28 de ago de 2012

As 10 missões espaciais mais importantes em atividade


Em menos de cinco anos, o homem terá enviado sondas para todos os planetas do Sistema Solar, pousado em um asteróide pela primeira vez e dado um importante passo para uma viagem tripulada a Marte. Confira as missões espaciais responsáveis por essas e outras conquistas.
MSL (Lançamento: 2011) - Esta é a missão da vez. A mais sofisticada sonda que pousou em Marte, o jipe-robô Curiosity, procurará indícios de condições favoráveis à vida, a partir da análise de minerais argilosos (formados com água) identificados por lá. Também coletará dados para uma futura missão tripulada. Divugação/NASA/JPL-Caltech
 
MRO (Lançamento: 2005) - Com as fotos de altíssima resolução tiradas por esta sonda a partir da órbita de Marte, informações inéditas sobre a superfície e atmosfera marcianas possibilitaram aos cientistas encontrarem lugares para pousos futuros, como o do robô Curiosity na Cratera Gale (foto). Divulgação/NASA/JPL-Caltech/ASU/UA
 
MESSENGER (Lançamento: 2004) - A primeira sonda a orbitar Mercúrio demorou 6 anos e meio para chegar ao menor planeta do Sistema Solar. Desde então, a missão vem cumprindo o feito inédito de mapear toda a superfície do planeta - ela já nos enviou quase 100 mil fotos em alta resolução. Divulgação/Nasa/JHUAPL
 
Cassini-Huygens (Lançamento: 1997) - Com o objetivo de estudar Saturno, seus anéis e suas luas, o projeto tem duas sondas: Cassini Orbiter, que em 2004 se tornou a primeira espaçonave a orbitar o planeta; e Huygens, que em 2005 pousou na superfície de Titã, a maior das 60 luas de Saturno - outro feito inédito. Divulgação/Nasa/JPL/Craig Attebery/
 
Venus Express (Lançamento: 2005) - Vai estudar a atmosfera e as nuvens venusianas com precisão sem precedentes. A sonda demorou 'apenas' 5 meses para chegar à órbita de Vênus, que, apesar de ter tamanho e composição química semelhantes às da Terra, evoluiu de maneira diferente. Esta missão está nos ajudando a descobrir o porquê. Divulgação/ESA/AOES Medialab
 
Juno (Lançamento: 2011) - Quando entrar na órbita de Júpiter em 2016, a sonda vai estudar como o gigante gasoso se formou, mapeando sua atmosfera e os campos gravitacional e magnético. A nave usa o chamado impulso gravitacional (a gravidade exercida pela Terra) para acelerar e viajou a distância entre a Terra e a Lua (402 mil km) em apenas um dia.Divulgação/NASA/JPL
 
New Horizons (Lançamento: 2006) - Esta sonda pesquisará o longínquo e pequeno Plutão, que tem apenas 66% do diâmetro da Lua. Em 2015, a missão fará história ao sobrevoar o planeta, após percorrer os quase 5 bilhões de quilômetros que nos separam. A sonda também estudará os confins do Sistema Solar e os misteriosos objetos ali existentes.Divulgação/NASA/JHUAPL
 
Rosetta (Lançamento: 2004) - Esta sonda tem um objetivo inédito: pousar em um cometa. Quando vencer os 790 milhões de quilômetros e finalmente encontrar o Cometa 67P em 2014, a nave europeia irá lançar o módulo Philae para pousar no núcleo de gelo do cometa e estudar a origem destes objetos e suas implicações com a origem do Sistema Solar. Divulgação/ESA / AOES Medialab
 
Dawn (Lançamento: 2007) - Quais são as condições para a formação e evolução dos planetas? É a esta pergunta que a missão americana está tentando responder ao visitar os dois maiores protoplanetas do Cinturão de Asteroides: Vesta e Ceres. A sonda atualmente se encontra na órbita do asteroide Vesta e deve chegar a Ceres em 2015. Divulgação/NASA/McREL
 
Voyager 1 e 2 (Lançamento: 1977) - Esta é a missão mais longa em atividade no espaço. Voyager 1 é o artefato produzido pelo homem mais distante da Terra e está prestes a sair do Sistema Solar. Uma curiosidade: ambas carregam um disco com sons e imagens da Terra selecionados por uma comissão presidida por Carl Sagan. Vai que...Divulgação/NASA/JPL-Caltech
Fonte: super.abril.com.br

E se...Abrir um buraco negro no planeta ?


