23 de mai de 2012

Galeria de Imagens:Imagens com 'pontos turísticos' do Sistema Solar

Imagens feitas por diversos observatórios e satélites da Nasa mostram com detalhes a beleza dos fenômenos naturais nos planetas do sistema solar. Astrônomos do Royal Observatory em Greenwich, Londres, reuniram as fotos como uma coleção das melhores atrações turísticas do Sistema Solar. Esse "guia astronômico" do sistema solar foi usada pelo Royal Observatory para marcar o lançamento da edição 2011 de seu concurso fotográfico Astronomy Photographer of the Year, aberto a astrônomos amadores do mundo inteiro.
Astrônomos do Royal Observatory em Greenwich, Londres, reuniram imagens feitas por diversos observatórios e satélites da NASA para uma coleção do que seriam as melhores 'atrações turísticas' do Sistema Solar. Essa imagem em ultravioleta do Sol, feita pelo Observatório de Dinâmica Solar, mostra as variações de temperaturas de gases no Sol. Foto: NASA

A imagens mostram com detalhes a beleza de fenômenos naturais nos planetas do sistema solar. A lua crescente pode ser vista do horizonte da Terra na foto tirada por um astronauta na Estação Espacial Internacional (ISS), que orbita cerca de 350 quilômetros acima do planeta. Foto: NASA

O pôr-do-sol em Marte, fotografado pela sonda Spirit. A luminosidade acima do sol pode ser vista até duas horas após o anoitecer e a cor avermelhada do céu é explicada pela quantidade de poeira na atmosfera. Crédito: Nasa

Imagem de uma tempestade na superfície de Júpiter feita de uma distância de mais de 2,6 milhões de quilômetros. Crédito: Nasa

A lua Lapetus de Saturno é considerada uma das luas mais estranhas do Sistema Solar. Uma de suas metade é branca e a outra, escura. A foto foi tirada da sonda espacial Cassini em 2007. Crédito: Nasa.

Fotografia infravermelha do hemisfério norte de Saturno tirada pela Cassini em 2007, a uma distância de cerca de 1,4 milhão de km. As cores artificiais usadas representam os químicos diferentes presentes na atmosfera. Crédito: Nasa.

Imagem da lua Titã , a maior de Saturno. Por anos cientistas especularam o que teria abaixo das nuvens que a cobrem. Câmaras da sonda Huygens revelaram em 2005 dunas, montanhas e oceanos de óleo hidrocarbono em sua superfície. Crédito: Nasa

O 'guia astronômico' do sistema solar foi divulgado pelo Royal Observatory para marcar o lançamento da edição 2011 de seu concurso fotográfico Astronomy Photographer of the Year, aberto a astrônomos amadores do mundo inteiro. Essa foto foi feita 1,6 segundo após o impacto de uma sonda enviada para se chocar com um meteoro de 7km de diâmetro. Os cientistas afirmam que a colisão ajuda a compreender a natureza dos meteoros. Crédito: Nasa
Fonte: http://www.bbc.co.uk

NGC 6670, um par de galáxias que se sobrepõem

A NGC 6670 (também conhecida como UGC 11284) e um par de galáxias se sobrepondo e interagindo e que são vistas de lado desde a Terra. As galáxias envolvidas nessa interação são a NGC 6670E e a NGC 6670W separadas por apenas 50000 anos-luz de distância e localizadas a 400 milhões de anos-luz na constelação de Pavo, lembrando um golfinho pulando ou uma libélula com as asas dobradas. Mesmo, apesar de não se identificar nenhuma feição de maré opticamente identificada, os astrônomos detectaram uma cauda de H I de aproximadamente 295000 anos-luz de comprimento, o que sugere que as galáxias estão interagindo e que já experimentaram uma aproximação. As galáxias foram perturbadas por uma interação. Em particular a NGC 6670E parece ter sido quase que destruída. As observações mostram que a aproximação prévia entre as galáxias tiveram um grande impacto e que elas estão agora nos estágios iniciais de uma segunda interação. Mesmo pensando que a NGC 6670 esteja ainda nos estágios iniciais de uma interação, os astrônomos descobriram evidências de explosões de estrelas. A NGC 6670 brilha no infravermelho com uma luminosidade mais de cem bilhões de vezes maior que a luminosidade do nosso Sol.
Fonte: http://annesastronomynews.com

