14 de dez de 2012

Galeria de Imagens: Imagens Astronomicas do ESO 2

 O ESO é a principal organização intergovernamental em astronomia na Europa e o observatório astronômico mais produtivo do mundo. O ESO opera em três locais no Chile — La Silla,Paranal e Chajnantor — em prol dos seus quinze países membros. O ESO está construindo o ALMA em conjunto com parceiros internacionais, e está planejando o European Extremely Large Telescope.

A Nebulosa Ómega
Esta imagem da Nebulosa Ómega, obtida pelo Very Large Telescope do ESO (VLT) é uma das imagens mais nítidas deste objeto, captada a partir do solo. A imagem mostra as regiões centrais cor de rosa e brumosas desta famosa maternidade de estrelas e revela com um detalhe extraordinário a paisagem cósmica composta por nuvens de gás, poeira e estrelas recém-nascidas. O gás colorido e a poeira escura da Nebulosa Ómega servem de matéria prima na criação da próxima geração de estrelas. Nesta região particular da nebulosa, as estrelas mais jovens - brilhando de forma ofuscante em tons branco-azulados - iluminam todo o conjunto. As zonas de poeira da nebulosa, semelhantes a brumas, contrastam visivelmente com o gás brilhante. As cores vermelhas dominantes têm origem no hidrogénio, que brilha sob a influência da intensa radiação ultravioleta emitida pelas estrelas quentes jovens.Créditos:ESO
 
   Nebulosa Helix
O telescópio VISTA do ESO instalado no Observatório do Paranal no Chile, obteve esta bela imagem da Nebulosa Helix. Esta fotografia tirada no infravermelho revela filamentos de gás frio nebular, que seriam invisíveis em imagens obtidas no óptico, ao mesmo tempo que nos mostra um fundo rico em estrelas e galáxias. A Nebulosa Helix é um dos mais próximos e interessantes exemplos de nebulosas planetárias. Situa-se na constelação do Aquário, a cerca de 700 anos-luz de distância. Este estranho objeto formou-se quando uma estrela como o Sol se encontrava na fase final da sua vida. Incapaz de manter as camadas exteriores, a estrela libertou lentamente conchas de gás que formaram a nebulosa, estando agora a transformar-se numa anã branca, que se observa no centro da imagem como um pequeno ponto azul. Créditos:ESO

Uma Bolsa de Formação Estelar
Esta nova imagem mostra uma maternidade estelar chamada NGC 3324. Foi obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2.2 metros instalado no Observatório de La Silla no Chile. A intensa radiação ultravioleta emitida por várias das estrelas jovens quentes da NGC 3324 escavou uma cavidade no gás e poeira circundantes e faz com que a nuvem de gás brilhe com cores vivas. A NGC 3324 está situada na constelação austral de Carina (a quilha do navio Argo de Jason), a cerca de 7500 anos-luz de distância da Terra. Encontra-se nos arredores norte do ambiente caótico da nebulosa Carina, a qual se viu esculpida por muitas outras bolsas de formação estelar (eso0905). Um depósito rico em gás e poeira na região da NGC 3324 deu origem a formação estelar intensa nessa zona há vários milhões de anos atrás e levou à formação de várias estrelas muito grandes e quentes, as quais se podem observar bem destacadas nesta nova imagem. Créditos:ESO

Nebulosa Carina
 Essa imagem captada pelo VLT no infravermelho é a mais detalhada conseguida até agora da Nebulosa Carina, uma maternidade estelar. Muitas estruturas previamente escondidas e espalhadas pela espetacular paisagem celeste de gás, poeira e estrelas jovens, são agora visíveis. Esta é uma das imagens mais extraordinárias obtidas pelo VLT. No coração profundo da Via Láctea, a sul, encontra-se a maternidade estelar chamada Nebulosa Carina. Situa-se a cerca de 7500 anos-luz de distância da Terra na constelação Carina (a Quilha). Esta nuvem de gás e poeira brilhante é uma das incubadoras de estrelas de grande massa mais próximas da Terra, incluindo várias das estrelas mais brilhantes e de maior massa que se conhecem. Uma delas, a misteriosa e altamente instável Eta Carinae, foi a segunda estrela mais brilhante no céu durante vários anos, por volta de 1840 e irá provavelmente explodir como uma supernova num futuro próximo, em termos astronómicos. A Nebulosa Carina é um laboratório perfeito para estudarmos os nascimentos violentos e as vidas iniciais das estrelas. Créditos:ESO
 