É possível que isso aconteça logo, durante experimentos dentro do maior acelerador de partículas do mundo. O Grande Colisor de Hadrons (LHC, na sigla em inglês) é um túnel redondo, de 27 quilômetros de circunferência, enterrado 100 metros debaixo da terra na fronteira da Suíça com a França. Lá dentro, cientistas estão acelerando feixes de prótons, as partículas positivas do núcleo atômico, a 99,99% da velocidade da luz em direções opostas, para que se choquem. O resultado são 40 milhões de trombadas por segundo – que podem gerar, entre outras coisas, buracos negros. Mas não estamos falando daqueles corpos celestes enormes, com densidade tão intensa que engolem tudo o que estiver ao seu redor, inclusive a luz. Os buracos negros criados por humanos são realmente minúsculos.  “Um buraco negro produzido no LHC não danificaria a Terra ou as pessoas”, diz Michelangelo Mangano, físico do Cern, centro de pesquisa onde o LHC está instalado.

 Ele, na verdade, não teria nem tamanho suficiente para fazer mal a alguém: mediria apenas 10-16 centímetros, algo milhões de vezes menor que um grão de areia. Além disso, não viveria mais de 0,00...1 segundo (para ser preciso, são 27 zeros depois da vírgula), porque, como todos os outros buracos negros, emitiria radiação e evaporaria. Como essas eventuais criaturas do LHC seriam sempre minúsculas e sua energia, irrisória, sua vida também não passaria de um momento instantâneo. Mas vamos supor que ele, em vez de evaporar, se mantenha estável. Aí o buraco pode devorar a terra? A resposta é não de novo. Nosso miniburaco negro teria sido criado quase à velocidade da luz (300 mil quilômetros por segundo) e continuaria a passear nesse ritmo se não desaparecesse. Assim, em menos de 1 segundo, ele atravessaria as paredes do acelerador e se afastaria da terra, em direção ao espaço. A única maneira de ele permanecer por aqui é se sua velocidade for reduzida a 15 quilômetros por segundo. Vamos supor que isso aconteça também.

Aí sim: por causa da gravidade, ele caminharia para o centro da terra. Mas continuaria sendo ínfimo e nada perigoso. Para que virasse uma ameaça, seria preciso ganhar massa e crescer, e isso só aconteceria se nosso buraco negro começasse a engolir muita matéria. O problema é que quem tem o tamanho de um próton passa facilmente pelo interior da terra sem trombar em nada – não parece, mas o mundo ultramicroscópico é quase todo formado por vazio. Na verdade, ele só encontraria um próton para somar à sua massa a cada 30 minutos a 200 horas de passeio. Ou seja, poderia demorar até 8 dias! Aí complica: “Para o buraco negro chegar a ter 1 miligrama, levaria mais tempo do que a idade atual do Universo”, diz o físico Alexandre Suaide, da USP. Assim, mesmo que o buraco negro criado no Cern não evaporasse e não fugisse para o espaço, ele não conseguiria crescer o suficiente para se tornar uma ameaça a tempo de acabar com o planeta. Sem falar que o mundo acaba antes disso: em 5 bilhões de anos, quando o Sol explodir.

Mas e se... um buraco negro vindo do espaço caísse na terra?

Bom, ele não “cairia” aqui. A Terra é que cairia nele. Um buraco negro do tamanho de uma bola de pingue-pongue teria uma massa maior que a do nosso planeta, então iria atraí-lo. E a Terra começaria a orbitar o buraco. O primeiro sintoma para nós seria o fim dos dias e noites do jeito que conhecemos. Quanto mais rápido a Terra girasse em volta dele, menos iriam durar os dias e as noites. Depois, continuaríamos sendo puxados pelo buraco negro, nos aproximando dele num caminho em forma de espiral. Quando a Terra chegasse à borda do buraco, a atração num lado seria tão maior que no outro que o planeta arrebentaria. E a matéria que antes formava a Terra ficaria toda esticada, até se transformar em uma nuvem comprida e enrolada ao redor do buraco. Antes de ser tragado, o ex-planeta acabaria com um formato mais ou menos parecido com o da nossa galáxia, que, por sinal, está agora mesmo girando em volta de um buraco negro – só que um dos grandes, que pode ter um diâmetro quase 130 vezes maior que o do Sol.
Fonte: Super Abril.com.br

