7 de mar de 2013

Telescópio espacial Herschel ficará 'cego' em março; veja fotos

Satélite da Agência Espacial Europeia deixará de funcionar por falta de combustível no equipamento de refrigeração
O telescópio espacial da Agência Espacial Europeia (AEE) Herschel deve encerrar suas operações em março depois de conseguir reunir um vasto catálogo de imagens do espaço. O Herschel será lembrado pelas imagens impressionantes de grandes panoramas de gás e poeira, mostrando nuvens e filamentos invisíveis a telescópios óticos como o Hubble. O equipamento de 1 bilhão de euros emprega detectores especiais que precisam ser mantidos em temperaturas excepcionalmente baixas. Mas o gás hélio que move o refrigerador se esgotará em algumas semanas, o que deixará o telescópio 'cego'.​ Os cientistas estão correndo contra o tempo para tentar colher o máximo possível de imagens. Com seus detectores infravermelhos, o Herschel conseguiu captar imagens inéditas e fornecer novas informações sobre locais e corpos celestes conhecidos e sobre processos de formação de estrelas e evolução das galáxias. O Herschel tinha um espectrômetro capaz de decifrar a química de regiões do espaço.
O telescópio da Agência Espacial Europeia (AEE) Herschel deve encerrar suas operações em março. O instrumento conseguiu fazer um grande catálogo de imagens do espaço. Acima, nesta foto recente, o Herschel mostra as camadas de gás da Betelgeuse, uma das estrelas mais conhecidas.Foto: ESA/Herschel/PACS/MESS / Divulgação

O telescópio conseguiu estudar a evolução das galáxias. Nesta imagem, de uma pequena área da constelação Ursa Maior, incontáveis galáxias foram registradas.Foto: ESA/SPIRE/HerMES / Divulgação

Um dos instrumentos do Herschel é o HIFI. O espectrômetro consegue decifrar a química do espaço. O estudo realizado pelo Herschel do cometa Hartley 2 mostrou que o objeto tinha água e gelo com uma composição parecida com a dos oceanos da Terra.Foto: ESA/NASA/Herschel/HSSO/JPL / Divulgação

O Herschel será lembrado como o telescópio que produziu grandes panoramas de gás e poeira, como esta na constelação de Cygnus. Invisível aos telescópios óticos como o Hubble, estas nuvens e filamentos rastreiam os locais onde as estrelas se formarão no futuro.Foto: ESA/Herschel/PACS/SPIRE/HOBYS Consortium / Divulgação

O telescópio revelou novos fatos sobre nossa própria galáxia. Aqui, examinando o centro da Via Láctea, o Herschel olha para uma 'fita' de gás frio e poeira que tem mais 600 anos-luz de comprimento e parece retorcida. Os cientistas ainda não conseguiram explicar a razão para isto.Foto: ESA/NASA/JPL-Caltech/Hi-GAL / Divulgação

Com seus detectores infravermelhos, o Herschel conseguiu fazer novas imagens e fornecer novas informações sobre locais e corpos celestes conhecidos. Esta imagem mostra a constelação de Serpens, com nuvens de gás e poeira, que revelam os processos de formação de uma estrela.Foto: ESA/Herschel/PACS/SPIRE / Divulgação

A uma distância relativamente próxima de 2,5 milhões de anos-luz, a galáxia de Andrômeda tem um tamanho muito parecido com a Via Láctea. Aqui, as observações do Herschel (em laranja) estão combinadas com as do telescópio Newton XMM (em azul).Foto: ESA/SPIRE/PACS/HELGA/EPIC/OM / Divulgação

Acima, a visão de Herschel da RCW 120, uma bolha de gás e poeira no espaço, em volta de uma grande estrela. Outra grande estrela, que tem entre oito e dez vezes a massa do Sol, está se formando na borda da bolha (objeto branco brilhante).Foto: ESA/SPIRE/PACS/HOBYS / Divulgação
Fonte: Terra

PKS 0745: De Super Para Ultra – Quão Grande Um Buraco Negro Pode Ser?

O buraco negro no centro dessa galáxia é parte de uma pesquisa dos 18 maiores buracos negros do universo. Essa grande galáxia elíptica está no centro do aglomerado de galáxias conhecido como PKS 0745-19, que está localizado a aproximadamente 1.3 bilhões de anos-luz da Terra. Na imagem acima os dados de raios-X obtidos pelo Observatório de Raios-X Chandra da NASA são mostrados em roxo e os dados ópticos obtidos pelo Telescópio Espacial Hubble são mostrados em amarelo. Os pesquisadores descobriram que esses buracos negros podem ser aproximadamente dez vezes mais massivos do que se pensava anteriormente, co no mínimo dez deles pesando entre 10 e 40 bilhões de vezes a massa do Sol. Todos os potenciais buracos negros ultramassivos descobertos nesse estudos localizam-se nas galáxias no centro de aglomerados de galáxias contendo imensas quantidades de gás quente.
 