 Nnuvens escuras no Touro
Essa imagem do telescópio APEX (Atacama Pathfinder Experiment), situado no Chile, mostra um filamento sinuoso de poeira cósmica com mais de dez anos-luz de comprimento. No seu interior estão escondidas estrelas acabadas de nascer e nuvens densas de gás preparam-se para colapsar e formar ainda mais estrelas. Esta é uma das regiões de formação estelar mais próximas de nós. Os grãos de poeira cósmica são tão frios que são necessárias observações no comprimento de onda do milímetro, tais como estas obtidas com a câmara LABOCA montada no APEX, para podermos detectar o seu brilho ténue. A nuvem molecular do Touro, na constelação do Touro, situa-se a cerca de 450 anos-luz de distância. Esta imagem mostra duas partes de uma estrutura filamentar muito comprida na nuvem, conhecidas como Barnard 211 e Barnard 213. Os nomes vêm do atlas fotográfico de “marcas escuras do céu” compilado por Edward Emerson Barnard no início do século XX. No visível estas regiões aparecem como tiras escuras, sem estrelas. Barnard argumentou de forma correta que esta aparência se devia a “matéria obscurante no espaço”.Créditos:ESO

  Um encontro de galáxias
O VLT Survey Telescope (VST), instalado no Observatório do Paranal do ESO, no Chile, obteve imagens de um conjunto de galáxias em interação no enxame de galáxias de Hércules. A nitidez da nova imagem e as centenas de galáxias obtidas com grande detalhe em menos de três horas de observação, mostram bem a grande capacidade do VST, e da sua enorme câmara OmegaCAM, para explorar o Universo próximo. O enxame de galáxias de Hércules (também conhecido como Abell 2151) situa-se a cerca de 500 milhões de anos-luz de distância na constelação de Hércules. Este enxame é claramente diferente de outras associações de galáxias próximas. Para além de apresentar uma forma bastante irregular, o enxame contém uma grande variedade de tipos de galáxias, em particular galáxias espirais jovens que se encontram a formar estrelas, não se observando nenhuma galáxia elíptica gigante.Créditos:ESO

As profundezas do Cosmos
O telescópio VISTA do ESO criou a maior imagem de campo profundo do céu no infravermelho. Esta nova imagem de uma zona vulgar do céu foi obtida no âmbito do rastreio UltraVISTA e revela-nos mais de 200 000 galáxias. É apenas uma parte de uma enorme coleção de imagens completamente processadas de todos os rastreios VISTA, que foram postas à disposição de todos os astrónomos do mundo pelo ESO. O UltraVISTA é um baú do tesouro que está a ser utilizado no âmbito do estudo de galáxias distantes no Universo primordial, assim como em muitos outros projetos científicos. O telescópio VISTA do ESO foi apontado repetidamente à mesma zona do céu para que acumulasse lentamente a radiação muito fraca emitida pelas galáxias mais distantes. Para criar esta imagem foram combinadas um total de mais de seis mil exposições separadas, correspondentes a um tempo de exposição efetivo total de 55 horas, obtidas através de cinco filtros de cor diferentes. Esta imagem do rastreio UltraVISTA é a mais profunda alguma vez obtida no infravermelho para uma região do céu deste tamanho. Créditos:ESO

Um enxame dentro dum enxame
Esta nova imagem, obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2.2 metros, instalado no Observatório de La Silla, no Chile, mostra o enxame estelar NGC 6604. Este enxame é muitas vezes ignorado devido ao seu vizinho próximo, mais proeminente, a nebulosa da Águia. No entanto, o enquadramento desta imagem, que coloca o enxame estelar no meio de uma paisagem de nuvens de gás e poeira, mostra como o NGC 6604 é, por direito próprio, um objeto bonito. O NGC 6604 é o grupo brilhante que se encontra mais para cima e para a esquerda na imagem. É um enxame estelar jovem que é, na realidade, a parte mais densa de uma associação mais dispersa que contém cerca de uma centena de estrelas brilhantes azuis-esbranquiçadas. A figura mostra igualmente a nebulosa associada ao enxame - uma nuvem de gás de hidrogénio brilhante chamada Sh2-54 - assim como nuvens de poeira.Créditos:ESO

