recursos acabassem. Essa noção, entretanto, traz um problema: comunicação. Formigas usam feromônios para se comunicar, e nossos corpos usam nervos. Mas imagine um organismo do tamanho da Terra.  “Se o pensamento for de certa maneira distribuído (em um planeta inteligente), ele será mais lento do qualquer coisa que você possui em casa”, afirma o astrônomo Seth Shostak.

Gaia?
Apesar de todas essas considerações, alguns cientistas defendem o argumento de que a Terra deveria ser pensada com um organismo gigante. A “hipótese Gaia” propõe que a vida na Terra funciona em conjunto, para manter o habitat sustentável. Dessa maneira, a salinidade e o pH dos oceanos, por exemplo, seriam ideais porque a vida fez dessa maneira. A hipótese é muito controversa, já que temos muitos casos em que a ideia da Terra tomando ações para defender a vida parece não se sustentar. “A vida já se sabota muito sem estar conectada através da inteligência”, comenta Ward. Shostak também não acredita muito nisso. “Após bilhões de anos aqui, nós não vemos muito a flora e fauna fazendo isso. Tudo é interdependente, mas poucos se comportam como um único organismo”. Pelo jeito, no momento, a hipótese Gaia fica no campo da ficção.
Fonte: hypescience.com
[LiveScience]

Caos Em Orion

Créditos de imagem: NASA
Estrelas bebes recém nascidas estão criando o caos há 1500 anos-luz de distância na nuvem cósmica da Nebulosa de Orion. Quatro estrelas de grande massa criam o brilho amarelo intenso no centro dessa imagem de cor falsa feita pelo Telescópio Espacial Spitzer da NASA. A cor verde na imagem acima indica a presença de hidrogênio e enxofre na nebulosa, que é um casulo de gás e poeira. A cor vermelha e laranja indica as moléculas ricas em carbono. Estrelas na sua infância aparecem como pontos amarelos incorporados na nebulosa.
Fonte: http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2218.html

Estranho portal conecta Terra ao Sol

Portais magnéticos se abrem aproximadamente a cada oito minutos para conectar nosso planeta com o Sol. Quando o portal se abre, cargas de partículas altamente energéticas podem viajar 150 milhões de km através da passagem, de acordo com cientistas espaciais. O fenômeno recebeu o nome “evento de transferência de fluxo” ou FTE (de flux transfer event, em inglês). Ele é real e ocorre com o dobro da freqüência que qualquer pessoa poderia imaginar. “Dez anos atrás eu tinha certeza que eles não existiam, mas agora a evidência é irrefutável”, disse o astrofísico estadunidense David Sibeck.

Explosões dinâmicas - Os pesquisadores já sabiam que a Terra e o Sol deveriam estar conectados. Por exemplo, partículas solares incidem na Terra constantemente por causa do vento solar e freqüentemente seguem as linhas do campo magnético que conectam a atmosfera do Sol com a terra firme. As linhas do campo permitem que as partículas penetrem a magnetosfera da Terra; o escudo magnético que envolve nosso planeta. Uma das hipóteses sobre a formação do evento é que o lado da Terra que está de frente para o Sol pressiona o campo magnético da Terra contra o campo magnético do Sol. E a cada oito minutos os dois campos se conectam brevemente, formando um portal através do qual as partículas podem fluir. O portal toma a forma de um cilindro magnético com a largura da Terra. Mais de um FTE podem se abrir em um mesmo momento e eles ficam abertos entre 15 e 20 minutos. Algumas medições foram feitas com sondas da Agência Espacial Européia e da NASA que voaram através destes cilindros e nas suas bordas. Apesar das sondas terem conseguido medir a largura de um FTE o seu comprimento ainda é incerto. Mas uma medida preliminar concluiu que teria mais de 5 raios da Terra (um raio da Terra tem cerca de 6.400 km). O astrofísico Jimmy Raeder, da Universidade de New Hampshire, nos EUA, criou uma simulação computadorizada com estes dados e concluiu que os portais FTE cilíndricos tendem a se formar sobre o equador até que em dezembro eles deslizam sobre o Pólo Norte. Em julho eles deslizariam sobre o Pólo Sul. Parece também que existem fluxos ativos e passivos o que faz com que ocorram com o dobro da freqüência que se pensava antes. Os fluxos ativos permitem que as partículas passem com facilidade, formando dutos de energia importantes para a magnetosfera da Terra e os cilindros passivos ofereceriam mais resistência para as partículas que transitam. Os cientistas ainda estão empenhados em descobrir porque os portais se abrem a cada oito minutos e como os campos magnéticos no seu interior se torcem e enrolam.
Fonte: Hypescience.com
 [LiveScience]