O planeta vovô da Via Láctea

Com 13 bilhões de anos, o planeta mais velho da nossa galáxia tem quase o triplo da idade da Terra. Sua descoberta muda a escala de tempo da história dos planetas

Muito tempo antes de a Terra ter-se formado, há cerca de 4,5 bilhões de anos, surgiu o planeta mais antigo já identificado na nossa galáxia. Ainda sem nome, esse planeta se encontra na Vila Láctea num aglomerado globular de estrelas conhecido como M4, na constelação de Escorpião, a 7 200 anos-luz. Estima-se que ele tenha surgido há 13 bilhões de anos – “apenas” 1 bilhão de anos depois do Big Bang, a violenta explosão que deu origem ao Universo. A descoberta foi anunciada pela Nasa, a agência espacial americana, em julho de 2003. Mas as especulações sobre a existência desse planeta começaram em 1988, quando foi identificado no aglomerado M4 o pulsar catalogado como PSR B1620-26.

Pulsar é uma estrela de pequena dimensão, com intenso campo magnético e que gira extremamente rápido em torno do seu eixo – no caso do PSR B1620-26, ele gira cerca de 100 vezes por segundo e emite pulsos de ondas eletromagnéticas. Os astrônomos notaram irregularidades no pulsar que sugeriam a existência de um outro corpo celeste, além das duas estrelas verificadas. A dúvida era se esse terceiro corpo era um planeta ou outra estrela. Depois de analisar imagens fornecidas pelo telescópio Hubble, os cientistas da Nasa conseguiram estimar que o objeto tem 2,5 vezes a massa de Júpiter (o maior planeta do sistema solar) e concluir que se tratava, sim, de um planeta.

Em comparação com a Terra, que é um planeta de terceira geração, o planeta descoberto pertence à primeira geração. Isso significa que ele orbita uma das primeiras estrelas formadas após o Big Bang. O velho planeta possui uma improvável e acidentada vizinhança: está na órbita de um peculiar par de estrelas mortas no núcleo de um aglomerado com mais de 100 000 estrelas. A descoberta fornece evidências de que os primeiros planetas surgiram “rapidamente”, ou seja, em menos de um bilhão de anos após o Big Bang. Portanto, podem ser muito mais abundantes do que até então se acreditava. O planeta vovô não deve ter uma superfície sólida semelhante à da Terra, apenas gasosa. Por ter-se formado nos primórdios da vida do Universo, provavelmente não possui quantidade abundante de elementos como carbono e oxigênio. Por essas razões, é muito pouco provável que possa abrigar vida como conhecemos na Terra.

Os aglomerados globulares de estrelas, como o M4, são deficientes em elementos pesados. Por isso, alguns astrônomos acreditavam que eles não poderiam conter planetas. A descoberta do planeta mais antigo da Via Láctea obrigou os cientistas a reverem suas posições. Mais do que isso: encontrar um planeta com mais que o dobro da idade da Terra muda a escala de tempo com que estávamos acostumados a pensar a formação dos planetas e amplia as chances de existirem, na nossa galáxia e em todo o Universo, outros astros com características parecidas com as do nosso planeta.

MUNDO PEQUENO
O conhecimentodo Universo se ampliou apartir do século 17. O mundo já foi bem menor do que é hoje – pelo menos na cabeça do homem. À medida que avançou seu conhecimento sobre o cosmos, as fronteiras do Universo foram se ampliando. Até o início do século 17, o mundo conhecido era formado por apenas oito “planetas”: Terra, Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno, além das estrelas. Achava-se que a Terra era o centro do Universo. Era a teoria geocentrista, do astrônomo grego Cláudio Ptolomeu. Em 1633, o italiano Galileu Galilei foi condenado pela Inquisição por postular que a Terra girava ao redor do Sol. Só no final do século 17 foi aceita a teoria do astrônomo polonês Nicolau Copérnico de que a Terra e outros planetas giram em torno do Sol. A essa altura, o número de corpos celestes conhecidos havia mais que dobrado, para 17. Já no século 19, o número de corpos conhecidos no sistema solar aumentou com a descoberta dos asteróides (até 1899, já eram conhecidos 464). No início do século 20, os astrônomos descobriram que o Sol é apenas uma dentre bilhões de estrelas da Via Láctea e que ele está longe do centro da galáxia. Em 1999, dados do telescópio Hubble permitiram estimar que o Universo é formado por, no mínimo, 125 bilhões de galáxias – um vasto mundo que permanece praticamente desconhecido para nós.