Poeira Cósmica próximo do Cinturão de Orion
Uma nova imagem da região que rodeia a nebulosa de reflexão Messier 78, situada mesmo a norte do Cinturão de Orion, mostra nuvens de poeira cósmica entrelaçadas na nebulosa tal qual um colar de pérolas. As observações, obtidas com o Atacama Pathfinder Experiment (APEX), utilizam o brilho de calor dos grãos de poeira interestelar para mostrar aos astrónomos onde é que novas estrelas se estão a formar. A poeira pode parecer algo aborrecido e sem interesse - a superfície suja que esconde a beleza de um objeto. Mas esta nova imagem da Messier 78 e seus arredores, que nos revela a radiação milimétrica-submilimétrica dos grãos de poeira no espaço, mostra que a poeira pode ser algo fascinante. A poeira é importante para os astrónomos, já que é em nuvens densas de gás e poeira que se dá precisamente o nascimento de novas estrelas. Créditos:ESO

“Bola” de estrelas 

Uma nova imagem de Messier 55, obtida com o telescópio de rastreio infravermelho VISTA, mostra dezenas de milhares de estrelas muito juntas tal qual um enxame de abelhas. Para além de estarem todas confinadas num espaço relativamente pequeno, estas estrelas encontram-se também entre as mais velhas do Universo. Os astrónomos estudam o Messier 55 e outros objetos antigos, chamados enxames globulares, no intuito de compreenderem como é que as galáxias evoluem e as estrelas envelhecem. Os enxames globulares mantêm-se unidos numa forma esférica compacta por efeito da gravidade. No Messier 55, as estrelas encontram-se muito próximo umas das outras: encontramos aproximadamente uma centena de milhar de estrelas contidas numa esfera com um diâmetro de cerca de 25 vezes a distância entre o Sol e o sistema estelar mais próximo, Alfa Centauri.Créditos:ESO

Nebulosa do Haltere em Infravermelho

Créditos: NASA / JPL-Caltech / Harvard-Smithsonian CfA
A Nebulosa do Haltere, também conhecida como Messier 27, aparece na imagem acima feita pelo Telescópio Espacial Spitzer da NASA bombeando luz infravermelha. A nebulosa recebeu esse nome devido à sua semelhança com halteres quando observada através da luz visível. Ela foi descoberta em 1764 por Charles Messier, que a incluiu como sendo a entrada de número 27 em seu famoso catálogo de objetos nebulosos. Apesar dele não ter esse conhecimento na época da descoberta, essa foi a primeira de uma classe de objetos, agora conhecidos como nebulosas planetárias, a fazer parte do seu catálogo. As nebulosas planetárias foram assim denominadas devido à sua semelhança com os planetas gigantes gasosos, quando observadas através de telescópios pequenos, mas agora, já se sabe, que na verdade, elas são a parte remanescente das estrelas que uma vez foram parecidas com o Sol. Quando estrelas parecidas com o Sol morrem, elas expelem suas camadas gasosas externas. Essas camadas são aquecidas pelo núcleo quente da estrela morta, chamado de anã branca, e brilha intensamente tanto através da luz visível como através da luz infravermelha. O nosso Sol, irá terminar a sua vida como uma nebulosa planetária, quando ele morrer daqui a aproximadamente 5 bilhões de anos.
Fonte: http://www.space.com

Cassini avista mini-rio em lua de Saturno



Cientistas da missão Cassini da NASA/ESA avistaram o que parece ser um gémeo extraterrestre e em miniatura do Rio Nilo da Terra: um rio num vale da lua de Saturno, Titã, que se estende por mais de 400 quilómetros, desde a sua "cabeceira" até um grande mar. É a primeira vez que imagens revelam um sistema de rios tão vasto e em resolução tão alta noutro local que não na Terra. Os cientistas deduzem que o rio, situado na região polar norte de Titã, contém hidrocarbonetos líquidos porque aparece escuro ao longo de toda a sua extensão na imagem de radar em alta-resolução, indicando uma superfície lisa.