Ao redor do Chajnantor - Um panorama de 360 graus

Créditos:ESO/E. Emsellem
O Cerro Chico, com a incrível altitude de 5300 metros acima do nível do mar, é apenas uma pequena montanha nesta majestosa paisagem do Planalto Andino. De fato, seu próprio nome significa apenas “pequena montanha” em espanhol. Contudo, devido a sua posição no planalto do Chajnantor, o topo de Cerro Chico oferece um ponto de vista excelente e de acesso relativamente fácil no qual se pode desfrutar de uma vista estonteante. Esta fotografia panorâmica de 360° está centrada na direção nordeste, onde altos vulcões – a maioria dos quais acima de 5500 metros – são vistos. No centro está o próprio Cerro Chajnantor. À direita, no planalto, está o telescópio Atacama Pathfinder Experiment (APEX) com o Cerro Chascon ao fundo. Mais à direita, a sudeste, o planalto Chajnantor está quase totalmente visível. Além do telescópio APEX, três antenas do Atacama Large Milimeter/submilimeter Array (ALMA) podem ser vistas à direita. Muitas outras foram adicionadas desde que esta foto panorâmica foi tirada. À esquerda do Cerro Chajnantor está Cerro Toco. Mais à esquerda, a noroeste, podemos ver o distinto formato cônico do vulcão Licancabur. No planalto Chajnantor, a 5000 metros de altitude, o ar é tão rarefeito e seco que parece nunca encher os pulmões. Graças a essas condições, a radiação milimétrica e submilimétrica vinda do resto do Universo pode passar pelos resquícios da atmosfera terrestre acima do local, e pode ser detectada do solo com telescópios adequadamente sensíveis, como o ALMA e o APEX. O APEX é uma colaboração entre o Insituto Max Planck de Radio Astronomia (MPIfR), o Observatório Espacial Onsala (OSO) e o ESO. O telescópio é operado pelo ESO. O ALMA, uma instalação astronômica internacional, é uma parceria da Europa, América do Norte e Leste da Ásia em cooperação com a República do Chile. A construção e operação do ALMA são lideradas, em nome da Europa pelo ESO, em nome da América do Norte pelo Observatório Nacional de Radio Astronomia (NRAO), e em nome do Leste da Ásia pelo Observatório Astronômico Nacional do Japão (NAOJ). A Junta do Observatório ALMA (JAO) fornece uma liderança unificada e gerenciamento da construção, funcionamento e operação do ALMA.
Fonte: Cienctec /Eso

A pele de raposa, um unicórnio, e uma árvore de Natal

Créditos de imagem: Rolf Geissinger
O que as seguintes coisas tem em comum, um cone, a pele de uma raposa e uma árvore de natal? Resposta: todas essas coisas ocorrem na constelação do Unicórnio, Monoceros. A imagem acima mostra todas essas feições na região de formação de estrelas catalogada como NGC 2264, a mistura complexa de gás cósmico e poeira localizada a aproximadamente 2700 anos-luz de distância e integra as nebulosas de emissão avermelhadas excitadas pela luz energética proveniente de estrelas recém nascidas com nuvens de poeira interestelar. Onde as nuvens escuras de poeira se localizam próximas das estrelas quentes e jovens, elas também refletem a luz das estrelas, formando uma nebulosidade de reflexão azulada. A imagem acima se espalha por 3/4 de graus ou aproximadamente o tamanho de 1 Lua Cheia e meia, cobrindo 40 anos-luz de diâmetro na distância estimada para a NGC 2264. As interessantes personagens descritas no começo incluem a Nebulosa da Pele da Raposa, que localiza-se na parte superior esquerda da imagem, com a brilhante estrela variável S Mon imersa na névoa azul um pouco abaixo da Pele da Raposa, e a nebulosa do Cone localizada perto do topo da árvore. Claro, as estrelas da NGC 2264 também são conhecidas como aglomerado estelar da Árvore de Natal A forma triangular da árvore delimitada pelas estrelas aparece de lado na imagem acima, com seu ápice na Nebulosa do Cone e com a sua base mais larga centrada perto da estrela S Mon.
Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap120410.html

Apertado e Brilhante

Créditos:ESA / Hubble & NASA
Na imagem acima, feita pelo Telescópio Espacial Hubble das Agências Espaciais NASA e ESA, pôde-se registrar o brilho do centro compacto do objeto conhecido como Messier 70, um aglomerado globular de estrelas. Os quartos são sempre apertados em aglomerados globulares, onde a gravidade mútua mantêm juntas centenas de milhares de estrelas em uma pequena região do espaço. Tendo muitas estrelas brilhantes empilhadas umas sobre as outras desde a nossa perspectiva faz dos aglomerados globulares um alvo popular para observadores amadores e para os cientistas também.

O Messier 70 oferece um caso especial pois ele possui o que se conhece como um núcleo em colapso. Nesses aglomerados, mesmo com mais estrelas esmagadas no centro do objeto do que a média, o brilho do aglomerado aumenta de forma persistente em direção ao centro. As legiões de estrelas em aglomerados globulares orbitam um centro de gravidade comum. Algumas estrelas mantêm órbitas relativamente circulares, enquanto outras rodeiam as franjas do aglomerado. À medida que as estrelas interagem umas com as outras, com o passar do tempo, as estrelas mais leves tendem a aumentar a velocidade e migrarem em direção às bordas do aglomerado, enquanto as estrelas mais pesadas se concentram em órbitas ao redor do centro do aglomerado.

Esse efeito produz os centros mais densos e mais brilhantes característicos dos aglomerados de núcleo colapsado. Aproximadamente um quinto dos mais de 150 aglomerados globulares existentes na Via Láctea possuem o núcleo colapsado. Embora muitos aglomerados globulares vivam nas bordas da galáxia, o Messier 70 tem uma órbita próxima do centro da Via Láctea, aproximadamente a 30000 anos-luz de distância do Sistema Solar. É marcante que o Messier 70 tenha se mantido unido, devdo a grande força gravitacional existente no bulbo da Via Láctea.

O Messier 70 tem somente 68 anos-luz de diâmetro e pode ser visto, de forma apagada, com binóculos nos céus escuros da constelação de Sagittarius, o Arqueiro. O astrônomo francês Charles Messier documentou o objeto em 1780 como sendo o setuagésimo no seu famoso catálogo astronômico. Essa imagem foi obtida com a Wide Field Camera da Advanced Camera for Surveys do Hubble. O campo de visão na imagem acima é de aproximadamente 3.3 por 3.3 arcos de minuto.
Fonte: http://www.spacetelescope.org/images/potw1215a/
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