Esse gás quente produz a emissão difusa de raios-X vista na imagem. Explosões alimentadas pelos buracos negros centrais criam cavidades no gás, evitando que eles esfrie e formando assim um grande número de estrelas. Para gerar as explosões, os buracos negros precisam engolir grandes quantidades de massa. Pelo fato dos maiores buracos negros poderem engolir grande parte da massa e alimentar as maiores explosões, nesse contexto os buracos negros ultramassivos já haviam sido previstos para explicar algumas das maiores explosões observadas. Além dos dados de raios-X do Chandra, o novo estudo usa dados de rádio do Karl G. Jansky Very Large Array (JVLA) e do Australia Telescope Comapct Array (ATCA) e dados em infravermelho  do projeto 2-Micron All-Sky Survey (2MASS). OS resultados dessa pesquisa foram publicados na edição de 12 de Julho do The Montly Notices of Royal Astronomical Society.
Fonte: Cienctec / Chandra

Galáxia Espiral NGC 3627

Créditos: NASA
A galáxia espiral NGC 3627 está localizada a aproximadamente 30 milhões de anos luz de distância da Terra. Essa imagem acima na verdade é uma composição feita com dados de raios-X do Observatório de Raios-X Chandra da NASA (azul), com dados infravermelhos do Telescópio Espacial Spitzer (vermelho) e dados da luz visível obtidos pelo Telescópio Espacial Hubble e pelo Very Large Telescope (amarelo). O destaque da imagem mostra a região central, que contém uma brilhante fonte de raios-X que é provavelmente alimentada pelo material que está caindo em direção a um buraco negro supermassivo. Uma pesquisa usando dados de arquivo de observações anteriores feitas com o Chandra de uma amostra de 62 galáxias próximas tem mostrado que 37 dessas galáxias, incluindo a NGC 3627, contém fontes de raios-X em seus centros. Muitas dessas fontes são provavelmente alimentadas por buracos negros supermassivos centrais. A pesquisa, também usou dados do Spitzer Infrared Nearby Galaxy Survey, e encontrou que sete das 37 fontes são candidatas a novos buracos negros supermassivos. Confirmando os resultados prévios do Chandra, esse estudo descobriu que a fração de galáxias descobertas que hospedam buracos negros supermassivos é muito maior do que a fração encontrada em pesquisas ópticas. Isso mostra a habilidade das observações de raios-X para encontrar buracos negros em galáxias onde exista um nível relativamente baixo de atividade do buraco negro, ou mesmo que tenham sido escondidos por material que o obscurece ou naqueles casos em que eles sejam sobrepostos pelo brilho na luz óptica da galáxia.
Fonte: http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2418.html

Reflexões sobre um buraco Negro em Rotação

Créditos: NASA/JPL-Caltech
Os buracos negros são estranhas regiões de densidade incrivelmente alta, onde a intensa gravidade dobra o espaço-tempo de maneira que nada, nem mesmo a luz, pode escapar, a menos que ela faça o caminho através do Buraco de Minhoca de Einstein-Rose. Os buracos negros podem girar, e um buraco negro em rotação é até mais estranho do que seus primos que não estão em rotação, ou seja, perto de um buraco negro em rotação, tanto o espaço como o tempo giram junto com o buraco negro. Os astrônomos têm tentado medir essa distorção de inúmeras maneiras. Uma técnica, é medir a distorção da emissão de raios-X de átomos de ferro localizados perto do horizonte de eventos do buraco negro. Contudo os astrônomos nãompodiam ter certeza que as distorções observadas eram produzidas pelos efeitos da rotação do buraco negro, ou por absorções mundanas devido ao material frio perto dos buracos negros.
 
Porém, pelo menos em um caso particularmente importante os cientistas agora foram capazes de resolver essa questão graças ao satélite NuSTAR. O NuSTAR e o XMM-Newton, fizeram observações de um buraco negro com uma massa equivalente a duas milhões de vezes a massa do Sol que está hospedado no centro de uma galáxia conhecida como NGC 1365, que é mostrado nessa chamada concepção artística apresentada na imagem acima. As observações feitas com o XMM-Newton mostraram claramente a emissão distorcida do ferro, mas as observações do NuSTAR também mostraram claramente a emissão dos raios-X refletidos do material no disco de crescimento interno do buraco negro, permitindo assim que os efeitos devido à rotação do buraco negro pudessem ser claramente distinguíveis dos efeitos de absorção, fornecendo assim uma medida firme e segura da rotação do buraco negro.