imagem obtida pela sonda Cassini mostra um vasto sistema de rios na lua de Saturno, Titã. Crédito: NASA/JPL-Caltech

"Embora existam alguns meandros curtos e locais, a linearidade relativa do vale do rio sugere que segue o rastro de pelo menos uma falha, semelhante a outros grandes rios que correm para a margem sul do mesmo mar em Titã," afirma Jani Radebaugh, associado da equipa de radar da Cassini da Universidade de Brigham Young, em Provo, no estado americano do Utah. "Estas falhas - fracturas na rocha de Titã, podem não indicar placas tectónicas, como na Terra, mas mesmo assim levar à abertura de bacias e, talvez, à formação dos próprios mares gigantes."

Titã é o único mundo, além da Terra, que sabemos ter líquido estável à sua superfície. Enquanto o ciclo hidrológico da Terra depende da água, o ciclo equivalente em Titã envolve hidrocarbonetos como o etano e o metano. Nas regiões equatoriais de Titã, as imagens no visível obtidas pelas câmaras da Cassini no final de 2010 revelaram regiões que escureceram devido a chuvas recentes. O espectrómetro visual e infravermelho da Cassini confirmou etano líquido num lago no hemisfério sul de Titã conhecido como Ontario Lacus em 2008.

"Titã é o único lugar que encontrámos, além da Terra, que tem líquido em contínuo movimento à sua superfície," afirma Steve Wall, da vice-líder da equipa de radar, do JPL da NASA em Pasadena, Califórnia. "Esta imagem mostra-nos um cenário de um mundo em movimento. A chuva cai, e os rios movem essa chuva para lagos e mares, onde a evaporação recomeça novamente o ciclo. Na Terra, o líquido é a água; em Titã, é o metano; mas em ambos afecta quase tudo o que acontece. A imagem de radar foi obtida a 26 de Setembro de 2012. Mostra a região polar norte de Titã, onde o vale do rio corre para o mar chamado Ligeia Mare, um mar, termos de tamanho, entre o Mar Cáspio e o Mar Mediterrâneo. O verdadeiro Rio Nilo tem cerca de 6700 km. Os processos que levam à formação do Rio Nilo na Terra são complexos, mas envolvem falhas em algumas regiões.
Fonte: Astronomia On-Line

Sondas da Nasa vão cair na Lua

Agência espacial americana encerrou a missão Grail, que estudava a gravidade lunar, e sondas vão ser destruídas em colisão com o satélite terrestre
Flecha vermelha mostra o ponto de colisão das sondas na Lua, como planejado pela Nasa.NASA/JPL
A agência espacial dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (13) que as sondas gêmeas Grail, que foram lançadas no início de 2012 para mapear a gravidade da Lua, terminaram sua missão e vão colidir contra a superfície lunar na próxima segunda-feira (17). Os cientistas da Nasa disseram que o impacto, que acontecerá a uma velocidade de seis mil quilômetros por hora, não será visível da Terra. Os engenheiros da missão pretendem fazer uma série de manobras para esvaziar os tanques de combustível da sonda antes de fazê-las se espatifar no solo da Lua. E para quem espera algum tipo de espetáculo, as notícias não são boas. Elas são pequenas e leves demais (do tamanho de uma máquina de lavar roupa cada uma) para causar uma cratera ou levantar muita poeira e a região estará coberta por sombra no momento da colisão. O ponto de impacto planejado é uma montanha perto da cratera Goldschmidt. As duas sondas foram lançadas na virada do ano e suas medições mostraram que o satélite terrestre sofreu múltiplos impactos de asteroides , muito mais do que se imaginava anteriormente.
Fonte: IG

Nasa observa passagem de asteroide pela órbita da Terra

Com 4,5 quilômetros de comprimento, o Toutatis é um dos maiores asteroides com potencial de um dia atingir a Terra, mas a agência espacial americana descarta risco de colisão pelos próximos séculos
Imagens do radar Goldstone do asteróide Toutatis, realizadas durante o acompanhamento de 2012. (NASA/JPL)

