8 de fev de 2013

23 curiosidades sobre o universo.

O universo e a astronomia já são fascinantes por si só, mas entre grandes descobertas, imagens fantásticas e fatos surpreendentes, existem curiosidades muito interessantes para todos os entusiastas. Neste artigo reunimos as 23 curiosidades que achamos mais interessantes para partilhar. Algumas são do conhecimento geral, mas relembrar é bom para o conhecimento cientifico do que nos rodeia.

1. A Terra pesa 5 980 000 000 000 000 000 000 000 kg;
2. Se estás a tentar decorar o nome das estrelas, começa por esta: Torcularis Septentrionalis. Não consegues pronunciar, mas também não consegues esquecer;
3. Um carro a 160km/h demoraria 221 000 milhões de anos a chegar ao centro da Via Láctea;
4. O Universo expande-se cerca de 1,6 biliões de km por hora;
5. Os astronautas não podem chorar. Não que seja lei, mas porque não existe gravidade para que as lágrimas possam escorrer;
6. As interferências nas televisões são provocadas pelas ondas do Big Bang no início do Universo;
7. A constelação do Cruzeiro do Sul tem 54 estrelas, das quais só conseguimos ver 5 à vista desarmada;
8. O maior vulcão conhecido situa-se em Marte, o Monte Olimpo, 3 vezes mais alto que o nosso Monte Evereste;
9. A Lua afasta-se da Terra cerca de 3cm por ano;
10. As estrelas anãs são tão densas, que um dado feito desse material pesaria tanto como um carro;
11. A estrela Eta Carinae emite cerca de 5 milhões de vezes mais energia que o Sol;
12. Todos os anos caem cerca de 150 toneladas de meteoritos e fragmentos na Terra, uma média de 410 kg. por dia;
13. Em 1846 foi anunciada a descoberta de uma 2ª lua em órbita da Terra. Mais recentemente, entre 1966 e 1969, foram anunciadas mais 10 luas. Todas acabaram por não se demonstrar verdadeiras;
14. As estrelas não cintilam. O que vemos, é a interferência da atmosfera terrestre na luz que chega até nós;
15. Planeta é uma palavra grega que significa viajante. Deram esse nome aos planetas pois estes se deslocavam em relação às estrelas “fixas”;
16. O Telescópio Espacial Hubble é capaz de fotografar os olhos de uma mosca a 13 700km de distância, teoria ainda não demonstrada devido à inexistência de moscas no espaço;
17. A ventania em Neptuno chega a atingir os 2 100km/h;
18. O impacto da alunagem da Apollo 12 fez com que a superfície lunar vibrasse durante 55 minutos;
19. Não conseguimos ver uma única estrela em tempo real, e a maioria vemos mesmo com milhares de anos de atraso. Até o nosso Sol demora 8 minutos e 20 segundos a chegar a nós, pelo que se explodisse, demoraríamos esses 8 minutos para nos apercebermos. E algumas estrelas que observamos no céu podem já não existir…
20. Ainda hoje, 45% dos americanos desconhecem que o Sol é uma estrela;
21. O primeiro pé a pousar na Lua (de Neil Armstrong) calçava o número 41;
22. O buraco negro mais pequeno já descoberto, tem apenas 24km de diâmetro. Não te iludas: na verdade estes micro buracos negros exercem uma força de atracção muito mais forte que os grandes, ou seja, quanto menores, mais devastadores;
23. O teu corpo junto do buraco negro da curiosidade acima, seria transformado num simples fio de espaguete.
Fonte: Super

O coração cósmico

Créditos da Imagem: NASA/JPL-Caltech/UCLA
A nebulosa de Orion é mostrada nessa impressionante imagem feita pelo Wide-field Infrared Survey Explorer, ou WISE da NASA. A constelação de Orion é proeminente no céu noturno de todo o mundo de Dezembro até Abril de cada ano. A nebulosa, também catalogada como Messier 42 está localizada na espada de Orion, pendurada em seu famoso cinturão de três estrelas. O aglomerado de estrelas mergulhado na nebulosa é visível a olho nu como uma estrela única, com alguma nebulosidade aparente para os observadores mais atentos. Devido à sua proeminência culturas de todo o mundo têm dado um significado especial para Orion. Os maias da américa central observavam a porção inferior de Orion, seu cinturão e seus pés (as estrelas Saiph e Rigel)como sendo as pedras da criação, similar aos corações de três pedras triangulares que são encontrados no centro de todas as casas maias. A Nebulosa de Orion, localiza-se no centro desse triângulo, e é interpretada pelos maias como o fogo cósmico da criação envolto pela fumaça.