O impacto da descoberta
A existência de um planeta formado menos de 1 bilhão de anos depois do Big Bang leva à conclusão de que pode haver muito mais planetas na nossa galáxia – e no Universo – do que se imaginava.
Fonte:super abril

Exomars

Além dos EUA, a Europa também tem investido em pesquisas espaciais, principalmente, sobre o planeta Marte. Nos anos 2000, a Agência Espacial Europeia planejou o lançamento da sonda ExoMars, uma missão não tripulada ao planeta Marte. A ExoMars compreende o Programa Aurora, cuja sonda deveria ser lançada em 2011 e alcançar o planeta vermelho em 2013. Porém, em virtude da crise europeia e problemas de financiamento do empreendimento causaram atraso no projeto espacial. O primeiro adiamento reavaliou o lançamento para 2016.
 
A ESA (Agência Espacial Europeia) contará com a ajuda da Nasa. A ExoMars é formada por um orbitador e por um robô, no projeto o orbitador seria capaz de alcançar o planeta Marte, orbitar a atmosfera e, ao mesmo tempo, lançar o módulo até o solo marciano. Apesar de contar com a ajuda da Nasa, em virtude de ajustes no orçamento dos projetos espaciais dos EUA, a Nasa passou a limitar ajuda financeira ao projeto. Por outro lado, o projeto do ExoMars passou a receber colaborações da Rússia.

A Rússia tornou-se responsável por mais da metade do projeto que foi adiado novamente para 2018, segundo contrato firmado entre a agência Roskosmos e a Agência Espacial Europeia. Desde o mês de fevereiro de 2012, o projeto ExoMars passou a ser russo-europeu depois da recusa de ajuda financeira por parte dos EUA. Sem a ajuda norte-americana, a missão ExoMars não utilizaria mais os foguetes americanos Atlas 5, mas os russos Proton. Entre 2016 e 2018, a previsão é lançar o EDM (Entry, Descent and Landing Demonstrator Module) utilizado para demonstração de aterrizagem e o módulo (Trace Gas Orbiter).

O EDM permitirá à Agência Europeia aperfeiçoar novas tecnologias relativas à entrada na atmosfera marciana, antes aprimoradas por meio de sondas russas e norte-americanas. O projeto também contará com o auxílio dos cientistas russos para os cálculos de demonstrador de aterrizagem. O demonstrador irá com sensores de vigilância de descida e aterrizagem, além de detector de neutrões para o estudo da distribuição de água no subsolo de Marte à profundidade de 1 metro.
Fonte: Infoescola.com

Curiosity envia incrível imagem em alta-resolução do Monte Sharp

Um capítulo da história geológica de Marte está à vista neste postal enviado pelo rover Curiosity. A imagem mostra a base do Monte Sharp, o destino científico eventual do rover.Crédito: NASA/JPL-Caltech/MSSS

Que vista! Esta foto, publicada ontem, é uma composição em alta-resolução do objectivo final do Curiosity: os flancos estratificados do alto pico central com 5,5 km da Cratera Gale, o Monte Sharp (ou Aeolis Mons). A composição foi feita com duas imagens, uma obtida com a lente de 100mm e outra com a grande angular de 34mm da Mastcam, que serviram como teste de calibração. Mostra uma cena de colinas que sofreram erosão e ravinas numa montanha, com camadas geológicas claramente expostas.  "Esta é uma área no Monte Sharp que o Curiosity irá percorrer," afirma Michael Malin, investigador principal da Mastcam, do MSSS (Malin Space Science Systems) em San Diego, no estado americano da Califórnia. "Aquelas camadas são o nosso objectivo final.
 