Capacete de Thor

Crédito da imagem e direitos autorais: Martin Rusterholz (CXIELO Observatory)
 
Essa nuvem cósmica na forma de capacete com feições semelhantes a asas é popularmente chamada de Capacete de Thor. Com um tamanho espetacular até mesmo para o Deus do Norte, o Capacete de Thor tem aproximadamente 30 anos-luz de diâmetro. De fato, o capacete se parece na verdade muito mais com uma bolha interestelar, inflada à medida que ventos velozes de uma estrela massiva e brilhante perto do centro da bolha varre a nuvem molecular ao redor. Conhecida como uma estrela Wolf-Rayet, a estrela central é uma estrela extremamente quente e gigante que os astrônomos acreditam esteja passando pelo estágio de pré-supernova em sua evolução. Catalogada como NGC 2359, a nebulosa está localizada a aproximadamente 15000 anos-luz de distância da Terra, na direção da constelação de Canis Major. Essa imagem bem nítida da nebulosa foi feita usando filtros de banda curta e de banda larga, combinação essa que permitiu registrar de maneira espetacular grandes de detalhes da nebulosa, principalmente aqueles relacionados com as estruturas em forma de filamento que permeiam todo o objeto. A imagem acima é apresentada com uma coloração azul esverdeada devido à forte emissão de dos átomos de oxigênio presentes no gás brilhante.
Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap130307.html

Montagem de Imagens Mostra o Cometa Lemmon de Forma Espetacular

A imagem acima na verdade é uma montagem feita com 14 imagens de 30 segundos de exposição do cometa Lemmon. Essas imagens foram feitas no dia 6 de Março de 2013, a altitude do cometa no momento das imagens era de 20 graus acima do horizonte. As imagens foram feitas com um telescópio SCT de 40 cm. Não teve tentativa de melhorar o brilho das imagens nas regiões de transição. A grande escala da imagem permite ver mais detalhes na estrutura da cauda do cometa Lemmon. A brilhante estrela, localizada a 2/3 da cauda do cometa, é a épsilon Phoenix. Devido ao brilho essa estrela criou alguns artefatos de reflexões internas no instrumento.

Cometa Pan-Starrs pode ser visto nos céus do Brasil

O cometa é registrado na Nova Zelândia no início de março Foto: AP

Para quem gosta de astronomia, o ano de 2013 promete um espetáculo à parte: os cometas. No Brasil, já é possível observar o Pan-Starrs. Segundo o Observatório Astronômico da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), quem quiser ver a pedra de gelo gigante terá de olhar para oeste durante o por do sol, em especial por volta das 19h30 (de Brasília, com pequena variação dependendo da região). Segundo Marcelo Emílio Bruckmann, técnico do observatório, com um pequeno instrumento, como um binóculo, já é possível observar o cometa. Em regiões com pouca poluição luminosa, existe a possibilidade de ele ser visto a olho nu. Ele vai estar bem próximo do horizonte. Outro cometa, o Lemmon, também está passando nos céus do País, mas é bem difícil de ser registrado. O Pan-Starrs deve ser visto até o dia 15. O dia 12 deve ser o melhor para avistar o cometa. Ele vai aparecer cerca de 30 minutos depois do ocaso, próximo à Lua Nova (apesar de estar "oficialmente" nesta fase, o satélite já terá uma pequena "foice" visível). Contudo, o Pann-Starrs é apenas um aquecimento para um show muito mais impressionante: o Ison. "Talvez este seja o cometa de séculos. Estão comentando que a visibilidade dele pode ser tal que possa ser visto durante o dia. Eu acho muito auspicioso ainda afirmar. É preciso ter algumas referências mais confiáveis sobre isso", diz Bruckmann. Mas a passagem do Ison só deve ser visível no final do ano.
Fonte:Terra

Medindo o Universo com mais precisão do que nunca

Novos resultados determinam com muita precisão a distância a uma das galáxias mais próximas
Esta impressão artística mostra um binário de eclipse. À medida que as duas estrelas orbitam em torno uma da outra, vão passando em frente uma à outra, de modo que o seu brilho combinado, visto de longe, diminui. Ao estudar como é que a luz varia e também outras propriedades do sistema, os astrónomos podem medir muito precisamente as distâncias a binários de eclipse. Uma longa série de observações de binários de eclipse frios muito raros, levou à determinação mais precisa até agora da distância à Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia vizinha da Via Láctea, dando-se assim um crucial passo em frente na determinação de distâncias no Universo.Créditos: ESO/L. Calçada
 
Ao fim de quase uma década de observações cuidadas, uma equipa internacional de astrónomos mediu a distância à nossa galáxia vizinha, a Grande Nuvem de Magalhães, com mais precisão do que nunca. Estas novas medições ajudam-nos a determinar melhor a taxa de expansão do Universo - a constante de Hubble - e são um passo crucial do sentido de compreendermos a misteriosa energia escura, que faz acelerar a expansão. A equipa observou com telescópios do Observatório de La Silla do ESO, no Chile, assim como com outros telescópios do mundo inteiro. Os resultados serão publicados na revista Nature a 7 de março de 2013. Os astrónomos determinam a escala do Universo medindo primeiro a distância a objetos próximos e usando depois essas distâncias como velas padrão para estimar distâncias cada vez maiores. No entanto, esta cadeia é apenas tão precisa quanto o seu elo mais fraco.
 