Um velho conhecido da Terra está de volta à vizinhança. Nesta semana, o radar Goldstone, da agência espacial americana, Nasa, está acompanhando com a mais alta precisão a aproximação do asteroide 4179 Toutatis. Em seu percurso pelo Sistema Solar, este asteroide passa pela órbita da Terra a cada quatro anos. A observação da atual passagem do Toutatis, realizada a partir do radar localizado no deserto de Mojave, nos Estados Unidos, ocorre desde 4 de dezembro e segue até o dia 22 deste mês. Com 4,5 quilômetros de comprimento, ele é um dos maiores asteroides potencialmente perigosos conhecidos. Apesar disso, Lance Benner, do Near Earth Object Program, da Nasa, já adiantou que tão cedo não existe perigo de colisão com a Terra. "Nós já sabemos que o Toutatis não atingirá a Terra pelas próximas centenas de anos", afirma Benner, ao site da Nasa. Ele afirma que as novas observações servirão para prever a trajetória do asteroide por um período de tempo ainda maior. Nesta quarta-feira, na sua aproximação máxima com a Terra, o Toutatis está a 7 milhões de quilômetros de distância, ou 18 vezes a distância que separa o planeta da Lua.

"Bola de futebol americano"
Os pesquisadores da Nasa também estão curiosos para colher mais dados que ajudem a explicar o giro irregular do asteroide. Diferentemente da maioria dos outros asteroides, que tem um movimento de rotação bastante ordenado em volta de seus respectivos eixos, o Toutatis "rola" pelo espaço desordenadamente. O site da Nasa afirma que o movimento do asteroide mais se assemelha a uma bola de futebol americano mal arremessada para o céu. Provavelmente, isso tem a ver com a forma alongada e irregular do asteroide, afirma ainda o site da agência. Os cientistas esperam obter mais evidências para solucionar essas dúvidas com o novo sistema de imagem digital do radar Goldstone. "Usando o novo sistema, nós podemos criar imagens da superfície do asteroide com uma resolução de duas a cinco vezes melhor do que a obtida em passagens (do asteroide) anteriores", diz Benner.

Perguntas e Respostas

Qual a diferença entre asteroide, meteorito e meteoro?
Asteroides são corpos celestes menores que planetas que vagam pelo Sistema Solar desde sua formação, há 4,6 bilhões de anos. Meteoritos são pedaços de asteroides que eventualmente atingem a superfície da Terra. Meteoros são os rastros luminosos produzidos por pedaços de asteroides em contato com a atmosfera da Terra, resultado do atrito com o ar, e são popularmente reconhecidos como estrelas cadentes.
 
Meteoritos deram origem à vida na Terra?
A hipótese de que a vida veio do espaço, na 'carona' de rochas espaciais, não é o modelo dominante, mas também não se descarta. É o que embasa uma série de pesquisas no campo da chamada astrobiologia. Há também pesquisadores que consideram que o impacto de meteoritos e a formação de crateras favoreceram o aumento da biodiversidade.

Meteoritos acabarão com a vida na Terra?
Milhares de meteoros atravessam nossa atmosfera todos os dias. A maioria não passa de poeira espacial. Estima-se que uma grande colisão ocorra a cada 100 milhões de anos. A única extinção em massa associada a uma colisão de meteorito foi a dos dinossauros, 65 milhões de anos atrás. Ainda assim, existem pesquisas mostrando que as espécies então já estavam ameaçadas por causa de uma série de razões. O asteroide de 10 quilômetros de diâmetro apontado com o vilão da história teria apenas acelerado o inevitável destino dos dinossauros.

O homem pode proteger a Terra de um grande asteroide?
Astrônomos monitoram constantemente a aproximação de corpos celestes. A hipótese é improvável, mas caso um enorme asteroide apareça em rota de colisão com a Terra, os cientistas já sabem o que sugerir: em vez de explodi-lo, como no filme Armageddon, desviá-lo. Os pesquisadores consideram factível instalar desde velas especiais para capturar o vento solar até motores de íons.

Qual a diferença entre asteroides e cometas?
A principal diferença entre o asteroide e o cometa é o material de suas superfícies. Enquanto asteroides são formados por substâncias rochosas, os cometas têm material congelado em sua superfície que sublima quando se aproxima do Sol.
Fonte: VEJA
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