20 de abr de 2012

Outras cores de Mercúrio

Créditos: NASA / Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory / Carnegie Institution of Washington
Esse mapa sinusoidal de projeção de área igual mostra uma composição colorida do espectro de refletância de Mercúrio observado pelo instrumento MASCS VIRS durante a missão primária da sonda MESSENGER. Os rastros das passagens do VIRS são coloridos em RGB onde a cor vermelha representa o brilho em 575 nm, a cor verde é a razão do brilho pelo infravermelho (415 nm / 750 nm), e a cor azul é a razão do brilho ultravioleta pelo visível (310 nm / 390 nm). Grandes diferenças regionais e áreas locais de interesse se destacam com essas combinações de razões e de valores de brilho que nos dão pistas sobre a composição mineralógica de Mercúrio. Quanto mais jovem os materiais na superfície mais brilhantes eles são em comprimentos de onda da luz visível e menos afetados pelos processo do intemperismo espacial mostrado em vermelho, amarelo e verde. Materiais que possuem uma quantidade relativamente alta de ferro (apesar de ainda serem valores bem baixos se comparados com a Lua e com a Terra) são mostrados em azul. Em locais onde múltiplas passagens do VIRS cobrem a mesma área, a passagem com a melhor iluminação para a interpretação mineralógica (normalmente aquela obtida com o ângulo de incidência mais baixo onde as sombras são minimizadas) foi a escolhida para ser representada no mapa acima.
Fonte: http://messenger.jhuapl.edu

M57: A Nebulosa do Anel

Crédito: Dados da Imagem Compostos - Subaru Telescope (NAOJ), Hubble Legado Arquivo;
Processamento de imagem e adicional - Robert Gendler
Exceto pelos anéis de Saturno, a Nebulosa do Anel, também conhecida como M57 é provavelmente o mais famoso objeto celeste com esse tipo de estrutura. Sua clássica aparência é entendida como sendo devido à nossa perspectiva, ou seja, nós na Terra, estamos olhando diretamente para o centro de uma nuvem de gás brilhante em forma de barril. Mas estruturas expansivas podem também serem vistas além da região central da Nebulosa do Anel nessa intrigante imagem composta com dados do Telescópio Espacial Hubble e do Telescópio Subaru. Logicamente que nesse muito bem estudado exemplo de uma nebulosa planetária, o material brilhante que observamos nada tem a ver com planetas. Ao invés disso o escudo de gás representa as camadas externas expelidas por uma estrela moribunda, que em algum momento de sua vida foi parecida com o Sol e que se localiza no centro da nebulosa. A intensa radiação ultravioleta emitida da quente estrela central, ioniza os átomos no gás. Os átomos de oxigênio ionizados produzem o característico brilho esverdeado e o hidrogênio ionizado se apresenta como a proeminente emissão avermelhada. O anel central da Nebulosa do Anel tem aproximadamente um ano-luz de diâmetro e está localizado a 2000 anos-luz de distância da Terra. Para observar essa bela nebulosa planetária mire seu instrumento para a constelação do céu do norte, de Lyra.
Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap120420.html
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...