Astrônomos amadores ajudam ESA a buscar asteroides

Em parceria feita com programa educativo da Grã-Bretanha, a agência europeia vai usar dados de observadores amadores em seu programa de caça de asteroides
O Optical Ground Station (OGS), telescópio da ESA localizado em Tenerife é o principal responsável pelas observações do programa de busca de asteróides da agência europeia, o SSA. (ESA) Fonte: veja.abril.com.br
A Agência Espacial Europeia (ESA) vai complementar seu programa de busca de asteroides com observações feitas por astrônomos amadores a partir deste mês. Com a parceria recentemente firmada entre a agência e o Projeto Faulkes, astrônomos amadores vão contribuir na observação e identificação de asteroides que podem trazer ameaças ao planeta Terra. Para estudar e catalogar asteroides e a ameaça que eles podem causar, a ESA criou o programa Space Situational Awareness (SSA), cujas observações são feitas autalmente a partir de um telescópio da agência europeia localizado em Tenerife, nas Ilhas Canárias, arquipélago que pertence à Espanha. De acordo com cientistas, as tentativas em detectar e catalogar asteroides enfrentam grandes dificuldades: eles são corpos escuros que chegam muito perto antes que qualquer pessoa possa vê-los. Geralmente aparecem uma única vez e logo depois desaparecem antes que a descoberta possa ser confirmada.  "Nossa nova cooperação com a ESA é uma grande oportunidade. O uso de telescópios de 2 metros de diâmetro, um no Havaí e outro em Siding Spring, na Austrália, vai melhorar muito a busca por asteroides, permitindo a detecção de objetos no espaço a partir de uma rede global de telescópios", diz Nick Howes, astrônomo amador gerente do programa do Telescópio Faulkes.
Howes destaca ainda a importância educacional da parceria. "Para estudantes europeus, colaborar com atividades da ESA e talvez detectar novos asteroides é muito atraente. É trabalhar com uma das grandes agências espaciais fazendo trabalho científico crítico."

Emissão de alertas - O objetivo do SSA é, ao observar e detectar asteroides, desenvolver serviços e infraestrutura que possam produzir alertas de impactos para diminuir possíveis danos e gerar respostas para a sociedade civil.
Crowsourcing em alta na comunidade astronômica - O crowdsourcing, ou uso de fontes externas, não é exclusividade da ESA. Em meados de abril, a Agência Espacial Americana (Nasa) lançou o programa Target Asteroids! que vai usar dados de observações feitas por amadores para complementar seu programa de busca por asteroides, o Origins Spectral Interpretation Resource Identification Security - Regolith Explorer (OSIRIS-REx).

Saiba Mais
Projeto Faulkes

O Projeto Telescópio Faulkes é formado por dois telescópios ópticos de 2 metros de diâmetro, localizados em dois observatórios (um no Havaí, outro na Austrália), que se dedicam a projetos de educação para estudantes de escolas europeias.
Fonte: veja.abril.com.br

Como molda a natureza o nascimento das estrelas

Usando a última palavra em simulações de computador, uma equipe de astrómos da Universidade de Bona, Alemanha, encontrou a primeira evidência de que o modo como as estrelasestrela. Uma estrela é um objecto celeste gasoso que gera energia no seu núcleo através de reacções de fusão nuclear. Para que tal possa suceder, é necessário que o objecto possua uma massa superior a 8% da massa do Sol. Existem vários tipos de estrelas, de acordo com as suas temperaturas efectivas, cores, idades e composição química.se formam depende do seu ambiente de nascimento. A equipa publicou os seus resultados no Monthly Notices da Royal Astronomical Society.

A Nebulosa do Pelicano

Contribuição de Albert Barr de Fort Lauderdale, Florida
A bela Nebulosa do Pelicano (IC 5070) localiza-se a 1.5˚ a oeste-sudoeste de sua vizinha maior, a Nebulosa da América do Norte (NGC 7000). O Pelicano não é muito brilhante ou fácil de se ver, mas é espetacular quando é imageado. Para ver a forma distinta desse objeto, use no mínimo um telescópio com 6 polegadas de abertura e com uma ocular que dê um aumento de 100x. Um filtro de nebulosa como um Oxygen-III (OIII) ajudará um pouco. Enquanto imagens sem filtro da NGC 7000 pode mostrar detalhes, o mesmo não pode ser dito sobre a Nebulosa do Pelicano. Você não conseguirá ver o Pelicano a olho nu. A imagem acima foi feita com um telescópio Takahashi FSQ-106 de 4 polegadas em f/5, usando uma câmera Starlight Xpress SX-H16 CCD, a imagem acima foi feita com filtros hidrogênio-alfa/RGB com exposições de 200, 60, 60 e 60 minutos respectivamente.
Fonte: http://www.astronomy.com
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