Essa metáfora do fogo cósmico é bem viável. A Nebulosa de Orion é uma enorme nuvem de poeira e gás onde um grande número de novas estrelas estão sendo forjadas. Ela representa um dos locais de formação de estrelas mais próximo da Terra e por isso fornece aos astrônomos a melhor visão do nascimento de uma estrela em ação. Muitos outros telescópios têm sido usados para estudar a nebulosa em detalhe, encontrando maravilhas como discos de formação de planetas se formando ao redor de estrelas recém formadas. O WISE foi uma pesquisa de todo o céu dando a oportunidade de observar esses locais de formação de estrelas em um contexto maior. Essa imagem se espalha por mais de seis vezes a largura da Lua Cheia, cobrindo uma região de aproximadamente 100 anos-luz de diâmetro. Nesse local podemos ver a Nebulosa de Orion circundada por uma grande quantidade de poeira interestelar colorida em verde.

Os astrônomos agora perceberam que a Nebulosa de Orion é parte de um complexo de nuvem molecular de Orion muito maior que inclui a Nebulosa da Chama. Esse complexo na nossa Via Láctea está ativamente gerando novas estrelas. Essa região toda está preenchida com poeira aquecida pela luz das novas estrelas dentro dessa poeira, fazendo assim com que a poeira brilhe em luz infravermelha. As cores nessa imagem representam comprimentos de onda infravermelhos específicos. A cor azul representa a luz emitida no comprimento de onda de 3.4 mícron e a luz emitida no comprimento de onda de 4.6 mícron é representada em ciano (azul esverdeado), ambas veem principalmente das estrelas quentes. Objetos relativamente mais frios, como a poeira das nebulosas aparece em verde e em vermelho. A cor verde representa a luz de comprimento de onda de 12 mícron e a cor vermelha representa a luz de comprimento de onda de 22 mícron.
Fonte: http://www.nasa.gov

Telescópio Hubble revela imagens de estrela nascente que pisca

O telescópio espacial Hubble revelou nesta quinta-feira uma sequência de fotografias de uma "protoestrela", que pisca a cada 25 dias, um estranho fenômeno visto apenas outras três vezes. De acordo com a Nasa (a agência espacial americana), esta "protoestrela", emite explosões de luz periodicamente, exatamente a cada 25,34 dias, que se propagam através da poeira e do gás que a rodeiam. O objeto, denominado LRLL 54361, provoca um efeito de luz estroboscópica devido às interações entre duas estrelas recém-nascidas, que estão gravitacionalmente unidas entre si, e uma ilusão ótica conhecida como "eco de luz". "A 'protoestrela' mostra variações de luz tão brilhantes em um período de tempo tão preciso, que é difícil de explicar", disse James Muzerolle, do Instituto de Ciência de Telescópios Espaciais de Baltimore em nota de imprensa. Apesar das erupções de gás que saem da 'protoestrela', estas palpitações são realmente brilhos de luz que se propagam através da poeira e do gás, e são refletidas em direção ao observador. "Não há verdadeiro movimento físico dentro da nuvem durante este tempo", afirma a nota do Hubble. O raro fenômeno ocorre exclusivamente em sistemas de estrelas duplas e provavelmente é parte de uma fase temporária do início da vida de uma estrela. O telescópio espacial Hubble, projeto internacional do qual participam a Nasa e a Agência Espacial Européia (ESA), viaja em órbita a 610 quilômetros da Terra e proporciona uma inovadora e mais precisa visão das estrelas.
Fonte: Terra
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