Planck revela um universo quase perfeito

Novo mapa produzido pelo telescópio espacial Planck desafia o pensamento atual sobre a idade e expansão do universo.
Radiação cósmica de fundo visto pelo Planck
Por mais estranho que pareça, a imagem acima é um mapa e ele revela como se distribuem as micro-ondas cósmicas que foram liberadas pelo Big Bang durante a criação do nosso universo, algo que também é conhecido como radiação de fundo. Produzida com a ajuda do telescópio espacial Planck, essa é a representação gráfica das luzes mais antigas do universo, que existem desde que ele tinha "apenas" 380 mil anos. Com a ajuda desse estudo, cientistas trouxeram novos dados ao conhecimento geral sobre o assunto. De acordo com um artigo publicado pelo jornal The Washington Post, uma das novidades fornecidas pelo mapa diz respeito à idade do universo: se antes pensávamos que ele possuía 13,81 bilhões de anos, os dados coletados pelo Planck indicam que ele é bem mais velhinho, com cerca de 80 milhões de anos a mais.
 
Além disso, o equipamento também coletou dados que atestam que o universo está se expandindo de maneira um pouco mais lenta do que imaginávamos, além de ter menos matéria escura do que esperávamos e possuir bem mais matéria comum do que aceito pela Ciência. Entretanto, os pesquisadores dizem que essas variações são insignificantes, já que os números costumam ser grandes demais. O telescópio Planck foi enviado ao espaço em 2009 e passou mais de 15 meses coletando dados necessários para a elaboração desse mapa. As atividades do Planck devem ser encerradas no fim deste ano, quando ele ficará sem o fluido responsável pelo resfriamento do equipamento.
Fonte: Esa

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