Até agora, a medição precisa da distância à Grande Nuvem de Magalhães, uma das galáxias mais próximas da Via Láctea, provou ser algo complicado. Uma vez que as estrelas nesta galáxia são usadas para fixar a escala de distâncias a galáxias mais remotas, esta medição é muitíssimo importante. Agora, observações cuidadas de uma classe rara de estrelas duplas permitiu a uma equipa de astrónomos deduzir um valor muito mais preciso da distância à Grande Nuvem de Magalhães : 163 000 anos-luz.  Estou muito entusiasmado com este resultado porque há mais de cem anos que os astrónomos tentam medir com precisão a distância à Grande Nuvem de Magalhães, o que tem provado ser extremamente difícil,” diz Wolfgang Gieren (Universidad de Concepción, Chile) e um dos líderes da equipa. “Nós resolvemos este problema ao obter um resultado com uma precisão demonstrada de 2%.”

A melhoria na medição da distância à Grande Nuvem de Magalhães dá também distâncias mais precisas a muitas estrelas variáveis do tipo Cefeide. Estas estrelas brilhantes que pulsam, são usadas como velas padrão para medir distâncias às galáxias mais remotas e determinar a taxa de expansão do Universo - a constante de Hubble, o que, por sua vez, é a base para observar o Universo até às galáxias mais longínquas que podem ser hoje vistas com os telescópios atuais. Portanto, a maior precisão na distância à Grande Nuvem de Magalhães leva a uma redução imediata da imprecisão nas medições atuais de distâncias cosmológicas.


Esta fotografia mostra a Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia vizinha da Via Láctea. As posições de oito estrelas binárias de eclipse frias e raras, estão marcadas com cruzes (os objetos são ténues demais para se verem diretamente na imagem). Ao estudar como é que a sua luz varia e também outras propriedades do sistema, os astrónomos podem medir muito precisamente as distâncias a binários de eclipse. Uma longa série de observações de binários de eclipse frios muito raros, levou à determinação mais precisa até agora da distância à Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia vizinha da Via Láctea, dando-se assim um crucial passo em frente na determinação de distâncias no Universo.Créditos: ESO/R. Gendler

Os astrónomos conseguiram tornar mais precisa a distância à Grande Nuvem de Magalhães ao observar pares raros de estrelas, chamadas binários de eclipse. À medida que estas estrelas orbitam em torno uma da outra, vão passando também à frente uma da outra. Quando isto acontece, visto da Terra, o brilho total do binário diminui de determinado valor quando uma estrela passa em frente da outra e diminui de outro valor quando essa estrela passa por detrás. Ao detectarmos cuidadosamente estas variações no brilho e ao medir igualmente a velocidade orbital das estrelas, é possível determinar o tamanho das estrelas, as suas massas e as características das suas órbitas. Combinando estes dados com medições cuidadosas do brilho total e da cor das estrelas, podem ser determinadas distâncias muito precisas.

Este método já foi utilizado anteriormente, mas apenas com estrelas quentes. No entanto, para esses casos têm que ser supostas determinadas condições e por isso as distâncias que daí se derivam não são tão precisas como desejaríamos. Agora, pela primeira vez, conseguiu-se identificar oito binários de eclipse muito raros, onde ambas as estrelas são gigantes vermelhas mais frias. Estas estrelas foram estudadas com todo o detalhe, o que originou valores para a distância muitíssimo precisos - até 2%.

“O ESO forneceu-nos o conjunto perfeito de telescópios e instrumentos necessários a este projeto: o HARPS, que mede velocidades radiais extremamente precisas de estrelas relativamente ténues e o SOFI, que faz medições precisas do brilho das estrelas no infravermelho,” acrescenta Grzegorz Pietrzyński (Universidad de Concepción, Chile e Observatório da Universidade de Varsóvia, Polónia), autor principal do novo artigo científico na Nature. Estamos a trabalhar no sentido de melhorar ainda mais o nosso método e esperamos conseguir obter nos próximos anos uma distância à Grande Nuvem de Magalhães com um 1% de precisão. Este trabalho tem consequências tremendas, não apenas no campo da cosmologia, mas também em muitas outras áreas da astrofísica,” conclui Dariusz Graczyk, o segundo autor do novo artigo na Nature.
Fonte: http://www.eso.org/public/portugal
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