O escuro campo de dunas está entre nós e aquelas camadas. Em frente da areia escura vemos areia mais avermelhada, com uma composição diferente sugerida pela sua cor. As rochas no pano da frente mostram diversidade -- algumas são redondas, outras mais angulares, e contam histórias diferentes. Este é um local muito rico em termos geológicos para observar e eventualmente estudar de perto." A região repleta de gravilha no pano da frente é a área de aterragem imediata do Curiosity. O chão depois decai para uma depressão, e sobe no limite de uma cratera delineada por rochas maiores. Mais distante, a cerca de 3,7 km, estão os campos de dunas compostas por material mais escuro, e a base do Monte Sharp começa a crescer a cerca de 5,5 km de distância. Um ampliação de uma grande rocha na base de um pequeno monte de terra mostra que tem o mesmo tamanho que o Curiosity (que é grande em comparação com uma pessoa ou com os rovers anteriores).

Versão anotada da imagem obtida com a câmara de 100mm da Mastcam acoplada ao Curiosity.Crédito: NASA/JPL-Caltech/MSSS


O monte rochoso mesmo por trás do pedregulho nesta imagem mede cerca de 300 metros de diâmetro e cerca de 100 metros de altura. As cores foram modificadas para melhor se discernir as formações terrestres e as diferenças nos materias superficiais.
Uma pequena viagem na Segunda-feira colocou o Curiosity directamente sobre uma das zonas "vasculhadas" pelos motores do guindaste espacial, que expeliram alguns centímetros de cascalho e expuseram a rocha por baixo. Os investigadores planeiam usar o instrumento que dispara neutrões a bordo do rover para procurar moléculas de água embebidas nos minerais deste alvo parcialmente escavado. Durante a conferência de imprensa, a equipa anunciou os resultados de um teste do instrumento SAM (Sample Analysis at Mars) do Curiosity, que pode medir a composição das amostras da atmosfera, de rocha triturada e solo. Era esperado que houvesse ainda algum ar atmosférico da Terra dentro do instrumento, por isso a diferença em pressão em ambos os lados das pequenas bombas levaram a que os operadores do SAM não expelissem este ar terrestre como precaução. As bombas funcionam, e fizeram então uma análise química da amostra de ar terrestre.

"Como teste do instrumento, os resultados são uma linda confirmação da sensibilidade em identificar os gases presentes," firma Paul Mahaffy, investigador principal do SAM no Centro Aeroespacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado americano de Maryland. "Estamos muito contentes com este teste e ansiamos nos próximos dias obter dados de Marte." O Curiosity já enviou mais dados da superfície marciana do que todos os rovers anteriores da NASA combinados. "Temos uma rede internacional de telecomunicações que transmitem os dados do Curiosity," afirma Chad Edwards do JPL, líder de telecomunicações do Programa de Exploração de Marte da NASA. "O Curiosity dispõe de uma maior largura de banda porque usamos uma nova técnica que ajusta a sua velocidade de transmissão." O Curiosity aterrou há 3 semanas em Marte, numa missão principal com a duração de dois anos. Vai usar 10 instrumentos para determinar se a área seleccionada já teve condições ambientais favoráveis para a vida microbiana.
Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/

Nuvens coloridas Perto Rho Ophiuchi

Crédito da imagem e Direitos Autorais: Tom O'Donoghue
Por que o céu perto da estrela Antares e Rho Ophiuchi é tão colorido? As cores resultam de uma grande mistura de objetos e processos que ali ocorrem. A fina poeira iluminada pela frente a partir da luz estelar produz as nebulosas de reflexão azuis. As nuvens de gases que têm seus átomos excitados pela radiação ultravioleta produzem nebulosas de emissão. As nuvens de poeira iluminadas por trás bloqueiam a passagem da luz e por isso aparecem escuras. Antares, uma estela do tipo super gigante vermelha e uma das estrelas mais brilhantes do céu noturno ilumina as nuvens amarelo avermelhadas na parte central inferior da imagem. A estrela Rho Ophiuchi localiza-se no centro da nebulosa azul perto da parte superior da imagem. O distante aglomerado globular M4 é visível um pouco a direita da estrela Antares e para a parte inferior esquerda da nuvem vermelha engolfando a estrela Sigma Scorpii. Essas nuvens estelares são na verdade mais coloridas do que nós humanos podemos ver, emitindo luz através de todo o espectro eletromagnético.
Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap120828.html
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